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quinta-feira, 29 de março de 2018
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LIBERDADE DE EXPRESSÃO
quinta-feira, 30 de março de 2017
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OS HOMENS -ARO-AMERICANOS CONQUISTAM DIREITO A VOTO NOS EUA
No dia 30 de março de 1870 o direito a voto foi estendido aos negros nos EUA
A previsão do direito ao voto encontra-se estabelecida em diversos dispositivos da Constituição dos Estados Unidos, que foi promulgada em 1787. Logo no artigo VI, 3, da Carta Magna norte-americana, já se assegura que não poderá haver discriminação religiosa, ao estabelecer que
“nenhum requisito religioso poderá ser exigido como condição de elegibilidade”.
Posteriormente, em 1870, o direito de votar foi estendido aos negros com a vigência da 15ª Emenda à Constituição dos Estados Unidos. Essa emenda veio a garantir que
“o direito de voto dos cidadãos dos Estados Unidos não poderia ser negado ou cerceado pelos Estados Unidos, nem por qualquer estado da federação, seja por motivo de raça, cor ou de prévio estado de servidão”.
sábado, 10 de dezembro de 2016
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MULHER, ESCONDE ESSE ABSORVENTE
- Esconde esse absorvente
Essas espinhas
Arranca esses pelos
Da um jeito nesse seu cabelo duro
Mal cuidada
Porca
Feche esse sorriso
Sua mãe não te ensinou
Sobre o perigo de andar sorrindo na rua?
Abaixa essa cabeça
Para de encarar
Você esta chamando atenção
Assim vão achar que você esta dando mole
Delicia
Gostosa
Oh la em casa
Fecha essa boca e não reclama
Saiu de casa de saia curta
Camisa decotada
Maquiagem
Sem um homem
Tem que aguentar
Como assim não sabe cozinhar?
Você é mulher
Tem que cuidar do lar
Como assim não quer engravidar?
Você é mulher
Tem que engravidar
Faculdade? Viagem?
Mas você é mãe
Tem que cuidar
Abriu as pernas, agora não adianta
Largar na creche
Irresponsável
Mãe solteira?
O pai foi embora?
Não sabe quem é o pai?
Transou sem camisinha
Vai ter que aguentar
Vadia
Esse roxo ai
Tenho certeza que apanhou
Que teu marido te bateu
Mas você mereceu
Provocou ele
Você sabe que não pode se levantar
Mulher tem que ser submissa
O homem é que comanda o lar
Ah, mas que criança linda
É uma menina?
Toma aqui esse vestidinho rosa
Essa coberta de florzinhas
Pinta o quarto de rosa
Um rosa bem bonito
Porquê mulher é monocromática durante a infância
Ih, chegou a menarca
Essa vai dar trabalho
Ensina pra ela a se valorizar
Mulher tem que se dar ao respeito
Fala pra ela não deixar ninguém ver esse absorvente
Esse sangue sujo
Vai ter que começar a usar sutiã
Os mamilos estão aparecendo pela camisa
Que coisa horrível
Adolescente descuidada
A mãe dessa ai não ensinou nada
Foi estuprada?
Morreu no processo?
Devia estar pedindo
Sem sutiã, andava sozinha
Aquele batom vermelho
Aquela bunda enorme
Não sabe que menina tem que ficar em casa?
Deu sorte pro azar
Não foi educada
A mãe era solteira
O pai estava é certo de ir embora
Se ela era assim com a filha, imagine com o marido
Não foi respeitada
Opressão?
Imagine
Olha lá a mãe dela
Na beira do caixão
Olhando pro rosto da filha
Sem cor, sem vida
Um futuro morto antes mesmo do nascimento
Filha de mãe solteira
Sem pai, sem respeito
Morreu tão jovem
Aos 17
Uma menina tão linda
Maldita sociedade
Espero que a mãe dela aprenda a lição
E não tenha mais filhos
Suicídio?
Mas ela poderia ter começado uma vida nova
Agora que tinha perdido a filha
Poderia terminar a faculdade
Arrumar um emprego
Mas era uma fraca
Era mulher
O destino, a vida, as possibilidades
As pessoas
Cavaram a cova e jogaram ela lá dentro
Vitimismo? Preconceito?
Abuso? Agressão?
Cala essa boca e vai lavar uma louça
Você tem uma delegacia só sua
Tem seus direitos
Não luta na vida
(Mas luta na rua)
Não morre na guerra
(Mas morre em casa)
Cintia Duarte Montilla
sábado, 26 de março de 2016
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DIREITO: 180 obras para download
Há tempos queríamos compartilhar um material relacionado à área de Direito. Finalmente ficou pronta a lista! Confira abaixo as mais de 180 obras para download gratuito. E veja se existe algo de seu interesse ou de um(a) amigo(a). Aproveite: saber é poder!
Download via torrent:
http://thepiratebay.se/torrent/11517842
Ou google drive
https://drive.google.com/open…
Download direto pela nuvem:
http://abelhas.pt/arquivokronos/Direito
(obs: O espaço no google drive acabou e, por enquanto, vamos usar o abelhas).
ABRAMOVAY (org). Gangues, gênero e juventudes
AGAMBEN, G. Estado de exceção
AGAMBEN, G. Homo sacer I - o poder soberano e a vida nua
AGUIAR, M. Léa. Somos todos criminosos em potencial
AMARAL, Renata C. Direito internacional público e privado
ANDRADE, Vera. Sistema penal máximo x cidadania mínima
ARAÚJO, Carlos. Cárceres imperiais - a Casa de Correção no RJ
AVENA, Roberto. Execução penal – esquematizado
AZEVEDO, J. Eduardo. A penitenciária do estado - análise das relações de poder na prisão
BADARÓ, Gustavo. Onus da prova no processo penal
BARATTA, Alessandro. Criminología crítica y crítica del derecho penal
BATISTA, Nilo. Introdução crítica ao direito penal brasileiro
BATISTA, Nilo. Punidos e mal pagos
BECCARIA, C. Dos delitos e das penas
BENTHAM, J. O Panóptico
BERGALLI; BUSTOS. El pensamiento criminológico
BERISTAIN, Antonio. A nova criminologia
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos
BOBBIO, Norberto. Direito e estado no pensamento de Emanuel Kant
BOBBIO, Norberto. Liberalismo e democracia
BOBBIO, Norberto. O conceito de sociedade civil
BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia - uma defesa das regras do jogo
BOBBIO, Norberto. O positivismo jurídico
BONAVIDES, Paulo. Ciência política
BUENO, Carlos S. Curso sistematizado de direito processual civil
CABEDA, Luiz F. A justiça agoniza
CAJAS, Juan. Los desviados
CAMPOS, Arruda. A justiça a serviço do crime
CAPEZ, Fernando. Curso de direito penal, vol 1
CAPEZ, Fernando. Curso de processo penal
CARDOSO, Fernanda L. Direito urbanístico
CARRIO, Alejandro. Garantias constitucionales en el proceso penal
CHRISTIE, Nils. La industria del control del delito
CHRISTINO, Márcio S. Por dentro do crime - corrupção, tráfico, PCC
CLASTRES, Pierre. Arqueologia da violência
COIMBRA, Cecília. Operação Rio - o mito das classes perigosas
CONTI, Rafael A. Filosofia e direito - escritos selecionados
CORCHEA. Violencia desenfocada (en español)
CORREAS, Óscar. Crítica da ideologia jurídica
CORREIA, Marcus. Teoria geral do processo
CORREIA; SCIASCIA. Manual de direito romano
CUNHA; SILVA. Código penal - para concursos
DALARI, Dalmo. Elementos de teoria geral do estado
DE CICCO, Cláudio. História do pensamento jurídico e da filosofia do direito
DE GIORGI, Alessandro. A miséria governada através do sistema penal
DE SORDI, Neide. Manual de Procedimentos do Programa História Oral da Justiça Federal
DEL VECCHIO, Giorgio. História da filosofia do direito
DI PIETRO, M. Direito administrativo
DINAMARCO, C. Nova era do processo civil
FARIAS; ROSENVALD. Direito civil - teoria geral
FELTRAN, G. Fronteiras de tensão - um estudo sobre política e violência nas periferias de SP
FERNANDES; FERNANDES. Criminologia integrada
FERRAJOLI, Luigi. Direito e razão - teoria do garantismo penal
FERRAZ JUNIOR, T. Estudos de filosofia do direito
FOUCAULT, M. A verdade e as formas jurídicas
FOUCAULT, M. Segurança, território, população
FOUCAULT, M. Vigiar e punir
FREDIANI, Yoni. Direito do trabalho
GANDRA, Yves. Conheça a constituição brasileira [incompleto]
GANDRA, Yves. Manual esquemático de direito e processo do trabalho
GARCIA; THOMÉ. Direito ambiental
GARLAND, David. Crimen y orden social en la sociedad contemporânea
GAUER (org). Criminologia e sistemas jurídico-penais contemporâneos
GOFFMAN, Erving. Estigma - notas sobre a manipulação da identidade
GOFFMAN, Erving. Manicômios, Prisões e Conventos
GOMES, Fábio B. Elementos de direito administrativo
GOMES, Orlando. Obrigações
GONÇALVES, C. R. Direito civil brasileiro, vol. 5 - direito das coisas
GRINOVER, Ada P. et al. Juizados especiais criminais - comentários a Lei 9.099
HABERLE, Peter. Hermenêutica constitucional
HABERMAS, J. Direito e democracia, vol. 1
HABERMAS, J. Direito e democracia, vol. 2
HAMON; TROPER; BURDEAU. Direito constitucional [incompleto]
HEGEL, G. Princípios da filosofia do direito
HORVATH, Miriam. Direito administrativo
HULSMAN; CELIS. Penas perdidas
HUNT, L. A Invenção dos Direitos Humanos
HUSEK, C. R. Curso de direito internacional público
JAKOBS; MELIÁ. Direito penal do inimigo
JESUS, Damásio de. Crimes de corrupção ativa e tráfico de influência nas transações comerciais internacionais
JESUS, Damásio de. Imputação objetiva
JESUS, Damásio de. Lei das contravenções penais – anotada
JESUS, Damásio de. Novíssimas questões criminais
JESUS, Damásio de. Teoria do domínio do fato no concurso de pessoas
JESUS, Damásio de. Tráfico internacional de mulheres e crianças – Brasil
JESUS, Damásio de. Violência contra a mulher
JESUS; GOMES. Assédio sexual
JUSTIÇA GLOBAL (org). Justiça, tráfico e milícias no Rio de Janeiro
KANT, I. Crítica da razão pura
KANT, I. Para a paz perpétua
KAUFFMAN; HASSEMER. Introdução à filosofia do direito e à teoria do direito contemporâneas
KELSEN, Hans e KLUG, Ulrich. Normas jurídicas e análise lógica
KELSEN, Hans. A democracia
KELSEN, Hans. Justiça e o direito natural
KELSEN, Hans. O problema da justiça
KELSEN, Hans. Quem deve ser o guardião da constituição
KELSEN, Hans. Teoria geral das normas
KELSEN, Hans. Teoria geral do direito e do estado
KELSEN, Hans. Teoria geral do estado – 1938
KELSEN, Hans. Teoria pura do direito
KIRCHHEIMER, Georg. Pena y estructura social
LABATE; GOULART; FIORE et. al. (org). Drogas e cultura
LAFER, Celso. A reconstrução dos direitos humanos
LARENZ, Karl. Metodologia da ciencia do direito
LASERNA, R. (org). Economia politica de las drogas
LEFEBVRE, Henri. O direito à cidade
LEITE; FERREIRA; CAETANO. Repensando o estado de direito ambiental
LISBOA, Roberto S. Direito civil de A a Z
LOBO, Alberto S. Curso de direito romano
LÔBO, Paulo. Direito civil – contratos
LÔBO, Paulo. Direito civil – famílias
LUHMANN, Niklas. Sociologia do Direito I
LUHMANN, Niklas. Sociologia do Direito II
LUNA FILHO, E. P. Internet e tributação no Brasil
LYRA FILHO, R. O que é direito
MACHADO, Carlos A. Direito constitucional
MACHADO, Hugo. Curso de direito tributário
MAGALHÃES, Carlos. O crime segundo o criminoso
MAGNO, Levy E. Processo penal
MARQUES, Cláudia L. Contratos no código de defesa do consumidor
MARTINS, Sergio P. Direito do trabalho
MARTINS, Sergio P. Direito processual do trabalho
MATHIESEN, Thomas. Juicio a la prision
MAXIMILIANO, C. Hermenêutica e aplicação do direito
MAZZILLI, Hugo N. A defesa dos interesses difusos e coletivos em juízo
MAZZUOLI, Valerio. Curso de direito internacional público
MÍGUEZ, Daniel. Delito y cultura
MONTEIRO; EUSTÁQUIO. Direito financeiro
MOREIRA, J. C. Barbosa. Questões prejudiciais e coisa julgada
MÜLLER, Friedrich. Quem é o povo - a questão fundamental da democracia
NASCIMENTO, Amauri M. Curso de direito do trabalho
NEVES, Daniel. Manual de direito processual civil
NUNES, Rizzatto. Curso de direito do consumidor
PALACIOS JUNIOR, A. As teorias das guerras preventivas e as relações internacionais
PAOLI, M. Célia et. al. A violência brasileira
PAULO; ALEXANDRINO. Direito administrativo descomplicado
PAULSEN, Leandro. Curso de direito tributário
PAVARINI, Massimo. Control y dominación
PENTEADO FILHO, Nestor. Manual esquemático de criminologia
PERELMAN, Chaim. Ética e direito
PERELMAN, Chaim. Lógica jurídica - nova retórica
PINHEIRO, Paulo S. (org). Crime, violência e poder
PINTO, C.A.M. Teoria geral do direito civil
PINTO; RIBEIRO (org). A análise criminal e o planejamento operacional
PIOVESAN, Flávia. Direitos humanos e o direito constitucional internacional
PRADO, Luiz R. Curso de direito penal brasileiro - vol. 3 - parte especial
QUEIROZ, Carlos A. Crime organizado no Brasil
QUEIROZ, Paulo. Direito penal - parte geral
RADBRUCH, Gustav. Introdução a filosofia do direito
RAMALHO, J. Ricardo. Mundo do crime - a ordem pelo avesso
RAMOS, André C. Teoria geral dos direitos humanos na ordem internacional
RAUTER, Cristina. Criminologia e subjetividade no Brasil
RAWLS, John. Justiça como equidade
RAWLS, John. Justiça e Democracia
RAWLS, John. Uma teoria da justiça
REALE, Miguel. Direito como experiência
REALE, Miguel. Filosofia do direito
REALE, Miguel. Teoria do direito e do estado
ROCHA, G. Cálculos trabalhistas
ROXIN, Claus. La evolución de la política criminal
SÁ, Alvino A. Criminologia clínica e psicologia criminal
SADEK, Maria Tereza (org). Justiça e cidadania no Brasil
SADEK, Maria Tereza (org). Uma introdução ao estudo da justiça
SALEME, Edson. Direito constitucional
SALGADO, Joaquim C. A ideia de justiça em Kant
SCHOUERI, L. E. Normas tributárias indutoras e intervenção econômica
SCIMÉ, Francisco. Criminología - causas y cosas del delito
SHECAIRA, Sérgio S. Criminologia
SOUSA, José Pedro Galvão de. Direito natural, direito positivo e estado de direito
STRAUSS, Leo. Direito natural e história
TARTUCE, Flávio. Manual de direito civil
TRINDADE, Lourival. A ressocialização - uma (dis)função da pena de prisão
TROPER, Michel. Filosofia do direito
VELOSO, Waldir. Filosofia do direito
VERDUM, Ricardo (org.). Mulheres indígenas, direitos e políticas públicas.
VEZZONI, Marina. Direito processual civil
WACQUANT, Loic. Punir os pobres - a nova gestão da miséria nos EUA
WOLKMER, Antônio (org). Fundamentos de historia do direito
WOLKMER, Antônio C. História do direito no Brasil.
WOLKMER, Antonio C. Ideologia, estado e direito
ZAFFARONI, Raul. 'Crime Organizado' - uma categoria frustrada
ZALUAR, Alba (org). Drogas e cidadania - repressão e redução de riscos
ZALUAR, Alba. Da revolta ao crime
**OUTROS em formato epub (conta externa):
https://docs.google.com/folderview…
domingo, 26 de janeiro de 2014
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sou maluca sim
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AUTORAL E DIREITO
Quando criei o Sou Maluca Sim a intenção primária era de transforma-lo em um diário a moda Jaqueline Ramiro, mas acabei descobrindo que não é fácil falar sobre mim.
Estou muito feliz pela projeção que o blog vem tomando diariamente e agradeço o carinho e atenção dedicada a minha pessoa. Porém toda essa badalação me trouxe um certo bloquei para compartilhar a minha existência com vocês. Não por conta dos amigos, mas em razão dos NÃO AMIGOS, pois esses são realmente os frequentadores mais assíduos das minhas postagens.
De qualquer forma minha promessa de começo de ano é em 2014 deixar o Sou Maluca Sim mais autoral.
Obs.: DOA A QUEM DOER!
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
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DEGRADAÇÃO DOS DIREITOS DAS MULHERES NO PCdoB
Os problemas das mulheres no PCdoB carioca começam nas mãos de dirigentes que descem o cacete nas esposas e depois posam como defensores do feminismo. Tem gente batendo (batendo mesmo) o maior bolão, mesmo não sendo jogador de futebol.
Depois a prostituição de luxo no PCdoB é algo rotineiro. A pesar do partido hoje comandar a secretária de mulheres no Rio de Janeiro.
As mulheres que não se submetem as regras dessa barbárie estão condenadas a anulação politica e marginalização por conta dos próprios companheiros e companheiras de partido.
ISSO SEM FALAR NA DISCRIMINAÇÃO RACIAL E DE CLASSE.
Quem trabalha no CEPERJ e tem um pouquinho de consciência politica que vá além do clientelismo, sabe que essa instituição tem um pouquinho de navio negreiro na visão dos nossos queridos dirigentes sacanas.
Mulher negra e de comunidade tem que rebolar se quiser entrar na cota.
VIVA A ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL PARTIDÁRIA!
Mulher no PCdoB tem que ter pistolão ou sentar no sofá daqueles que ocupam cargos mais elevados. Tente denunciar qualquer coisa no PCdoB e rapidamente você deixará de ser militante e sofrerá as piores degradações morais entre eles, pois e´o que acontece quando se está entre pessoas as quais não respeitam a nada e nem a ninguém, além de dinheiro e possibilidade de poder.
Esse ano é de COPA do mundo, de eleições e muita secagem com gente pobre. Vai ter muito dirigente do PCdoB subindo o morro e se fazendo de bom moço. Capitando gente de comunidade, principalmente as negrinhas bonitas.
E se a negrinha não gostar a farão calar através da humilhação publica ou da força, pois negro do PCdoB só tem vez se tiver pistolão ou sentar no sofá. Negrinha lá somente na base do clientelismo para cumprir cota.
Vida de militante negra no PCdoB é VIDA DE MUCAMA. Mas os dirigentes vão dizer que SER MUCAMA é algo bonito. Romantizarão a tudo dizendo que essas mulheres contribuiriam para a cultura do Brasil e se calarão a respeito da omissão e violência que essas mulheres sofreram continuamente por longos anos de nossa história.
E sabe porque? Porque para a elite, os burocratas de merda do PCdoB tudo é bonito.
Tenho por certo que depois da leitura desse meu texto tem dirigente do tipo lobo velho que perdeu os dentes dizendo que o meu problema é homem. E afirmo que é, pois no PCdoB só encontrei covardes que agem pelas costas, que vão para reuniões e TV dizendo-se apoiadores do feminismo, MAS AINDA ACHAM QUE TODO PROBLEMA DE MULHER É HOMEM.
SEM MAIS.
http://globotv.globo.com/rede-globo/video-show/v/revirando-o-bau-ilka-tibirica-de-fera-ferida-adorava-usar-receitas-caseiras-afrodisiaca/2057928/
OBS: O vídeo abaixo é só para descontrair um pouco enquanto outros tentam levantar a moral caida do coleguinha de corrupção, desvios na CREMERJ e etc. Seria por amor? Seria apenas porque Ilka bedelhuda e louquinha se mete onde não é chamada/
domingo, 19 de janeiro de 2014
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PROSTITUIÇÃO NO PCdoB parte2
Obviamente que não sou a 1° mulher a ser assedia para prostituição dentro do PCdoB e também não sou a 1° a denunciar. Mas infelizmente o partido tem assumido uma posição de apoio a essa inaceitável situação.
Tenho recorrido, pedido ajuda a todas as instâncias do partido e mesmo nomes que se destacaram por dizerem defender o direitos da mulheres, como a senhora Jandira Feghali fazem vista grossa sobre o assunto.
Hoje, depois de 12 anos de partido, sei na pele que para está no PCdoB antes de mais nada é preciso se prostituir e não denunciar.
sei que quem ousa denunciar essas histórias termina sempre muito mal. Mais a minha moral não me permite calar diante do absurdo da prostituição, ainda que para os membros do partido a prostituição de luxo não seja considerada prostituição.
Prostituição por cargo, dinheiro ou ordem de algum dirigente pode!
Um amigo ex militante do PCdoB, preocupado com a minha situação e me dando o seu apoio, disse-me que em seus longos anos de partido infelizmente conheceu muitas histórias como a minha. E o que essas mulheres passaram era tão absurdo que contando parece surreal.Ressaltou que eu tivesse muito cuidado, pois lhe dá com o PCdoB é muito perigoso.
Bem, mas enquanto isso a prostituição impera no partido que diz querer mudar o Brasil? Agora eu pergunto: em que o PCdoB quer transformar o nosso país?
Para o PCdoB é realmente uma pena que esse personagem dos clipes, o Snoop Dogg, não seja brasileiro.
Com toda essa popularidade, sexo, drogas e bebidas; Seria uma excelente representação política para o PCdoB. Seria o mais verdadeiro diante da população. Simplesmente perfeito.
Bastava colocar-lhe um terno e o deixar fazer um eloquente discurso dizendo o quanto admira e respeita as mulheres.
É com esse desrespeito e desprezo pela condição feminina que o PCdoB tem lutado para conquistar o lugar no poder que tanto almeja.
Em resumo:
Snoop Dogg para presidente do Brasil e pelo PCdoB!
Links indicados PROSTITUIÇÃO NO PCdoB: http://jeckmaluca.blogspot.com.br/2012/05/prostituicao.html
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
biografia,
Christian Ingo Lenz Dunke,
coletivo,
direito,
dono,
individual,
particular,
vida
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DE QUEM É A VIDA, AFINAL?
Ser “proprietário” da própria existência presume a possibilidade de escolher o que contar sobre si e também a aceitação de que os outros tenham esse mesmo direito
A recente discussão sobre os limites e direitos envolvendo a publicação de biografias opõe argumentos razoáveis das duas partes. Os biografados defendem uma espécie de direito autoral primário sobre sua própria vida, que se traduz tanto pela ingerência e aprovação do processo de redação da biografia, quanto pelo recebimento de valores relativos a seu uso e comercialização. Os escritores postulam que seu trabalho deve se realizar segundo a cláusula maior do uso livre da palavra, que sua tarefa tem custos e que esta não pode depender de manipulações comerciais que ao final sempre podem resultar em veto e favorecimento da “versão oficial” da pessoa a respeito de quem se escreve.A questão parece variar substancialmente quando se trata de um artista ou um político, que incitam regimes distintos de relação entre vida e “obra”. O quadro muda rapidamente de figura quando se trata do próprio interessado ou de seus herdeiros. E altera-se outra vez quando pensamos na vida íntima de pessoas comuns, expostas em sua privacidade, ou quando consideramos a existência de representantes legais, como no caso de uma criança. Imagine você o caso de um criminoso, que vai amealhar riqueza contando seu crime, ou empreitando que alguém o faça.
Este impasse é formado pelo exagero dos biografados e pela ignorância dos escritores, de uma verdade tácita com a qual ambos operam, sem se dar conta: cada um é dono de sua própria vida... enquanto ela dure; mas cada vida é feita de outras. Ser proprietário ou usuário de uma vida pode implicar também que a vida dos outros faz parte da sua, e que este entremeado de existências pertence a todos nós.
Com essas considerações em mente fui visitar o museu a céu aberto de Inhotim, na cercanias de Belo Horizonte. E lá estava a incrível instalação de Cildo Meireles, com seus quase 100 metros quadrados, composta por cercas, balaustradas, cortinas, barreiras e demais obstáculos que temos de atravessar, pisando sobre vidro quebradiço, para chegar ao núcleo gigante composto por uma massa plástica, vazia e artificial. A cada passo lembrava-me de T. S. Eliot e sua terra devastada. A cultura feita de escombros e ruínas, que nos leva ao centro de uma vida sem centro, à essência de uma vida sem essência. E concluía que se a vida fosse uma obra, deveria ser coletiva. E que se minha vida é composta dos outros que dela fazem parte e nela pisam, os autores das biografias têm razão em exercer sua arte ou sua ciência sobre vidas alheias com a liberdade que lhes é própria, descrevendo com cuidado os labirintos de uma experiência da qual eles não serão exatamente os donos, pois outras biografias virão.
Foi então que encontrei outra instalação, talvez mais majestosa ainda, posto que egressa do Louvre. Tunga dispunha um esqueleto gigante desprovido de crânio, em uma rede que atravessa a sala, assim como o rio Averno, pelo qual as almas eram transpostas pelo barqueiro Aqueronte, em troca de duas moedas. De um lado agrupavam-se os crânios, lembrança de nosso fim comum, de nossa pretensão de superar a morte, essa mestra absoluta. De outro, as cabeças enredadas dos deuses gregos e latinos, absorvidas antropofagicamente de sua passagem pelo museu francês. E concluía então que os biografados têm razão. É preciso pagar para morrer como pessoa, para tornar-se um personagem da própria vida, que teria então deixado uma obra, que justificaria a biografia. Mas não nessa moeda, já que a arte não é indiferente à matéria que ela arruína.
Christian Ingo Lenz Dunke
domingo, 15 de dezembro de 2013
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Benjamin e Habermas,
cultural,
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Adorno, Arendt, Benjamin e Habermas – 37 obras para download
Theodor Adorno, Hannah Arendt, Walter Benjamin e Jürgen Habermas
Google Drive:
https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlSDF1UWZ1UkprUWs&usp=sharing
uTorrent (clique em clique em “magnet link”):
http://thepiratebay.se/torrent/8937947
Caso o site acima não esteja acessando, clique nesta pasta onde encontra-se todos os torrents:
ADORNO, T. Anotações sobre Kafka in Prismas – crítica cultural e sociedade
ADORNO, T. As Estrelas Descem a Terra
ADORNO, T. Conceito de Esclarecimento
ADORNO, T. Dialética negativa
ADORNO, T. Educação e emancipação
ADORNO, T. Indústria Cultural e Sociedade
ADORNO, T. Introdução à Sociologia da Música
ADORNO, T. Mínima moralia
ADORNO, T. Notas de Literatura I
ADORNO, T. Teoria estética
ADORNO, T. Textos escolhidos – Os pensadores
ARENDT, Hannah. A Condição Humana
ARENDT, Hannah. Da Violência
ARENDT, Hannah. Los origenes del totalitarismo (em espanhol)
ARENDT, Hannah. O que é política?
ARENDT, Hannah. O significado em revolução. In ‘Sobre a revolução’
ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo
ARENDT, Hannah. Reflexões sobre little rock
BENJAMIM, W. A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica
BENJAMIN, W. A Modernidade e os Modernos
BENJAMIN, W. Diário de Moscou
BENJAMIN, W. Discursos interrumpidos I – Filosofía del arte y de la historia
BENJAMIN, W. Documentos de cultura, documentos de barbárie
BENJAMIN, W. Ensaios Reunidos – Escritos Sobre Goethe
BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política
BENJAMIN, W. O Iluminismo visionário
BENJAMIN, W. Obras Escolhidas, Vol. 1 – Magia e Técnica, Arte e Política
BENJAMIN, W. Obras Escolhidas, Vol. 2 – Rua de Mão Única
HABERMAS, J. Direito e democracia, vol. 1
HABERMAS, J. Direito e democracia, vol. 2
HABERMAS, J. O Discurso Filosófico da Modernidade
HABERMAS, J. On the Logic of the Social Sciences
HABERMAS, J. Para a reconstrução do materialismo histórico
HABERMAS, J. Pensamento Pós-Metafísico – Estudos Filosóficos
HABERMAS, J. Técnica e Ciência Como Ideologia
HABERMAS, J. Verdade e Justificação – Ensaios Filosóficos
HABERMAS, J; RAWLS, J. Debate Sobre el Liberalismo Político
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
advogado,
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AULA DE DIREITO
"Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Estudo do Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Qual é o seu nome?
- Chamo-me Nelson, Senhor.
- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.
Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.
Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - vamos começar .
- Para que servem as leis? Perguntou o professor - Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso, para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor .
- Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal porém respondam a esta pergunta:
"Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"
Todos ficaram calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não! - responderam todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais! Vá buscar o Nelson - Disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.
Aprenda: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia."
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
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COBRA AMARELA / SONHO
Estava tudo muito errado, mas eu não estava disposta a me aborrecer ainda mais e eu ainda mantenho o conceito de não responder a minha avó e esse tipo de coisa e do jeito que ela falou comigo eu ia acabar falando algumas coisas que vem sendo guardadas a anos em um bau empoeirado.
Mas depois de algum tempo tive um outro sonho que me deixou impressionada mesmo não tendo a presença da minha mãe.
Sonhei que estava na antiga casa da minha avó e que eu queria passar da varanda para a cozinha, mas no chão tinha uma cobra amarela no caminho. Como eu nunca tive medo de cobra no sonho eu me agachava para apanhar a cobra pela cabeça e tira-la do caminho. A pesar de ter agarrado a danada pela caça eu senti uma fisgada muito forte na parte de cima da minha mão e o sangue escorrendo. E eu olhava para a cobra e me perguntava como ela tinha conseguido me morder se eu a segurava pela cabeça. Para piorar a situação quando eu olhava de novo para a cobra ela era de plástico. Não era real.
De qualquer forma, apanhei a bicha e coloquei no quintal de onde ela sumiu rapidamente da minha vista e sem deixar rastro.
Minha avo estava com um avental branco embaixo da goiabeira e me perguntava raivosa:
- Jaqueline onde está a cobra?
- Não sei vó, ela me mordeu.Eu a coloquei aqui no quintal, mas não sei onde está.
E minha avó queria que eu desse conta da cobra de qualquer jeito como se fosse eu quem tivesse feito algum mal.
quando entrei na casa a cobra estava refastelada comodamente encima do sofá e minha vó diante da minha surpresa disse:
- foi eu que coloquei ela ai.
Três dias depois passei por situação bem parecida. Meu irmão sentindo-se seguro por ter conseguido um bom dinheiro por meio de acordo com ex marido da minha mãe não tinha mais a necessidade me me tratar bem. Praticamente do nada me colocou a baixo de cachorro. Disse que eu era uma passa fome, que meus filhos eram um piolhentos, favelados, que eu não ia receber nada porque a herança era dele.
Quando falei que iria entrar na justiça ele me ameaçou dizendo que ia encher a minha cara de tiros.
Como meu irmão é DESIPE e só anda armado o negócio foi engolir o sapo e ainda ouvir minha avó dizendo na minha cara que eu não presto, pois meu irmão é um menino muito bom. E que deus iria me castigar por não dá valor.
Quando eu tentava argumentar o que ele tinha feito (o indefensável) ela disse, mas isso ´coisa de irmão.
Se eu por alguma razão contrariar as ordens da minha avó deu vai me castigar, mas se meu irmão diz que vai encher minha cara de tiro por causa de dinheiro de herança ai é coisa de irmão.
Eu sempre amei tato minha avó e meu irmão e isso é muita decepção, mas não é o inesperado.
Mas depois de algum tempo tive um outro sonho que me deixou impressionada mesmo não tendo a presença da minha mãe.
Sonhei que estava na antiga casa da minha avó e que eu queria passar da varanda para a cozinha, mas no chão tinha uma cobra amarela no caminho. Como eu nunca tive medo de cobra no sonho eu me agachava para apanhar a cobra pela cabeça e tira-la do caminho. A pesar de ter agarrado a danada pela caça eu senti uma fisgada muito forte na parte de cima da minha mão e o sangue escorrendo. E eu olhava para a cobra e me perguntava como ela tinha conseguido me morder se eu a segurava pela cabeça. Para piorar a situação quando eu olhava de novo para a cobra ela era de plástico. Não era real.
De qualquer forma, apanhei a bicha e coloquei no quintal de onde ela sumiu rapidamente da minha vista e sem deixar rastro.
Minha avo estava com um avental branco embaixo da goiabeira e me perguntava raivosa:
- Jaqueline onde está a cobra?
- Não sei vó, ela me mordeu.Eu a coloquei aqui no quintal, mas não sei onde está.
E minha avó queria que eu desse conta da cobra de qualquer jeito como se fosse eu quem tivesse feito algum mal.
quando entrei na casa a cobra estava refastelada comodamente encima do sofá e minha vó diante da minha surpresa disse:
- foi eu que coloquei ela ai.
Três dias depois passei por situação bem parecida. Meu irmão sentindo-se seguro por ter conseguido um bom dinheiro por meio de acordo com ex marido da minha mãe não tinha mais a necessidade me me tratar bem. Praticamente do nada me colocou a baixo de cachorro. Disse que eu era uma passa fome, que meus filhos eram um piolhentos, favelados, que eu não ia receber nada porque a herança era dele.
Quando falei que iria entrar na justiça ele me ameaçou dizendo que ia encher a minha cara de tiros.
Como meu irmão é DESIPE e só anda armado o negócio foi engolir o sapo e ainda ouvir minha avó dizendo na minha cara que eu não presto, pois meu irmão é um menino muito bom. E que deus iria me castigar por não dá valor.
Quando eu tentava argumentar o que ele tinha feito (o indefensável) ela disse, mas isso ´coisa de irmão.
Se eu por alguma razão contrariar as ordens da minha avó deu vai me castigar, mas se meu irmão diz que vai encher minha cara de tiro por causa de dinheiro de herança ai é coisa de irmão.
Eu sempre amei tato minha avó e meu irmão e isso é muita decepção, mas não é o inesperado.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
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O HOMEM É LOBO DO HOMEM
Thomas Hobbes (1588/1679)
Para o filósofo inglês da Idade Moderna, o "Homem é o lobo do Homem".
No que ele chama de "Estado de Natureza", os homens são perfeitamente iguais, desejam as mesmas coisas e têm as mesmas necessidades, o mesmo instinto de auto-preservação.
Por isso, o estado natural é conflito..é guerra...
As guerras existem porque as pessoas querem as mesmas coisas...
Como adquirir a paz?
Apenas através de um Contrato, um pacto formal entre pessoas iguais que renunciam suas liberdades em troca de tranquilidade.
Pelo contrato as pessoas desejam o Bem Comum ..isso é feito através do Direito Positivo que se mantém pelo legislativo.
Hobbes pertence ao período filosófico chamado de "Contractualismo", período onde filósofos acreditaram que apenas um Contrato, um acordo coletivo faria o homem evoluir...
- Vc concorda que as pessoas precisem de um pacto universal para que o Estado seja pacífico? Ou...por esse prisma..o mundo precisa de um único pacto?
- As pessoas são iguais na base natural?
- Nossos instintos nos tornam agressivos? É o conforto da tecnologia e da civilização que nos mantém além dos instintos?
- É instintivo que uns tenham mais poder que outros? O mais forte?
- A Constituição seria um exemplo de Pacto?
O homem literalmente se "mata" para ter dinheiro, status, sucesso e poder consumir, mas e a qualidade de vida?
segunda-feira, 3 de junho de 2013
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POLITICAMENTE CORRETO
Politicamente correto? Desculpa o nível sutil das minhas simples palavras, mas POLITICAMENTE CORRETO É O CARALHO!
Sociedade cheia de hipocrisia fala de tudo, julga tudo com seus preconceitos já bem formados e idealizados. Idealizados em que?
Certo ou errado? Faça-me rir, gargalhar.
O ser humano é um ser incrível, malicioso, cheio de mistérios, INOVAÇÕES e muito complexo.
Não vai ser o que você falar, pensar, agir, que irá determina quem você é, e sim realmente um conjunto de todas elas de um modo geral e subjetivo, pois todo ser é único. Eu não sou igual a você, você não é igual a min, “fulano” não é igual a “beltrano” e assim se segue pela vida.
Eu não vim aqui para falar bonito, vim simplesmente para escrever
Pois tenho minha liberdade de expressão nessa sociedade “Democrática” no qual vivemos felizes para sempre, que coisa bonita né? Onde todos tem seus direitos e deveres amparados pela nossa magnífica constituição; justiça para todos sem discriminação de cor, religião, sexualidade, etnia e todos lá, lá..., mas, não.
Você é o tempo todo julgado, analisado, repreendido, MONITORADO, por quem? Vivemos numa sociedade PANÓPTCA,
Posso estar errado ou certo, mas é a minha verdade! Por isso entre tantos nuances busco a minha ideologia, como dizia Cazuza: “Ideologia eu quero uma pra viver”
Vamos parar com esse falso moralismo e de ter pré-conceito formado de tudo e de todos. Você vê uma mulher na rua de saia curta, com as belas pernas do lado de fora, e vai dizer: É piranha, vagabunda, mas você olho e falo GOSTOSA. E a mulher que olha pra ela vai falar, só tem corpo, deve ter nada na cabeça. E o cara que ouve reggae, dred no cabelo, é MACONHEIRO e por ae vai.
Você não acha que deveria cuidar mais da sua vida não? A eu so acho e no fundo eu não acho nada e continuo achando que não achei e vivo minha crise existencial sem perturba ninguém. Temos que ficar pensando o tempo todo no que o outro irá pensar em relação ao que você fizer? Sempre preocupados em sermos aceito em um determinado grupo social. Não quero muito, só quero viver, viver a vida, será que isso é muito?
Só sentar num barzinho com os amigos e poder conversar abertamente, falar de sexo, putaria, sem ser Pervertido; olha ele é pervertido, até parece que você não sabe o que é, e se não faz, passe a fazer, pois fazer um bem, (gargalhei). Fala de política sem ser político, OH..(Não fale de política, sinta a mensagem Subliminar). Poesia, literatura, falar da vida. Fala de nada, fala do tombo que eu tomei e fiquei com a bunda suja. Começar a falar de algo sério e quando foi ver a conversa paro no coco do pombo,( Gargalhei novamente).
Portanto torno a repetir enfaticamente tirando do fundo do meu âmago, Politicamente é correto é o caralho, politicamente correto é gato miando sem saber por que mia. Que a formula da felicidade? A desculpa a imensa decepção, mais não existe. Que uma dica? Vai ser você mesmo, se ame, permita-se ser amado! Se preocupe com que você vai pensar de você, no agora, no amanhã, esquece um pouco do que irão pensar. É deu para extravasar um pouco mas não tudo, se não ficaria eternamente escrevendo na minha eterna inocência de ser.
Kelven de C
astro ( Rj, junho de 2013)
Links: PCdoB x MILICIANOS
sexta-feira, 8 de março de 2013
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DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Minha avós sofreu um estupro aos 13 anos,
eu fui estuprada aos 5 anos de idade,
ao longo de minha vida vi minha mãe sofrer diversas agressões
fisicas e mentais de seus parceiros
e enquanto aqui escrevo milhares de mulheres estão sofrendo algum tipo de violência.
Segundo a Anistia Internacional, em relatório divulgado em 05/03/2004,
mais de um bilhão de mulheres no mundo - uma em cada três - foi espancada, forçada a manter relações sexuais ou sofreu outro tipo de abuso, quase sempre cometido por amigo ou parente.
Nossas leis e politica estão longe de trazer alguma proteção para elas.
Até o final desse ano quantas de nós mulheres irão morrer e os agressores permanecerão impunes?
FELIZ DIA DAS MULHERES
por: Jaqueline Ramiro
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
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Consciência Negra
Tive a impressão que nesse ano as pessoas de modo geral interagiram
mais com as comemorações do dia da consciência negra. Nesse dia 20 de novembro
de 2012, acompanhei diversas discussões ligadas a os negros,
principalmente nas redes sociais. Porém a maioria era formada por comentários
superficiais.
Em resumo: de um lado negros exaltando o quanto são negros e as mazelas
sofridas nos tempos da escravidão que não viveram. Do outro aqueles que acreditam
serem brancos se posicionando contra a existência dessa data comemorativa, pois
todas as pessoas devem ser tratadas com igualdade.
Qual dos lados está com a razão?
Digo que ambos.
A pesar do mito das três raças constituintes da nação brasileira: índio,
branco europeu e negro, ao longo da história as comunidades indígenas foram dizimadas,
restando pouquíssimos representantes. E os negros mesmo com o fim da escravidão
por inúmeras razões continuaram renegados
e marginalizados.Algo que impediu por muito tempo qualquer mobilidade social real,
salvo raríssimas exceções.
A falta de oportunidades somadas ao subjugue do homem branco europeu com
suas teorias e superioridade racial; pontuando os negros como vadios, ignorantes
e outras qualificações pejorativas deixaram sequelas de preconceito presentes
até os dias atuais.
É de conhecimento amplo os
sofrimentos físicos e morais impostos a o negros escravos e nada mais justo que
tentemos sanar de algum modo essa vergonhosa mancha em nossa história. E nesse
propósito o governo tem se esforçado adotando leis e políticas que favorecem a
negros e afrodescendentes, no entanto, essa atitude tem causado polemicas até
mesmo entre os próprios negros. Á exemplo a adoção de cotas para negros nas
universidades públicas e a existência de um feriado nacional dedicado a consciência negra.
Longe de chegarmos ao fim do debate, muitos defendem que esse tipo de
política ressalta ainda mais as disparidades entre negros e brancos e
menospreza a capacidade do negro como cidadão e individuo,podendo gerar mais
racismo, só que agora em desfavorecimento as pessoas brancas.
O antropólogo Claude Levi Strauss realizou extenso estudo sobre as raças
humanas e nos transmite que as diferenças entre nós estão nas diferentes
culturas, quanto a raça todos pertencemos a uma só: a raça humana. Mas ainda
que concordemos com a sentença acima o preconceito racial é uma realidade e
ainda encontrasse enraizado no brasileiro.
Se pergunto onde estão os negros, no mínimo dirão que estão nas favelas.
Mas agora pergunto: EM UM PAÍS DE MISCIGENAÇÃO TÃO GRANDE COMO O BRASIL ONDE
ESTÃO OS BRANCOS?
Nesse dia de Zumbi talvez meus antepassados ficassem orgulhosos se pudessem
ter visto. Presenciei nas ruas pessoas parabenizando outras em razão de serem
negras, no entanto achei constrangedor. Pois dada a nossa mistura étnica o
feriado de 20 de novembro deveria ser comemorado por todos os brasileiros, afinal
é o dia da CONSCIÊNCIA NEGRA. |Infelizmente isso nos prova que o dia em que não precisaremos de leis de caráter racista ainda é uma utopia, porém limitar as comemorações como sendo o dia dos pretos
é prova de ignorância e desconhecimento da própria história.
Biografia: LÉVI-STRAUSS, C. Raça e História. Raça e Ciência I.
São Paulo: Ed. Perspectiva, 1970
Menezes, Adolfo Bezerra de, A escravidão no Brasil e as medidas que
convém tomar para extingui-la sem dano para a nação. 1831-1900.
Roberto Damatta, O Que Faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro, Ed. Rocco. 1984.
Emilia Viotti, Da Senzala a Colônia, São Paulo,Ed. UNESP.1997.
terça-feira, 20 de março de 2012
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direito,
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JC,
João Carlos de Carvalho,
político,
promessas,
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...E carrega o destino pra lá!

Por conta de uma falsa promessa eu me vi em
um cerco em uma situação que me levou a ruína.
A pedido do João Carlos de Carvalho larguei o meu trabalho que consegui através de muito esforço e nada tinha a ver com o PCdoB.
Por mais de uma vez perguntei se as promessas eram reais e por mais de uma vez a resposta foi sim.
"Não duvide do meu bom senso, do meu caráter."
E a resposta que tive depois do processo de campanha é:
agora não dá. Vou arrumar alguma coisa para você. Prometo que eu vou conseguir alguma coisa espera só um pouco.
João Carlos de Carvalho ou é irresponsável ou sofre de um sérios problemas para tomar decisões.
Ainda que de alguma forma houvesse a verdadeira intenção de conseguir o emprego, mesmo que tudo tivesse dado errado, bastaria apenas dizer não. E todo esse mal estar seria evitado.
Eu sei que nesse jogo sou apenas uma pequena sardinha ou quem sabe uma laranja. Os empregos foram dados apenas para aqueles que foram "importantes para um processo político vitorioso". E não para aqueles que trabalharam.
E nisso eu fiquei sem trabalho, sem meios de arrumar outro que me pagasse o equivalente ao salário que tinha. Cheia de dividas. Prejudicando a minha família e principalmente os meus filhos. Meu barquinho ficou a deriva.
E quando temos um grande furo em nossa canoa não se pensa em mais nada além de tirar água. É o que tenho feito durante todo esse tempo sobrevivendo. Bastaram apenas 6 meses e acabei descobrindo que meu amigo JC era munido de caráter nenhum.
Ainda é difícil para eu acreditar na ideia de um homem que ocupa um cargo de diretor no CEPERJ uma instituição estatal, dirigente do PCdoB, coordenador institucional da ABEGÁS, fazendo uma molecagem dessas. Um homem de aproximadamente 50 anos.
Aquela ética que se aprende em introdução de filosofia no 2° período de direito, deveria amadurecer e se constituir depois de vividos longos anos de vida. Porém o que percebo em João Carlos de Carvalho é que o conceito ética ficou preso dentro de um livro velho e empoeirado na estante.
A visão de ética dele é muito deturpada já que ele só se recorda da "ética" quando essa pode ser vista por todos. Bem diferente da minha, que anda abraçada com o caráter, ou seja, sendo vista ou não continua sendo a mesma ética!
PCdoB 90 Anos!
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segunda-feira, 12 de março de 2012
cale,
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denuncia PCdoB,
direito,
ética,
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Pai Afasta de Mim Esse Cálice

Que haja quem não queira considerar o assunto posso compreender. O que eu não posso aceitar é que existam pessoas me enviando mensagens exigindo que eu me cale. Dizendo que não tenho o direito de reivindicar.
Sou Comunista e sobre tudo mulher. Se diante da gravidade dos fatos eu não poder contar com outros Camaradas Comunistas, vou contar com quem? As violências que estou sofrendo estão ocorrendo dentro do PCdoB.
Minhas acusações são sérias e reais. Infelizmente tenho certeza que não sou a única e infelizmente nem a última a passar por isso.
Meu trabalho foi usado e depois sem pagamento devido fui descartada por um homem que juga ter força e poder e logo depois por outro que não se juga diferente, fui tratada como uma meretriz. Carlos Anjos Estrela exigiu que eu me deite com ele para que os problemas junto ao partido sejam resolvidos.
Pois digo NÃO. E Calar para mim é o mesmo que suicídio.
Não sou uma prostituta do PCdoB e não aceito compactuar com essa sujeira. Nenhuma mulher merece passar a vergonha que estou passando por causa do PCdoB.
Não irei me calar.Vou lutar até o fim da minha vida por liberdade, ideal e ética.
eu não caminho pelo escuro e não sou absorto.
Meu idealismo trouxe-me cicatrizes que me deixaram mais forte. Meu idealismo não é anárquico,não sou alienada, meu idealismo está maduro. Alienados são aqueles que figem não ver a prostituição de luxo dentro do PCdoB e se calam.
Estou aprendendo todos os dias com esse desagradável processo, mas minhas armas ainda são forjadas na guerra.
Não me calo!
Posso ser apenas uma, mas meu espirito tem a força de um batalhão.
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