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terça-feira, 18 de novembro de 2014 0 comentários

ABUSO PSICOLÓGICO PODE CAUSAR TRAUMAS MAIS PROFUNDOS QUE AGRESSÃO FÍSICA OU SEXUAL




              Essa forma de violência está relacionada a maior propensão
                            à depressão, ansiedade e uso de substâncias


Violência psicológica contra crianças e adolescentes pode provocar danos mais graves do que a agressão física ou o abuso sexual, segundo estudo publicado na Psychological Trauma: Theory, Research, Practice, and Policy.

O psicólogo clínico Joseph Spinazzola e sua equipe do Centro de Trauma do Instituto de Recursos da Justiça, em Massachusetts, utilizaram informações da Rede Nacional de Traumas e Estresse Infantil (NCTSN, na sigla em inglês) para analisar dados de 5.616 crianças e adolescentes com histórico de abuso psicológico, físico e sexual.

Aproximadamente 62% tinham histórico de maus-tratos psicológicos; cerca de um quarto deles, 24%, sofreram exclusivamente esse tipo de violência, que abarca, de acordo com os pesquisadores, assédio moral por parte do cuidador, imposição de medo extremo, controle coercitivo, insultos graves, humilhações, ameaças, exigência extrema, rejeição e isolamento.

Os pesquisadores constataram que aqueles que passaram por esse tipo de experiência tendiam a sofrer de ansiedade, depressão, baixa autoestima, sintomas de estresse pós-traumático e a apresentar risco de suicídio em maior nível do que os que sofreram violência física ou sexual. Entre os três tipos de agressão, a psicológica foi a mais fortemente associada com transtorno depressivo, distúrbio de ansiedade social e generalizada, dificuldade de formar vínculos afetivos e abuso de substâncias.


Esse tipo de violência provoca danos emocionais tão graves quanto a agressão física e sexual juntas, alertam os pesquisadores. “Profissionais dos serviços de proteção podem levar mais tempo para reconhecer a negligência emocional porque ela não deixa marcas visíveis, além de não ser considerada socialmente tão grave”, aponta Spinazzola. “Precisamos de iniciativas de sensibilização para ajudar o público a entender os prejuízos psicológicos severos provocados por esse tipo de abuso.”
quinta-feira, 9 de outubro de 2014 1 comentários

AGRESSIVIDADE: UMA SIMPLES E COMPROVADA MANEIRA DE CONTROLAR


Um novo estudo analisou a eficácia de uma técnica chamada “autodistanciamento”
para afastar pensamentos e comportamentos agressivos.
O resultado foi animador


Dominik Mischkowski, principal autor da pesquisa e estudante de psicologia na Universidade Estadual de Ohio (EUA), e Brad Bushman professor de comunicação e psicologia na mesma universidade, conduziram o estudo ao lado de Ethan Kross, da Universidade de Michigan (EUA). A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Experimental Social Psychology.

Em dois experimentos, um com 94, outro com 95 estudantes universitários, os cientistas analisaram as reações e pensamentos agressivos dos participantes após serem provocados.

Os dois ambientes envolviam a resolução de anagramas difíceis (reorganizar um grupo de letras para formar uma palavra como “pandemônio”), e os participantes não sabiam que o estudo era sobre agressão (eles acreditavam que era sobre criatividade e música).

No primeiro experimento, os participantes levavam broncas do pesquisador, que questionavam sua habilidade de receber instruções – uma técnica que sabidamente provocaria raiva.

Mais tarde, os alunos foram orientados a rever, em sua mente, a tarefa do anagrama. Três grupos foram formados: em um deles, os alunos adotaram uma perspectiva de autoimersão (ver a situação se desdobrar através de seus olhos como se estivesse acontecendo tudo de novo); no outro, adotaram a perspectiva de autodistanciamento (afastar-se da situação a um ponto no qual você possa assistir o evento se desenrolar de longe) e o grupo de controle não recebeu instruções de como analisar seus sentimentos.

Em seguida, os pesquisadores testaram os participantes para pensamentos e sentimentos agressivos e de raiva. Ficou comprovado que os alunos que adotaram a perspectiva de autodistanciamento tiveram menos pensamentos agressivos e sentiram-se menos irritados do que os do grupo autoimerso e de controle.

No segundo experimento, os cientistas foram além: mostraram que a técnica diminui a violência e agressão em si, e não só os pensamentos agressivos. Os participaram fizeram a mesma tarefa do anagrama, mas como um parceiro que não estava presente fisicamente, que deveria ser outro aluno (mas era um pesquisador). Esse “aluno” foi quem desferiu as provocações aos participantes.
Depois de passarem pela mesma terapia do primeiro estudo (dividido em três grupos com três abordagens diferentes), os alunos ficaram sabendo que competiriam com seu ex-parceiro (que os havia provocado), e que quem ganhasse a tarefa teria direito a “explodir” o ouvido do perdedor com um ruído ensurdecedor no seu fone de ouvido, e ainda poderia escolher por quanto tempo.

O resultado novamente mostrou que a técnica de autodistanciamento era eficaz, mesmo logo após uma provocação, para diminuir a raiva. Em outras palavras, quem passou por essa técnica tendeu a escolher ruídos menos intensos e mais curtos contra o seu parceiro.

Não deixe a raiva tomar conta
Muitos acreditam que tentar se concentrar em sua mágoa e sentimentos de raiva para compreendê-los ajuda em uma situação de raiva. Mas é a pior coisa que existe. “Se você se concentrar demais em como você está se sentindo, o tiro sai pela culatra. Isso mantém os pensamentos e sentimentos agressivos ativos em sua mente, o que lhe torna mais propenso a agir agressivamente”, disse Bushman.

Se distrair também não ajuda. Quando você está irritado, pensar em algo calmante para tirar a mente da raiva só funciona momentaneamente. Ou seja, a raiva irá retornar quando a distração passar.

“Mas o autoafastamento realmente funciona, mesmo logo após uma provocação – é um instrumento de intervenção poderoso que qualquer pessoa pode usar quando estiver com raiva”, comentou Mischkowski. “O segredo é não ficar imerso em sua própria raiva e, ao contrário, ter uma visão mais distanciada”.

Resumindo: quando você sentir raiva, tente fingir que você está vendo a cena à distância, que você é um observador, e não um participante da situação estressante. A ciência alerta: é o melhor jeito de se acalmar.

[MedicalXpress, ScienceDaily, PsychCentral]
segunda-feira, 29 de outubro de 2012 0 comentários

LARICA


João me contou pedindo aconselhamento:
- Eu tenho um “amigo” que não é bem assim rico, mas é estabilizado. Classe média. Ele está mantendo um relacionamento com uma mulher moradora de comunidade. Ele é viciado, precisa de drogas e essa moça muitas vezes acaba pegando a droga para ele e até mesmo fazendo os pagamentos das dividas. Ela desenrola com os caras.
O problema é que ele está dando uma ajuda de custo para essa mulher e a família do meu “amigo” acabou descobrindo. Então como ele não se afasta dela a família dele está falando em dar um jeito de matar a moça. Como ela é de comunidade não vai ter ninguém que corra atrás do prejuízo.
 - Matar a mulher como assim? Seu “amigo” vai para a favela, arruma uma namorada, enche a cara de drogar e para resolver o problema a família mata a moça?Já que é para resolver o problema  então seria melhor mandar matar o seu amigo, você não acha?
Ah, o homem ficou mais branco do que já é. E disse gritando: Meu amigo nem gosta mais dessa mulher, mas não se afasta porque está a ajudando.
João e suas aventuras. Ninguém merece!

João solta na Praça Saens Peña, então anda até a frente do mercado Mundial, ali faz sinal para o taxi. Seu destino a comunidade do Fallet.
Pede para o taxista o esperar. Acelera o paço até a boca de fumo.  Alucinado pela droga vai para casa onde passará mais uma madrugada sofrendo de insônia. Muitas vezes pela manhã no apartamento na Tijuca, a cocaína é substituída por maconha. É de onde vem a fome popularmente conhecida como larica.
A droga influencia diretamente não só no comportamento como na alimentação. Consome-se cocaína fica sem apetite, se consome maconha (segundo João para amenizar os efeitos da cocaína) sente muita fome.
Bem , como vocês devem saber a Comunidade do  Fallet sofreu ocupação policial (UPP) o que acredito ter feito o nosso amigo procurar outro lugar para saciar seu vicio. Outra coisa, não quero ser injusta, o João depois de ter quase morrido algumas vezes e chegando ao descontrole da agressão está se esforçando para ao menos diminuir o uso das drogas. Deixando até mesmo de consumir bebidas alcoólicas na tentativa de evitar os descontroles que acabam no uso de cocaína.
Éh,João apesar de você ser fraco e mau caráter, mesmo depois de todo mal que ocasionou propositadamente a muitos do que te cerca sem qualquer piedade, ainda que por pressão de sua família espero que você consiga se livrar desse vicio maldito. E quem sabe você até consiga engordar um pouquinho mesmo estando doente.


segunda-feira, 4 de outubro de 2010 0 comentários

ORAÇÃO AO ESPÍRITO DO FOGO




Espírito do Poder e da Transformação,
Desce sobre mim.
Vem cavalgando ligeiro
O corcel de fogo,
E dispara flechas flamejantes
A fim de purificar o meu ambiente.
Faze arder à minha volta
Um grande círculo de fogo,
Tornando-o uma barreira intransponível
Para energias negativas.
Lança setas
Sobre as larvas
Que invadiram
A minha tenda,
Queimando-as para sempre.
Monta guarda à minha volta
E transforma
Cada uma das sagradas pedras
Do meu círculo
Em brasa viva,
Para que os meus opositores
Não as possam ultrapassar.

OBS:- Essa oração deve ser feita quando nos sentimos agredidos por energias nocivas ao nosso corpo e mente.

Fonte: Eu Sou uma Bruxa
 
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