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terça-feira, 27 de maio de 2014 1 comentários

QUANTO VALE OU E POR QUILO?

O Brasil carrega até hoje  a triste marca de ser o ultimo pais do mundo a abolir a escravidão.


     Quanto vale ou e por quilo? Pergunta comum para quem frequenta o comércio varejista, mas para a nossa reflexão o produto referido aqui  e, a carne humana e negra.

Na produção de Quanto Vale ou e por Quilo, apesar de longa, intercala momentos comuns vivenciados por pretos no passado de escravidão negra no Brasil e momentos do presente, o que da uma certa velocidade e leveza ao filme, principalmente para quem e jovem e não tem paciência para ver filmes de conteúdo histórico e filmagens contínuas.

No período escravista investir na aquisição de negros era um negócio caro, porém muito lucrativo. Por mais de três século o comércio de negros foi a base de sustentação do nosso país, não apenas pelo seu valor como peça, mas pelos serviços que esses realizavam; desde abertura de estradas, a limpeza de dejetos (fezes) dos homens brancos. Possuir muitos negros era um marcador de status social.

E no presente quem são os negros do Brasil? Onde estão e quanto valem para o mercado?

INDÚSTRIA DA SOLIDARIEDADE

Nesse sentido, o filme pega por base moradores de comunidade pobre que desenvolvem suas vidas normalmente, sendo a maioria mestiços, já que o negro brasileiro possui a peculiaridade de ter sofrido  grande miscigenação com outros povos. Envolvidos nesse contexto de moradores de favela, vemos uma rede composta por empresários, políticos e outros representantes das classes sociais mais abastadas, fazendo proveito das misérias e necessidades dos moradores- utilizando-se de Ongs e projetos que seriam de cunho filantrópico para conseguirem verbas do governo, financiamentos, patrocínios de particulares e empresas, mão de obra barata (muitas vezes gratuita) e, é claro, realizar a boa e velha lavagem de dinheiro. Sendo que nesse caso o  retorno desses empreendimentos é quase nulo para a comunidade que realmente precisa desses espaços.

Desejo salientar outro aspecto tomado pelo filme- o negro como algoz do próprio povo. No passado mostra o preto, ou mestiço que chega a ter escravos para si. E aqueles que se associam aos brancos escravistas em troca de dinheiro ou favores, também assumindo papel de algozes- contradizendo a ideia de solidariedade existente entre os negros. No presente há aqueles que realizam o mesmo tipo de associação, mas por meio de milícias e justiceiros, partidos pólicos, e certos "centros comunitários", que de comunitários levam apenas o nome e a ilusão daqueles que por infortúnio os frequentem em meio a tantos jogos de interesses.

Muito bom o filme. Abrangente e polêmico na medida certa.

Como é dito em famoso refrão de musica interpretada por Elza Soares  -  A CARNE MAIS VENDIDA NO MERCADO E A CARNE NEGRA.

 O vídeo algumas vezes demora um pouquinha para carregar (depende da sua internet). depois é só clicar no Play grande no centro da tela. Desculpem, mas foi o único lugar que consegui encontrar, completo e em perfeito estado para compartilhar com vocês. A Matrix não é brincadeira. 

#ppafrorio
#ppafro
#umquilomboprogressista
#JaquelineRamiro
quarta-feira, 27 de novembro de 2013 3 comentários

ESCOLA AMEAÇA EXPULSAR MENINA POR USAR CABELO "CRESPO E VOLUMOSO"



Escola particular ameaçou expulsar menina de 12 anos caso ela não cortasse e mudasse o estilo de seu cabelo. O prazo para a mudança é de uma semana


Uma menina de 12 anos foi ameaçada de expulsão pela escola particular onde estuda na Flórida, nos Estados Unidos, caso não cortasse e mudasse o estilo de seu cabelo. Vanessa VanDyke tem os cabelos crespos e com volume, e segundo sua família, recebeu o prazo de uma semana para decidir se iria cortar os fios ou deixar a escola, de acordo com a emissora de TV “WKMG”.
O caso gerou muita repercussão nos EUA, e a escola Faith Christian Academy de Orlando disse nesta semana que não está exigindo que a menina corte os cabelos para continuar frequentando o estabelecimento – eles “apenas” querem que ela mude seu estilo.

Escola ameaçou expulsar Vanessa Van Dyke por causa de seu cabelo (Reprodução)


De acordo com a família de Vanessa Van Dyke, na última semana um conselheiro da escola advertiu a mãe da menina para que ela alisasse ou cortasse seu cabelo – ou a criança poderia ser expulsa.
A família não cogitou fazer as mudanças, pois o cabelo da menina faz parte de sua identidade. “Ele mostra que sou única. Eu gosto desta maneira. Eu sei que as pessoas vão me provocar porque ele não é liso, mas eu não ligo”, contou Vanessa.


A escola onde Vanessa estuda tem códigos de vestimentas e regras sobre como os alunos podem usar seus cabelos. “Os cabelos devem estar na cor natural e não devem ser uma distração”, dizem as regras, que citam como exemplos que não podem ser utilizados moicanos e raspados.

“Uma distração para uma pessoa não é distração para outra”, diz a mãe da menina, Sabrina Kent. “Você pode ter uma criança com espinhas no rosto. Você vai chamar isso de distração?”

Vanessa contou que usa seu cabelo longo e armado desde o início do ano, mas ele se tornou uma questão para a escola depois que sua família reclamou das provocações feitas pelas outras crianças.

“Houve pessoas que a provocaram por seu cabelo, e me parece que estão culpando-a por isso”, disse Sabrina. “Vou lutar pela minha filha. Se ela quer usar o cabelo assim, ela vai mantê-lo assim. Há pessoas que podem pensar que usar o cabelo natural não é apropriado. Mas ela é bonita assim.”

Responsáveis pela escola disseram em um comunicado que não estão pedindo que a menina use produtos ou corte seu cabelo, mas que ela o modele de acordo com as regras da escola.


Links indicados: 
RACISMO PADRÃO FIFA
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RACISMO PADRÃO FIFA

A FIFA parece não ligar para as inúmeras denúncias de racismo e ameaças de boicote. Como prova mais recente, acaba de substituir Camila Pitanga e Lázaro Ramos por um casal de loiros


lázaro ramos camila pitanga fifa

Jogadores negros ameaçam boicotar a copa do mundo! Assim mesmo, a FIFA decidiu vetar o casal de negros, Camila Pitanga e Lázaro Ramos.

O jogador marfinense, Yaiá Touré, do Manchester City, avisou às autoridades do futebol europeu que os jogadores negros poderão não disputar a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. País com histórico de racismo nos estádios.

Touré, em partida este ano contra o CSKA, foi chamado de macaco pela torcida russa. Em 2012, o Yayá Touré e Ballotelli foram ofendidos pela torcida do Porto que cantava hinos racistas. No início deste ano, Balotelli e Robinho foram ofendidos por alguns torcedores da Fiorentina. Outro dia, a torcida do Roma ofendeu tanto os negros Balotelli e Boateng, do Milan, que o árbitro teve que interromper a partida. Boateng já abandonou o campo certa vez por não suportar as ofensas. Acontece o tempo todo. Em muitos estádios europeus, jogadores negros são ofendidos pela torcida adversária com jocosas imitações de macaco, e até bananas são arremessadas nos gramados.

Mesmo assim, a FIFA não aceitou a dupla de negros sugerida pela Globo.

Na semana passada, a torcida do espanhol Bétis, time do brasileiro Paulão, vaiou o nosso patrício e fizeram macaquices. Torcedores do seu próprio time!

Porém, a FIFA não quis saber do casal de negros e escolheu um casal de loiros sulistas para apresentar a cerimônia do sorteio de grupos para a Copa do Mundo do ano que vem.

Lázaro Ramos, um dos grandes atores brasileiros da atualidade, filho do teatro popular, é da Bahia, onde será realizado o evento no mês que vem. A Bahia é o estado que tem o maior contingente negro do Brasil. Mais: a Bahia é o centro da resistência e do orgulho negro no Brasil.

Mas a FIFA preferiu que os mestres de cerimônia do evento, a ser transmitido para todo o mundo, fossem a apresentadora gaúcha Fernanda Lima e o ator catarinense Rodrigo Hilbert.

O futebol brasileiro, até os anos 20, recusava profissionalizar jogadores negros. O presidente Epitácio Pessoa chegou a vetar a presença de negros na Seleção Brasileira no Sul-Americano de 1921. Mas os negros não desistiram e foram conquistando o seu espaço. Primeiro no Vasco, transformando o time em uma potência, depois Bangu, Flamengo, Fluminense…

Em ’34, chegou à seleção brasileira o ousado Leônidas da Silva, o Diamante Negro, inventor da bicicleta, a jogada mais espetacular do futebol, a mais criativa, a mais inusitada. Já na Copa do Mundo de ’38, o Diamante Negro comandou o time que encantou o mundo. Um time com branco, mulato e preto. Quatro décadas depois, um negro surge como o maior nome deste esporte em todos os tempos. Em seguida vieram Romário, Denner, Ronaldos, Rivaldo, Robinho, Neymar…

A questão, portanto, não é que a CBF tenha escolhido um casal loiro. É que ela rejeitou o casal de negros.

Na verdade, mesmo sendo o maior exportador de jogadores para o exterior, e sendo negros a maioria deles, o Brasil ainda tem poucos negros nas situações de comando. Após o negro Barbosa ter levado nas costas toda a culpa pela perda da Copa de ’50, demorou muito para vermos um negro novamente com a camisa de goleiro na seleção.

A FIFA poderia ter sugerido mesclar Fernanda Lima e Lázaro Ramos, ou Pitanga e Hilbert. Mas mesmo fazendo campanhas contra o racismo nos estádios, a FIFA não conseguiu compreender a simbologia de termos ali ao menos um negro representando o Brasil; ou não quis compreender.
Na Copa das Confederações no ano passado, durante o jogo entre Uruguai e Itália, devido ao preço exorbitante dos ingressos, o cara mais negro dentro da Arena Fonte Nova, na negra Bahia, era o italiano Balotelli.

A FIFA já quis proibir a venda de Acarajé durante os jogos, e desproibiu a venda de bebidas alcoólicas nos estádios. Ela faz e acontece. Pode até não se importar com o fato de que, no Brasil, o preço do ingresso pode segregar raças.

Se importará em 2018, se Touré levar o seu ativismo adiante.
Eu fui à varanda olhar para o mar, um pensamento passou com a maresia e eu o agarrei: com mil diabos, mesmo com tudo isso sendo do conhecimento de todos nós, a FIFA recusou o casal de negros e contratou o casal de loiros. E eles aceitaram!

Lelê Teles, Viomundo

Links indicados:ESCOLA AMEAÇA EXULSAR MENINA
sexta-feira, 22 de novembro de 2013 0 comentários

O PASSADO NÃO PODE SER IGNORADO

 Observem atentamente e desenvolvam suas próprias críticas. 



O filme "Preto Velho - Dona Creuza" mostra um pouco do legado da oralidade na difusão da memória e do conhecimento deixado pelo povo africano e incorporado à cultura brasileira. A narrativa é conduzida pelo empoderamento da palavra de anciões presentes em espaços populares do Rio de Janeiro, principal destino de africanos escravizados na diáspora. 


Trabalho Colaborativo

Equipe Canal Molambo: Letícia Santanna, Leonardo Harim, Renan Silva, JV Santos, Gê Vasconcelos, Wagner Novais, Gustavo Guimarães, Eduardo Santos, Jonas Rosa, Marcelo Scofield, Leo Lima, Felipe Vianna, Micael Hocherman, Rafael Martineau, Ciro Mello, Victor Domingues

quinta-feira, 21 de novembro de 2013 1 comentários

CHICO BUARQUE FALA SOBRE RACISMO

 

Chico Buarque fala sobre racismo no Brasil e sobre seu desapontamento ao saber que o neto sofria agressões raciais na escola.



 Em uma das raras entrevistas, o cantor e compositor fala sobre racismo e a sua visão de Brasil. Segundo o artista, não existe branco no Brasil e é uma ilusão o brasileiro querer negar a mestiçagem nacional. Chico também relata casos de racismo sofridos pela família. Ele conta que já foi vítima de piadas racistas por conta do genro, Carlinhos Brown, ser casado com sua filha Helena Buarque. Confira:


“Percebo o racismo no Brasil, é claro. Percebo claramente e até mais diretamente. Depois que a minha filha se casou com o Carlinhos Brown, e brincando ou não, eu ouço referências disso o tempo todo, até mesmo andando na rua. Até mesmo algum tipo de gracinha agressiva.

Primeiro as pessoas pensam que são brancas. Pensam que eu sou branco, por exemplo. Só no Brasil que eu sou branco, ou que minha filha é branca. Um dia eu falei brincando que ninguém no Brasil é branco, a não ser a Xuxa e se ela não casar com o Tafarel, aí vão acabar os últimos brancos brasileiros.

Daquela semana para cá, eu fui num restaurante e tinha uma senhora sentada, com um cabelo amarelo pintado, ela começou a gritar: “eu sou branca!”. E isso num restaurante, supostamente chique.

Isso é uma coisa muito mal resolvida no Brasil. O brasileiro não aceita o fato de ser mestiço, não aceita mesmo. Isso é uma coisa que pega fundo. Todo mundo fala assim: quando é teoricamente, ou fulano fala que tem um pé na cozinha e todo mundo ri, mas não tem não, imagina se um democrata ia falar isso, todo mundo está vendo que ele é branco. Então não dá para ser, quer dizer, a não ser o imigrante filho de imigrante.

A minha família é antiga no Brasil, tanto lado de pai como de mãe. Agora tem essa mania de livros com genealogia. Aí, você vai ver lá e tem uma hora que para de aparecer um nome, as pessoas somem. É impossível imaginar que famílias do século XVI ou XVI não tenham se misturado com índio ou com preto. Não havia como.

Todo mundo diz “eu sou descendentes de fulano, descendente de sicrano, de um barão”. Sim, mas você tem dois pais, quatro avós, vai olhar lá na árvore, são oito bisavós, 16 tataravós. Chega no século XVI, você tem 128 antepassados. Esses 128 não podem ser 128 brancos, não podem ser!

Não é possível que aquela senhora do cabelo amarelo seja branca, não pode ser. E isso a pessoa não quer aceitar. Escravo não, preto não! Quer dizer, sem ser diretamente com os meus netos, já aconteceu uma agressão à casa em que eles moravam. Saíram de lá, a família saiu de lá e foram para a Bahia.

Quando a minha família vem agora, o Carlinhos e os filhos, eles ficam na casa de Marieta (Severo, atriz), porque ficou desagradável conviver e morar num condomínio de classe média na Gávea, onde eles eram claramente indesejáveis, onde foram agredidos. Você não tem o que fazer. Meu ímpeto era ir lá e chamar o síndico. Perguntar “quem foi que fez isso?”. E não adianta, é inútil.

Isso está impregnado, aqueles caras que na praia dizem: “Ô Chico”, “Chico, cadê o genro?”. Aqueles caras ali na praia pensando que são brancos, e não são brancos. Eles pensam que são brancos. Nós não somos brancos.

O que me aborrece é a hipocrisia. A hipocrisia e a ignorância da situação. Isso é ignorância, é incultura. O nosso valor é a miscigenação. As pessoas pensam que não são mulatas, e são mulatas. E estão fazendo muita coisa boa porque são mulatas. A mistura de raças é essencial. No futuro da humanidade, não vai ter como se manter sem isso. Para citar o caso da França. A periferia lá com todos aqueles filhos, netos de árabes. As filhas estão se casando. Elas querem casar com preto, com mulato, e lá também, se a Xuxa não se casar com o Tafarel, daqui a três gerações não vai existir mais o francês puro, de raça branca, né? O ariano, e mais lentamente, a tendência vai ser sempre essa miscigenação.

O Brasil já está adiantado nesse processo, é um exemplo de que a miscigenação dá certo”.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013 1 comentários

MAS RACISMO NO BRASIL NÃO EXISTE




Esse é apenas um dos gráficos que evidencias as condições atuais dos negros no Brasil.
Nesse link http://bit.ly/1bAC7Sj você tem acesso a o estudo completo.

Há quem defenda que não precisamos de um dia da consciência negra.Depois de ler esse estudo me diga se não existe racismo no Brasil.


Pesquisa do IPEA por Daniel R. C.Cerqueira(DIEST/IPEA) e Rodrigo Leandro de Moura
 (IBRE/FGV)
segunda-feira, 18 de novembro de 2013 1 comentários

Mucamas do PCdoB


"Uma elite enriquecida no suga-suga das verbas públicas, não se conforma com nenhuma ascensão do negro na sociedade. Quer seja em empregos de maiores salários, na política ou nas universidades."



Não há medida para o meu aborrecimento com o PCdoB. Sou uma mulher negra e como a maioria da minha cor, conheço e sofro na pele com o preconceito á Brasil. Uma moda de preconceito camuflado e por tanto consentido o qual dificulta sua identificação e ainda mais as possibilidades de ser combatido.
Mas apesar de viver essa realidade não aceito e nunca aceitarei ser denegrida, desvalorizada por ser negra. ´`Minha cor não me faz inferior à absolutamente ninguém.


Saibam os desavisados que a escravidão negra no Brasil foi abolida desde 1888, então, por que minha palavra, honra, dignidade para o PCdoB vale menos do que a de um homem branco?
Como na música da Vanessa da Mata canto com o peito inflado de orgulho: eu sou neguinha!
Sim, eu sou uma mulher negra. Mas não estou aqui para servir os apetites sexuais dos dirigentes e lideranças do PCdoB.


Sou negra sim, porém não sou cativa de nenhum senhor de engenho. Por tanto, diferente do que me passaram as senhoras Mara Marciel e Claudia Vitalino, na falsa comissão de controle, que deveriam chamar de “comissão de controle a Jaqueline”, não tenho a intenção e menos ainda obrigação de me deitar com nenhum dirigente em troca de cargo público.


Sou negra, mas não sou mucama.
Sou uma mulher livre. Quem decide com quem faço amor sou eu e não um partido político.
Ao denunciar a prostituição de luxo a qual nós mulheres, sobre tudo as negras, estamos sendo expostas no PCdoB, ouvi entre outras coisas em tom de ameaça; que eu deveria calar a boca porque isso é política e sempre será assim...
Desde de então passei a ser  constantemente ameaçada de morte.


O que mais dizer?

"A elite faz do racismo o seu entretenimento".


LINKS INDICADOS :MULATA EXPORTAÇÃO
                                    
DEIXAR DE SER RACISTA, MEU AMOR, NÃO É COMER UMA MULATA!

quinta-feira, 30 de maio de 2013 0 comentários

RACISMO É BURRICE


Assista ao vídeo RACISMO e reflita: 

O Brasil foi o país de maior tráfico negreiro do mundo. Tendo a maioria dos negros escravizados entrado pela cidade o Rio de janeiro que hoje é conhecida como cidade maravilhosa.Agora responda:  

existe racismo no Brasil. 

Onde você guarda o seu preconceito? 

Assista ao vídeo RACISMO,reflita e responda. 




              Mucamas do PCdoB
          PROSTITUIÇÃO NO PCdoB

quarta-feira, 24 de abril de 2013 0 comentários

MUITO OBRIGADA!



Se eu tivesse aceitado as proposta absurdas do PCdoB  para que não levasse a frente minhas denúncias  eu agora estaria muito bem empregada e no minimo liderando alguma das inúmeras ONGs fantasma do partido. Porque no PCdoB se tira dinheiro de tudo, até de projeto de beneficiamento para presos. 
E no papel tudo funciona muito bem em sem qualquer licitação. não é atoa que o dirigente João Carlos de Carvalho( JCC) ironicamente chama essa forma de aquisição de dinheiro  fácil do governo de "conveniência e oportunidade" e protegido por seus coleguinhas de roubo diz;estou resguardado pela lei.

Está mesmo pela lei e pela tal de Beth que gosta de sustentar gigolô de quinta com o nosso dinheiro de cidadão. A mesma Beth da CREMERJ que declarou não só saber da prostituição a qual as mulheres sobre tudo as negras têm sido infligidas no PCdoB , como se declarou a favor. Não absurdo suficiente ainda afirmou: Minha queridinha isso é politica.

Bem, política para alguém sem qualquer escrúpulo como ela, não para mim.

Como essas declarações acabaram comprometendo o partido (PCdoB), que imediatamente acionou os advogados. foi exigido que a Senhora Beth retirasse os ABSURDOS postados tão expressivamente na minha página do Facebook, como muitos de vocês puderam acompanhar.

O que não impediu essa senhora Beth se vangloriando de ser rica dizer que eu poderia fazer quantas denúncias eu quisesse ao Ministério Público, pois João Carlos de Carvalho está muito bem blindado dentro do PCdoB.

Para derrubar o esquema o qual ele pertence seria necessário passar por cima dela, do Edison Silva, do Aldo Rabelo , dos Barretos e de alguns empresários do Rio de Janeiro e São Paulo... coisa que não era para gentinha como eu.

Não me intimidei e continuo denunciando o que realmente acontece dentro do PCdoB e curiosamente depois disso curiosamente as ameaças de morte a mim e a minha família se intensificaram. 

Obviamente tive e ainda tenho medo, por mim e por meus filhos e marido, mas a indignação por ter meu nome envolvido em tanta sujeira, o racismo e a desqualificação que eu e muitas outras mulheres temos sofrido até então caladas no PCdoB não me permitem calar.

Sei que se ainda estou viva devo e muito a meus amigos, a os repórteres,  blogueiros, e mesmos a alguns comunistas internacionais.Esses têm me oferecido todo o apoio possível, além de divulgarem e cobrarem providências quanto ao meu caso.

Com isso o escândalo político está estourando agora no colo do Aldo Rabelo (Ministro dos Esportes). E olha que muita gente soberba e prepotente como a senhora Beth falou que uma mulher pobre e negra como eu não conseguiria nada frente a os TUBARÕES do PCdoB.

A todos que tem me ajudado nessa batalha muito obrigada!




              Mucamas do PCdoB

          PROSTITUIÇÃO NO PCdoB


quarta-feira, 21 de novembro de 2012 0 comentários

Consciência Negra


Tive a impressão que nesse ano as pessoas de modo geral interagiram mais com as comemorações do dia da consciência negra. Nesse dia 20 de novembro de 2012, acompanhei diversas discussões  ligadas a os negros, principalmente nas redes sociais. Porém a maioria era formada por comentários superficiais.

Em resumo: de um lado negros exaltando o quanto são negros e as mazelas sofridas nos tempos da escravidão que não viveram. Do outro aqueles que acreditam serem brancos se posicionando contra a existência dessa data comemorativa, pois todas as pessoas devem ser tratadas com igualdade.

Qual dos lados está com a razão?
Digo que ambos.

A pesar do mito das três raças constituintes da nação brasileira: índio, branco europeu e negro, ao longo da história as comunidades indígenas foram dizimadas, restando pouquíssimos representantes. E os negros mesmo com o fim da escravidão  por inúmeras razões continuaram renegados e marginalizados.Algo que impediu por muito tempo qualquer mobilidade social real, salvo raríssimas exceções.
A falta de oportunidades somadas ao subjugue do homem branco europeu com suas teorias e superioridade racial; pontuando os negros como vadios, ignorantes e outras qualificações pejorativas deixaram sequelas de preconceito presentes até os dias atuais.

É de conhecimento amplo  os sofrimentos físicos e morais impostos a o negros escravos e nada mais justo que tentemos sanar de algum modo essa vergonhosa mancha em nossa história. E nesse propósito o governo tem se esforçado adotando leis e políticas que favorecem a negros e afrodescendentes, no entanto, essa atitude tem causado polemicas até mesmo entre os próprios negros. Á exemplo a adoção de cotas para negros nas universidades públicas e a existência de um feriado nacional dedicado  a consciência negra.
Longe de chegarmos ao fim do debate, muitos defendem que esse tipo de política ressalta ainda mais as disparidades entre negros e brancos e menospreza a capacidade do negro como cidadão e individuo,podendo gerar mais racismo, só que agora em desfavorecimento as pessoas brancas.

O antropólogo Claude Levi Strauss realizou extenso estudo sobre as raças humanas e nos transmite que as diferenças entre nós estão nas diferentes culturas, quanto a raça todos pertencemos a uma só: a raça humana. Mas ainda que concordemos com a sentença acima o preconceito racial é uma realidade e ainda encontrasse enraizado no brasileiro.

Se pergunto onde estão os negros, no mínimo dirão que estão nas favelas.

Mas agora pergunto: EM UM PAÍS DE MISCIGENAÇÃO TÃO GRANDE COMO O BRASIL ONDE ESTÃO OS BRANCOS?

Nesse dia de Zumbi talvez meus antepassados ficassem orgulhosos se pudessem ter visto. Presenciei nas ruas pessoas parabenizando outras em razão de serem negras, no entanto achei constrangedor. Pois dada a nossa mistura étnica o feriado de 20 de novembro deveria ser comemorado por todos os brasileiros, afinal é o dia da CONSCIÊNCIA NEGRA. |Infelizmente isso nos prova que o dia em que não precisaremos de leis de caráter racista ainda é uma utopia, porém limitar as comemorações como sendo o dia dos pretos é prova de ignorância e desconhecimento da própria história.



Biografia: LÉVI-STRAUSS, C. Raça e História. Raça e Ciência I. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1970
Menezes, Adolfo Bezerra de, A escravidão no Brasil e as medidas que convém tomar para extingui-la sem dano para a nação. 1831-1900.
Roberto Damatta, O Que Faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro, Ed. Rocco. 1984.
Emilia Viotti, Da Senzala a Colônia, São Paulo,Ed. UNESP.1997.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012 1 comentários

PCdoB ELITISTA E RACISTA



O PCdoB é um partido elitista e racista. É quando se precisa de coisas minimas como uma cesta básica que se fica sabendo o que é de fato o partido Comunista do Brasil.

A única coisa que pedi desse Partido Corrupto de Bosta mesmo diante de todos os absurdos, preconceitos e humilhações que sofri por ser negra e pobre, foi uma retratação dos Senhores João Carlos de Carvalho
 e Carlos Anjos Estrela (charuto). Agora porque não o fazem? Acaso estou ameaçando a posição privilegiada de algum darwinista social?

A resposta é: o PCdoB não nos respeita, trata-nos como lixo humano  e depois ainda faz propaganda na TV pedindo o nosso voto.


Não pedi dinheiro, não pedi cargo. E por fim nem mesmo o valor da divida que o João Carlos tem comigo.

Como alguns alienados tentam justificar a ausência de ações contra o preconceito e racismo que ocorre nesse partido. Pedi apenas uma retratação desses senhores. 

Só para lembrar: quando O dirigente João Carlos de Carvalho me ofereceu cargo na CEPERJ, isso ainda no ano de 2009 eu não aceite. mas mesmo diante da minha negativa o PCdoB continuou ou ainda contínua  usando o meu nome para lavagem de dinheiro, sendo que a otária aqui por ter escrúpulos se negou a receber qualquer quantia dessa mamata a qual o senhor Jorge Barreto dirigente geral da CEPERJ e amigo pessoal do João Carlos de Carvalho está muito consciente. Não sendo o bastante ainda fui assediada sexualmente pelo Carlos Anjos Estrela (Charuto). 


Pois agora não só o João Carlos e o Estrela têm de se retratar, mas todo esse partido de bosta que humilha as mulheres, os negros , os pobres. E as desculpas não tem de ser apenas para mim, mas para todo o povo brasileiro que vêm sendo a anos usurpado por esses abutres.





Links indicados: Mucamas do PCdoB







terça-feira, 25 de setembro de 2012 1 comentários

Mucamas do PCdoB



"Uma elite enriquecida no suga-suga das verbas públicas, não se conforma com nenhuma ascensão do negro na sociedade. Quer seja em empregos de maiores salários, na política ou nas universidades."


Não há medida para o meu aborrecimento com o PCdoB. Sou uma mulher negra e como a maioria da minha cor, conheço e sofro na pele com o preconceito á Brasil. Uma moda de preconceito camuflado e por tanto consentido o qual dificulta sua identificação e ainda mais as possibilidades de ser combatido.
Mas apesar de viver essa realidade não aceito e nunca aceitarei ser denegrida, desvalorizada por ser negra. Minha cor não me faz inferior a absolutamente ninguém.

Saibam os desavisados que a escravidão negra no Brasil foi abolida desde 1888, então, por que minha palavra, honra, dignidade para o PCdoB vale menos do que a de um homem branco?
Como na música da Vanessa da Mata canto com o peito inflado de orgulho: eu sou neguinha!
Sim, eu sou uma mulher negra. Mas não estou aqui para servir os apetites sexuais dos dirigentes e lideranças do PCdoB.

Sou negra sim, porém não sou cativa de nenhum senhor de engenho. Por tanto diferente do que me passaram as senhoras Mara Marciel e Claudia Vitalino na falsa comissão de controle, que deveria chamar de “comissão de controle a Jaqueline”, não tenho a intenção e menos ainda obrigação de me deitar com nenhum dirigente em troca de cargo público.

Sou negra, mas não sou mucama. 
Sou uma mulher livre. Quem decide com quem faço amor sou eu e não um partido político.
Ao denunciar a prostituição de luxo a qual nós mulheres, sobre tudo as negras, estamos sendo expostas no PCdoB, ouvi entre outras coisas, em tom de ameaça que eu deveria calar a boca porque isso é política e sempre será assim... Desde de então estou sendo constantemente ameaçada de morte.

O que mais dizer? 

"A elite faz do racismo o seu entretenimento".






 
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