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segunda-feira, 3 de setembro de 2018 0 comentários

BOA VISTA



Enquanto todos queriam ir ao zoológico eu corria para o museu. Ensinei meus filhos a venerarem aquele espaço de história, cultura e ciências. Pelas barbas do imperador, estou muito triste.
O índio pelado não irá mais me receber, não poderei assombrar meus futuros netos na sala das múmias. Ninguém mais ouvirá aquela reprodução do canto de pássaros, que já não existem. Artrópodes...artrópodes, incríveis artrópodes.
Parece que de tanto, só nos restou aquele incrível meteorito que poucos sabem ser ele magnético.
Vou tentar não chorar, não fazer vergonha.

Ai, ai Maria Leopoldina. Ai, Ai D.Pedro II .Vocês foram imprescindíveis para o desenvolvimento científico da Terra Brasilis.
Peço, e envergonhada, desculpas á vossas memórias. É que no Brasil, sobre tudo a antiga corte, o ritual do beija mão continua, mas fatalmente nós tornamos uma república de espoliadores do povo.
O fogo enfim consumiu a casa do imperador!

Por: Jaqueline Ramiro
quinta-feira, 30 de março de 2017 0 comentários

OS HOMENS -ARO-AMERICANOS CONQUISTAM DIREITO A VOTO NOS EUA


No dia 30 de março de 1870 o direito a voto foi estendido aos negros nos EUA


A previsão do direito ao voto encontra-se estabelecida em diversos dispositivos da Constituição dos Estados Unidos, que foi promulgada em 1787. Logo no artigo VI, 3, da Carta Magna norte-americana, já se assegura que não poderá haver discriminação religiosa, ao estabelecer que 

“nenhum requisito religioso poderá ser exigido como condição de elegibilidade”.

Posteriormente, em 1870, o direito de votar foi estendido aos negros com a vigência da 15ª Emenda à Constituição dos Estados Unidos. Essa emenda veio a garantir que

“o direito de voto dos cidadãos dos Estados Unidos não poderia ser negado ou cerceado pelos Estados Unidos, nem por qualquer estado da federação, seja por motivo de raça, cor ou de prévio estado de servidão”.

sábado, 4 de março de 2017 0 comentários

COR DA PELE NÃO DEFINE UM SER HUMANO


Por: Jaqueline Ramiro / Coordenadora Estadual PP AFRO RIO

quinta-feira, 2 de março de 2017 0 comentários

OSCAR 2017


Além dos 6 atores,19 profissionais negros concorreram ao Oscar, como o diretor Barry Jenkins(Moonlight) e o roteirista August Wilson (um Limite entre Nós).

Por: Jaqueline Ramiro / Coordenadora Estadual PP AFRO RIO
#oscar #oscarblack
#ppafrorio
#ppafro
#umquilomboprogressista
#JaquelineRamiroAlém dos 6 atores,19 profissionais negros concorreram ao Oscar, como o diretor Barry Jenkins(Moonlight) e o roteirista August Wilson (um Limite entre Nós).

P
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OSCAR DE MELHOR FILME


O Oscar de melhor filme vai para a história de um jovem, negro e homossexual.

Por: Jaqueline Ramiro / Coordenadora Estadual PP AFRO RIO

#LGB
#Afrobrasileiros
#ppafrorio
#ppafro
#umquilomboprogressista

quarta-feira, 1 de março de 2017 0 comentários

ANIVERSÁRIO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO


Por: Jaqueline Ramiro / Coordenadora Estadual PP AFRO RIO

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017 0 comentários

NASCIMENTO DE ARLINDO VEIGA DOS SANTOS

NASCIMENTO DE ARLINDO VEIGA DOS SANTOS

Foto de PP Afro Rio de Janeiro.

FACEBOOK: PP AFRO RIO

https://www.facebook.com/PP-Afro-Rio-de-Janeiro-1746781938971002/https://www.facebook.com/PP-Afro-Rio-de-Janeiro-1746781938971002/https://www.facebook.com/PP-Afro-Rio-de-Janeiro-1746781938971002/
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017 0 comentários

BOTAFOGO


Estácio de Sá, ao demarcar os limites da Cidade, doou a área do bairro para o seu amigo Francisco Velho, que também tinha ajudado na fundação do Rio. Mas o bairro acabou sendo batizado em 1590, quando Antônio Francisco Velho vendeu suas terras para um amigo, João Pereira de Souza Botafogo.
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BONSUCESSO


A área do bairro na época colonial pertencia a Cecília Vieira de Bonsucesso. Em 1754, ela procedeu à reforma da capela de Santo Antonio, que se erguia perto das instalações da moenda de cana-de-açúcar. A propriedade era conhecida, à época, como Engenho da Pedra de Bonsucesso.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017 0 comentários

BANGU



Manuel de Barcelos Domingues, um dos primeiros povoadores da cidade do Rio de Janeiro, construiu uma capela particular em sua Fazenda Bangu, em 1763. A Companhia Progresso Industrial do Brasil, adquiriu mais tarde a posse dessa fazenda, onde fundou a fábrica que deu origem ao bairro.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017 0 comentários

ANDARAÍ



Esse nome provém da expressão indígena "Andirá-y", que significa "Rio dos Morcegos", na linguagem dos índios tamoios que habitavam a região. O "Rio dos Morcegos" hoje é denominado Rio Joana.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016 0 comentários

"CAVERNA DAS MÃOS" NA ARGENTINA



É como se essas mãos mortas há muito
tempo estivessem saindo da rocha e tentando nos alcançar. É uma das relíquias
mais tocantes do mundo dos antigos caçadores-coletores – mas ninguém sabe o que significa.

Pintura feita cerca de 9.000 anos atrás.
quinta-feira, 16 de julho de 2015 0 comentários

CAROLINA MARIA DE JESUS




(Sacramento, 14 de março de 1914 — São Paulo, 13 de fevereiro de 1977)

  A catadora de lixo que virou escritora. saiu do quarto de despejo para ganhar o mundo. Em sua época chegou a vender tanto quanto Jorge Amado e hoje, infelizmente, encontra-se no esquecimento.



Carolina Maria de Jesus nasceu em Minas Gerais, numa comunidade rural onde seus pais eram meeiros. Filha ilegítima de um homem casado, foi tratada como pária durante toda a infância, e sua personalidade agressiva contribuiu para os momentos difíceis pelos quais passou. Aos sete anos, a mãe de Carolina forçou-a a frequentar a escola depois que a esposa de um rico fazendeiro decidiu pagar os estudos dela e de outras crianças pobres do bairro. Carolina parou de frequentar a escola no segundo ano, mas aprendeu a ler e a escrever.

A mãe de Carolina tinha dois filhos ilegítimos, o que ocasionou sua expulsão da Igreja Católica quando ainda era jovem. No entanto, ao longo da vida, ela foi uma católica devota, mesmo nunca tendo sido readmitida na congregação. Em seu diário, Carolina muitas vezes faz referências religiosas.

Em 1937, sua mãe morreu, e ela se viu impelida a migrar para a metrópole de São Paulo. Carolina construiu sua própria casa, usando madeira, lata, papelão e qualquer coisa que pudesse encontrar. Ela saía todas as noites para coletar papel, a fim de conseguir dinheiro para sustentar a família. Quando encontrava revistas e cadernos antigos, guardava-os para escrever em suas folhas. Começou a escrever sobre seu dia-a-dia, sobre como era morar na favela. Isto aborrecia seus vizinhos, que não eram alfabetizados, e por isso se sentiam desconfortáveis por vê-la sempre escrevendo, ainda mais sobre eles.

Teve vários envolvimentos amorosos quando jovem, mas sempre se recusou a casar-se, por ter presenciado muitos casos de violência doméstica. Preferiu permanecer solteira. Cada um dos seus três filhos era de um pai diferente, sendo um deles um homem rico e branco. Em seu diário, ela detalha o cotidiano dos moradores da favela e, sem rodeios, descreve os fatos políticos e sociais que via. Ela escreve sobre como a pobreza e o desespero podem levar pessoas boas a trair seus princípios simplesmente para assim conseguir comida para si e suas famílias.
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PRINCESA NEGRA DA LITERATURA

CAROLINA MARIA DE JESUS

(Sacramento, 14 de março de 1914 — São Paulo, 13 de fevereiro de 1977)

  A catadora de lixo que virou escritora. Saiu do quarto de despejo para ganhar o mundo. Em sua época chegou a vender tanto quanto Jorge Amado e hoje, infelizmente, encontra-se no esquecimento.

Carolina jamais se resignou às condições impostas pela classe social a qual pertencia. Em uma vizinhança com alto nível de analfabetismo, saber escrever era uma conquista excepcional. Carolina escreveu poemas, romances e histórias. Um dos temas abordados em seu diário foram as pessoas do seu entorno; a autora descrevia a si mesma como alguém muito diferente dos outros favelados, e afirmava “que detestava os demais negros da sua classe social”.

Ela escreve sobre como a pobreza e o desespero podem levar pessoas boas a trair seus princípios simplesmente para assim conseguir comida para si e suas famílias.



http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil/bloco/escritora-carolina-maria-de-jesus-completaria-100-anos





terça-feira, 18 de novembro de 2014 0 comentários

CARIOCA ERA UM RIO


Para os desavisados, essa cidade maravilhosa aos pés dos maciços de granito e de frente para a vastidão do atlântico é, necessariamente, uma cidade criada e voltada para a vocação do mar. Ledo engano. essa (atro)cidade maravilhosa é fundada, cultivada e destruída a partir de um rio. Seu nome: carioca. Esse rio, que desce manso pelas paredes da floresta da tijuca, atravessa comunidades e mansões do Cosme Velho, corre pelo vale das laranjeiras e deságua na praia do flamengo, foi onde, ainda 1565, em meio a batalhas de portugueses, franceses e tamoios, fundou-se o que depois viria ser a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.

Após quase quatro séculos abastecendo o núcleo urbano da capital da colônia e, posteriormente, do império e da república, os inúmeros abusos feitos pela população e pelos governos destruíram o rio carioca a partir do seu uso como lixo e da invasão sistemática de suas margens. Durante o início do século XX, a ideia de progresso como o domínio transformador da cultura sobre a natureza fez com que a cidade resolvesse tampar o rio carioca em seu trecho que vai do Cosme Velho à Praia do Flamengo, privilegiando os bondes e, posteriormente, ônibus e automóveis.

Hoje, ele corre silencioso, sujo e inquieto abaixo dos pés da população que, largamente, ignora sua história. apenas durante as fortes chuvas que periodicamente atingem a cidade, lembramos que suas águas ainda circulam em sua cabeceira e a força de sua enxurrada alaga completamente a região. Apenas na sua revolta, lembramos do rio carioca. mas nunca questionamos sua destruição. O caso do rio carioca prova que o maior vândalo nesse país é o estado, e, desde 1500, o vandalismo de estado é o mais pernicioso, quando ele mesmo destrói, não educa, não atua como agente de preservação do patrimônio dos cidadãos. Um estado que vive a serviço dos interesses imobiliários, das máfias dos transportes, um estado gerente dos interesses privados, e não os da população.

Brasil, Washington, Londres. seja onde for, a história sempre se repete: o aumento desenfreado da população urbana, o crescimento das cidades e a falta de tratamento do esgoto contribuíram para a degradação dos rios. no entanto, iniciativas no mundo mostram que é possível a recuperação de rios e a humanização das cidades. Cheong gye cheon na coreia do sul, tâmisa em Londres, sena em Paris são rios vivos graças a projetos que além de resgatar a função biológica, também contemplam o resgate de suas identidades em relação às cidades. até nossos colonizadores financiaram um projeto de recuperação do rio tejo e deu certo.

A prefeitura de Seul desenvolveu um projeto orçado em us$ 380 milhões para recuperar o rio cheong gye cheon na coreia do sul. Enquanto isso, o custo dos estádios da copa do mundo já chega a r$ 8,9 bilhões. Esse valor atual supera em mais de três vezes a estimativa inicial, feita em outubro de 2007.
Carioca, tietê, pinheiros, iguaçu, paraíba do sul, doce, capibaribe....
 .... todos asfixiados pelo descaso estatal. e quantos rios cariocas não existem na cidade que podem ser recuperados para a população, seguindo exemplos do mundo inteiro? Abrir o que fechamos, renovar o que destruímos, se orgulhar de um mito de origem que envolveu povos, crenças, costumes, batalhas e visões de mundo, mas envolveu, principalmente, um rio.



quinta-feira, 13 de março de 2014 0 comentários

OS JOVENS QUE ESQUECEM A HISTÓRIA E A MEMÓRIA.



É um truísmo que os jovens carecem de conhecimento histórico geral. Mas, na minha experiência, para muitos jovens o passado se achatou em uma grande nebulosa indiferenciada. É por isso que, em uma carta aberta publicada recentemente na revista italiana “L’Espresso”, aconselhei meu neto adolescente a exercitar sua memória aprendendo de cor um longo poema.

Eu temo que as gerações mais jovens de hoje corram o risco de perder o poder da memória, tanto a individual quanto a coletiva. Pesquisas revelaram os tipos de enganos que persistem entre jovens ostensivamente educados: por exemplo, li que muitos universitários italianos acreditam que Aldo Moro foi líder da organização militante Brigadas Vermelhas, quando na verdade ele foi primeiro-ministro da Itália e as Brigadas Vermelhas foram responsáveis por sua morte em 1978.

Escrevi a carta para meu neto em dezembro, mais ou menos na época em que um certo vídeo se tornou viral no YouTube. Era um episódio de “L”Eredità”, um programa de perguntas e respostas da TV italiana que parece escolher os concorrentes com base na boa aparência e na simpatia natural, além de um módico conhecimento geral. (Supostamente isto é para evitar encher o programa com pessoas lindas mas sem noção que espremem seus cérebros só para responder a perguntas de múltipla opção como: Giuseppe Garibaldi foi um ciclista, um explorador, um líder militar ou o inventor da água quente?)

Em um episódio, o anfitrião, Carlo Conti, pediu que os concorrentes identificassem o ano em que Adolf Hitler foi nomeado chanceler da Alemanha. As quatro opções de respostas eram: 1933, 1948, 1964 ou 1979. Os quatro concorrentes que tiveram a oportunidade de responder foram: Ilaria, uma jovem muito bonita; Matteo, um homem forte de cerca de 30 anos, cabeça raspada e corrente no pescoço; Tiziana, uma jovem atraente que também parecia ter cerca de 30 anos; e outra garota chamada Caterina, que usava óculos e tinha um ar de sabe-tudo.

Deveria ser universalmente conhecido que Hitler morreu no fim da Segunda Guerra Mundial, por isso obviamente a resposta só poderia ser 1933 – sendo as outras datas avançadas demais. Mas Ilaria respondeu 1948, Matteo 1964 e Tiziana 1979. Quando chegou a vez de Caterina, ela foi obrigada a escolher 1933, mas fingiu incerteza ao fazê-lo, fosse por ironia ou por surpresa.
Conti também perguntou aos candidatos em que ano o ex-primeiro-ministro italiano Benito Mussolini se encontrou com Ezra Pound; novamente, as opções eram 1933, 1948, 1964 ou 1979. Ninguém é obrigado a saber quem foi Ezra Pound (para constar, um poeta e crítico americano), e se não tivesse sido um teste de múltipla opção eu não poderia ter dado o ano exato. Mas, como Mussolini foi assassinado em 1945, a única resposta possível era 1933. (Confesso que fiquei incrédulo ao saber a extensão em que o ditador se mantinha atualizado sobre poesia americana.) A bela Ilaria, suplicando indulgência com seu doce sorriso, chutou 1964.

Conti não pôde esconder sua incredulidade, nem muitas das pessoas que assistiram e comentaram o vídeo no YouTube. Mas esse momento foi o indício de um problema maior: os quatro concorrentes, que tinham todos aproximadamente de 20 a 30 anos e que podemos supor fossem bastante representativos de sua faixa etária, viram as quatro datas como parte de um passado genérico que ocorreu antes de eles nascerem. Quem sabe se não teriam caído na mesma armadilha se uma das opções de resposta fosse 1492?

Nossa era não é a primeira a experimentar essa homogeneização do passado. Considere por exemplo “O Casamento da Virgem”, que Rafael concluiu em 1504: a pintura mostra pessoas vestidas em trajes da era renascentista, apesar de a cena que retrata evidentemente ter ocorrido muito antes do Renascimento. Hoje é muito mais difícil justificar essa imprecisão das linhas, diante da quantidade de informação histórica amplamente disponível na Internet, em filmes e na televisão. Será possível que nossos quatro candidatos não soubessem distinguir entre o período em que Hitler entrou em cena e aquele em que o homem fez o primeiro pouso na lua? Será que para alguns (ou mesmo muitos) jovens de hoje o conceito de história é unidimensional?

Ainda tenho esperanças, porque soube desse vídeo no YouTube por meu neto de 13 anos e seus colegas de escola, que riram e zombaram quando me contaram a respeito. Talvez alguns jovens estejam aprendendo o valor da memória, afinal.

 UMBERTO ECO

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014 0 comentários

INQUÉRITO POLICIAL MILITAR N°709 - VOL. 4 - vendo ou troco

VOLUME IV -A ação violenta


Esse livro é uma RARIDADE e estou vendendo por apenas R$ 200,00
custa em  média de 350, 000, chegando alcançar o valor de 500,00. 
Interessados entrar em contato pelo email: flaviolibertino@hotmail.com ou pelo meu Facebook "Jaqueline Ramiro" ou mesmo pelo comentários aqui no blog. 

Editora: Biblioteca do Exército
Ano: 1967
Estante: História do Brasil, Sociologia, Ciência Política
Idioma: português

Descrição: Miolo do livro em bom estado, amarelado pelo tempo, oxidação,sem anotações no texto, 418 páginas.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014 2 comentários

BISCOITO GLOBO: a história de um ícone carioca


A história teve início no ano de 1953 quando os irmãos Milton, Jaime e João Ponce, em razão da separação dos pais, foram morar com um primo que possuía uma padaria no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Os irmãos aprenderam a fazer biscoitos de polvilho com o primo, os quais eram vendidos nas ruas da capital paulista.

Em 1954, aproveitando o grande contingente de um congresso eucarístico no Rio de Janeiro, os irmãos Ponce resolveram vender seus biscoitos na capital carioca. Com base no sucesso das vendas os irmãos Ponce anteviram que, dadas as características do biscoito, o Rio de Janeiro seria o mercado ideal para seu produto.

O biscoito de polvilho foi batizado com o nome Globo, homônimo à padaria para a qual foram contratados, localizada em Botafogo. Iniciava-se então a história dos famosos biscoitos de polvilho. O ano era 1955 e os biscoitos eram vendidos nesta padaria e em mais sete outras, dos mesmos proprietários.
Notando a grande demanda pelo biscoitos, os irmãos Ponce passaram a vender o produto para outras redes de padarias

Mas, foram os vendedores a pé, com o grande saco de plástico transparente nas costas, caminhando pelas praias do Rio sob o sol escaldante de verão , gritando,cada um com sua criativa marca pessoal, que transformaram o Biscoito GLOBO no ícone que é hoje.

O vídeo mostra bem o que representa para o carioca o grito:
 "- Biscoito Grobo, salgado e doce, olha o biscoito!".

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013 0 comentários

CRIMINOSO DE 1 ANINHO E 11 MESES


Esta foto foi capturada em 1893, na França.

Esta belíssima imagem da coleção de Suzanne Winsberg, mostra uma criança (Françoise) de apenas 1 ano e 11 meses de idade fichada como criminosa.

O crime: a gula. O menino estava devorando umas peras de uma cesta alheia.


Fonte: História digital
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 2 comentários

ANARQUISMO: filosofia e história – 165 obras para download

ANARQUISMO: filosofia e história


Google Drive:
https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlZE1LNFVHbmlOczQ&usp=sharing

uTorrent (via pirate bay – clique em  “magnet link”):
   http://thepiratebay.se/torrent/9234441

Caso o site acima não esteja acessando, clique nesta pasta onde encontra-se todos os torrents:
https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlakRydmRmZFpjVkU&usp=sharing

ACKELSBERG, M. Free women of Spain – anarchism and the struggle for the emancipation of women
ADDOR, C. Um homem vale um homem – memória, história e anarquismo em Edgar Rodrigues
ALVES, M. Natureza e anarquia – Proudhon e Kropotkin
ALVES, M. O elogio da anarquia em ‘O que é a propriedade’ de Proudhon
ANDRADE, C. Blásfemos e sonhadores ideologia, utopia e sociabilidades nas campanhas anarquistas em a lanterna (1909-1916)

AVELINO, N. Anarquismos e governamentalidade[doutorado]
AVELINO, N. Estudos anarquistas e teoria política – entre Proudhon e Foucault
AVELINO, N. Governamentalidade e anarqueologia em Foucault
AVELINO, N. Malatesta – revolta e ética anarquista
AVELINO, N. Poder e governo em Proudhon e Foucault
AVELINO, N. Revolta, ética e subjetividade anarquista

BAKUNIN, M. A ilusão do sufrágio universal
BAKUNIN, M. A reação na Alemanha
BAKUNIN, M. Bakunin por Bakunin
BAKUNIN, M. Carta a Alexandre Herzen
BAKUNIN, M. Critica y accion [espanhol]
BAKUNIN, M. Dios y el estado – notas sobre rousseau [espanhol]
BAKUNIN, M. El principio del estado [espanhol]
BAKUNIN, M. Estatismo y anarquía [espanhol]
BAKUNIN, M. La mujer, el matrimonio y la família
BAKUNIN, M. La política del consejo
BAKUNIN, M. O conceito de liberdade
BAKUNIN, M. O sistema capitalista
BAKUNIN, M. O socialismo libertário

BERKMAN, Alexander. Kronstadt (em espanhol)
BERNERI, M. L. Viaje a través de la utopia
BEY, Hakim. TAZ (Zona Autonoma Temporaria)
BONOMO, A. O anarquismo em São Paulo [mestrado]
BOOKCHIN, M. Compilación de escritos

CABRAL, M. Teatro anarquista, futebol e propaganda
CAMPOS, C. O sonhar libertário – movimento operário nos anos de 1917 a 1920
CAPPELLETTI, A. La Ideologia Anarquista
CASTRO, R. A cisão no anarquismo argentino – as perspectivas

CHOMSKY, N. Apuntes sobre anarquismo
CHOMSKY, N. Fabricando consenso – el control de los medios massivos de comunicacion
CHOMSKY, N. O lucro ou as pessoas
CHOMSKY, N. Os caminhos do poder

COGGIOLA, O. A primeira internacional e a comuna de Paris

COLOMBO, E. Anarquia e anarquismo
COLOMBO, Eduardo. Anarquismo ante la crisis de las ideologías [espanhol]
COLOMBO, Eduardo. La vontad del pueblo – democracia y anarquía [espanhol]
COLOMBO, Eduardo. L’espace politique de l’anarchie [francês]

COLSON, D. Nietzsche e o anarquismo
COLSON, D. O anarquismo hoje

CORNÉLIUS, G. O Bakuninismo – um estudo sobre o coletivismo [monografia]

CORRÊA, F. Anarquismo, poder, classe e transformação social
CORRÊA, F. Elementos para uma teoria libertária do poder
CORRÊA, F. O sentido do termo “anarquia”
CORRÊA, F. Poder e participação
CORRÊA, F. Rediscutindo o anarquismo [mestrado]

COSTA, C. T. O que é anarquismo
CUBERO, Jaime. O movimento anarquista no Brasil – entrevista da Revista Utopia

DUARTE, R. A imagem rebelde – a trajetória libertária de Avelino Fóscolo

FABBRI, L. Carácter ético del anarquismo
FABRI, L. O caráter ético do anarquismo
FLORESTA, L. A gênese do pensamento pedagógico anarquista
FOSCOLO, A. O semeador
FREIRE, R; BRITO, F. Utopia e Paixão – A Política do Cotidiano

GALLO, S. Anarquismo e educação – os desafios para uma pedagogia anarquista hoje
GALLO, S. Escola pública numa perspectiva anarquista
GALLO, S. O paradigma anarquista em educação
GATTAI, Z. Anarquistas graças a deus

GOLDMAN, Emma. Dois anos na Rússia
GOLDMAN, Emma. O Indivíduo a Sociedade e o Estado, e Outros

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GRAEBER, D. The new anarchists [inglês]

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GUIMARAES, Adonile. Anarquismo e ação-direta como estratégia [mestrado]

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KROPOTKIN, P. Anarquismo (enciclopédia britânica)
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LEAL, C. Pensiero e dinamite – anarquismo e repressão em SP nos anos 1890
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PROUDHON, P-J. General Idea Of Revolution In The 19th Cent
PROUDHON, P-J. Idéia Geral Da Revolução No Século Dezenove
PROUDHON, P-J. O Que é a Propriedade?
PROUDHON, P-J. Sociedade Sem Autoridade

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