2c6833b0-77e9-4a38-a9e6-8875b1bef33d diHITT - Notícias Sou Maluca Sim!: social
Mostrando postagens com marcador social. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador social. Mostrar todas as postagens
domingo, 12 de março de 2017 0 comentários

HORA DA MEDITAÇÃO... PENSE COMIGO



Outro dia acabei discutindo com um amigo enquanto as pessoas a nossa volta desfrutavam momentos de festa. Que babaquice a minha.

Falávamos de política e filosofia. Ele disse a mim que nunca irá gostar da esquerda, mas em seguida  disparou sobre o único jeito de se resolver os problemas do mundo: DAR FIM AO CAPITALISMO e também, sobre a necessidade de alcançarmos a igualdade social. E por fim desembocou em uma burguesia que não existe desde a transição do período moderno para o contemporâneo. 

Nossa, como estou saturada desse discurso que muitas vezes eu mesma preguei. Porém da adolescência até o dia de hoje me foi tempo suficiente para amadurecer certas ideias e me aborrecer infinitamente com as incongruências dessa religião de fanáticos tolos ou comprados. 

Fui enfática, NÃO ACREDITO EM IGUALDADE SOCIAL. Ele arregalou os olhos e parecia que eu tinha dito a pior das heresias. Bem,  graças a Deus ele não pode ler pensamentos, pois se tivesse acesso ainda que uma pequena pate das coisas que realmente penso, mas me calo por não encontrar interlocutor adequado, ele teria saído correndo da sala gritando: 

- Morte a essa infiel. 

Obrigatoriamente todos temos de acreditar em Liberdade, democracia, igualdade... o que tem muitas interpretações  e daria embasamento para prosseguir nossa conversa, no enanto, quebrei o argumento. E como já esperava o danado disparou um monte de palavras técnicas do meio das ciências humanas. 

O uso de palavras como dicotomia, ao invés de divergência ou simplesmente o bom e velho " O santo não bateu". sempre dão uma valorizada no discurso, melhor ainda, se podemos entrar no campo Marxista das superestruturas, infraestruturas, etc. 

Já gostei muito dessas coisas que aprendemos na faculdade e depois só conseguimos agir assim, mas não tenho mais muito  interesse em afetações acadêmicas.
Infelizmente esse tipo de discurso permeia um roteiro, aquele que estou fatigada, sei como começa e acaba. Não quero mais perder tempo. 

Capitalismo, Socialismo, Utopia, Ideologia, Terra do Nunca  para mim dá tudo no mesmo. 
Igualdade social é o caramba. Conversa para boi dormir, marketing do politicamente correto, terra do nunca de novo. Somos pessoas diferentes, com necessidades diferentes; o que é bom para mim, não necessariamente será bom para você, independentemente de super estruturas e tudo mais. Tudo parte do INDIVÍDUO. 

Será que ninguém leu a historinha de Robson Crusoé e seu "amiguinho" Sexta-feira, não ouviram à famosa expressão de Thomas Hobbes " O homem é lobo do Homem". 
Será que só eu acho que a maior razão para a DESIGUALDADE,  no fundo,
trata-se apenas do orgulho humano em querer ser mais do que é.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016 0 comentários

ANTROPOFAGIA VIRTUAL





PORQUE MINHA VIDA NÃO É INTERESSANTE POSTO TUDO QUE FAÇO.
Se posto, logo existo. 
Se NÃO posto, nada sou. 

Por ser idiota faço da minha existência um diário online. Sou psicologicamente desequilibrada, passei da exposição saudável para o completo narcisismo. Sou dependente de likes, joinhas, comentários fúteis e afins. Somente dessa forma me sinto aprovada pelas outras pessoas.

Também gosto de frases feitas e fazer muito barulho por nada.

NÃO GUARDO MINHAS MÁGOAS PARA MIM, PRECISO PUBLICAR. 

Como uma mula dou coices cibernéticos em pessoas que não exponho os nomes nas postagens. Tudo para aumentar o mistério da minha ANTROPOFAGIA VIRTUAL.  



Ás vezes escrevo no Face: ‘estou triste’ ou ‘estou feliz’ abrindo um espaço para outros intervirem e interpretarem da maneira que bem entenderem". MAS NEM TODAS AS PESSOAS QUE TENHO NO FACEBOOK SÃO REALMENTE MINHAS AMIGAS.  

Hashtags resumem minha identidade pessoal, um elemento a mais para  hiperexposição sem graça. Minhas fotografias aparentemente espontâneas,de momentos de descontração, são na verdade a montagem do personagem perfeito, tornando minha vida um evento. Meu big brother. 

POR FIM APELO PARA SUA COMOÇÃO:tenham pena de mim, pois como um drogado inveterado preciso disso. Preciso que você me diga quem sou, já que meu maior envolvimento afetivo é com as redes sociais, o resto é fake.

JAQUELINE RAMIRO

terça-feira, 8 de março de 2016 0 comentários

SERVIÇO SOCIAL: 118 obras para download


Torrents. Via Pirate Bay: http://thepiratebay.se/torrent/9913328

Via Google Drive: https://drive.google.com/folderview…

Link externo: https://onedrive.live.com/…

ABRAMIDES; CABRAL. O Novo Sindicalismo e o Serviço Social
AGUIAR, Antonio G. Serviço Social e Filosofia: Das Origens a Araxá
ALAYÓN, Norberto. Assistência e Assistencialismo - Controle dos Pobres ou Erradicação da Pobreza
ALVES, Marcio M. A Força do Povo - Democracia Participativa de Lages
AMMANN, Safira. Ideologia do desenvolvimento de comunidade no Brasil
AMMANN, Safira. Movimento Popular de Bairro De Frente Para o Estado - Em Busca do Parlamento
ANFIP. Economia Política e Seguridade Social - Uma Contribuição à Crítica
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao Trabalho - Ensaio Sobre as Metamorfoses e a Centralidade do Mundo do Trabalho
ARCARI, Caroline. Prevenção de violência sexual na infância (Pipo e Fifi)
ÁVILA, Célia (coord). Gestão de projetos sociais
BARREIRA, M. Cecília. Avaliação Participativa de Programas Sociais
BARROCO, Lucia. Ética e sociedade - Curso de capacitação ética para agentes multiplicadores, vol. I
BARTLETT, Harriett. A Base do Serviço Social
BELO HORIZONTE. Dicionário de Termos Técnicos da Assistência Social
BIERRENBACH, M. Inês. Política e Planejamento Social. Brasil, 1956 a 1978
BONETTI, Dilséa et al. (orgs). Serviço Social e Ética - Convite a Uma Nova Práxis
BORGES, Paulo César. Sistema pena e gênero - tópicos para a emancipação feminina
BORGES, Sherrine N. Metamorfoses do corpo - uma pedagogia freudiana
BRITES, Cristina; SALES, Mione. Ética e práxis profissional - Curso de capacitação ética para agentes multiplicadores, v. II
BURIOLLA, Marta. Supervisão em Serviço Social - o supervisor, sua relação e seus papéis
CARMO; FERREIRA. Metodologia de Investigação - Guia para a Auto Aprendizagem
CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil - o longo caminho
CARVALHO, M. do Carmo. Cotidiano - Conhecimento e Crítica
CASTRO, Ana Lúcia (org). Cultura contemporânea, identidades e sociabilidades
CASTRO, Manuel M. História do Serviço Social na América Latina
CELATS. Serviço social crítico - problemas e perspectivas
CFESS (org). O estudo social em perícias, laudos e pareceres técnicos
COELHO, Simone. Terceiro Setor - Um Estudo Comparado Entre Brasil e Estados Unidos
COHN, Amélia et al (orgs). A Saúde Como Direito e Como Serviço
COHN, Amélia; ELIAS, Paulo. Saúde no Brasil - políticas e organização de serviços
COSER, Orlando. Depressão - clínica, crítica e ética
DEMO, Pedro. Educação Pelo Avesso - Assistência Como Direito e Como Problema
DEMO, Pedro. Política social, educação e cidadania
FALEIROS, Vicente de P. A Política Social do Estado Capitalista
FALEIROS, Vicente de P. Estratégias em Serviço Social
FALEIROS, Vicente de P. Metodologia e Ideologia do Trabalho Social
FALEIROS, Vicente de P. Saber Profissional e Poder Institucional
FERNANDES, Florestan. A revolução burguesa no Brasil - exame de interpretação sociológica
FERNANDES, J. C. (editor). Manual de diagnóstico e estatística das perturbações mentais - American Psychiatric Association - DSM-IV-TR
FLEURY, Sônia. Estado sem cidadãos - seguridade social na América Latina
FREITAS, M. do Carmo. Agonia da fome
GERSCHMAN; VIANNA (orgs.). A miragem da pós-modernidade - democracia e políticas sociais no contexto da globalização
GIL, Antonio Carlos - Métodos e técnicas de pesquisa social 2ª edição
GOLDENBERG; MARSIGLIA; GOMES (orgs.). O clássico e o novo - tendências, objetos e abordagens em ciências sociais e saúde
GOMES, Suely G. Signos em Transformação - A Dialética de Uma Cultura Profissional
GONÇALVES, Lúcia. Saúde mental e trabalho social
GRINBERG, Abrahão; GRINBERG, Bertha. A arte de envelhecer com sabedoria
GUARESCHI, Neuza (org). Estratégias de invenção do presente - a psicologia social no contemporâneo
GUERRA, Yolanda. A Instrumentalidade do Serviço Social
IAMAMOTO, Marilda. O Serviço Social na contemporaneidade
IAMAMOTO, Marilda. Renovação e Conservadorismo no Serviço Social - Ensaios Críticos
JACÓ-VILELA; SATO (orgs). Diálogos em Psicologia Social
JACQUES, M. da Graça et all. (orgs.). Relações sociais e ética
LANDIM, Leilah (org.). Ações em Sociedade - Militância, Caridade, Assistência etc
LAURELL, Asa Cristina (org). Estado e Políticas Sociais no Neoliberalismo
LEMOS, Elaine e outros (orgs). De portas abertas para o lazer - a cultura lúdica das comunidades de bairro
LIMA, M. José de. As empresas familiares da cidade de Franca
LINDO, Paula. Geografia e política de assistência social - territórios, escalas e representações cartográficas para políticas públicas
MACEDO, Myrtes. Reconceituação do Serviço Social
MACHADO; SANTIAGO; NUNES (orgs). Gênero e práticas culturais - desafios históricos e saberes interdisciplinares
MARTINELLI, M. Lúcia. Serviço social - identidade e alienação
MINAYO, M. Cecília (org). Pesquisa social - teoria, método e criatividade
MOLINA, J. Artur. O que Freud dizia sobre as mulheres
MONTAÑO, Carlos. La Naturaleza del Servicio Social. Un Ensayo Sobre su Genesis, su Especificidad y su Reproduccion
MONTAÑO, Carlos. Terceiro Setor e Questão Social - Crítica ao Padrão Emergente de Intervenção Social
MOTA, Ana Elizabete (org.). A Nova Fábrica de Consensos
MOTA, Ana Elizabete. Cultura da Crise e Seguridade Social - Um Estudo Sobre as Tendências da Previdência e da Assistência
MOTA, Ana Elizabete. O Feitiço da Ajuda - As Determinações do Serviço Social na Empresa
NETTO, Edméia. Profissão - Assistente Social
NETTO, José Paulo. Capitalismo Monopolista e Serviço Social
NETTO, José Paulo. Crise do socialismo e ofensiva neoliberal
NETTO, José Paulo. Ditadura e Serviço Social - Uma Análise do Serviço Social no Brasil Pós-64
OLIVEIRA, Heloísa. Cultura Política e Assistência Social Uma Análise das Orientações de Gestores Estaduais
OLIVEIRA, Nayara H. Recomeçar - Família, filhos e desafios
PALMA, Diego. A Prática Política dos Profissionais - O Caso do Serviço Social
PERALVA, Osvaldo. O retrato
PEREIRA, Potyara. Necessidades Humanas - Subsídios à Critica dos Mínimos Sociais
PIANA, M. Cristina. A Construção do Perfil do Assistente Social no Cenário Educacional
PINTO, Rosa Maria Ferreira. Política Educacional e Serviço Social
PONTES, Reinaldo. Mediação e Serviço Social
QUEIROZ, Fernando. Gestão de processos de cooperativismo
QUIROGA, Consuelo. Invasão positivista no marxismo - manifestações no ensino da Metodologia no Serviço Social
QUIVY; CAMPENHOUDT. Manual de investigação em ciências sociais
RAICHELIS, Raquel. Legitimidade Popular e Poder Público
REZENDE, Claudinei. Suicídio revolucionário
RIBEIRO, Iolete e outros (orgs). A escuta de crianças e adolescentes envolvidos em situação de violência e a rede de proteção
RIBEIRO; MILANI (orgs). Compreendendo a complexidade socioespacial contemporânea - o território como categoria de diálogo interdisciplinar
RICO, Elizabete M. Avaliação de Políticas Públicas Uma Questão em Debate
RIVEIRA, Francisco. Agir comunicativo e planejamento social - uma crítica ao enfoque estratégico
SÁ, Jeanete Martins. Serviço social e interdisciplinaridade
SANTOS, Benedito; GONÇALVES, Itamar. Depoimento sem medo - culturas e práticas não-revitimizantes
SANTOS, Leila Lima. Textos de Serviço Social
SCHNEIDER; HERNANDORENA (orgs.). Serviço Social na educação - perspectivas e possibilidades
SCHONS, Selma M. Assistência Social entre a ordem e a 'des-ordem'
SERVIÇO SOCIAL. As respostas da categoria aos desafios conjunturais - IV Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais.
SETUBAL, Aglair. Pesquisa em Serviço Social - Utopia e Realidade
SILVA, M. Ozanira da Silva e. Formação Profissional do Assistente Social
SILVA, M. Ozanira da Silva e. Renda Mínima e Reestruturação Produtiva
SILVEIRA; SANTOS JUNIOR (orgs). Residências terapêuticas - pesquisa e prática nos processos de desinstitucionalização
SIMIONATTO, Ivete. Gramsci - sua teoria, incidência no Brasil, influência no Serviço Social
SOUZA, M. Luiza. Desenvolvimento de Comunidade e Participação
SOUZA, M. Luiza. Questões Teórico-Práticas do Serviço Social
SPOSATI, Aldaíza (coord). A Assistência Social no Brasil 1983-1990
SPOSATI, Aldaíza (org). Proteção Social de Cidadania - Inclusão de Idosos e Pessoas Com Deficiência no Brasil, França e Portugal
SPOSATI, Aldaíza (org). Renda Mínima e Crise Mundial - Saída ou Agravamento
SPOSATI, Aldaíza et al. (orgs). Assistência na Trajetória das Políticas Sociais Brasileiras - Uma Questão em Análise
SPOSATI, Aldaíza. A Menina Loas - Um Processo de Construção da Assistência Social
TEGA, Danielle. Mulheres em foco - construções cinematográficas brasileiras da participação política feminina
TEIXEIRA, Elenaldo. O Local e o Global - Limites e Desafios da Participação Cidadã
TENÓRIO, Fernando G. (coord.). Avaliação de Projetos Comunitários Abordagem Prática
TERRA, Sylvia. Ética e instrumentos processuais - Curso de capacitação ética para agentes multiplicadores, vol. III
TORRES, Iraildes C. As Primeiras Damas e a Assistência Social Relações de Gênero e Poder
VALLE, Tânia; MELCHIORI, Lígia (orgs). Saúde e desenvolvimento humano
VASCONCELOS, Eduardo (org). Saúde Mental e Serviço Social - O Desafio da Subjetividade e da Interdisciplinaridade
VERDÈS-LEROUX, Jeannine. Trabalhador social - prática, hábitos, ethos, formas de intervenção
VINAGRE, Marlise; PEREIRA, Tânia. Ética e Direitos Humanos - Curso de capacitação ética para agentes multiplicadores
WANDERLEY, Mariângela. Metamorfoses do desenvolvimento de comunidade
YAZBEK, M. Carmelita. Classes Subalternas e Assistência Social
OBS: embora na imagem apareça o nome "João Paulo Netto", o correto é José Paulo Netto.
sábado, 25 de outubro de 2014 1 comentários

BANHEIRO FEMININO



O grande segredo de toda a mulher, com relação aos banheiros é que quando pequena, quem a levava ao banheiro era sua mãe. Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía: "Nunca, nunca sente em um banheiro público"
E, em seguida, mostrava "a posição", que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar, sem que o corpo, no entanto, entre em contato com o vaso. "A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a vida. No entanto, ainda hoje, em nossa vida adulta, "a posição" é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está quase estourando.

Quando você TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Bradd Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de "estou me mijando".
Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar. Você, então verifica cada cubículo por debaixo da porta para ver se há pernas. Todos estão ocupados.

Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo. Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona); não importa... você pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.. o chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então você a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais você não usa, mas que você guarda porque nunca se sabe...

Mas, voltando à porta... Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca "na posição". Alívio...... AAhhhhhh.... .finalmente. .. Aí é quando os teus músculos começam a tremer ...

Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço. Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça "jamais sente em um banheiro público!!!" e, assim, você mantém "a posição" com o tremor nas pernas...

E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias!! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar "a posição" requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, para variar, o rolo está vazio...! Então você pede aos céus para que, nos 5 kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção...

E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO! !! Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abrí-la novamente (nisso, nós, as mulheres, nos respeitamos muito) e você pode procurar seu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas.

Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar do soco que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas.

A lembrança de sua mãe, que estaria morrendo de vergonha se a visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, "você não sabe que doenças você pode pegar ali" ... você está exausta. Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!...

Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água... O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.

Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, deixando tudo à mostra! Nesse momento, você vê o seu amigo que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você. "Por que você demorou tanto?" pergunta o idiota. Você se limita a responder "A fila estava enorme"

E esta é a razão porque nós, as mulheres, vamos ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter "a posição" e a dignidade.
Não conseguimos identificar a autora do texto.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014 0 comentários

FIU-FIU




Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha?
 
Lançaram agora um celular à prova d’água, que você pode usar no chuveiro. Ou em qualquer outro lugar embaixo d’água. No mar, por exemplo.

— Bem, não me espere para o jantar...

— Onde você está?

— Sabe a nossa pesca submarina?

— O que houve?

— Pensei que fosse uma garoupa e era um tubarão. E ele está vindo na minha direção.

— Você ainda está embaixo d’água?!

— Estou.

— E o seu arpão?

— O tubarão engoliu!

— Ligue para a Guarda Costeira!

São cada vez mais raros os lugares em que você pode se ver livre de celulares, e agora nem as piscinas estão seguras.

Os celulares são práticos e se tornaram indispensáveis, eu sei, mas empobreceram a vida social. Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha? Ou um casal em outra mesa, os dois mergulhados nos respectivos celulares sem nem se olharem, o que dirá se falarem — a não ser que estejam trocando mensagens silenciosas entre si, o que é ainda mais triste?

Os celulares podem ser perigosos de várias maneiras, mesmo que não derretam o cérebro, como se andou espalhando há algum tempo. Imagino uma velhinha que ganhou um celular dos netos sem que estes se dessem ao trabalho de explicar seu funcionamento para a vovó. Não contaram, por exemplo, que o celular dado assobia quando recebe uma mensagem. É um assovio humano, um nítido fiu-fiu avisando que alguém ligou, e que pode soar a qualquer hora do dia ou da noite. E imagino a vovó, que mora sozinha, dormindo e, de repente, acordando com o assovio. Um fiu-fiu no meio da noite! A vovó, se não morrer imediatamente do coração, pode ficar apavorada. Quem está lá? Um ladrão ou um fantasma assoviador? E o assovio tem algo de galante. A vovó pode muito bem sair da cama, sem saber se está acordada ou sonhando, e caminhar na direção do fiu-fiu sedutor, como se tivessem vindo buscá-la. Alguém pensou nas vovós solitárias quando inventou o assovio?

O fato é que não há mais refúgio. Nem castelos anti-smartphones com um fosso em volta. Eles agora podem atravessar o fosso.

LUÍS FERNANDO VERISSIMO
quarta-feira, 2 de julho de 2014 0 comentários

FILME - DOMÍNIO PÚBLICO

Para refletirmos sobre, um outro ponto de vista, à COPA DO MUNDO e  toda essa agitação política que tem vivido o Brasil atualmente. Principalmente na cidade do Rio de Janeiro que virou um grande canteiro de obras e tem recebido massivas quantias de dinheiro dos mais variados setores,  nacionais ou internacionais. 

A cidade tem passado por transformações que  não se limitam apenas ao espaço físico, mas a vida de seus moradores. Desapropriações, especulação imobiliária, aumento do custo de vida, forte intervenção das forças militares em áreas carentes localizadas dentro do chamado - cinturão de segurança pública.

Para os pobres direitos que são garantidos pela constituição e pelos direitos humanos estão sendo violados constantemente fora do alcance das lentes das grandes mídias, ou alguém pode me dizer onde está Amarildo?

Os protestos de junho de 2013 encheram as ruas com milhares de pessoas. Foi um ótimo exemplo de que o Brasileiro, é sim, capaz de se unir para mudar as coisas. "Não queremos copa, queremos saúde, educação, melhoria no transporte público, etc."  Assombrado o governo reagiu coagindo os protestos com violência. E essa mesma violência serviu de combustível para que mais pessoas viessem a ocupar as ruas e ampliou a ação de grupos radicais. O importante era mudar o Brasil: com bandeira nas mãos ou com pedras. Mas infelizmente muitos dos que participaram das manifestações estavam em clima de micareta e talvez não tenham entendido a relevância daquele momento para a história do Brasil.

Outro problema das manifestações, que quase não é falado, foram os políticos oportunistas: gente ligada ao governo que recebeu a missão de está nas manifestações e tentar aparecer a todo custo - Pular enfrente as câmeras, fazer uma dancinha, qualquer coisa para dizer que estava ali e representando o apoio que determinado partido dava a democracia. Mas quem acompanhou os primeiros protestos, a respeito de uma conjuntura nacional, pode ouvir em alto e bom som os gritos da multidão:

"Chega de corrupção"
"Fora Dilma"
"Fora PT"

Mas os oportunistas não se importaram com isso e muitos até carregavam provocativamente bandeiras de seus partidos, desconfigurando completamente a razão dos protestos, que de ação social passou a ser algo integralmente político e demagogo.

Começamos bem, criamos espareças e terminamos no mais do mesmo.

 Tem Copa do Mundo os transtornos e pressões ás comunidades carentes que hoje vivem uma falsa pacificação é sufocante e vai ficar pior, pois ainda tem olimpíadas que é muito mais exigente.  

Gostei muito da abordagem feita por esse documentário - Domínio Público - mas a credibilidade dele fica em xeque quando encontramos depoimentos como o do Dep. federal Romário. Sei que é muito caro fazer cinema no Brasil é produção desse vídeo foi independente, mas questiono quais são os patrocinadores e o tipo de acordos que foram realizados para a construção do filme.

Para um lado, ou para o outro tudo é tendencioso.


segunda-feira, 12 de agosto de 2013 0 comentários

SÍMBOLOS E REPRESENTAÇÕES DE OBJETOS E DO IMAGINÁRIO.




"O campo de estudo da sociologia do corpo físico humano é o fenômeno social e cultural, termos de símbolos e representações de objetos e do imaginário. As ações que tecem o tecido da vida cotidiana, desde o mais mundano é despercebida para aqueles que ocorrem na arena pública, envolvendo a intervenção da corporeidade. 

O corpo, moldado pelo contexto social e cultural em que o ator está imerso, é o vetor semântico pelo qual a evidência constrói a relação com o mundo. Inclui atividades de percepção, mas também a expressão de sentimentos, as convenções da interação rituais, gestos e mímicas, a encenação da aparência, jogos sutis da sedução, técnicas do corpo, treinamento físico, a relação com sofrimento e dor, etc. 

A existência é, no primeiro exemplo do corpo. Quando perguntados sobre qual partido tem a carne na relação do homem com o mundo, a sociologia enfrenta um vasto campo de estudo. Aplicada ao corpo, o seu objetivo é realizar o inventário e compreensão das lógicas sociais e culturais que andam ao longo da espessura e os movimentos do homem. "

BRETON
quinta-feira, 30 de maio de 2013 0 comentários

RACISMO É BURRICE


Assista ao vídeo RACISMO e reflita: 

O Brasil foi o país de maior tráfico negreiro do mundo. Tendo a maioria dos negros escravizados entrado pela cidade o Rio de janeiro que hoje é conhecida como cidade maravilhosa.Agora responda:  

existe racismo no Brasil. 

Onde você guarda o seu preconceito? 

Assista ao vídeo RACISMO,reflita e responda. 




              Mucamas do PCdoB
          PROSTITUIÇÃO NO PCdoB

segunda-feira, 2 de abril de 2012 0 comentários

OBRIGADA POR TUDO KIQUE CARVALHO E JOÃO CARVALHO (PCdoB)



Quando coloco o meu nome na pesquisa de internet além das redes sociais as quais participo meu nome está correlacionado ao do ex candidato a dep. Federal Kique Carvalho.

Consultando a internet vocês poderão ver videos, fotos e textos sobre a minha campanha de 2010, junto ao Kique Carvalho. É até engraçado algumas situações.

Ontem ao entrar no Facebook tinha uma imagem bem legal, sabe! Uma foto enviada por carregamento móvel, provavelmente tirada de um celular de ultimo tipo. Era a imagem provavelmente do filinho do Kique cortando o próprio bolo de aniversário. lindo!
Desejo muitas felicidades ao pequeno e que Deus o abençoe muito.
Mas ver aquela foto fez meu coração sangrar.
Ontem foi aniversário do filho do Kique carvalho com direito a festinha e bolo. Dia 15/03 foi o do meu filho e não teve nada. Graças a Deus tivemos comida em casa.
O que pude dar ao meu filho foi um grande abraço carregado com o mais forte amor que existe: o meu de mãe.


Gostaria de lembra ou comunicar aqueles que não o sabem que Kique Carvalho além de advogado (ou seja, defende o direito das pessoas), foi vice presidente da comissão de direitos humanos da OAB, e é irmão do João Carlos de Carvalho o organizador da campanha (PCdoB) que me deu descaradamente o golpe. Me deixando sem emprego e meios de sustentar a minha familia, ou seja roubando a minha dignidade.

Assim como João Carvalho, Kique Carvalho tem filhos e está ciente da minha situação, mas parece não se importar. Imagino que ele e o irmão deviam está muitos felizes comemorando o aniversário desse inocente que apenas inicia a vida. Quem sabe entre uma guloseima e outra tomando uma cervejinha e assistindo tranquilamente o jogo de futebol de domingo.

Enquanto isso eu estava tentando garantir o direito humano de meus filhos sobreviverem.
O bonito e sorridente candidato a dep. Federal Kique Carvalho (PCdoB) que defendi e pedi que vocês votassem nele. Sabendo da minha humilhação, da minha precariedade e do meu pedido desesperado de ajuda me virou as costas, como fazem muitos outros políticos que tem por ai.

Na campanha era beijinhos, abraços, olá minha querida agora talvez finja que nem me conhece.
Essas são pessoas dignas! Mas dignidade nesse meio corresponde a números em uma conta bancária ou a quantas pessoas você possa manipular. Quanto a direitos humanos... quem sabe João Carvalho e seu irmão  tenham uma boa definição didática e para fazer conversinha política, mas na prática é o que vocês estão vendo.  

Obrigada por tudo que minha família está sendo obrigada a passar Kique Carvalho e João Carvalho. Vem ai o feriado de páscoa. Que os filhinhos de vocês possam ganhar muitos chocolates e as barriguinhas estejam bem cheias.

Todo mundo comete erros na vida. Ter acreditado em Kique Carvalho e João Carlos de carvalho foi para mim um grande erro. Negro e pobre no PCdoB não tem vez. Para o PCdoB somos apenas massa de manobra. Gado, nada mais!



Essas imagens foram feitas no Fundição Progresso diante de mais de mil pessoas. Pena que não tem a continuidade onde Kique Carvalho destaca a importância do meu trabalho para aquela campanha. Depois de ter conseguido por uma faixa de 2 metros na comunidade do Santa Marta sem que eles tivessem de gastar um único centavo. A colocação de uma faixa dessas no mesmo local não sai a menos de 50 mil Reais.
Mas agora Kique Carvalho e seu querido irmão, como todo politico canalha finge que não me conhece.

Parabéns PCdoB pelos seus 90 anos ao "lado" do povo brasileiro!

Links indicados:
 
;