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sábado, 17 de dezembro de 2016 0 comentários

FILHO AUSENTE



Crianças devem decidir se querem ou não a companhia de um de seus pais? Hoje, elas têm esse poder.


Depois da comemoração do Dia dos Pais, algumas famílias tiveram de enfrentar situações muito parecidas com o que chamamos de ressaca. As famílias em questão têm um ponto em comum: o fato de o casamento ter se dissolvido após o nascimento dos filhos. Vamos a dois exemplos que podem servir de referência para a nossa conversa de hoje.

Num dos casos, o rompimento do casamento é recente. Há menos de um ano, o casal decidiu se separar e os filhos - dois, com menos de seis anos - ficaram com a mãe. O pai é muito presente, encontra-se com os filhos pelo menos dois dias na semana ou mais, quando há oportunidade na rotina de todos.

Mesmo a separação tendo ocorrido por desejo dos dois, ainda paira no ar uma tensão e isso quase sempre se revela com os filhos. Foi o que aconteceu no Dia dos Pais.

O filho mais velho, agora com seis anos, resolveu que queria passar o domingo com a mãe. Por mais que ela tenha tentado convencê-lo das mais variadas formas a ficar com o pai, nada o demoveu de sua decisão. Resultado? A menina mais nova ficou com o pai, e o mais velho, com a mãe.

Agora adivinhe o que aconteceu, caro leitor: restou um sentimento de culpa enorme para essa mãe. E a pergunta dela é: "Eu deveria ter obrigado meu filho a ir com o pai, mesmo com todo o escândalo que ele aprontou?"

O segundo caso tem componentes bem diferentes do primeiro, mas a cena final é muito semelhante. O casal separou-se há mais de dez anos de um modo muito conturbado e uma das consequências foi o afastamento do pai durante anos.

Depois de casar-se novamente e ter filhos da segunda união, esse pai tem tentado se reaproximar do filho do primeiro casamento, agora com 13 anos. Inicialmente, o menino aceitou de bom grado a presença do pai, mas no domingo não quis almoçar com ele e sua nova família por ciúme: queria estar sozinho com seu pai.

O sentimento de culpa, agora, é do menino: ele me perguntou se eu acho possível seu pai perdoar sua atitude. É que até agora o pai não deu notícia e ele acha que será novamente abandonado. Um ponto importante dessa situação: a mãe do garoto, segundo ele, apoiou sua decisão.

Uma pergunta pode nortear nossas reflexões: crianças e adolescentes devem ter o poder de decidir se querem ou não a companhia de um de seus pais?

Atualmente, eles ganharam esse poder e devo dizer que eles não têm condições de exercer o poder que ganharam. Por quê? Vamos à resposta mais simples: porque eles ainda não sabem considerar a complexidade das situações que decidem. E, justamente por isso, irão arcar, agora ou mais tarde, de modo mais ou menos comprometedor para eles, com as consequências de suas decisões.
No primeiro caso citado, o garoto de seis anos já dá sinais de que algo não vai bem: tem tido pesadelos quase todas as noites. O interessante é que a mãe, que sente a culpa por ter deixado o filho recusar a presença do pai, entende que os dois eventos estão associados, já que o primeiro pesadelo foi logo no Dia dos Pais.

Pode ser apenas coincidência, mas a relação que a mãe faz já é um sinal de que ela, no fundo, sabe que deveria ter agido de modo diferente com o filho.

No segundo caso, a situação criada pela circunstância vivida pode provocar uma nova ausência do pai na vida do filho adolescente, já que temos tido a tendência de encarar os mais novos como se fossem adultos. Não seria inusitado na atualidade esse pai se magoar com a atitude do filho e decidir se afastar por acreditar que o filho não quer sua presença.

Bem, os mais novos têm o direito de crescer com a companhia de seus pais, estejam eles casados ou não. A questão é que eles não sabem que isso é um direito: somos nós que precisamos garantir isso a eles.

ROSELY SAYÃO 
sábado, 27 de junho de 2015 0 comentários

FACEBOOK CRIA FERRAMENTA PARA COLORIR FOTO DE USUÁRIOS EM APOIO AO CASAMENTO GAY


Facebook cria ferramenta para colorir foto de usuários em apoio ao casamento gay

Quem viu a foto de Mark Zuckerberg e de outros CEOs, empresas e celebridades no dia de hoje certamente notou uma diferença: todas elas estão coloridas em celebração à aprovação do casamento gay nos Estados Unidos.                        

Quando eu inspecionei o FB novamente este dia...



Isso porque, em homenagem ao dia que marca a decisão da Suprema Corte norte-americana, o Facebook criou a página Celebrate Pride. Com ela, qualquer usuário da rede social pode manifestar seu apoio ao movimento LGBT e à sua conquista.

Para colocar as faixas coloridas em sua imagem de perfil, basta acessar a página facebook.com/celebratepride e clicar no botão “Use as Profile Picture”. 



sexta-feira, 10 de outubro de 2014 0 comentários

AMOR NÃO SE IMPROVISA


"Só damos aos outros aquilo que andamos recebendo a vida inteira"


Uma das minhas vizinhas de prédio gosta de me lembrar quanto pareço feliz desde que me casei. A gente se encontra no elevador, e ela, invariavelmente, observa que continuo com o sorriso dos homens apaixonados. Eu rio, embaraçado e contente, e conversamos um pouquinho. Além de gentil e afetuosa, minha vizinha é romântica. Ela perdeu o marido há pouco tempo, depois de um casamento de 30 anos, e projeta nas pessoas ao redor um pouco da felicidade que viveu. Ao agir assim, de maneira tão doce, ela me lembra que as pessoas dão ao mundo aquilo que receberam. Pode ser amor e gentileza, pode ser o contrário.

Isso é muito claro quando a gente entra na intimidade de um relacionamento. Em pouco tempo, começamos a perceber do que a outra pessoa é feita. Ou, melhor dizendo, de que tipo de experiência amorosa ela é constituída. Pode ser de um amor tranquilo e seguro, que resulta num tipo de gente. Pode ser de um amor escasso e algo desesperado, que dá outro tipo de ser humano. Pode ser - na pior das hipóteses - da falta de amor (ou da percepção da falta de amor, que dá na mesma). Dela resulta uma gente arisca, dura, refratária aos próprios sentimentos e aos dos outros.

A experiência universal sugere que a gente não escolhe por que tipo de pessoa se apaixonará. Quando se dá conta, já aconteceu - e estamos envolvidos, até o pescoço, com alguém que pode ser muito difícil de amar, por ter as piores experiências no assunto. Nenhum de nós tem currículo perfeito nesse tema. Posta no divã de um analista, a maioria revelaria buracos enormes na sua biografia afetiva. Alguns, porém, têm traumas mais visíveis, rombos escancarados que se traduzem, sobretudo, na falta de naturalidade quando se trata de afeto. Gostar para eles é difícil, doloroso, complicado. Receber o sentimento do outro também. O cotidiano da relação, que exige a troca de sentimentos simples, fica truncado. É como se as pessoas falassem, afetivamente, línguas diferentes. Elas não se compreendem, porque a uma delas (ou às duas) falta o vocabulário essencial do amor.

Talvez, a muitos, isso pareça abstrato. Para mim, é muito concreto.

Tendo vivido e convivido com pessoas muito diferentes, me é claro como a experiência amorosa (familiar e romântica) produz diferentes atitudes diante do amor - e como essas atitudes são modificadas pelas experiências da vida adulta. Quando começamos a nos relacionar eroticamente, somos adolescentes. Levamos para os braços do outro, quase intactas, nossas questões infantis e familiares. À medida que a gente cresce e vai tendo outras experiências, os sentimentos evoluem. Ninguém está pronto e acabado aos 20 ou aos 40 anos. Nem aos 70, acho.

A impressão de não ser a criança mais amada do mundo pode diminuir ou aumentar nos primeiros envolvimentos. A sensação adolescente de ser o centro das atenções (ou de ser rejeitado pelo mundo) pode ser negada ou confirmada por um grande amor. O medo e a insegurança podem ser ampliados numa sequência de relações instáveis, ou reduzidos por um relacionamento intenso, seguro e duradouro. A vida não para de nos formar. Quem a gente escolhe para estar a nosso lado tem papel fundamental nessa formação.

Por isso tudo, a atitude da minha vizinha me parece tão bonita. Ela sabe, por ter vivido, que as pessoas se transformam pela experiência do amor. Divulga esse evangelho de uma forma discreta e efetiva. Na última vez em que me disse que eu parecia feliz, eu acabara de ter uma briga estúpida e desnecessária com minha mulher. A conversa no elevador, na saída para trabalho, me ajudou a lembrar quanto gosto e quanto essa relação é importante para mim. Horas depois, peguei o telefone e liguei para pedir desculpas.

Talvez fizesse isso de qualquer maneira, mas gosto de pensar que minha vizinha me ajudou a lembrar que fazer as pazes era urgente e necessário.

IVAN MARTINS
quarta-feira, 16 de abril de 2014 0 comentários

O PERMANENTE E O PROVISÓRIO


O casamento é permanente, o namoro é provisório.

O amor é permanente, a paixão é provisória.

Uma profissão é permanente, um emprego é provisório.

Um endereço é permanente, uma estada é provisória.

A arte é permanente, a tendência é provisória. 

 

De acordo? Nem eu.


Um casamento que dura 20 anos é provisório. Não somos repetições de nós mesmos, a cada instante somos surpreendidos por novos pensamentos que nos chegam através da leitura, do cinema, da meditação. O que eu fui ontem, anteontem, já é memória. Escada vencida degrau por degrau, mas o que eu sou neste momento é o que conta, minhas decisões valem pra agora, hoje é o meu dia, nenhum outro.
Amor permanente... como a gente se agarra nesta ilusão. Pois se nem o amor pela gente mesmo resiste tanto tempo sem umas reavaliações. Por isso nos transformamos, temos sede de aprender, de nos melhorar, de deixar pra trás nossos imensuráveis erros, nossos achaques, nossos preconceitos, tudo o que fizemos achando que era certo e hoje condenamos. O amor se infiltra dentro da nós, mas seguem todos em movimento: você, o amor da sua vida e o que vocês sentem. Tudo pulsando independentemente, e passíveis de se desgarrar um do outro.

Um endereço não é pra sempre, uma profissão pode ser jogada pela janela, a amizade é fortíssima até encontrar uma desilusão ainda mais forte, a arte passa por ciclos, e se tudo isso é soberano e tem valor supremo, é porque hoje acreditamos nisso, hoje somos superiores ao passado e ao futuro, agora é que nossa crença se estabiliza, a necessidade se manifesta, a vontade se impõe – até que o tempo vire.
Faço menos planos e cultivo menos recordações. Não guardo muitos papéis, nem adianto muito o serviço. Movimento-me num espaço cujo tamanho me serve, alcanço seus limites com as mãos, é nele que me instalo e vivo com a integridade possível.
Canso menos, me divirto mais, e não perco a fé por constatar o óbvio: tudo é provisório, inclusive nós.

MARTHA MEDEIROS
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014 6 comentários

SE A VIDA FOSSE FÁCIL




Não se pode amar alguém aprovado pela família, 
pela igreja e pela sociedade; esses são para casar

Se você pudesse escolher, preferiria ter um marido fiel mas que fosse um mau marido --desses que bebem errado e falam o que não devem, e é, frequentemente, um tédio-- ou um marido infiel e ótimo marido? Difícil escolha, e saiba: um ótimo marido se percebe pelo brilho do olho da mulher.

Teoricamente, um bom marido é aquele que, em primeiro lugar, não trai, e são esses os que as mulheres mais abandonam. Para que uma paixão continue a existir, é preciso que não se tenha muitas certezas, e nenhuma mulher ama um marido fiel demais. Para tudo há limites, até para a fidelidade.

Quais são os homens mais inesquecíveis da vida de uma mulher? São sempre os que mais aprontam, mais desaparecem, mais traem --e não confessam nunca--, mas que a faz mais feliz do que todos os bons rapazes do mundo.

É mais ou menos simples: se um homem é aprovado por todos, nunca é aquele que faz um coração juvenil bater descompassadamente. Não se pode amar alguém aprovado pela família, pela igreja e pela sociedade. Esses são para casar, o que não tem nada a ver com o amor.

Nada pode incendiar mais um romance do que a oposição da família; ela costuma ter razão, quando é contra, e a família está sempre unida contra os "maus" rapazes. E o amor, então? Desde os Capuleto e os Montecchio (famílias de Romeu e Julieta, para quem esqueceu) tem sido assim, e não há modernidade que mude essa regra.

O que mudou foi que hoje não dá nem tempo de alguém ficar contra, porque aí já acabou. E vamos reconhecer, pais e mães estão certos: nessa hora eles estão pensando em seu próprio sossego e em sua própria tranquilidade, no que estão cobertos de razão. Aliás, quase todos têm sempre razão, e algum dia você viu pais e filhos estarem de acordo? Se estão, alguma coisa deve estar errada.

Eles querem, para marido de sua querida filha, estabilidade em todos os sentidos, começando pela financeira, e que os sentimentos do pretendente também sejam estáveis. É até melhor que ele não ame apaixonadamente; melhor que tenha um sentimento calmo, maduro, confiável.

Enquanto isso a filha, com seus hormônios à flor da pele, anseia por um homem que a enlouqueça e a faça perder o rumo de casa.

Esse às vezes até casa (quando ela é rica), mas que ninguém espere dele fidelidade; esquecendo esse pequeno detalhe, costumam ser ótimos maridos, capazes de levar a mulher para um motel numa tarde de segunda-feira, ou a um fim de semana em Nova York, a troco de nada --as crianças ficam com a babá, qual é o problema?

E se for flagrado às 2h da madrugada tomando um uísque na sala, lembrando de como era boa a vida de solteiro, quando a mulher chega devagarzinho e faz a pergunta, aquela --"em que você está pensando?"-- ele vai responder, com a maior sinceridade, "em você, amore". Ela não vai acreditar, mas fica na dúvida: e se for verdade? Esse é um bom marido, e esse casamento vai durar --sobretudo se o pai dela continuar rico.


Mas afinal, você quer saber o que preferem as mulheres, se um marido fiel ou infiel? Refleti sobre o assunto, e acredito que a solução deve ser um homem fiel fingir que é infiel, e o infiel fingir que é fiel. Simples a vida, não?

DANUZA LEÃO
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014 1 comentários

CUNHADA


"A minha namorada e eu estávamos juntos há mais de um ano, por isso decidimos casar. Só havia uma coisa que me chateava: Era a irmã mais nova dela. A minha futura cunhada tinha 18 aninhos, usava mini saias com um bumbum durinho e perfeito e grandes decotes com belos e fartos seios…

Tinha a mania de se abaixar bem perto de mim, me olhando com seu olhar de atrevida, e tive muitas vezes visões da sua roupa interior. Um dia convidou-me para ir ver os convites do meu casamento que estavam prontos. Disse-me que em breve eu estaria casado e confessou que ela tinha sentimentos e desejos por mim, que ela não conseguia esquecer e nem queria esquecer! Disse-me que queria fazer amor comigo somente uma vez antes de eu me casar. Eu fiquei em total choque e nem consegui dizer uma palavra! Ela disse: -Vou lá para cima, para o meu quarto, se quiseres…

Fiquei atônito. Estava congelado, enquanto a observava subir as escadas. Quando ela chegou ao topo da escada, puxou a calcinha e atirou-a pela escada para mim. Eu fiquei lá por um momento, então virei-me e fui direto à porta da frente.

Abri a porta e sai da casa, indo correndo para o meu carro. O meu futuro sogro. minha noiva e minha futura sogra estavam lá fora. Com lágrimas nos olhos, meu futuro sogro abraçou-me e disse: - Estamos muito contentes que tenhas conseguido passar no nosso pequeno teste… Não podíamos pedir um melhor homem para nossa filha. Bem-vindo a família!"

 MORAL DA HISTÓRIA: É melhor guardar as camisinhas no carro do que na carteira.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014 0 comentários

EU SEI QUE VOU TE AMAR


Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
Em cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente, eu sei que vou te amar

E cada verso meu será
Pra te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda minha vida

Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que esta ausência tua me causou

Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver
A espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida

Tom Jobim
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014 0 comentários

A LINGUAGEM DO AMOR



Casais com bom relacionamento costumam usar o mesmo tipo de palavras funcionais – preposições, pronomes, artigos e conjunções – e com frequência equivalente.

Casais apaixonados ou que mantêm um relacionamento de longo prazo não raro se atribuem apelidos carinhosos ou mudam o tom de voz quando falam um com o outro. Segundo pesquisadores da Universidade do Texas em Austin, a identidade afetiva por meio das palavras não para por aí. Um estudo conduzido pelo psicólogo James Pennebaker mostra que pares “bem-sucedidos” ou com mais chances de sê-lo costumam usar o mesmo tipo de palavras funcionais – preposições, pronomes, artigos e conjunções – e com frequência equivalente. Usados em vários contextos, esses termos são, em geral, processados de forma rápida e inconsciente.

Para chegar a essa conclusão, o psicólogo reuniu 80 homens e mulheres e solicitou que cada um conversasse com alguém do sexo oposto por alguns minutos. Em seguida, questionou-os sobre a possibilidade de saírem juntos. Curiosamente, os pares que usaram tipos similares de palavras funcionais se mostraram mais inclinados a marcar outro encontro – mesmo aqueles que declararam não ter muitos pontos em comum.

Em outro estudo, Pennebaker analisou o conteúdo de mensagens de celular enviadas por 86 casais e perguntou aos voluntários quão felizes eles se sentiam com o compromisso assumido. Três meses depois, o pesquisador verificou se os pares ainda estavam juntos. Ele observou que os pares estáveis eram os que trocavam torpedos com mais palavras funcionais em comum. O curioso é que isso se aplicou também a quem declarou estar insatisfeito com o companheiro, na primeira fase da pesquisa.

Agora os pesquisadores querem entender se o vocabulário em comum provoca atração ou se na verdade as pessoas adaptam sua forma de falar, ficando parecidas com o outro. Os dois processos são possíveis, mas Pennebaker acredita que o último seja mais provável: “A linguagem prediz o sucesso dos relacionamentos porque reflete a forma como os casais ouvem um ao outro e se entendem”, reforça o psicólogo.

Universidade do Texas, Austin.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013 1 comentários

A MULHER QUE SABE AMAR...


A mulher que sabe amar é mestra do homem. Jamais governanta. 
A mulher que sabe amar não irrompe nem interrompe. Chega suave. 
A mulher que sabe amar conhece a sua superioridade e os limites desta. 
A mulher que sabe amar sabe ser mãe e ser um furor na cama. 
A mulher que sabe amar jamais se deixa subjugar. Nem subjuga. 
A mulher que sabe amar sabe que não basta ter razão. Precisa saber ter razão. 
A mulher que sabe amar é o ser mais elevado que há na terra. 
A mulher que sabe amar cala quando sabe não ser compreendida e fala na hora certa. 
A mulher que sabe amar jamais diz: eu não falei que não ia dar certo. 
A mulher que sabe amar compreende os filhos e sem pretender ensina amor ao marido. 
A mulher que sabe amar por ser superior não se preocupa em mandar. 
A mulher que sabe amar não sabe obedecer cegamente: ou compartilha ou se separa. 
A mulher que sabe amar sabe tanto de moda quanto de arte. 
A mulher que sabe amar educa sem reprimir e orienta sem impor. 
A mulher que sabe amar fala baixo, não usa perfumes exagerados e ama a alma. 
A mulher que sabe amar conversa com Deus e partilha com a família, 
A mulher que sabe amar sente sua máxima realização quando amamenta. 
A mulher que sabe amar tem orgasmo, é abençoada pela bondade. 
A mulher que sabe amar não faz alarde de sua superioridade sobre o homem. 
A mulher que sabe amar é a responsável pela sobrevivência da espécie humana. 
A mulher que sabe amar jamais ouvirá de seu marido a frase: 
Eu não tenho opiniões: tenho esposa....

Artur da Távola
terça-feira, 7 de maio de 2013 0 comentários

FEIAS E BONITAS



ERAM DUAS irmãs, uma muito bonita e a outra - bem, a outra não. A bonita tinha um corpo como qualquer mulher gostaria de ter (sem ser esquálida), era não só elegante, como se vestia de maneira diferente. Era original, criativa, isso sem ser extravagante nem exibida. Um show de mulher, que quando entrava nos lugares era olhada por homens e mulheres, com admiração.
Eu, ainda garota, era amiga das duas; inicialmente da mais bonita, pois era com ela que saía à noite, ia às festas, aos lugares onde as coisas aconteciam. A outra era casada; mal casada mas casada, e nos víamos eventualmente para almoçar. Ela era simpática, agradável, mas perto da irmã, desaparecia. E a irmã tinha sempre muitas histórias boas para contar.
Histórias dos bastidores da alta costura (tudo isso se passou em Paris), das pessoas famosas que ela conhecia, e sobretudo dos seus "dramas" amorosos. Ela nunca tinha um namorado só e, como nenhum morava em Paris, isso facilitava bem as coisas.
Ainda me lembro: naquela época -estou falando dos anos 50- os telefones eram precários, e as comunicações aconteciam por telegrama. Um dos namorados era príncipe -havia tantos, sobretudo na Itália- , se chamava Galvano e morava na Sicília. Volta e meia chegava um telegrama, marcando de encontrá-la em Palermo no fim de semana; e lá ia ela. O outro morava em Milão, e o encontro seria em Roma. Na época, nunca me ocorreu por que razão eles não iam nunca a Paris; era assim e pronto.
Ela sofria, e eles aprontavam, sumiam, namoravam outras, e assim foi indo a vida. Um dia ela achou que estava na hora de sossegar e se casou com um belo italiano; não me parece que tenha sido um grande amor, mas foi um casamento que funcionou. Ela foi morar em Milão, trancou-se em casa, e sua única distração, digamos assim, era a moda. Comprava tudo que aparecia de novo, até que um dia teve uma doença ruim e morreu.
Enquanto isso a vida da irmã continuava: separou-se do primeiro marido -porque quis-, marido esse que passou anos fazendo tudo para que ela voltasse. Se casou de novo, com um produtor de cinema, e o casamento, muito feliz, durou até que um dia ele teve um infarto fulminante e morreu.
Ela sofreu, mas não deixou a peteca cair; tempos depois estava casada de novo, com o homem que mais amou, e que trabalhava no show business. Foi um amor louco, absoluto; ele tinha uns 15 anos menos que ela, era lindo, e morreu aos 33 anos de cirrose. Como ela sofreu; parecia que nunca mais levantaria a cabeça.
É preciso aqui fazer uma pausa: desde que a irmã se casou, fomos ficando cada vez mais amigas. Fui percebendo o quanto ela era generosa, interessada pelas pessoas, pelo mundo em geral, sempre pronta a fazer agrados, carinhos, tolerante e paciente com todos que a rodeavam. Um dia conheceu seu último marido, com o qual está casada há 30 anos. Um ótimo casamento, devo dizer.
E fiquei pensando que os atributos físicos, tão valorizados, fazem com que as pessoas se esqueçam do principal, do que realmente importa, e que faz com que as pessoas se gostem, fiquem amigas, até se apaixonem. Nunca nenhum homem largou essa minha amiga; já a bonita teve uma vida sentimental atrapalhada, eu diria mesmo infeliz, e não sei se por acaso ou por que, eu comecei amiga de uma, o tempo passou e fui ficando amiga da outra como nunca havia sido da primeira.
E ainda sou.

DANUZA LEÃO


              Mucamas do PCdoB
          PROSTITUIÇÃO NO PCdoB
quarta-feira, 6 de março de 2013 1 comentários

Um pouquinho só da cultura do Povo Cigano...



O flerte é uma prática comum em qualquer cultura, pois antecede ao namoro, que também é uma situação normal. Para um casal de ciganos, porém, na idade de se apaixonar, isso pode não ser tão simples, principalmente se já estiverem prometidos para outras pessoas, dentro do espírito que norteia os casamentos ciganos.

Tem se tornado muito comum atualmente que esses compromissos acabem sendo quebrados. Em muitas tribos, eles já nem são mais realizados, o que significa um avanço, mas um abandono da antiga tradição.

Quando um casal de ciganos comprometidos se olhavam e se gostavam, costumavam chamar a atenção um do outro entregando-lhe furtivamente um anel ou uma pulseira feita com uma fita colorida, com alguns nós.

Tanto as cores da fita quanto a quantidade de nós tinham seus objetivos, a saber:

FITAS:

Fita vermelha: Estou apaixonado(a).

Fita verde: Você me encantou.

Fita azul: Meu amor só aumenta.

Fita laranja: Meu coração é todo seu.


NÓS:

Um nó: Quero conhecê-lo melhor.

Dois nós: Quero me encontrar com você.

Três nós: Quero me dar a você.

Quatro nós: Quero ter você.

Cinco nós: Não posso mais esperar.

Seis nós: Estou louco(a) de amor.

Sete nós: Fujamos!

Dessa prática antiga restou hoje o hábito dos namorados trocarem pulseiras nas cores e com o número nós que melhor interpreta seus anseios.

Segundo os mais jovens, a troca de anéis ou pulseiras dá muita sorte aos enamorados, que sempre acabam ficando juntos.


Fonte: Eu Sou uma Bruxa



              Mucamas do PCdoB
          PROSTITUIÇÃO NO PCdoB
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012 0 comentários

NÓS DOIS



Mais de 13 anos se passaram e meus seios arrebitados ainda denunciam o meu desejo pelo seu corpo no meu.  Você completamente nu no espelho, sua língua quente no meu ouvido me causa arrepios deliciosos que retribuo com um sorriso sacana de quem conhece com exatidão todos os seus movimentos. Suas mãos, meu corpo... Em coreografia perfeita!
E sua língua devagarzinho desce. Em outros momentos sobe nessa coisa toda que os outros podem chamam de lamber, chupar, mas você de forma suave suga , pousadamente acaricia, sopra, me esquenta, umedece...
Não deixando absolutamente nada de fora, nem mesmo o furinho do meu queixo.
 Adoro o encaixe perfeito dos seus braços fortes me enlaçando, me puxando pela cintura. Quando passas as mãos pela minha nuca e agarra meus cabelos forçando meus quadris e mostrando a fundo os seus desejos. Nessa hora você é quem manda e desmanda faz o que quer de mim e me enlouquece de prazer, de gritos e suor. Preenche-me como fêmea roubas o mel de minhas entranhas, acelera o pulsar em minhas veias.
E me devora com fome de fera.
Meu amor,
é passada mais de uma década e ainda fazemos aquela brincadeira de amazonas indomável. Vale de tudo.
E quando abro os meus olhos vejo o seu mais lindo sorriso satisfeito. Seu semblante relaxado.
Repouso ofegante em teu peito moreno e sinto suas pernas sem pedir qualquer licença cruzarem-se as minhas.  
Ah! Meu homem você sabe como me fazer perder os sentidos!
Gosto assim: o nosso amor de café da manhã e de sobremesa do jantar.
Gozamos uma vida inteira juntos e então dormimos bem.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012 0 comentários

STRIPTEASE

O Striptease (do Inglês: “provocação ao se despir”) é um ato, que geralmente envolve dança, no qual uma pessoa se despe completamente para outra pessoa, de forma a excitá-las sexualmente.  


E qual mulher já não parou para pensar em presentear o seu parceiro com uma bela performance de Striptease.
E quer saber, eles adoram!
Essa é uma excelente oportunidade para trabalharmos a nossa sexualidade, feminilidade, até mesmo a autoconfiança. 
Que muitas vezes acaba se perdendo na correria do dia a dia.

Em outras palavras: para deixar o seu parceiro ainda mais caidinho de amores por você, abuse do poder que está em suas mãos, faça um Strip. Mostre para o seu gatinho que você também sabe mandar muito bem quando quer!

Escolhi como primeiro passo para um bom Striptease o repertório das músicas.
E quase me pedir. As opções são tantas que daria para fazer ao menos um Strip para cada dia do ano.Lembrando que a escolha do repertório musical vai de acordo com os gostos e necessidades de cada um. A quem se sinta muito excitado com funk, outros com Michel Teló e no final ainda diz animadíssimo;

CHUPA QUE É DE UVA!

De qualquer forma, a ideia do Strip, além de esbanjar sexualidade é de ser divertido. Então, escolha a música que mais agradar você e seu parceiro. O que importa é as pessoas envolvidas estarem à vontade. 

Mulherada sem qualquer vergonha vamos mexer os quadris.
Seduza!

Bem, depois de muito pesquisar e ouvir opiniões de alguns amigos as 5 + do Strip são:

1-Eurythmics - Sweet Dreams (Essa é uma clássica e foi usada no filme Streptease com Demi Moore)
2-Joe Cocker - You can leave you hat on (essa foi usada no filme 9 semanas e 1/2 de amor,delicia! Dá para brincar de mensagem subliminar, afinal o que o casal do filme ficou fazendo o filme todo?)

3-Justify My Love-Madonna (Adooro, basta dizer que é da Madonna)
4-Maria Maria lyrics by Carlos santana
5- Nasty Naughty Boy by Christina Aguilera (abuse do espartilho, quem sabe uma piteira e batom vermelho. Obs: batom vermelho somente se o parceiro não for casado)


Outras dicas:

1-The Pussycat Dolls - Buttons[remix] (para os mais moderninhos)
2-Dee Joy - Trust Me (para os mais românticos, o estilo amorzinho gostoso!)
3-Is This Real-Lisa Hal
4- Feeling love-Paula Cole
5- LuGuessa feat (Essa foi indicação dos meus amigos gays vou contar com o fato que disso eles entendem)
4-Falco - Rock me Amadeus (Uma das mais usadas pelos streps de boat, o público GLS costuma se agradar)
5-Rhythm is a dancer (Outra classica)
6-Marvin Gaye - Let's Get It On (clássica, adooro! Indicação das minhas amigas lésbicas)
7-Gold digger Jamie Fox (para mexer bem os quadris)
8-Mr Boombastic Shaggy (para mexer os quadris)
9-Lolli pop Lill Wayne - (para os Mordeninhos)
10-Chris Isaak Wicked Game- (Para os românticos e extremamente sedutres.Para mim essa música sendo usada em um strep tease diz: eu não estou com pressa nas preliminares. Aconselhou acompanhar com um vinhozinho!)
11-I Just Wanna Make Love To You - Etta James (Para as mais desinibidas, no estilo Marilyn Monroe. Abuse do espartilho, cinta liga...)
12-Jimi Hendrix - Red House (Se o seu namorado faz o estilo intelectual)
13-George Michael - Careless Whisper(para os romanticos. (Acho o baixinho George Michael um tesão, a pesar dele ser assumidamente gay e ter vindo ao mundo em pacote econômico, agora se o strep vai ficar bom é com você!)
14-Kylie Minogue - 2 Hearts

Selecionada a música, agora é preparar a melhor lingerie e começar a ensaiar uns passinhos, caras e bocas frente ao espelho.

Quem tiver outras sugestões envie aqui pelo blog, site, chat ou Email. Continuarei a falar sobre Streptease em futuras  postagens.

 
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