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sexta-feira, 28 de julho de 2017 0 comentários

OKJA FILME



Vi o filme OKJA achando que seria um filme fofo para passar uma tarde tranquila, só que não! Após assistido ficou um sentimento de culpa e a vontade de nunca mais comer carne na minha vida.
QUE SAUDADE DO MEU FALECIDO CACHORRO!!!



AGORA PELO AMOR DE DEUS. O BICHO ALÉM DE FOFO É INTELIGENTE E TEM OLHOS HUMANOS. Isso acaba com o coração da gente. 


domingo, 26 de março de 2017 0 comentários

TRECHOS DE A 13ª EMENDA



"O FBI colocou a militante negra Angela Davis na lista dos Dez Fugitivos Mais Procurados."
"Algo do qual temos que falar e com o que temos que lidar é a questão do crime. 

O que significa ser um criminoso nessa sociedade? Isso teve que ser rompido. E, no meu caso, Ronald Reagan era o governador da Califórnia, Richard Nixon era o presidente dos EUA. Todo o aparato do Estado estava voltado contra mim e realmente queriam me mandar para a cadeira elétrica para mandar um recado."


"O sistema tentou colocar nossa irmã sob julgamento, e ela disse: 'Não, vamos colocar você'. Ela chegou com o cabelo afro, sem tê-lo alisado. Ela podia pegar uma pena longa. A maioria das pessoas teria alisado o cabelo. Teria ido para lá com luvas brancas, orando a Jesus. Ela chegou desse jeito. E ela acabou com os promotores e saiu de lá livre."

Trechos de A 13ª Emenda, dir. Ava Duvernay
quarta-feira, 22 de março de 2017 0 comentários

A PELE - FILME



Vez por outra acabo sugerindo para vocês filmes de conteúdo mais erotizado. Como sabem gosto de provocar. Mas não precisa se preocupar que esse é bem light,  meu interesse aqui são as contrariedades vividas pelas personagens, foco no emocional.   

Obs.: O filme é bem conceitual e mais uma produção que vem com o dizer, baseado em fatos reais. Bem, para mim valeu muito a pena ter visto. 

O que temos para hoje é:

A PELE

dirigido por Steven Shainberg e no elenco, nada mais nada menos, que Robert Downey Jr. ( O carinha do Homem de Ferro) 

SINOPSE

Em 1958 a nova-iorquina Diane Arbus é uma dona de casa e mãe que trabalha como assistente de seu marido, um fotógrafo contratado por seus pais ricos. Apesar de levar uma vida respeitável, ela não consegue sentir-se confortável em seu mundo privilegiado. Uma noite, um novo vizinho chama a atenção de Diane. Este enigmático homem oferece-lhe inspiração para a descoberta de sua própria arte.

BOM FILME!
segunda-feira, 20 de março de 2017 0 comentários

Michelangelo Antonioni sobre a consternação em "A Aventura"



"Alguns filmes são agradáveis e alguns filmes são amargos; alguns filmes são leves e alguns são dolorosos. 'A Aventura' é um filme amargo e muitas vezes doloroso. É a dor dos sentimentos que acabam tendo um fim, ou dos sentimentos que você consegue vislumbrar o fim no mesmo momento em que eles nascem. Tudo isso é contado em uma língua que eu tentei manter livre de efeitos.

 Eles dizem que um filme é 'articulado em um ritmo dilatado, em relações de espaço e tempo que aderem à realidade." Essas palavras não são minhas. Eu tenho poucas palavras ao meu dispor para dizer tais coisas. Eu darei um exemplo.

Depois de assistir ao filme todos se perguntam: O que terá acontecido a Anna? Havia uma cena no roteiro - que mais tarde foi cortada, não me lembro porque - na qual Claudia, uma amiga de Anna, está com outros amigos na ilha. Eles estão fazendo todas as especulações possíveis sobre o desaparecimento da garota. Mas não existem respostas. Depois de um momento de silêncio, um deles diz: 'Talvez ela simplesmente tenha se afogado'. Claudia bruscamente se vira para ele e diz: 'Simplesmente?'

Todos se entreolham, consternados.
É isso. Essa consternação é o significado do filme"

Michelangelo Antonioni no texto "Le Avventure dell'Avventura", publicado no jornal Corriere della Sera, em 31 de maio de 1976
domingo, 6 de março de 2016 0 comentários

FILME - A LIBERDADE É AZUL

Trilogia das Cores:A Liberdade é Azul


Primeiro filme da trilogia de Krzysztof Kieslowski dedicada às cores e aos ideais da Revolução Francesa. Os demais foram A Igualdade É Branca (1994) e A Fraternidade É Vermelha (1994).

Mesmo quem diz não gostar de cinema europeu, por achá-lo chato demais,eu indico esse filme. Até porque toda regra tem uma exceção, Krzystof Kieslowski, cineasta polonês, é a exceção desse caso.

Kieslowski fez ao total 23 filmes, dentre os quais se destacam Amator (1979) - que conta a história de um cineasta abandonado pela mulher - e DECÁLOGO (1988 - feito para tv), dividido em dez partes contando cada uma, um mandamento bíblico. O destaque é o sexto mandamento, Não Amarás, que conta a história de um jovem ("Entre o amor platônico e a violência do desejo", conforme anuncia o cartaz...) que corta os pulsos ao ser rejeitado por uma mulher mais velha.

Mas sua obra-prima ainda estava por vir. Morando em Paris e desiludido com a política, Krzystof resolveu filmar as dores do mundo. A Trilogia das Cores, inspirada nas cores da bandeira francesa, e em seus significados, é um dos momentos mais poéticos do cinema nessa década.




Bleu, A Liberdade é Azul, (1993) é o primeiro e é um drama. Julie (a bela Juliette Binoche de O Paciente Inglês) perde o marido (famoso compositor) e a filha pequena em um acidente de carro. Tenta se matar mas não consegue pois se acha fraca para fazer isso. Fica só. E ser livre é, muitas vezes, difícil. Um flautista de rua lhe diz que é preciso se agarrar a algo mas ela já não quer mais nada pois bens, recordações, amigos, vínculos, são tudo armadilha. Gostaria mesmo é de pular no espaço, no céu azul, mas no fundo sabe que não se pode renunciar a tudo. Kieslowski transforma dor em sublimação. Bleu é um filme silencioso mas todos os sentimentos são para qualquer um tocar. Cada um é livre para fazer o que quiser embora a liberdade maior seja estar vivo. A fotografia é linda e a trilha sonora, do inseparável Zbigniew Preisner, sinfônica e imponente.



INFELIZMENTE O QUE TEMOS DISPONIBILIZADO NO YOUTUBE ESTÁ INCOMPLETO. PROCURE OUTRA FONTES



Se alguém ainda tem dúvidas sobre o filme ser bom:

Prêmios
GLOBO DE OURO
1994
Indicações
Melhor Filme Atriz - Drama - Juliette Binoche
Melhor Filme Estrangeiro
Melhor Trilha Sonora

FESTIVAL DE VENEZA
1993
Leão de Ouro
Melhor Atriz - Juliette Binoche
Melhor Fotografia
Prêmio OCIC
CÉSAR
1994
Melhor Atriz - Juliette Binoche
Melhor Som
Melhor Edição

Indicação
Melhor Filme
Melhor Direção de Fotografia
Melhor Música
Melhor Roteiro
Melhor Diretor - Krzysztof Kieslowski
Atriz Mais Promissora - Florence Pernel

GOYA
1994
Melhor Filme Europeu
terça-feira, 18 de novembro de 2014 0 comentários

CARIOCA ERA UM RIO


Para os desavisados, essa cidade maravilhosa aos pés dos maciços de granito e de frente para a vastidão do atlântico é, necessariamente, uma cidade criada e voltada para a vocação do mar. Ledo engano. essa (atro)cidade maravilhosa é fundada, cultivada e destruída a partir de um rio. Seu nome: carioca. Esse rio, que desce manso pelas paredes da floresta da tijuca, atravessa comunidades e mansões do Cosme Velho, corre pelo vale das laranjeiras e deságua na praia do flamengo, foi onde, ainda 1565, em meio a batalhas de portugueses, franceses e tamoios, fundou-se o que depois viria ser a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.

Após quase quatro séculos abastecendo o núcleo urbano da capital da colônia e, posteriormente, do império e da república, os inúmeros abusos feitos pela população e pelos governos destruíram o rio carioca a partir do seu uso como lixo e da invasão sistemática de suas margens. Durante o início do século XX, a ideia de progresso como o domínio transformador da cultura sobre a natureza fez com que a cidade resolvesse tampar o rio carioca em seu trecho que vai do Cosme Velho à Praia do Flamengo, privilegiando os bondes e, posteriormente, ônibus e automóveis.

Hoje, ele corre silencioso, sujo e inquieto abaixo dos pés da população que, largamente, ignora sua história. apenas durante as fortes chuvas que periodicamente atingem a cidade, lembramos que suas águas ainda circulam em sua cabeceira e a força de sua enxurrada alaga completamente a região. Apenas na sua revolta, lembramos do rio carioca. mas nunca questionamos sua destruição. O caso do rio carioca prova que o maior vândalo nesse país é o estado, e, desde 1500, o vandalismo de estado é o mais pernicioso, quando ele mesmo destrói, não educa, não atua como agente de preservação do patrimônio dos cidadãos. Um estado que vive a serviço dos interesses imobiliários, das máfias dos transportes, um estado gerente dos interesses privados, e não os da população.

Brasil, Washington, Londres. seja onde for, a história sempre se repete: o aumento desenfreado da população urbana, o crescimento das cidades e a falta de tratamento do esgoto contribuíram para a degradação dos rios. no entanto, iniciativas no mundo mostram que é possível a recuperação de rios e a humanização das cidades. Cheong gye cheon na coreia do sul, tâmisa em Londres, sena em Paris são rios vivos graças a projetos que além de resgatar a função biológica, também contemplam o resgate de suas identidades em relação às cidades. até nossos colonizadores financiaram um projeto de recuperação do rio tejo e deu certo.

A prefeitura de Seul desenvolveu um projeto orçado em us$ 380 milhões para recuperar o rio cheong gye cheon na coreia do sul. Enquanto isso, o custo dos estádios da copa do mundo já chega a r$ 8,9 bilhões. Esse valor atual supera em mais de três vezes a estimativa inicial, feita em outubro de 2007.
Carioca, tietê, pinheiros, iguaçu, paraíba do sul, doce, capibaribe....
 .... todos asfixiados pelo descaso estatal. e quantos rios cariocas não existem na cidade que podem ser recuperados para a população, seguindo exemplos do mundo inteiro? Abrir o que fechamos, renovar o que destruímos, se orgulhar de um mito de origem que envolveu povos, crenças, costumes, batalhas e visões de mundo, mas envolveu, principalmente, um rio.



sexta-feira, 14 de novembro de 2014 0 comentários

FILME- JOVEM E BELA




Título original:Jeune & Jolie
Direção:François Ozon
Gênero: Drama
duração: 1h34min
Nacionalidade:França
Ano de produção:2013
Com  Marine Vacth, Géraldine Pailhas, Frédéric Pierrot mais

SINOPSE:
Durante uma viagem de verão com a família, a jovem Isabelle (Marine Vacth) vive a sua primeira experiência sexual. Ao voltar para casa, ela divide o seu tempo entre a escola e o novo trabalho, como prostituta de luxo. A adolescente explora a sua sexualidade e logo começa a ganhar dinheiro com os seus clientes, mas um incidente irá fazer com que a sua mãe, Sylvie (Géraldine Pailhas), descubra as suas atividades secretas. Ao longo das quatro estações do ano, Isabelle irá viver diversas experiências, passando por altos e baixos.

CURIOSODADE:

PARCERIA:
Nova parceria entre o diretor François Ozon e a atriz Charlotte Rampling. Os dois trabalharam juntos em Angel e Swimming Pool - À Beira da Piscina.

Não recomendado para menores de 16 anos 


sexta-feira, 11 de abril de 2014 2 comentários

A CASA DE PEQUENOS CUBINHOS


Essa é a prova cabal de que nem sempre é possível uma cota mínima de 1h30 de duração para contar uma história completa, com começo, meio, fim e um desenvolvimento eficiente de narrativa, proposta e desfecho convincente. “A Casa de Pequenos Cubinhos” (Tsumiki No Ie) tem apenas 12 minutinhos. Uma animação sem diálogos que consegue satisfazer exatamente tudo o que esperamos de um filme excelente. Talvez boa parte dessa autoridade em nos embarcar no singelo venha da herança oriental de se contar uma história.

Nesse caso, o curta é escrito e dirigido pelo japonês Kunio Kato, que ainda faturou o Oscar de melhor curta metragem de animação no Oscar 2009. Numa cidade que estranhamente vai ficando submersa, um velhinho solitário vai construindo sempre mais uma casa por cima da outra. Numa dessas construções, seu velho cachimbo cai dentro da água e, para recuperá-lo, ele utiliza um tanque de ar para mergulhar no que já foi tomado pela inundação. Entra vários alçapões que separam todas as casas construídas, o velhinho vai resgatar toda a história de sua família através das lembranças que aqueles cômodos são capazes de associar.

Além de ser genuinamente simples, “A Casa de Pequenos Cubinhos” ainda não extrapola no bom senso ao nos envolver numa curtíssima viagem, que nos ensina o valor das nossas experiências afetivas que irão se tornar memórias no tempo adiante, no futuro, no devir. Ou seja, a obra (que de pequena só tem o tempo de duração mesmo) vai se utilizar de alguns símbolos fortes para nos apreender essa lição, como o mergulho para a recuperação da memória e a lentidão do trabalho de construção, tijolo a tijolo, para nos remontar às nossas histórias de vida.

Para quem ainda não conhece, vale tirar menos de 15 minutos do seu dia para prestigiar um pequeno notável.

sexta-feira, 14 de março de 2014 1 comentários

PAULO GOULART E NICETT BRUNO / LIVRO BIOGRÁFICO






São 60 anos de casamento e, mais do que isso, de vida artística. Não é à toa que Nicette Bruno e Paulo Goulart são considerados dois ícones do teatro, do cinema e da televisão brasileiros. Mas até agora a história desse casal, suas lutas, suas vitórias, os eventuais tropeços, nunca havia sido contada.


Neste livro-depoimento da jornalista Elaine Guerini, pela primeira vez foi registrada a incrível trajetória do casal que nos dá uma verdadeira lição de vida e de amor. Que é compartilhada pelos filhos (todos na vida artística) que também dão seus depoimentos. Mas se esta é a história do amor do casal, é também a de importantes momentos da vida artística brasileira. São quase dois livros, duas vidas, duas visões que se completam. Sem nenhuma contradição.

Para baixar acesse o link: http://aplauso.imprensaoficial.com.br/livro-interna.php?iEdicaoID=71

Também é possível fazer a leitura em uma  versão online, basta clicar no link que fica abaixo da foto de capa, na parte direita onde tem a mensagem; leia o livro na integra. Logo abaixo você pode escolher baixar no formato txt ou pdf.

Paulo Goulart e Nicette Bruno o livro biográfico Tudo em Família, escrito pela jornalista Elaine Guerini, foi  lançado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo em 2004 e se destaca pelas inúmeras fotografias que retratam a longa vida artística do casal. 
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 0 comentários

ARTES E LINGUAGEM – 220 obras para download

ARTES E LINGUAGENS: Cinema, Literatura, Imagem, Teatro e Crítica Literária


Google Drive:
https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlckRDOG5uMVZmWlU&usp=sharing

uTorrent (via Pirate Bay – cliquem em “get this torrent”):
http://thepiratebay.pe/torrent/9132456

Caso o site acima não esteja acessando, clique nesta pasta onde encontra-se todos os torrents:

https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlakRydmRmZFpjVkU&usp=sharing

ACHCAR, F. Lírica e lugar-comum
ALBANO, E. C. O gesto e suas bordas
ALBERTI, L. Da Pintura

ALTAMIRANO; SARLO. Conceptos de sociologia literária
ALTAMIRANO; SARLO. Ensayos Argentinos – De Sarmiento a la vanguardia

ANDRADE, Rosane. Fotografia e antropologia – olhares fora-dentro
ANDREW, J. Dudley. As principais teorias do cinema

ARRIGUCCI JR, D. O Cacto e as Ruínas
ARRIGUCCI JR. D. Teoria da Narrativa – Posições do Narrador

ARTAUD, A. A arte e a morte

AUMONT, Jacques. A Imagem
AUMONT, Jacques. As teorias dos cineastas
AUMONT; MARIE. Dicionário teórico e crítico de cinema

BARROS, D. Teoria Semiótica do Texto

BATAILLE, G. A Literatura e o Mal
BATAILLE, G. O erotismo
BATAILLE, G. Teoria da religião

BATISTA, A. Interpretação de textos e avaliação nas séries iniciais do ensino fundamental In Domínios da linguagem I

BAUDELAIRE, C. Escritos sobre arte
BAUDELAIRE, C. Sobre a modernidade

BAZIN, A. Charlie Chaplin
BAZIN, A. O cinema – Ensaios

BECKETT, S. Proust
BENEDICT, Ruth. O crisântemo e a espada
BENSE, Max. Pequena estética

BENVENISTE, E. O aparelho formal da enunciação.
BENVENISTE, E. Problemas de linguística general

BERNADET, J. O que é cinema
BERTRAND, Denis. Caminhos da semiótica
BESSA, M. Histórias positivas – A literatura (des)construindo a aids
BLANCHOT, Maurice. O Livro Por Vir
BO BARDI, Lina; ELITO, Edson. Teatro oficina
BOSI, A. O Ser e o tempo da poesia
BOSI, V. Tal ser, tal forma – comentários a textos inéditos de Ana Cristina César
BOWEN; BO. O curso do rio
BRAIT, B. A personagem

BROWN, D. Inferno
BROWN, D. O símbolo perdido
BUARQUE, C. Budapeste
BUARQUE, C. Leite Derramado
BUCCI, Eugênio (org). A TV aos 50
BUCK-MORSS, Susan. A tela do cinema como prótese de percepção

BUKOWSKI, C. A Mulher Mais Linda da Cidade
BUKOWSKI, C. Ao Sul de Lugar Nenhum
BUKOWSKI, C. Crônica de um Amor Louco
BUKOWSKI, C. Fabulário Geral do Delírio Cotidiano
BUKOWSKI, C. Factotum
BUKOWSKI, C. Hollywood
BUKOWSKI, C. Misto Quente
BUKOWSKI, C. Mulheres
BUKOWSKI, C. Numa Fria
BUKOWSKI, C. O Capitão Saiu Para o Almoço
BUKOWSKI, C. Pedaços de um Caderno Manchado de Vinho
BUKOWSKI, C. Pulp

BURCH, Noël. Praxis do cinema
BURUCÚA, J. História, arte, cultura

CABANNE, Pierre. Marcel Duchamp – Engenheiro do tempo perdido

CALVINO, Italo. Contos Fantásticos do Século XIX
CALVINO, Italo. Por Que Ler os Clássicos

CANDIDO, A. A Educação Pela Noite
CANDIDO, A. Ficção e confissão
CANDIDO, A. Iniciação à Literatura Brasileira

CARAMELLA, E. História da Arte – Fundamentos Semióticos
CARPEAUX, Otto Maria. História da literatura ocidental
CARRIERE, J-C. A linguagem secreta do cinema
CARVALHAL, T. Literatura comparada
CHAUCER, G. Os Contos de Cantuária
COELHO, M. Crítica Cultural Teoria e Prática
COREGNATO; MUTTI. Análise do discurso

CORTÁZAR, J. Obra crítica, vol. 1
CORTÁZAR, J. Obra Crítica, vol. II
CORTÁZAR, J. Obra Crítica, vol. III
CORTÁZAR, J. Válise de Cronópio

COSTA, Antonio. Compreender o cinema
COSTA, Flavia. O primeiro cinema – espetáculo, narração, domesticação
CRIMP, Douglas. Sobre as Ruínas do Museu – A Arte da Exposição
CULLER, Jonathan. Teoria Literária – Uma Introdução

D’AGOSTINHO, Carmelo. Arte moderna, uma monstruosidade
DA MATTA, Roberto. Carnavais, malandros e heróis
DA-RIN, Silvio. Espelho partido – tradicao e transformacao documentário
DE PAULA; SPERBER (org). Teoria Literária e Hermenêutica Ricoeuriana
DIDION, J. O Ano do Pensamento Mágico – literatura
DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual.
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Memórias do Subsolo
DUARTE, Rogério. Tropicaos
DUBOIS, P. Cinema, video, Godard

ECO, U. Interpretação e superinterpretação
ECO, U. Obra Aberta
ECO, U. Semiotica e filosofia da linguagem
ECO, U; MARTINI, C. M. Em que creem os que não creem – Um diálogo sobre a ética no fim do milênio

EISENSTEIN, S. O sentido do filme
EISNER, Lotte H. A tela demoníaca
EKIZIAN, C. (org). Sobre a gramática da língua armênia
ELIA, L. O conceito de sujeito

FAVARETTO, Celso. Tropicália alegoria alegria
FAVERO; ANDRADE; AQUINO. Oralidade e escrita – perspectivas para o ensino de língua materna
FAYE, Jean-Pierre. Introdução às linguagens totalitárias
FIDALGO, A. Semiótica – A lógica da Comunicação
FIORIN, J. Linguagem e Ideologia
FLORY, Suely Fadul Villibor. O Leitor e o Labirinto
FONTENELE, Laéria. A Interpretação (Passo-a-Passo)
FRANCE, Anatole. Os Deuses tem Sede
FREIRE, A. Gramática grega

GANCHO, C. Como analisar narrativas
GEADA, Eduardo. O cinema espetáculo
GEADA, Eduardo. O imperialismo e o fascismo no cinema
GILMOUR, David. O clube do filme
GOLDEMBERG, Miriam – Nu Vestido (Org.)
GREIMAS, A. J. (Org.). Ensaios de Semiótica poética.
GREIMAS, A. J. Semântica Estrutural – pesquisa de método.
GROTOWSKI, J. Em busca de um teatro pobre

HUGO, Victor. Do grotesco e do sublime – crítica literária
HUXLEY, Aldous. Admirável Mundo Novo

ISER, Wolfgang. A Arte parcial – A interpretação Universalista IN O ato da leitura.
JAKOBSON, R. Linguística, poética, cinema
JAUSS, Hans. A história da literatura como provocação à teoria literária

KEHDI, V. Formação de Palavras em Português
KEHDI, V. Morfemas do português
KELLNER, Douglas. A cultura da Mídia

LA FORET, C. Nada
LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo
LESKY, Albin. A Tragédia Grega
LINS, Daniel. Artaud o artesão do corpo sem órgãos
LINS, Osman. Melhores Contos
LINS, R. A Cama na Varanda

LISPECTOR, C. A hora da Estrela
LISPECTOR, C. A legião estrangeira
LISPECTOR, C. A via crucis do corpo
LISPECTOR, C. Clarice na cabeceira
LISPECTOR, C. Felicidade Clandestina
LISPECTOR, C. Laços de família
LISPECTOR, C. Perto do Coração Selvagem

LONGINO. Do sublime

MACIEL, M. E. (org). A palavra inquieta – Homenagem a Octávio Paz
MAGALHAES, C. (Org.). Reflexões sobre a análise crítica do discurso
MAIA, E. No reino da fala

MAINGUENEAU, D. Análise de textos de comunicação
MAINGUENEAU, D. Novas Tendências em Análise do Discurso

MANGUEL, A. Uma história da leitura
MARIA, L. O que é conto
MARQUEZ, Gabriel G. Como Contar Um Conto
MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica
MASCARELLO, F. (org). Historia do cinema mundial
MATTELART, A. A globalização da comunicação
MCLUHAN, M. Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem
McQUAIL, D. Teorias da Comunicação de Massas
MIRANDA, B. Borges – metodologias e práticas para críticas utópico-contextualistas
MOISÉS, Massaud. A literatura portuguêsa através dos textos
MORAES, J. Jota de. O Que é Música (Primeiros Passos)
MORETTI, F. O Romance, história e teoria – novos estudos CEBRAP nr. 85
MOSCOVICH, C. O Reino das Cebolas – contos e narrativas
MOSCOVITZ; GRANCHER. Para que serve uma análise
MUSSALIM; BENTES (org). Introdução à Linguística – Domínios e Fronteiras – Vol. 1

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ORLANDI, Eni P. Análise do discurso – Princípios & procedimentos
ORWELL, G. 1984
OUDART, J-P. O efeito de real
OZENFANT; JEANNERET. Depois do Cubismo

PALAHNUIK, C. Clube da Luta
PASSOS; KASTRUP; ESCÓSSIA (org.) Pistas do método da cartografia
PAULA; SPERBER (orgs.). Teoria literária e hermenêutica ricoeuriana

PAZ, Octavio. A dupla chama amor e erotismo
PAZ, Octavio. Claude Lévi-Strauss ou o Novo Festim de Esopo

PEDROSA, Célia (org.) Mais poesia hoje
PENAFRIA, M. (org.). Estéticas do digital

PESSOA, F. O banqueiro anarquista
PESSOA, F. Poemas Escolhidos

PETIT, Michele. Os jovens e a leitura

PIGNATARI, D. Contracomunicação
PIGNATARI, D. O Que é Comunicação Poética

PLUTARCO. Obras Morais – O Banquete dos Sete Sábios
PLUTARCO. Obras morais sobre a Amizade
PLUTARCO. Obras morais sobre o amor

POE, Edgar Allan. A queda da casa de Usher
PROENÇA FILHO, D. A linguagem literária
PROUST, M. Em busca do tempo perdido, vol 1. No caminho de Swann

RAMOS, José Mário Ortiz. Cinema, Estado e lutas culturais
REBOUL, O. Introdução à retórica
RENOIR, Jean. O passado vivo
RIBEIRO, João Ubaldo. A arte e a ciência de roubar galinha
RIO, João do. A alma encantadora das ruas
RIPELLINO, A. Maiakóvski e o teatro de vanguarda

ROCHA, Glauber. O século do cinema
ROCHA, Glauber. Revisão crítica do cinema brasileiro
ROCHA, Glauber. Revolução Do Cinema Novo

ROSENFELD, Anatol. Aspectos do romantismo alemão in texto e contexto
RYNGAERT, Jean Pierre. Ler o teatro contemporâneo

SADOUL, G. História do cinema mundial Volume I – Das origens a nossos dias
SAINT-EXUPERY, A. O pequeno príncipe
SALDANHA, Nelson. Da teologia a metodologia
SARAMAGO, José. Folhas políticas
SARLO, Beatriz. Escritos sobre Literatura Argentina
SARMIENTO, D. Facundo
SAUSSURE, F. Curso de Linguística
SCHOLLHAMMER, K. Alem do visível – o olhar da literatura
SCHWARZ, R. O Fio da Meada (sobre o filme Cabra Marcado para Morrer)
SCHWARZ, R. 19 princípios da crítica literária In O Pai de família e outros Estudos.
SCLIAR, Moacyr. A Face Oculta
SILVA, Mariane. Construção do self semiótico
SOARES, A. Gêneros Literários
SÓFOCLES. Edipo-Rei
SOUZA, R. Teoria da literatura
SOUZA, S. Infancia e Linguagem
STANISLAVSKI, Constantin. A preparação do ator
STRICKLAND, C. Arte comentada – da pré-história ao pós-modernismo

TODOROV, T. As estruturas narrativas
TODOROV, T. Literatura y Significacion
TODOROV, T. O homem desenraizado
TODOROV, T. O Jardim Imperfeito
TODOROV, T. Pessoas comuns & fragmentação In Em face ao extremo
TODOROV, T. Poética da Prosa
TODOROV, T. Teorias do Símbolo

TORAL, André. Imagens em desordem – A Iconografia da guerra do Paraguai
VERISSIMO, E. Olhai os lírios do campo
VIRILIO, Paul. Guerra e cinema

WATZLAWICK; HELMICK; JACKSON; Pragmática da comunicação humana
WEEDWOOD, B. História concisa da linguística
WOOD, James. Como funciona a ficção

XAVIER, Ismail. O cinema brasileiro moderno

XAVIER, Ismail (org). A Experiência do Cinema
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013 0 comentários

Deleuze, Foucault e Rancière – 65 obras para download

Michel Foucault, Gilles Deleuze e Jacques Rancière


Google Drive:
https://drive.google.com/folderview?id=0B2fYI0opdjTISVdUQjBiMlJIT2s&usp=sharing

uTorrent: 
http://thepiratebay.pe/torrent/8937980

Caso o site acima não esteja acessando, clique nesta pasta onde encontra-se todos os torrents:
https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlakRydmRmZFpjVkU&usp=sharing

DELEUZE, G. A Filosofia Crítica de Kant
DELEUZE, G. A Ilha Deserta e outros textos
DELEUZE, G. A imagem-tempo, Cinema, vol. 2
DELEUZE, G. Bergsonismo
DELEUZE, G. Conversações
DELEUZE, G. Crítica e Clínica
DELEUZE, G. Derrames-entre el capitalismo y la esquizofrenia [espanhol]
DELEUZE, G. Diferenca e repetição
DELEUZE, G. Empirismo e Subjetividade
DELEUZE, G. Espinosa e o Problema da Expressão
DELEUZE, G. Espinoza – filosofia prática
DELEUZE, G. Foucault
DELEUZE, G. Kafka – Por Uma Literatura Menor
DELEUZE, G. Lógica do Sentido
DELEUZE, G. Nietzsche e a Filosofia
DELEUZE, G; GUATARRI, F. Mil Platôs – Capitalismo e Esquizofrenia v.4
DELEUZE, G; GUATARRI, F. Mil Platôs – Capitalismo e Esquizofrenia v.5
DELEUZE, G; GUATTARI, F. Mil Platôs – Capitalismo e Esquizofrenia, vol. 3
DELEUZE, G; GUATTARI, F. Mil Platôs – Capitalismo e Esquizofrenia, vol. 2
DELEUZE, G; GUATTARI, F. O anti-édipo – capitalismo e esquizofrenia, vol. 1
DELEUZE, G; GUATTARI, F. O que é Filosofia
DELEUZE, G; PARNET, C. Diálogos
DELEUZE, G; SILVA, T. Guia de leitura de 'Diferença e repetição'

FOUCAULT, M. A arqueologia do saber
FOUCAULT, M. A hermenêutica do sujeito [escaneada]
FOUCAULT, M. A hermenêutica do sujeito [transcrita]
FOUCAULT, M. A Linguagem ao Infinito
FOUCAULT, M. A Ordem do Discurso
FOUCAULT, M. A verdade e as formas jurídicas
FOUCAULT, M. A vida dos homens infames
FOUCAULT, M. As palavras e as coisas [escaneada]
FOUCAULT, M. As palavras e as coisas [transcrito]
FOUCAULT, M. Do governo do vivos
FOUCAULT, M. Doença Mental e Psicologia
FOUCAULT, M. Em defesa da sociedade
FOUCAULT, M. Estética – literatura e pintura, música e cinema [Ditos & Escritos III]
FOUCAULT, M. Estratégia – Poder-Saber. Ditos e escritos, vol. 4
FOUCAULT, M. Estruturalismo e pós-estruturalismo
FOUCAULT, M. Eu, Pierre Rivière, que degolei minha mãe…
FOUCAULT, M. História da loucura na idade clássica
FOUCAULT, M. História da sexualidade I – vontade de saber
FOUCAULT, M. História da sexualidade II – o uso dos prazeres
FOUCAULT, M. História da sexualidade III – o cuidado de si
FOUCAULT, M. Isto não é um cachimbo
FOUCAULT, M. Microfísica do Poder
FOUCAULT, M. Nascimento da Biopolítica
FOUCAULT, M. Nietzsche, Freud e Marx
FOUCAULT, M. O Governo de Si e dos Outros
FOUCAULT, M. O Nascimento da Clínica
FOUCAULT, M. O que é um autor
FOUCAULT, M. Os Anormais
FOUCAULT, M. Segurança, território, população
FOUCAULT, M. Verdade e subjetividade
FOUCAULT, M. Vigiar e Punir
FOUCAULT, M; CHOMSKY, N. La Naturaleza Humana

RANCIÈRE, J. A partilha do sensível – estética e política
RANCIÈRE, J. De uma imagem à outra… Deleuze e as eras do cinema
RANCIÈRE, J. Ética, estética e política. In Revista Urdimento
RANCIÈRE, J. La palabra muda – ensayo sobre las contradicciones de la literatura
RANCIÈRE, J. Literatura impensável. in Políticas da Escrita
RANCIÈRE, J. O conceito de anacronismo
RANCIÈRE, J. O Desentendimento – Política e Filosofia
RANCIÈRE, J. O Inconsciente Estético
RANCIÈRE, J. O mestre ignorante – cinco lições sobre a emancipação intelectual
RANCIÈRE, J. Paradoxos da arte política
quarta-feira, 21 de agosto de 2013 0 comentários

FILME-SALVE GERAL


Quem gostou de assistir TROPA DE ELITE acredito que irá gostar desse filme.
Baseado nos ataques realizados pelo PCC à cidade de São Paulo, em maio de 2006,
SALVE GERAL foi o representante do Brasil no Oscar 2010 concorrendo como melhor filme estrangeiro.

Lúcia (Andréia Beltrão) é uma viúva de classe média que sonha em tirar o filho Rafael (Lee Thalor), de 18 anos, da prisão. Em suas frequentes visitas à penitenciária ela conhece Ruiva (Denise Weinberg), advogada do Professor (Bruno Perillo), líder do Comando. As duas ficam amigas e logo Lúcia é usada em missões ligadas à organização criminosa. Precisando do dinheiro, ela aceita realizar as tarefas. Paralelamente o Comando passa por uma luta interna pelo poder, ampliada pelo confronto dos prisioneiros com o sistema carcerário. Quando o governo decide transferir, de uma só vez, centenas de presos para penitenciárias de segurança máxima no interior do estado, o Comando envia a ordem para que seus integrantes realizem uma série de ataques em pleno Dia das Mães, deixando a cidade de São Paulo sitiada.


DURAÇÃO: 1h 20min.
GÊNERO: drama , susense
DIREÇÃO: Sergio Rezende
LANÇAMENTO: 2009

BOM FILME!

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FILME-SEM CONTROLE


Falando sério, filme nacional autoral e bom demais.
Tres coisas que me agradam de cara nesse filme é por ser uma trama psicológica, ter sido dirigido por uma mulher a Cris d'Amato, a outra é a presença do gratíssimo Eduardo Moscovis.

O filme é sedutor, carregado na medida certa daquele erotismo característico do cinema brasileiro.
Quem lembra da série " Presença de Anita"? Pois é isso que rola com o personagem Danilo.

Danilo (Eduardo Moscovis) é um diretor de teatro obcecado com a injustiça cometida contra o fazendeiro Manoel da Motta Coqueiro,
caso que iniciou o processo de extinção da pena de morte no Brasil. Estimulado por uma mulher linda e misteriosa, Danilo passa a ensaiar uma peça sobre a vida de Motta Coqueiro, com ele próprio interpretando o fazendeiro e os demais personagens sendo vividos por pacientes psiquiátricos.
Não falo mais nada para não tirá a graça do filme.

Obs.: achei as técnicas de filmagem muito bem empregadas para o contexto do filme.

BOM FILME!

GÊNERO: drama/romance
LANÇAMENTO: 2007
DURAÇÃO: 1h 30 min.

terça-feira, 14 de maio de 2013 0 comentários

CHEQUE MATE- Porta curta Petrobrás



Um site de curtas metragens sensacional! Vale colocar nos favoritos.

Para mostrar a qualidade do acervo, apresento um curta metragem que acho simples e genial. O curta se chama Cheque Mate e é, simplesmente, sensacional e surpreendente.

No elenco, Paulo José, Zezé Polessa, Soraia Ravenle e outros.


Segue o link http://portacurtas.org.br/filme/?name=cheque_mate 

Vale a pena é surpreendente e genial.



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quinta-feira, 25 de abril de 2013 0 comentários

MORRER DE AMOR



                                                                George Valentin


O filme 'O Artista', que ganhou o Oscar, ainda está em cartaz nos cinemas. Conta a história de George Valentin, uma das maiores estrelas do cinema mudo na Hollywood dos anos 20, que cai no esquecimento após o surgimento do cinema falado.

O cinema foi uma invenção do final do século XIX e multiplicou as possibilidades do erotismo artístico, antes limitado à pintura e gravuras. A imagem em movimento trouxe um realismo impensável ao erotismo. Em 1910, o cinema invadiu a América e a Europa. O primeiro símbolo sexual masculino do cinema foi Rodolfo Valentino (1895 - 1926). O Sheik, misterioso personagem vivido por ele, era adorado por uma geração inteira de mulheres, que suspiravam quando o viam na tela.

Ele tinha um olhar sedutor que parecia dizer: "Te amo, te desejo". Muitos homens americanos se julgavam sheiks e beijavam a mão de suas namoradas, imitando o personagem. Mas Valentino acabou sendo visto também como uma ameaça ao homem americano. Os que se sentiam ameaçados evitavam levar suas mulheres ao cinema nos filmes dele, porque elas ignoravam seus maridos ali ao lado e ficavam extasiadas com o ídolo.

Os jornais acusaram o astro de ser bissexual e macular o bom nome de macho americano. Rodolfo Valentino morreu de úlcera aos 31 anos. E essas críticas quanto à sua orientação sexual, numa época muito preconceituosa, não impediram o suicídio de várias mulheres americanas e nem impediu que muitas outras, no mundo inteiro, derramassem lágrimas copiosas. Mais de 30 mil fãs acompanharam o funeral. Hollywood, aproveitando a publicidade, fez seu esquife percorrer todo o país, muitas vezes.

Mas o suicídio pelos ídolos não era novidade. O livro "Os sofrimentos do jovem Werther", do escritor alemão Goethe, foi lançado no século XVIII e causou furor. No final, o jovem Werther, ao saber que sua amada Lotte preferiu outro, se suicida por amor com um tiro na cabeça. Toda uma geração de jovens adultos alemães, franceses e ingleses caiu numa "febre de Werther". Menos inofensivo do que copiar os sentimentos de Werther alguns leitores acharam que tinham de seguir o infeliz herói até o final, suicidando-se após a leitura.

Para tentar evitar atitudes radicais como estas, as edições seguintes vieram com a advertência: "Seja homem e não me siga".

REGINA NAVARRO LINS
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 1 comentários

CHARLIE CHAPLIN PEQUENO, GRANDE, GÊNIO



O destino de Charlie Chaplin estava previamente traçado já no seu nascimento. Sua mãe era atriz de comédias e seu pai artista do music-hall. O fato de seu pai ter abandonado a família quando Charles ainda era pequeno e o fim da carreira de sua mãe, devido a um problema na laringe, obrigou-o a subir em um palco aos 5 anos de idade. Aos 8, seu conseguiu que fosse contratado pela companhia de bailarinos chamada Eight Lancashire Lads.

Em 1901, assinou seu primeiro contrato estável como ator. Nesse mesmo ano começou a atuar no Circo Casey, onde desenvolveu boa parte das habilidades cômicas que o fariam famoso alguns anos depois.
Seu irmão, Sidney, o apresentou ao acrobata Fred Karno, que o contratou para atuar em sua companhia e, em 1909, Chaplin seguia para Paris, onde faria sua primeira temporada. Um ano depois, Karno o transformou no primeiro ator da companhia nas representações que faria na América do Norte.
Essa tournée iria ser a responsável pela entrada de Chaplin no cinema, como contratado da Keystone Comedy Film Company de Mack Sennett, em 1913, com um salário de 150 dólares por semana.

Foi no segundo filme na Keystone, Corrida de automóveis para meninos (1914), que surgiu o personagem inesquecível de Chaplin. Sennett lhe pediu que se vestisse de maneira engraçada e, segundo palavras do próprio Chaplin: 'Pensei que poderia usar umas calças muito grandes e uns sapatos enormes, além de uma bengala e um chapéu coco.Queria que tudo fosse contraditório: as calças folgadas, o paletó apertado, o chapéu pequeno e os sapatos enormes. Não sabia se deveria parecer velho ou jovem, mas quando me lembrei que Sennett tinha pensado que eu era bem mais velho, coloquei um bigodinho que me daria alguns anos, sem esconder minha expressão'.


Em 1915, consegue um contrato com a Essanay, ganhando 1.250 dólares semanais e uma bonificação de 10.000 dólares, e em 1916, com a Mutual, por 10.000 dólares semanais e uma bonificação inicial de 150.000 dólares.Esse investimento o faz montar uma equipe de colaboradores que iria acompanhá-lo por bastante tempo, como o câmera Rollie Totheroh e os atores Eric Campbell, Henry Bergman, Albert Austin e Edna Purviance. Então surgem as primeiras obras-primas como Carlitos no Armazém (1916), Rua da Paz (1917), O balneário (1917) e O emigrante (1917). O sucesso faz com que a produtora coloque o estúdio Lone Star, em Los Angeles, à disposição de Chaplin, dando a condição para que ele possa trabalhar e criar à vontade.

Em 1919, une-se a Douglas Fairbanks, Mary Pickford e David Griffith para criarem uma companhia própria, a United Artists.
Antes de se dedicar à UA, Chaplin tem que realizar os filmes que 'deve' do contrato anterior, de onde saem novas obras primas como: Vida de cachorro (1918), Ombro, armas ! (1918), O peregrino (1923) e O garoto (1923). A primeira comédia de Chaplin para a United Artists só é realizada em 1925, mas a espera valeu a pena. Em busca do Ouro é uma das melhores peças do trabalho de Chaplin.

Em junho de 1925, nasce Charlie Chaplin Jr., resultado de seu relacionamento com Lita Grey. Chaplin já havido se casado uma vez em 1918 com Mildred Harris, com quem teve um filho que morreu logo após o parto, mas o casamento durou pouco. Com Lita ainda um segundo filho, Sydney Earle, nascido em março de 1926. O casal se divorciou em 1927.

Quando Chaplin começou as filmagens de Luzes da cidade em 1928, o cinema já havia entrado na era do som, mas ele decidiu que sua arte ainda não cederia a esta nova condição - 'A beleza plástica continua sendo a coisa mais importante do cinema. O cinema é uma arte pictórica'. E Luzes da cidade apesar de possuir uma trilha sonora, não apresentava nenhum diálogo.

Nos anos 30, Chaplin realizaria apenas dois trabalhos, mas que foram, sem dúvida, os mais importantes de sua carreira. Em 1936 filmou Tempos Modernos , uma sátira sobre a alienação do trabalho e, em 1940 filma O Grande Ditador , uma das primeira reações do cinema à figura de Hitler o ao nazismo. Estes dois filmes colocaram Chaplin na lista negra dos movimentos anticomunistas, apesar dos EUA estarem em guerra contra a Alemanha e aliados à URSS.

Nessa época Chaplin já havia conhecido Oona O'Neil sua quarta esposa (Paulette Goddard foi seu 3º casamento, que durou de 1933 à 1941), com quem se cas em 1943. Monsieur Verdoux é filmado em 1947. Chaplin enfrenta nesse período o Comitê de Atividades Antiamericanas, onde figura como membro da lista de testemunhas hostis. Apesar desse ambiente desfavorável, Chaplin rodou Luzes da Ribalta (1952), um drama sobre um artista decadente que dedica seus últimos anos de vida a incentivar a carreira de uma jovem bailarina. Em setembro deste ano, Chaplin e sua família pressionados pelo Departamento de Imigração, embarca para Londres e logo em seguida fixa residencia na Suiça. Um rei em Nova York (1956) é sua vingança definitiva às humilhações passadas nos EUA.

Em 1971, ganha um Oscar pela sua 'incalculável contribuição ao cinema', e em 1972 ganha o Oscar de melhor trilha sonora por Luzes da ribalta , 20 anos após sua estréia. Na madrugada do Natal de 1977, o cinema e o mundo perdiam, para sempre, a alegria de Charlie Chaplin.

Sómente em 1992, o cinema se dignou a homenagear um de seus maiores criadores. O diretor Richard Attemborough filma Chaplin, com uma bela atuação de Robert Downey Jr como protagonista e nomes como Dan Aykroyd e Anthony Hopkins no cast. Geraldine Chaplin, sua filha, é que representa o papel da mãe de Charlie Chaplin, com uma atuação emocionante.




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Charlie Chaplin




Sir Charlie Spencer Chaplin foi ator, diretor, produtor e autor cinematográfico.

Considerado o maior ator da história do cinema, Chaplin é aclamado por muitos como o maior artista que já existiu.
Chaplin inspirou a vida de muitas pessoas com suas comédias e personagens criativos, atingindo fama mundial através do cinema mudo.

SUA VIDA
Chalie Chaplin nasceu em Londres, no dia 16 de abril de 1889.
Sua família era pobre e Chaplin passou grande parte de sua infância em um orfanato.
Chaplin nunca soube a identidade de seu pai verdadeiro. Sua mãe, Hannah, era uma atriz mal sucedida que passou a infância de Chaplin em institutos psiquiátricos.
Chaplin e seu irmão cresceram como órfãos.

Charlie Chaplin

Seu padrasto era alcoólatra, tendo abandonado sua mãe quando Chaplin ainda era criança.

Charlie Chaplin
Desde os cinco anos, Chaplin e seu meio-irmão Sidney faziam apresentações pelas ruas. Chaplin deixou a escola aos 10 anos e foi trabalhar como mímico. Em 1910, ele viajou para os Estados Unidos com seu grupo de mímica, os Comediantes Silenciosos de Fred Karno, permanecendo no país.
Em 1913, Chaplin juntou-se aos Estúdios Keystone, na Cidade de Nova Iorque. Sua primeira aparição no cinema foi em 1914, no filme “Carlitos Repórter”, que lhe trouxe fama nacional. Ainda em 1914, com o filme “Corridas de Automóveis para Meninos”, surgiu o personagem do Vagabundo, representado pelo próprio Chaplin. O Vagabundo se tornaria um marco na carreira de Chaplin.

Em 1918 Chaplin criou seu próprio estúdio, o United Artists, juntamente com Douglas Fairbanks, Mary Pickford e D. W. Griffith. Permaneceu sócio do estúdio até 1952. Na United Artists, Chaplin tornou-se a primeira, e provavelmente a única pessoa a controlar todos os setores da produção cinematográfica, incluindo seleção de elenco, direção, produção, edição e atuação.
Em 1927, na industria cinematográfica, o som foi o introduzido à produção de filmes. Chaplin se recusou a adicionar voz aos seus personagens, continuando a trabalhar com a mímica. Chaplin apenas veio a mudar de linha em 1940, com seu primeiro filme falado, em um de seus melhores filmes, O Grande Ditador.

                                        Cena do filme O Grande Ditador

Apesar de ter vivido décadas nos Estados Unidos, Chaplin nunca se tornou um cidadão americano. Ele se considerava um cidadão do mundo, rejeitando e ridicularizando qualquer tipo de patriotismo.
Durante a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria, Chaplin fez trabalhos com mensagens políticas: na Segunda Guerra Mundial, ele criticou Hitler e os Nazistas, e na Guerra Fria ele expressou sua simpatia em relação aos pacifistas e comunistas. Por causa de alguns de seus filmes politizados, Chaplin acabou vítima da campanha anti-comunista de Joseph McCarthy, conhecida como Macartismo ou “a caça às bruxas”. O FBI criou um dossiê contendo 2.000 páginas sobre o artista, sem nenhuma prova de que ele era comunista.
Em 1952, dois dias após partir para a Inglaterra para promover seu novo filme, Chaplin teve seu visto de entrada para os Estados Unidos removido. Ele então foi morar na Suíça, onde viveu até o fim de sua vida com sua esposa Oona e sua família.

Em 1972, 20 anos após ter tido seu visto americano confiscado, Chaplin foi convidado a voltar aos Estados Unidos para receber um Prêmio Honorário, na cerimônia de entrega do Oscar, por suas contribuições à indústria cinematográfica. Na premiação, Chaplin recebeu a maior ovação de toda a história do Oscar.
Três anos depois, em 1975, Chaplin recebeu uma das maiores honrarias que um artista pode receber: foi condecorado Cavaleiro do Império Britânico pela rainha Elizabeth II, obtendo assim seu título de Sir.

Apesar de muito admirado por seu trabalho, Chaplin era freqüentemente criticado em sua vida pessoal. Casou quatro vezes, sempre com mulheres bem mais jovens, e estas uniões não duravam muitos anos. Com sua segunda esposa, Lita Grey, Chaplin teve 2 filhos, e com a quarta esposa, Oona O´Neil, teve oito filhos.
Oona tinha apenas 18 anos quando se casaram em 1943. O casal permaneceu junto até a morte de Chaplin, em 25 de dezembro de 1977.

Suas Obras
Charlie Chaplin foi sem dúvida um dos verdadeiros gênios da história da sétima arte. Em toda sua obra, o Vagabundo permanece como sendo o seu personagem mais famoso e adorado, aparecendo em mais de 70 filmes.
Em vários filmes, O Vagabundo faz de tudo pela mulher que ele adora, finalmente entendendo que elas nunca se apaixonariam por um vagabundo como ele.
O Vagabundo usava um fraque, sapatos grandes, um chapéu e uma bengala. O personagem foi inspirado na infância pobre do próprio Chaplin, O Vagabundo tornou-se uma figura humana, adorada em todo o mundo.
Chaplin hesitou em adicionar o som a seus filmes até 1931, com Luzes da Ribalta. Nele, o Vagabundo continuou se expressando através de mímica, vivendo um amor platônico por uma vendedora de flores cega. Chaplin adicionou trilha e efeitos sonoros ao filme, mas nenhum dialogo. A partir de então ele passou a compor trilhas sonoras para seus filmes e adicionou música a alguns de seus antigos clássicos.
O Vagabundo somente recebeu voz ao cantar uma música no filme Tempos Modernos (1936). Em seguida, Chaplin abandonou o papel do Vagabundo e passou a representar personagens diversificados. Esta transição é marcada por O Grande Ditador (1940).
O Grande Ditador (1940) foi o primeiro filme de Chaplin inteiramente falado, uma mescla de comédia com uma afiada e irônica crítica política. Chaplin representa dois papéis no filme, o de um barbeiro judeu e o de um ditador, um “Hitler” do país da Tomania. Outro personagem da obra, Benzino Napaloni de Bactéria, é uma caricatura fiel de Benito Mussolini.
Em 1947, Chaplin lançou o filme Monsieur Verdoux, um trabalho brilhante com uma distinta visão do pós-guerra e pós-Holocausto.


Entre as mais importantes obras de Charlie Chaplin estão:
O Garoto (1921)
Pastor de Almas (1923)
Em Busca do Ouro (1925)
O Circo (1928)
Luzes da Cidade (1931)
Tempos Modernos (1936)
O Grande Ditador (1940)
Monsieur Verdoux (1947)
Luzes da Ribalta (1952)
Um Rei em Nova Iorque (1957).







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domingo, 3 de fevereiro de 2013 2 comentários

FAVELA SENDO REPRESENTADA NO CINEMA DE 1935




Lançado em 1935,quando atrizes eram mal vistas e mesmo hostilizadas pela sociedade,

Favela dos Meus Amores foi produzido por Carmen Santos e dirigido por Humberto Mouro.
Tendo por conhecimento que mesmo nos dias atuais o mundo das produções cinematográficas é quase exclusivamente masculino o fato de termos uma mulher como produtora torna o filme no minimo curioso. No entanto o que desejo salientar é o pano de fundo onde se desenvolve a trama - FAVELA- denuncia o título.

Enquanto o governo do Brasil representado por Getúlio Vargas esforçava-se por meio da censura para camuflar a massiva presença de negros e a pobreza existente no país, principalmente em respeito a capital tupiniquim. E o mercado brasileiro estava sendo tomado por produções norte americanas que impunham seu modelo de cinema hollywoodiano com mocinhas, bandidos e lugares de estética perfeita, Favela dos Meus Amores usa por cenário o morro. Não como um lugar de triste desordem ou violência, e sim como lugar de suavidade, beleza e musicalidade.


A impressa da época destacou a interpretação de Armando Louzada como "Nhonhô", alusão clara o a sambista carioca Sinhô.As canções apresentadas no filme  fizeram sucesso por longos anos consagrando a dobradinha música e cinema.A ousadia de mostrar nas grandes telas a favela agradou o público e a crítica, mesmo entre as elites, porém infelizmente essa importante  película não existe mais.

Segundo Alex Viany:

"primeiro filme carioca a aproveitar um dos mais trágicos, exuberantes e musicais da vida na capital do Brasil. o morro (...) marco importantíssimo não só por construir a coisa mais séria dos primeiros anos do per[iodo sonoro , mas também por seu sentido popular, que apontava um rumo verdadeiro a nossos homens de cinema".

Segundo Jorge Amado:

"Em relação as virtudes de Favela dos Meus Amores. O que Humberto conseguiu tirá da favela(fotografias absolutamente admiráveis) com motivo de emoção humana é simplesmente extraordinário. o grande morro legendário não aparece nesse filme com sua fisionomia deturpada. Muito ao contrário Humberto mouro soube conservar o ar próprio do morro, a sua vida miserável e, no entanto com tanta beleza os pretos e as mulatas do morro que movimentam o filme se revelam além de tudo artistas admiráveis. Estão de uma naturalidade espantosacomo se diante deles não estivesse a câmera.os efeitos da fotografia conseguido com as ruas das favelas estão além de toda e qualquer expectativa. nota-se também, com todos os louvores, a introdução das escolas de Samba, o maxixe dançado no cabaré, e todas as músicas do filme que são muito boas. o som também está bom, perdendo-se um numero relativamente pequeno de palavras."

Obs.: Mesmo com a maioria dos atores sendo brancos ou morenos Favela do Meus Amores acabou sendo censurado por mostrar muitos pobres e conseqüentemente negros.


Canções apresentadas em Favela dos Meus Amores:

Título: Ao luar;
Autor da canção: Barroso, Ari;
Intérprete: Santos, Carmen;

Título: Favela dos meus amores;
Autor da canção: Nássara;

Título: Quando um sambista morre;
Autor da canção: Barroso, Ari;

Título: Favela;
Autor da canção: Mesquita, Custódio;

Título: Fado, O;
Autor da canção: Vivas, maestro;
Intérprete: Orfeao Português;

Título: Todinha;
Autor da canção: Mesquita, Custódio;

Título: Ironia torturante;
Autor da canção: Caldas, Silvio;
Intérprete: Caldas, Silvio;

Título: Quase que eu disse
Autor da canção: Caldas, Silvio
Intérprete: Caldas, Silvio  



fontes:
Cinemateca Brasileira
Viany, Alex. introdução ao cinema brasileiro. rio de janeiro, MEC/INL,1956. p. 107-8.
Gomes, P.E. Salles, e Gonzaga, A. 70 anos..., op. cit., p. 90.
amado, Jorge. Favela dos Meus Amores. Boletim de Ariel, s. d. p. 30.
Filmografia: Censura Federal, Rio de Janeiro, entre 01 e 15.10.1935; renovação de Censura Federal (com metragem de 2.600m), para a Brasil Vita Filmes, entre 16 e 31.08.1946.




domingo, 25 de novembro de 2012 0 comentários

FILME-Eu Tu Eles







Foi meio na surpresa por que eu não sabia qual assunto seria abordado. Já conhecia o titulo e me disseram que era um bom filme nacional. E realmente valeu a pena assistir EU TU Eles. Nome tão simples quanto à simplicidade dos personagens apresentados em cena.
Quando percebi que tudo se passava no sertão nordestino, desanimei um pouco pensando que seria mais uma daquelas histórias  tristes mostrando a dura realidade da seca. No entanto a primeira dica que nós temos sobre o teor desse filme é já nas primeiras cenas a presença da atriz Regina Casé em impecável atuação.  A ideia para o roteiro de Eu Tu Ele partiu de uma reportagem publicada num jornal brasileiro, que falava exatamente de uma mulher que vivia com três maridos. A mulher se chama Maria Marlene Silva Sabóia.    
E para autoriza a utilização de sua história no filme recebeu R$ 1 .500,00 mais 3% da bilheteria total arrecadada..

Bem, me diverti muito assistindo o filme EU Tu Eles.
Talvez seja interessante ao assistir prestar uma atenção maior a reconstituição do cotidiano do sertanejo. Gostaria de destacar também a trilha sonora. 


Gênero: comédia

Diretor: Andrucha Waddington    

Lançamento: 2000

Elenco: Regina Casé, Lima Duarte, Stenio Garcia              
quinta-feira, 22 de novembro de 2012 0 comentários

FILME-O Cheiro do Ralo

Todo louco sempre acaba encontrando alguém pior.


O CHEIRO DO RALO É UMA HISTÓRIA FICCIONAL, MAS BEM QUE PODERIA SER REAL. Conheço alguém que se encaixaria perfeitamente no papel principal.

Lourenço é o que podemos chamar de pessoa vazia. 
A problemática nesse personagem é ele não se importar com nada, nem ninguém além de si mesmo. 
Para Lourenço tudo se resume a possibilidades trazidas pelo seu dinheiro. Esse acredita que pode comprar a tudo e a todos.  Mas o filme nos mostra que todo louco sempre acaba encontrando alguém pior. 






 
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