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terça-feira, 2 de outubro de 2012 0 comentários

Senhor dos Anéis



As ex-mulheres, amantes, namoradas (como queiram chamar) do João Carlos de Carvalho me procuram e a ladainha é sempre a mesma. Quero f*der esse filho da p*ta.
Legal, temos interesses em comum, também quero f*der esse filho da p*ta.

Mas ai a mulherada se sente mais a vontade e se empolga: Elenice é gorda, é velha é corna... E sinceramente mal conheço essa senhora e seja lá o que ela for não me interessa. É problema dela ou do João Carlos.
Não tive, não tenho e nunca terei nada com esse crápula. Quero saber é de resolver o meu problema.

O cara não deve ter um pênis entre as pernas e sim uma varinha mágica para a mulherada ficar desse jeito.
Ou será que é isso que acontece depois de uma fo** mal dada? A mulherada pira.

Eu já sei que o João Carlos toma Viagra, e nem assim o a coisa fica dura de verdade. Já sei que o pinto é fino, que os testículos são retraídos, que sofre de ejaculação precoce mesmo com o remedinho, que ele não apara os pelos da região intima, que a única coisa que cresce nele é uma verruga vermelha e enorme nas costas.
Já sei que a pelanca que se acumula na base da orelha e em outros lugares não é chiclete de bola. Sei da fimose... Em resumo acabei sabendo mais sobre o pênis e desenvoltura sexual do João Carlos do que sobre a minha própria vagina.

Mas já perdeu a graça.
O cara me deixou propositalmente sem emprego sabendo que disso dependia o sustento da minha família, usou meu nome para lavagem de dinheiro, desvia dinheiro público na maior das caras de pau. Realizou uma campanha política para o irmão (Carlos Henrique Carvalho) o Kique Carvalho comprando metade da milícia do Rio de Janeiro, é aviãozinho do PCdoB entre outras coisas e vocês querem me falar que a Elenice é gorda, corna...que ele é ruim de cama.
Faz favor, quero que se dane João Carlos.

No dia que  cheguei ao escritório e ele estava fazendo um discurso sobre o quanto a tal da Elenice era frígida, que dormia de calça jeans todas as noites... ali eu fiquei sabendo que ele era brocha e pela coisa mais simples do mundo:
Mulher não faz greve de sexo ao menos que o cara esteja muito errado ou o sexo esteja uma merda.
Se o homem não está satisfazendo meu bem, a mulher vai se dá ao trabalho? Logo, acertei nas duas opções. 

Vocês estão jogando toda a fúria encima dessa pobre coitada tão vitima quanto vocês. Acaso alguém já parou para pensar que o canalha é o João Carlos, que o problema está na falta de escrúpulos dele?
João Carlos desenvolve relacionamento com vocês, pois é uma necessidade para ele, até em razão de amenizar as próprias inseguranças.
Mas ele não tem maturidade para aprofundar a relação. É o tipo de cara que acha que ejacular e gozar são as mesmas coisas.

Para tirar qualquer dúvida vou contar um segredo para vocês meninas: a Elenice que sempre aparece apenas no fim do jogo, não é e nunca será o problema de vocês. O que ocorre é que o João não consegue manter 2 mulheres ao mesmo tempo (sem contar a Elenice) então quando ele arruma outra novidade para brincar ele dispensa a anterior. É só isso. Simples assim!

Então não adianta se descabelar, nem achar que você é o GOLLUM enquanto o João Carlos está usando o anel peniano “My precious” numa nova versão para “Senhor dos Anéis”.

E outra, que as moças se entreguem a rompante eu entendo, mas mulheres maduras se prestarem ao vergonhoso papel para mim é inconcebível. João Carlos está com essa moral toda mesmo, ou a falta de homem no mercado chegou a níveis alarmantes?
O que está havendo? Mulherada se vocês não se valorizam quem vai valorizar?

Agora por favor, deixem-me em paz. Se não for para ajudar também não quero saber do João rolinha.
João Carlos de Carvalho me prejudicou muito e eu quero justiça. Alias João Carlos de Carvalho vem a muitos anos aproveitando de sua situação privilegiada resguarda pelo PCdoB para prejudicar muita gente. Mas afirmo á todos  a justiça será feita!



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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011 0 comentários

ALBERTO GOLDIN - 18/12/2007


“Tenho 35 anos, sou casada há oito e tenho um filha de 4. Há três anos, apaixonei-me por Roberto, um colega de trabalho. Tivemos um breve relacionamento, mas nos afastamos. Não queria me separar com um filha pequena. Há poucos meses, este sentimento voltou, e estamos muito envolvidos. Tenho medo da separação, mas não sou feliz nos casamento. Meu marido não me escuta, não brigamos, ele evita conflitos. O problema sou eu: não sou feliz, quero um companheiro, receber um abraço quando chego em casa, ouvir eu te amo, ter vontade de fazer sexo, coisa que vai de mal a pior. Em Roberto encontrei amor, erotismo  diálogos intermináveis, compreensão e vontade de ter uma vida comum. Ele é casado, também não é feliz, e em pouco tempo, será livre. Moro num bairro nobre e separada não terei o mesmo padrão. Mas não aguento mais ser infeliz. Corremos contra o tempo, a vida passa rápido. Me sinto uma panela prestes a explodir!
Pâmela

SOB NOVA DIREÇÃO
Era m bom filme, contava uma história verossímil, com excelente fotografia e músicas que acentuavam as emoções. A tristeza em tom escuro dramático, e a alegria clara, luminosa, quase eufórica.
A carta de Pâmela também é um bom filme, ou melhor, são dois, com argumentos diferentes: quando se refere a Roberto, seu amante, os refletores se acendem, a música toca alegre e juvenil, como nas belas historias de amor. Já quando o personagem é seu marido, ocorre o oposto, são planos escuros, acordes graves e opacos, um relato em preto e branco, Até aqui é compreensível. A mulher que ama projeta filmes otimistas e , quando deixa de amar, acentua o desgaste de m relação que a prende com pesadas correntes de silêncio e escuridão. O s dois filmes se alternam em sessão continua, porem, não refletem o passado nem descrevem o presente. Invente o futuro que, como todo futuro, é apenas uma hipótese sujeita a confirmação. Pâmela está em conflito, Deve-se se separar na esperança de uma nova vida, ou permanecer vegetando num casamento sem amor? A resposta é tão óbvia que desconfiamos. Se fosse simples e claro, não haveria conflito, nem carta para o jornal.
De nossa parte, sabemos que não devemos intervir na sua decisão. Cabe a ela fazer isso e assumir as conseqüências, felizes ou não.
Ainda assim, nos sentimos autorizados a fazer alguns comentários. São dois filmes, dois caminhos, duas historias simultânea e com sentidos opostos. Um casamento silencioso e desvitalizado e ma relação onde não faltam palavras, atenções, sexo e sentimento. Será que antes do encontro com Roberto o mesmo casamento era mais tolerável, ou foi a paixão clandestina que dividiu as emoções, idealizando um e esvaziando o outro?
De fato, são historias complementares, alimentadas pela mesma fonte, e é por isso que cada virtude do amante corresponde um defeito do marido, porque, como é sabido, todas paixão exagera virtudes e acentua defeitos.
Pâmela tem pressa em resolve seu conflito, mas acreditamos que por enquanto precisa esperar um tempo até qe os dois filmes sejam condensados num só. Além disso, se Roberto permanece na sua casa e no seu casamento porque Pâmela deveria sair imediatamente? A hora de fazer isso será quando conseguir perceber os defeitos de Roberto e as virtudes do seu marido.. Nessa hora, estará mais madura e seu novo (e único) filme será um documentário, nau um romance , nem uma comedia, e , muito menos , uma tragédia.
Admito que é difícil esperar, porém, posso lhe garantir que a urgência nunca é prudente e se alimenta de dúvidas e medos de errar. As melhores decisões são as mais realistas, as que aceleram o processo de descoberta: como será o amaaaaantes perfeito quando virar marido? Quando O motel se transforma em residência própria? E, o mais importante, como será a Pâmela sob nova direção? Estas são as verdadeiras incógnitas que tomarão o lugar das certeza atuais. Os bons amores sobrevivem a alguns meses de espera. Quando não sobrevivem é porque, infelizmente, não são tão bons amores.

(O Globo)

 
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