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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017 0 comentários

BONSUCESSO


A área do bairro na época colonial pertencia a Cecília Vieira de Bonsucesso. Em 1754, ela procedeu à reforma da capela de Santo Antonio, que se erguia perto das instalações da moenda de cana-de-açúcar. A propriedade era conhecida, à época, como Engenho da Pedra de Bonsucesso.
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BENTO RIBEIRO



Seu nome é uma homenagem a Bento Manuel Ribeiro Carneiro Monteiro, prefeito da cidade à época da fundação do bairro.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017 0 comentários

ANCHIETA (bairro)



Está localizado na Zona Norte da cidade. O nome deriva de uma homenagem ao padre jesuíta José de Anchieta.

Foi fundado em 1º de outubro de 1896, juntamente com a construção da sua estação de trem, que se tornou ponto de referência da região. Fazia parte da Estrada de Ferro Central do Brasil, a espinha dorsal de todo o seu sistema ferroviário da época. O primeiro trecho da ferrovia na qual o bairro está localizado ficava entre Belém, atual Japeri e a estação Dom Pedro II (Central do Brasil).

Antes da fundação, em 1896, as terras eram pertencentes às fazendas Sapopemba e Nazaré. No século XIX essas antigas e prósperas propriedades eram grandes produtoras de café e cana-de-açúcar.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017 0 comentários

CASCADURA (bairro)


A escritora britânica Maria Graham publicou em 1824, em Londres, um livro no qual relata um passeio a fazenda Santa Cruz e faz referência ao local de “Casca d’Ouro”, próximo ao Campinho. A partir daí o povo passara a expressão Casca d’Ouro para Cascadura. 

Entretanto, o jornalista e historiador Max Vasconcellos, em seu trabalho “Vias Brasileiras de Comunicação”, atribui o nome do bairro ao fato de que por ocasião dos trabalhos de abertura da estrada de ferro os operários tiveram grandes dificuldades de remover com picaretas a pedreira (cascadura) próxima da estação de trem. 

No entanto, uma outra versão é dada por antigos moradores, sendo o nome uma referência ao antigo Barão Tereré, da região de Minas Gerais, que fazendo uma visita à Fazenda, por sua natureza arrogante despertou repúdio dos moradores locais, os quais lhe atribuíram a designação de Casca Grossa, mais tarde sendo modificado para Cascadura.
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ÁGUA SANTA (bairro)



A origem do nome do bairro vem da descoberta, em 1888, de uma água mineral que jorrava de fonte localizada nessa área. Domingos Camões, "o descobridor", era um escravo recém-alforriado, que a partir de 1909, iniciou o engarrafamento desta água. A água da fonte era engarrafada e vendida a quem se interessasse. Aos poucos essa fonte d’água conhecida nos arredores como “Água Santa” passa a designar o próprio nome do bairro.

terça-feira, 3 de abril de 2012 0 comentários

Méier- bairro



As terras do atual bairro do Méier faziam parte do Engenho Novo dos Jesuítas, que abrigava, no início do século XIX, a extensa “Quinta dos Duques”, de José Paulo da Mata Duque Estrada e Dulce de Castro Azambuja. A filha do casal, Jerônima Duque Estrada, casou-se com o “guarda roupas do Paço”, Comendador Miguel João Meyer, descendente de alemães, e tiveram nove filhos. O primogênito, Augusto Duque Estrada Meyer, se destacou como acompanhante do Imperador Dom Pedro II, recebendo o título de “Camarista” e extensas terras abrangendo desde a Estrada Grande (atual Dias da Cruz) até a Serra dos Pretos Forros, em cujo sopé ficava a sede de sua Fazenda São Francisco (no final da atual Rua Camarista Méier).

O Camarista Meyer abriu várias ruas em suas propriedades, dando a elas nomes de seus familiares –Carolina Meyer, Frederico Meyer, Joaquim Meyer etc - e formando o novo bairro, já então conhecido como Meyer. Em 1879, por iniciativa de Lucídio Lago, a Companhia Ferro-Carril, com tração animal, cruzou o Meyer. Somente em 1907 chegaria a tração elétrica, com a linha Engenho de Dentro - Largo de São Francisco.

Em 13 de maio de 1889, foi inaugurada, na Estrada de Ferro Dom Pedro II (Central do Brasil), a Estação do Meyer, devido ao aumento da população e dos loteamentos recém abertos. O bairro crescia de forma precária – chegou a sofrer duas epidemias de cólera – e, com o tempo, seu nome foi aportuguesado para “Méier”. À medida que era saneado, mais moradores chegavam, de tal maneira que as autoridades o elevaram a 18° Distrito da Cidade do Rio de Janeiro. Daí para frente progrediu rapidamente e vários estabelecimentos surgiram.

O comércio deu vida própria ao Méier com grandes lojas, casas tradicionais e magazines. A Rua Dias da Cruz tornou-se o principal eixo do bairro que, com a abertura do Shopping Center do Méier, consolidou-se como importante centro dos subúrbios adjacentes, abrigando o Hospital Salgado Filho, o Colégio Metropolitano, a Biblioteca Municipal Agripino Grieco, o Sport Clube Mackenzie, a Igreja Batista do Méier, a Igreja Sagrado Coração de Jesus, a União Espírita Suburbana e o “Baixo Méier”, local de concentração de bares com intenso movimento noturno.


Nota: A denominação; delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto Nº 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto Nº 5280 de 23 de agosto de 1985.

.* Resumo da história dos 159 bairros existentes na cidade do Rio de Janeiro, segundo levantamento realizado pelo Instituto Pereira Passos, vinculado à Prefeitura do Rio e à Secretaria Municipal de Urbanismo.
terça-feira, 3 de novembro de 2009

LONA CULTURAL DE MADUREIRA (Ivone Lara)


Madureira é um dos principais, se não, o principal bairro do subúrbio carioca. Milhares de pessoas transitam por suas ruas diariamente. Conhecido nacional e até internacionalmente pelo seu centro comercial e por abrigar a escola de samba Portela.

O que muita gente não sabe é que Madureira tem mais a oferecer. E com a finalidade de expor o potencial cultural do bairro e adjacências surgiu o movimento PRO LONA CULTURAL DA GRANDE MADUREIRA.
Esse movimento de iniciativa popular tem entre suas principais reivindicações a criação de um espaço público de cultura e arte, a fundação de uma biblioteca e um centro de memória e documentação da história e cultura da região.

Entre as principais consequências desse projeto com certeza será a democratização, a inclusão social e a valorização dos artistas locais que muitas vezes ficam sem ter onde expor seus trabalhos.

no dia 14 de junho de 2009, deu-se a abertura oficial do movimento; com apresentação de diversos artistas dos mais variados seguimentos. quem passou pelo calçadão de Madureira teve a oportunidade de assistir as exibições artísticas, votar pela escolha da futura lona e colaborar com o abaixo assinado em favor do movimento.

Foi imensa a participação superando as expectativa até dos mais otimistas. E o nome da LCM escolhido por votação foi IVONE LARA(homenagem a cantora/compositora da velha guarda do GRES. Império Serrano).

Infelizmente movimentos como esse parecem não atrair a atenção devida da mídia, no entanto os trabalhos prosseguem.

Aguardemos que esse projeto saia do papel para sanar ainda que em parte a carência de espaços culturais na zona norte do Rio de Janeiro.

O subúrbio merece.

Jaqueline Ramiro
 
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