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sexta-feira, 15 de março de 2013 0 comentários

25° CARTA AS ALIANÇAS



                                                                 25- AS ALIANÇAS

Significa, união, sociedades, contratos, casamento, noivado, namoro firme.
Porém vai depender da carta ao lado.
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3°CARTA - O NAVIO ou MAR



                                                               3- O NAVIO ou  MAR

Enfatiza a importância de ser receptivo a novos sentimentos e intuições. Significa mudanças profundas a caminho.Viagens  longas. Alguém chegando mudando o rumo de sua vida para melhor ou pior. Também se refere a mudança de energia da pessoa no sentido físico ou espiritual. A o lado da carta livro [26] se você não estiver passando por problemas jurídicos  pode significar coisas escondidas, algum segredo que não pode ser revelado, mas que alguém assim o fará.

No amor, a carta O Navio significa ou pode representar alguém indo embora. Despedidas e saudade.

A síntese desta carta individualmente é positiva, mas dependendo da carta que a acompanha as mudanças podem não serem tão boas assim.  Se os acontecimentos serão bons ou ruins, vai depender muito da outra carta.

Saúde: Propenso a problemas dos rins / Pressão alta / Retenção de líquidos

Atribulação profissional: Comércio Importação e Exportação / Turismo / Ciências exatas / Números e cálculos

Novos horizontes / Metas / Negócios / Viagem / Empreendimentos / Mudança no plano material e espiritual que podem mudar toda uma vida

Link indicado: 4 ° CARTA - A CASA

quarta-feira, 31 de outubro de 2012 0 comentários

Pare de se exigir tanto. Pessoas ambiciosas não se saem tão bem quanto você imagina.

Por: Cassie Murdoch

Você é do tipo que costuma acordar no meio da noite e conversar mentalmente com você mesma(o) se perguntando se todo o seu esforço para ser bem-sucedido profissionalmente vale tanto a pena assim? Bom, então aqui vai uma boa notícia: não vale. Um novo estudo revela que pessoas ambiciosas não se saem tão bem assim no fim das contas. Elas obviamente estudam nas melhores escolas e universidades, e têm carreiras bem-sucedidas, mas têm níveis baixos de satisfação, além de morrerem mais cedo. Ufa, agora os menos ambiciosos podem se consolar com o fato de que vão acabar numa situação melhor do que aqueles “mui amigos” que perseguem o sucesso a qualquer custo, com o Blackberry sempre em mãos.
Quem foi o gênio que nos presenteou com tão sábia conclusão? Seu nome é Timothy Judge, e ele é professor de Administração no Mendoza College of Business da University of Notre Dame. Em seu artigo, intitulado Sobre o valor das grandes metas: as causas e consequências da ambição (On the value of aiming high: The causes and consequences of ambition), que está para ser publicado pelo Journal of applied psychology, ele nos dá uma ideia melhor de quais são as consequências – tanto positivas quanto negativas – de se ter ambição. Ele revela que a ambição é, de fato, uma característica estranha. Ela não é algo que tem um valor claro e absoluto como, por exemplo, a paciência, mas sim é vista como virtude e vício ao mesmo tempo.

Para estabelecer como esse complicado conceito de ambição nos afeta, o prof. Judge acompanhou 717 sujeitos “altamente talentosos” por um período de setenta anos. Uma vez que as vidas deles mudaram drasticamente desde a infância até a maturidade, ele usou diversos critérios para mensurar a ambição. Muitos participantes do estudo estudaram em excelentes instituições, como Harvard e Yale, mas outros só chegaram a terminar o ensino médio ou cursos universitários de curta duração. O prof. Judge descobriu que, ao fim e ao cabo, a ambição realmente nos move a chegar cada vez mais longe.

Diz ele: “Crianças ambiciosas tinham notas mais altas na escola, e depois entravam em universidades de renome, tinham empregos cobiçados e ganhavam melhor. Assim, parece que eles tinham tudo para sentirem-se plenos”.

É nisso que somos treinados a acreditar, e é assim que provavelmente vamos orientar nossos filhos e netos: se você ralar muito e se sair bem na escola, vai conseguir tudo o que sempre sonhou. Na verdade, a coisa não é bem assim. O professor explica porquê: “Nós determinamos que a ambição tem pouca importância sobre a satisfação que um sujeito tem com a sua vida, e um impacto levemente negativo sobre a longevidade (quantos anos se vive). Desta forma, a conclusão é que as pessoas ambiciosas têm carreiras de maior sucesso, mas isso não se traduz numa vida mais feliz ou saudável”.

Ahá! Devagar se vai ao longe, então. Se a coisa mais importante é sentir-se satisfeito com a própria vida, além de viver pelo maior número de anos possível (desde que dê para aproveitar o que se tem), então por que desperdiçar tanta energia com a ambição? Você pode simplesmente relaxar, se deixar levar e acabar tão bem ou até melhor do que se ficar se estressando o tempo todo com ser bem-sucedido em tudo o que faz.

É claro que a ambição não é sempre uma escolha. Para algumas pessoas, seguir a própria ambição é a única maneira possível de aproveitar a vida. No entanto, para aqueles que não são nem obcecados com o sucesso e nem completos encostados, Deus criou a ioga, as redes sociais, o Twitter, o vinho e um monte de outras coisas que os ajudam a viver o agora e matar o tempo que seria desperdiçado com o trabalho e a busca pelo sucesso. Quando essas pessoas olharem para trás, terão a satisfação de ver os tweets que escreveram, as garrafas de vinho que esvaziaram e a paz que vem com o que de fato realizaram. Enquanto isso, o tonto que tem uma empresa de tecnologia que vale zilhões de dólares e um escritório com vista privilegiada vai ser forçado a contemplar toda a riqueza que acumulou e procurar nela um conforto vazio.

Tradução: Patricia Fincatti


quarta-feira, 9 de maio de 2012 0 comentários

Retrato de Claudia parte 6



Não conseguiu dormir bem essa noite. As costas doíam um pouco, porém levantou-se cedo.
Tomou apenas um café preto, sentou-se lentamente, Abriu sua caixa de emails como era de costume.
Um email em particular chamou-lhe a atenção. Ao que parece havia sido enviado por uma mulher de nome Jaqueline. Essa dizia está em grandes dificuldades financeira em razão de um golpe dado por um dirigente do partido político de Claudia. A mulher transcorria que era grande o seu desespero e que naquela madrugada teria sido acordada por volta das 3 horas da manhã por seu filho mais velho, reclamando de muita dor no estomago, por causa da fome.
Seu único alimento durante o dia teria sido meio pão, que dividiu com o irmão mais novo. E um único parto de comida com um punhado de arroz e ovo.
Inconformada, Jaqueline encerrava o email pedindo ajuda e providencias das verdadeiras lideranças do partido.
Ao acabar de ler Claudia achou tudo muito engraçado.
Que mulherzinha ridícula, pensou!
Não se recordava muito bem da mulher em questão, mas com certeza era mais uma vadizinha querendo chamar a atenção para se dar bem. Esse jogo com Claudia não rolava, conhecia bem todas as artimanhas. Havia testado quase todas.
E oras! Se realmente sofreu um golpe o problema era dela. Como todas as outras mulheres do partido faziam, que engoli-se o sapo. Não deveria mandar email ridículo para ninguém. Negócios de partido são resolvidos a portas fechadas.
Saiou do email e começou a se arrumar para o trabalho.
 
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