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domingo, 6 de abril de 2014 0 comentários

HOMENAGEM A O ATOR JOSÉ WILKER



A homenagem do Sou Maluca Sim ao ator e diretor José Wilker em uma de suas memoráveis contribuições ao cinema nacional em um filme que ficou por muito tempo proibido de ser exibido no Brasil.

Que descanse em paz.

Sinopse: 
Segunda metade do século XVIII. Xica da Silva (Zezé Motta) era uma escrava que, após seduzir o milionário João Fernandes (Walmor Chagas), se tornou uma dama na sociedade de Diamantina. Ela passou a promover luxuosas festas e banquetes, algumas contando com a exibição de grupos de teatro europeus. Sua ostentação fez com que sua fama chegasse até a corte portuguesa.




quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014 2 comentários

RÁDIO BLÁ - Lobão





Ela adora me fazer de otário
Para entre amigas ter o que falar
É a onda da paixão paranoica
Praticando sexo como jogo de azar
Uma noite ela me disse "quero me apaixonar"
Como quem pede desculpas a si mesmo
A paixão não tudo tem nada a ver com a vontade
Quando bate é o alarme de um louco desejo
Não dá para controlar, não dá
Não dá pra planejar
Eu ligo o rádio
E blá, blá, blá, blá, blá, blá
Eu te amo
Sua vida burguesa é um romance
Um roteiro de intrigas
Pra Fellini filmar
Cercada de drogas, de amigos inúteis
Ninguém pensaria que ela quer namorar
Reconheço que ela me deixa inseguro
Sou louco por ela e não sei o que falar
O que eu quero é que ela quebre a minha rotina
Que fique comigo e deseje me amar.

sábado, 9 de novembro de 2013 0 comentários

FILME - E AI, COMEU?



Na minha dica de filme para hoje vou continuar com o Marcos Palmeiras, dessa vez protagonizando a comédia E AI, COMEU?

Aviso que o conteúdo é machista, tem palavrão do gênero conversinha de bar... mas quer saber, ri e continuo rindo com esse filme.

COMENTÁRIO DE ROBERTO CUNHA
no site Adoro cinema.
Com um título sugestivo para os machos de plantão e fêmeas mais avançadinhas (não podemos esquecer que elas existem) E Aí, Comeu? chega nos cinemas com uma abordagem nua e crua sobre relacionamentos acabados, em crise ou apenas mal resolvidos. O longa foi baseado na peça de Marcelo Rubens Paiva (também roteirista do filme) e coloca você em contato imediato de qualquer grau com o dia a dia de três amigos passando sufoco no campo amoroso. E a conversa entre eles invade sem a menor sutileza o território da grosseria ao mesmo tempo em que planta (com a leveza de uma bigorna) a semente de uma bela homenagem às mulheres. Se você achou estranho, acredite porque é possível e o resultado ficou bom.

VAMOS APANHAR A PIPOCA.



domingo, 3 de novembro de 2013 0 comentários

FILME - VIDA DE MENINA



Vida de menina é uns daqueles filmes que eu quero assistir mais de uma vez. Me apaixonei perdidamente por essa história.

Feminino, ingênuo, suave.

Adaptação do livro Minha Vida de Menina, de Helena Morley. Nesse filme temos simplicidade, história e literatura. Quando acabei de assisti-lo fui acometida por saudade tremenda da minha avó Thereza e dos tempos de menina quando tinha sempre um diário por perto para registrar a forma como eu percebia o mundo a minha volta.

OBS.: - Com a autorização do IPHAN, várias ruas da cidade foram modificadas para recriar a Diamantina de mais de 100 anos atrás - "sujando" paredes; distribuindo terra, pedras e palha; colocando animais, cavalos, mulas e carroças pelas ruas. Do casario antigo da cidade, vários ambientes interiores de época também foram recriados, com o uso no cenário de centenas de objetos antigos dos museus da região e de coleções particulares

Espero que vocês gostem. 




sinopse

 Pouco após a abolição da escravatura e a proclamação da república no Brasil, Helena Morley (Ludmila Dayer) começa a escrever seu diário, que revela seu universo e um país adolescente como a menina. Nesse momento da vida Helena é magra, desengonçada e sardenta, além de se achar feia. Não é boa aluna nem comportada como sua irmã Luizinha, tendo o apelido de "Tempestade". Mas Helena, como nenhuma outra garota de Diamantina, escreve. É neste diário que Helena debocha e desmascara as pretensas virtudes alheias. Procurando com sofreguidão não perder uma infantil alegria de viver, e reinventando o mundo à sua maneira, Helena Morley é o diamante mais raro de Diamantina.

Classisficação: livre
Duração: 101 min.
Lançamento: 2003
Direção: Helena Solberg
Gênero: drama





sábado, 2 de novembro de 2013 1 comentários

FILME- A MULHER DO MEU AMIGO


Chegou o fim de semana.

 Nada de ficar pensando muito e arrumando mil coisas para fazer, é momento é para descansar um pouco e se divertir.

Que tal relaxar assistindo uma gostosa comédia?

A minha dica de filme é A MULHER DO MEU AMIGO.
Prepare a pipoca. Junte os amigos na sala.
Sendo solteiro, casado, enrolado... não importa, irá acabar dando boas risadas.



 
ANO: 2008
CLASSISFICAÇAO: 12 anos
GÊNERO: comédia
DURAÇÃO: 85 min.
DIREÇÃO: Cláudio Torres


SINOPSE:  
Filme conta a história do bem-sucedido homem de negócios Thales (Marcos Palmeira), que está em crise com sua profissão. Casado com a rica, bonita e mimada Renata (Mariana Ximenes), ele trabalha no escritório do poderoso e amoral empresário Augusto (Antônio Fagundes) que, além de chefe, é também seu sogro. Durante uma temporada de férias, desfrutada numa casa de campo com sua esposa e os amigos de longa data Rui (Otávio Müller) e Pamela (Maria Luísa Mendonça), Thales decide que vai parar de trabalhar. A resolução, aparentemente pessoal e intransferível, acaba afetando a vida de todos que o cercam e desencadeando uma série de confusões, como uma improvável troca entre os casais.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013 3 comentários

FILME - MADAME SATÃ


O pernambucano João Francisco dos Santos (1900 - 1976), nome de batismo de Madame Satã. Figura emblemática da boemia e marginalidade da Lapa dos anos 30. Era temido por sua fama de valente e capoeirista. Sendo preso diversas vezes e sempre resistindo as  a prisões.

Negro, travesti e analfabeto passou a maior parte da vida nas ruas, mas ainda assim,  conquistou o titulo de rainha do carnaval por três vezes.


Muitos dos que hoje passam pelo Bairro da Lapa, Rio de Janeiro desconhecem a história desse malandro que tornou-se uma lenda na localidade.
O filme "Madame Satã não apenas retoma um parte da vida de João Francisco dos Santos como faz um bom resgate  do cotidiano do centro do Rio de Janeiro daquele período sendo todo rodado na Lapa e arredores.


Sinopse:

Rio de Janeiro, 1932. No bairro da Lapa vive encarcerado na prisão João Francisco (Lázaro Ramos), artista transformista que sonha em se tornar um grande astro dos palcos. Após deixar o cárcere, João passa a viver com Laurita (Marcélia Cartaxo), prostituta e sua "esposa"; Firmina, a filha de Laurita; Tabu (Flávio Bauraqui), seu cúmplice; Renatinho (Felippe Marques), sem amante e também traidor; e ainda Amador (Emiliano Queiroz), dono do bar Danúbio Azul. É neste ambiente que João Francisco irá se transformar no mito Madame Satã, nome retirado do filme Madam Satan (1932), dirigido por Cecil B. deMille, que João Francisco viu e adorou.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013 0 comentários

FILME-SALVE GERAL


Quem gostou de assistir TROPA DE ELITE acredito que irá gostar desse filme.
Baseado nos ataques realizados pelo PCC à cidade de São Paulo, em maio de 2006,
SALVE GERAL foi o representante do Brasil no Oscar 2010 concorrendo como melhor filme estrangeiro.

Lúcia (Andréia Beltrão) é uma viúva de classe média que sonha em tirar o filho Rafael (Lee Thalor), de 18 anos, da prisão. Em suas frequentes visitas à penitenciária ela conhece Ruiva (Denise Weinberg), advogada do Professor (Bruno Perillo), líder do Comando. As duas ficam amigas e logo Lúcia é usada em missões ligadas à organização criminosa. Precisando do dinheiro, ela aceita realizar as tarefas. Paralelamente o Comando passa por uma luta interna pelo poder, ampliada pelo confronto dos prisioneiros com o sistema carcerário. Quando o governo decide transferir, de uma só vez, centenas de presos para penitenciárias de segurança máxima no interior do estado, o Comando envia a ordem para que seus integrantes realizem uma série de ataques em pleno Dia das Mães, deixando a cidade de São Paulo sitiada.


DURAÇÃO: 1h 20min.
GÊNERO: drama , susense
DIREÇÃO: Sergio Rezende
LANÇAMENTO: 2009

BOM FILME!

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FILME-SEM CONTROLE


Falando sério, filme nacional autoral e bom demais.
Tres coisas que me agradam de cara nesse filme é por ser uma trama psicológica, ter sido dirigido por uma mulher a Cris d'Amato, a outra é a presença do gratíssimo Eduardo Moscovis.

O filme é sedutor, carregado na medida certa daquele erotismo característico do cinema brasileiro.
Quem lembra da série " Presença de Anita"? Pois é isso que rola com o personagem Danilo.

Danilo (Eduardo Moscovis) é um diretor de teatro obcecado com a injustiça cometida contra o fazendeiro Manoel da Motta Coqueiro,
caso que iniciou o processo de extinção da pena de morte no Brasil. Estimulado por uma mulher linda e misteriosa, Danilo passa a ensaiar uma peça sobre a vida de Motta Coqueiro, com ele próprio interpretando o fazendeiro e os demais personagens sendo vividos por pacientes psiquiátricos.
Não falo mais nada para não tirá a graça do filme.

Obs.: achei as técnicas de filmagem muito bem empregadas para o contexto do filme.

BOM FILME!

GÊNERO: drama/romance
LANÇAMENTO: 2007
DURAÇÃO: 1h 30 min.

domingo, 3 de fevereiro de 2013 2 comentários

FAVELA SENDO REPRESENTADA NO CINEMA DE 1935




Lançado em 1935,quando atrizes eram mal vistas e mesmo hostilizadas pela sociedade,

Favela dos Meus Amores foi produzido por Carmen Santos e dirigido por Humberto Mouro.
Tendo por conhecimento que mesmo nos dias atuais o mundo das produções cinematográficas é quase exclusivamente masculino o fato de termos uma mulher como produtora torna o filme no minimo curioso. No entanto o que desejo salientar é o pano de fundo onde se desenvolve a trama - FAVELA- denuncia o título.

Enquanto o governo do Brasil representado por Getúlio Vargas esforçava-se por meio da censura para camuflar a massiva presença de negros e a pobreza existente no país, principalmente em respeito a capital tupiniquim. E o mercado brasileiro estava sendo tomado por produções norte americanas que impunham seu modelo de cinema hollywoodiano com mocinhas, bandidos e lugares de estética perfeita, Favela dos Meus Amores usa por cenário o morro. Não como um lugar de triste desordem ou violência, e sim como lugar de suavidade, beleza e musicalidade.


A impressa da época destacou a interpretação de Armando Louzada como "Nhonhô", alusão clara o a sambista carioca Sinhô.As canções apresentadas no filme  fizeram sucesso por longos anos consagrando a dobradinha música e cinema.A ousadia de mostrar nas grandes telas a favela agradou o público e a crítica, mesmo entre as elites, porém infelizmente essa importante  película não existe mais.

Segundo Alex Viany:

"primeiro filme carioca a aproveitar um dos mais trágicos, exuberantes e musicais da vida na capital do Brasil. o morro (...) marco importantíssimo não só por construir a coisa mais séria dos primeiros anos do per[iodo sonoro , mas também por seu sentido popular, que apontava um rumo verdadeiro a nossos homens de cinema".

Segundo Jorge Amado:

"Em relação as virtudes de Favela dos Meus Amores. O que Humberto conseguiu tirá da favela(fotografias absolutamente admiráveis) com motivo de emoção humana é simplesmente extraordinário. o grande morro legendário não aparece nesse filme com sua fisionomia deturpada. Muito ao contrário Humberto mouro soube conservar o ar próprio do morro, a sua vida miserável e, no entanto com tanta beleza os pretos e as mulatas do morro que movimentam o filme se revelam além de tudo artistas admiráveis. Estão de uma naturalidade espantosacomo se diante deles não estivesse a câmera.os efeitos da fotografia conseguido com as ruas das favelas estão além de toda e qualquer expectativa. nota-se também, com todos os louvores, a introdução das escolas de Samba, o maxixe dançado no cabaré, e todas as músicas do filme que são muito boas. o som também está bom, perdendo-se um numero relativamente pequeno de palavras."

Obs.: Mesmo com a maioria dos atores sendo brancos ou morenos Favela do Meus Amores acabou sendo censurado por mostrar muitos pobres e conseqüentemente negros.


Canções apresentadas em Favela dos Meus Amores:

Título: Ao luar;
Autor da canção: Barroso, Ari;
Intérprete: Santos, Carmen;

Título: Favela dos meus amores;
Autor da canção: Nássara;

Título: Quando um sambista morre;
Autor da canção: Barroso, Ari;

Título: Favela;
Autor da canção: Mesquita, Custódio;

Título: Fado, O;
Autor da canção: Vivas, maestro;
Intérprete: Orfeao Português;

Título: Todinha;
Autor da canção: Mesquita, Custódio;

Título: Ironia torturante;
Autor da canção: Caldas, Silvio;
Intérprete: Caldas, Silvio;

Título: Quase que eu disse
Autor da canção: Caldas, Silvio
Intérprete: Caldas, Silvio  



fontes:
Cinemateca Brasileira
Viany, Alex. introdução ao cinema brasileiro. rio de janeiro, MEC/INL,1956. p. 107-8.
Gomes, P.E. Salles, e Gonzaga, A. 70 anos..., op. cit., p. 90.
amado, Jorge. Favela dos Meus Amores. Boletim de Ariel, s. d. p. 30.
Filmografia: Censura Federal, Rio de Janeiro, entre 01 e 15.10.1935; renovação de Censura Federal (com metragem de 2.600m), para a Brasil Vita Filmes, entre 16 e 31.08.1946.




quinta-feira, 22 de novembro de 2012 0 comentários

FILME-O Cheiro do Ralo

Todo louco sempre acaba encontrando alguém pior.


O CHEIRO DO RALO É UMA HISTÓRIA FICCIONAL, MAS BEM QUE PODERIA SER REAL. Conheço alguém que se encaixaria perfeitamente no papel principal.

Lourenço é o que podemos chamar de pessoa vazia. 
A problemática nesse personagem é ele não se importar com nada, nem ninguém além de si mesmo. 
Para Lourenço tudo se resume a possibilidades trazidas pelo seu dinheiro. Esse acredita que pode comprar a tudo e a todos.  Mas o filme nos mostra que todo louco sempre acaba encontrando alguém pior. 






sexta-feira, 2 de novembro de 2012 0 comentários

MULHER FAZENDO Á HISTÓRIA NO CINEMA NACIONAL


Eliana Caffé - Mulher do Cinema Brasileiro 


Uma das maiores revelações do cinema brasileiro contemporâneo, Eliane Caffé é sinônimo de um cinema autoral, que a coloca ao lado dos mais modernos e vigorosos cineastas surgidos nos anos 80, como Tata Amaral e Beto Brant.

Nascida em São Paulo, Eliane Caffé tem formação em psicologia, e, posteriormente, fez curso de cinema em Cuba e na Espanha. A cineasta debutou no cinema em 1987 com o curta-metragem “O Nariz “, uma adaptação de texto de Luiz Fernando Veríssimo.

Na década de 90, Eliane Caffé deu prosseguimento à sua carreira de curta-metragista, dirigindo os premiados “Arabesco”, em 1990, e “Caligrama”, em 1995, trabalhos que arrebataram prêmios,, respectivamente, nos Festivais de Brasília e em Gramado.

Quatro anos depois, Eliane Caffé estréia, finalmente, em filmes de longa-metragem, com o surpreendente “Kenoma”, filme protagonizado por José Dumont e Henrique Diaz. No filme, Dumont é Lineu, um homem obcecado com a construção de um moto-perpétuo.

“Kenoma” revelou o fôlego que a cineasta já demonstrara nos curtas, com uma história bem contada, autoral e com ótima direção de atores. O filme foi premiado em vários festivais: Biarritz, Brasília, Miami. “Kenoma” marcou também a bem-sucedida parceria com o ator José Dumont, com quem Eliane Caffé voltaria a trabalhar no maravilhoso “Narradores de Javé”.

Realizado em 2003, “Narradores de Javé” é, com certeza, um dos melhores filmes dos anos 2000. No filme, José Dumont é Antônio Biá, responsável por registrar, através do depoimento oral, a história do povoado de Javé, ameaçado ao desaparecimento devido à construção de uma usina hidrelétrica.

Eliane Caffé conduz essa divertida história com maestria, valendo-se de todo o talento de José Dumont, em uma de suas melhores atuações no cinema nacional. “Narradores de Javé” conta ainda com as presenças de atores do porte de Nelson Xavier, Rui Resende, Gero Camilo, Matheus Nachtergaele, Nelson Dantas, Maurício Tizumba, Altair Lima, Luci Pereira e moradores da região das filmagens.

“Narradores de Javé” recebeu vários prêmios em festivais no Rio, Recife, Bruxelas e na Suíça.

Abaixo compartilho com vocês o filme narradores de Javé.O filme é engraçado principalmente se considerarmos algumas tiradas dos personagens, PORÉM O ASSUNTO E  CRITICA APRESENTADA É SÉRIA MERECENDO NOSSA REFLEXÃO A RESPEITO DOS ASPECTOS FILOSÓFICOS E PSICOLÓGICOS. Falarei melhor sobre ele em outras postagens



sábado, 2 de junho de 2012 1 comentários

FILME-Entre Lençóis



“Este é um filme sobre a possibilidade de ser inteiro, de se jogar numa relação, descobrir alguém, sem o compromisso de aprofundar nada”, comenta Gianecchni. “Todo mundo deveria ter a chance de viver uma experiência como essa, de se apaixonar intensamente apenas por uma noite”, completa.

Meninas adorei assistir “Entre Lençóis.
Filme de construção simples, em que a maioria das cenas foram filmadas em um quarto de hotel. É instigante e as cenas de nudez ficaram na medida certa.
Vale a pena pegar aquela pipoquinha e de preferência assistir com um bom coberto de orelha!


Sinopse e detalhes


Duração: 1h e 28 min.
gênero: Drama/romance
Classificação:16 anos
Lançamento: 2008
direção:Gustavo Nieto Roa
ORÇAMENTO: R$950 mil
Paula (Paola Oliveira) é uma jovem atraente e Roberto (Reynaldo Gianecchini) é um cara encantador. Os dois se conhecem em uma balada e sem trocar muitas palavras, se beijam freneticamente, transformando aquela que seria mais uma noitada, em algo diferente. O clima entre os dois é intenso, quente e delicioso. E a cada minuto que passam juntos é possível conhecer um pouco mais do que pensam e muitas vezes do que gostariam de esconder… a curiosidade aos poucos dá lugar a um envolvimento profundo mas ao mesmo tempo sem compromisso. Ninguém imaginaria que o melhor lugar para se conhecer alguém fosse numa cama…
Fontes:
site adoro cinema
site portal das notícias



terça-feira, 21 de julho de 2009

O PETRÓLEO É NOSSO!




















Hoje o Sr. Lobão está no EUA para tratar o assunto do pré sal, quando o assunto ainda nem foi tratado no Brasil. Fala-se de leilão mas ninguém sabe com exatidão como esse ocorrerá. Mas no pouco que é tratado pela imprensa a Petrobras ficaria com apenas 5% do bolo.
Para ter uma maior participação, mesmo o petróleo sendo brasileiro e descoberto pela empresa, essa deveria ganhar no tal leilão.

Como ganhar no leilão quando se tem por concorrente um cartel?
Como se garantir a idoneidade dos competidores e a idoneidade de suas propostas?
Porque não está havendo na mídia exposição do fato de que estamos perdendo o nosso petróleo que tanto poderia beneficiar a nossa população.Nossa soberania nacional está sendo violada!

Há uma corrida de diversas empresas ou nações por petróleo, já que esse é um bem esgotável e não renovável (ouro negro) e essas empresas ou nações velam apenas pelo o seu lado.Sem preocupação com impactos ambientais ou prejuízo alheio.

Quem deve velar pelos brasileiros é o governo brasileiro. Esse é que deve definir como,quando e de que forma o pré sal deve ser explorado e de maneira que seja mais proveitoso para o povo do Brasil.

Se liga gente. "o petróleo é nosso"!
 
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