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quinta-feira, 13 de novembro de 2014 2 comentários

SER MÃE, É ESPERAR NOVE MESES POR UMA PESSOINHA!


Ser mãe, é algo divino sem explicação, é um sentimento muito lindo que nos invade sem limites, um sentimento eterno que nos faz virar uma protetora incondicional.
É você amar alguém intensamente, mesmo sem ter visto o rostinho ou ter tocado nesse serzinho que você carrega em seu ventre e que ainda não lhe foi apresentado, mas que você já tem grande amor por ele.

Ser mãe, é você esperar nove meses por uma pessoinha, com a certeza que ela veio parta te fazer muito, muito feliz. É você vibrar há cada sorriso, há cada gesto novo que essa pessoinha virá a fazer, que para você será um momento mágico, será uma vitória para ele e para você, pois você fez parte desse instante.

Ser mãe, é você ficar admirando o sono de seu filho(a) e imaginando como será o seu futuro, e com os olhos cheio de lágrimas, você reza nesse momento para que tudo de certo em sua vida, e você sabe que essa pessoinha nem sempre vai poder estar bem protegida nos teus braços, por que em algum momento de sua vida ele terá que seguir sua vida e aprender a andar com suas próprias pernas.

Em fim! Ser mãe, é agradecer há Deus todos os dias, por ele ter dado a nós o dom divino de gerarmos o ser que nos fará a pessoa mais feliz do mundo e nós transformar nessa pessoa maravilhosa que é “mãe” palavra tão pequena com significado infinito.

TUDO DE BOM PARA A SUA GRAVIDEZ MÔNIQUE. FELICIDADE AO CASAL!!!

terça-feira, 3 de setembro de 2013 0 comentários

O RATO O SONHO

Talvez seja apenas projeção do meu subconsciente, mas para mim sonho é algo inesplicável, quando sonhado por mim ainda mais. No entanto tenho ficado impresionada como os sonhos com a minha mãe tem de alguma forma encontrado sentido no meu dia a dia. 

Fofoquinhas e entrigas famíliares são coisas que se perpertuam sem solução plausíve. Por isso não gosto de perder meu tempo me aborrecendo com a família e ao menor sinal de fumaça me afasto. E foi o que fiz depois do sonho da cobra refastelada no sofá até que minha mãe voltou a aparecer com insistencia nos meus sonhos. 

Dessa vez estavamos e um um pequeno comodo de telhado baixo amultuado de cortes de tecido para serem costurados e eu tentando ajuda-la a organizar os recortes em sacos pláticos. Um pequeno muro de tijolos cru separava o comodo de um corredor. Obcervei que algo se mechia ali. Cheguei mais perto para vê. Era uma ratazana preta tentando se esconder entre os tijolos quebrados. 

Eu alertei a minha mãe sobre a presença do rato, mas ela não se incomodou. Disse que ali o que mais tinha era ratos. 

Preferi não atribuir importância a esse sonho, mas não adiantou pois continuei sonhando com a minha mãe. 
segunda-feira, 2 de setembro de 2013 0 comentários

REGADOR O SONHO


Quando viva eu quase não sonhava com a minha mãe, mas depois da morte ela tem sido presença contante em meus sonhos e sempre com algum alerta o que me causa muita estranheza, já que nunca foi minha amiga. 

sonhei que estava muito cansada subindo com meu marido a estrada do lugar onde ela morava quando era viva.No meio do caminho eu a encontrei vestida com uma camisa de malha rosa e uma bota branca igual a dos açougueiros. Eu ia passar direto para não ter qualquer pertubação nem para ela, nem para mim, mas ela parou de regar as plantas e me chamou como um grito.

Então disse: 
- minha filha eu deixei uma coisa para você e as crianças lá na casa da sua vò você buscou? 

- Não, não busquei nada. Não estou sabendo de nada. 

_ Como não buscou Jaqueline? Eu deixei na casa da sua avó. Era para você ter apanhado ontem, agora quando você chegar não vai ter mais nada. Sua avó e seu irmão já devem ter acabado com tudo. Corre minha filha o que você está esperando vai lá buscar enquanto ainda te sobra alguma coisa.  

Fiquei pensando sobrar o que? No meu sonho continuei andando pela estrada com o meu marido e logo acordei.


Eu sei que minha mãe deixou herança, mas essas coisas são muito complicadas. Eu não queria saber disso, mas na noite seguinte tive outro sonho similar com ela brigando comigo  e dizendo que eu tinha pegar alguma coisa com a minha avó. 

Pois bem, liguei para a minha avó que me contou mil ladainhas e quando perguntei sobre as casas da minha mãe ela respondeu que minha mãe doou todo o restante do terreno sobrando apenas a casa de frente para a rua a qual meu irmão colocou para a  venda. 

Perguntei:
Mas vó, meu irmão colocou a casa a venda sem falar comigo antes? E a minha parte? Pela lei eu também sou herdeira. 

- Minha filha disso eu não sei, mas seu irmão é um homem muito bom e assim que a casa for vendida vai escolher uma quantia que vai ser depositada em uma conta para  os meninos(meus filhos).

Mas vó eu acho que não é assim. Se eu sou a herdeira o dinheiro tem que vir para a minha conta e não uma conta para duas crianças e não é o meu irmão que tem de determinar a quantia, não é assim. Sinceramente acho que ele nem pode por a venda algo que não é só dele. 

Minha avó ficou enfurecida. 

- Saiba que seu irmão é um ótimo menino, tem o coração muito bom...

QUER DIZER É ISSO QUE MINHA MÃE QUERIA QUE EU VISSE? ERA ESSA A
VONTADE DELA? Eu estou igual ao Caqui do desenho do Fudencio: Só me F... nessa merda. 
terça-feira, 4 de setembro de 2012 0 comentários

Os sonhos e sacrificios de minha mãe se desfazem nas patas das hienas

















Para chegar ao valor necessário á compra foram feitos muitos sacrifícios: dobrou-se as horas de trabalho, todos os gastos passaram a ser milimetricamente controlados, restringindo até mesmo parte da alimentação.
Lembro que minha mãe gostava de comer um doce, um tipo de doce de leite, que chamavam de beijo da Xuxa sempre depois do almoço. Então, quase todas as tardes, lá ia eu para a birosca comprar o tal doce que ela tanto gostava. Bem, até esse pequeno luxo foi cortado pelo sacrifício de se conseguir dinheiro para a compra do terreno.
E como não era o suficiente, então, quando conseguiu o terreno que lhe agradou minha mãe teve a ousadia de vender até mesmo as maquinas de costura da sua pequena confecção de roupas. Vendeu as máquinas do seu ofício, as que lhe traziam o sustento e vendeu feliz dizendo que logo compraria outras e melhores.
Com isso, comprou um terreno enorme no bairro de Jacarepaguá, daria para fazer uma vila se assim desejasse.
De frente para a rua seria a garagem para 2 carros e a confecção, depois a piscina. No meio do terreno ficaria a casa com amplo salão na parte de cima e telhas coloniais, onde ela estenderia a rede para tirá um cochilo após o almoço. A parte de trás seria uma ária para churrasco e festas e quem sabe mais tarde a casa dos filhos, um espaço para os netos. Em ultimo caso poderia se construir outras casas, alugá-las e com isso garantir uma aposentadoria digna.
No sonho era perfeito, mas o terreno na sua maior parte era acidentado. Muito barro e mato alto era preciso trabalhar muito o lugar para transformar o sonho em realidade. Nunca vou me esquecer do capim navalha e dos calos feitos pela inchada em minhas mãos.
Não lembro o nome da proprietária anterior, mas era uma mulher gorda e feia, com direito a verrugas. Essa tinha sido cozinheira no bar do meu “padrasto” português.
Isso me faz lembrar algo que deixou minha mãe profundamente magoada na época e querendo arrancar a cabeça dessa mulher.
Meu irmão completou 18 anos e foi dada uma festa para comemorar, entre outras coisas minha mãe que estava em dificuldades financeiras comprou toda a cerveja para animar os beberrões , mas na hora meu irmão pediu para que ela não fosse a festa, pois era um evento apenas para jovens e ela não teria o que fazer ali.
Minha mãe me obrigou a ir a tal festa. Por sempre comprar a dores do outros eu não queria ir e deixá-la triste e sozinha em casa. Sem falar que meu irmão quando na presença dos amigos ficava se exibindo, tornavasse grosseiro, entre outras coisas desagradáveis que duvido ter mudado até hoje.
De fato a maioria dos presentes eram jovens, mas também tinham pessoas de idade e algumas superior a de minha mãe, a contar pelo próprio pai de meu irmão, que desfilava muito a vontade pelo salão.
Depois de algum tempo meu irmão me enxotou da festa, mesmo com alguns amigos dele pedindo para que me deixa-se ficar. Sem cerimônias fui embora.
A melhor coisa que fiz. Ainda no momento da minha presença a mulher que vendeu o terreno para minha mãe aproveitava para passar maliciosamente as mãos no meu irmão e em alguns outros jovens. Tudo no ritmo de brincadeira.
Segundo consta a lenda: no auge da festa essa mulher fez o desafio de que meu irmão tirasse a roupa e ela iria o pagando a medidas que as peças de roupa fossem sendo tiradas.
E como c* de bêbado não tem dono e sendo dinheiro linguagem peculiar ao meu irmão. Ele fez o strip, devidamente gravado e documentado.
Essa gracinha rendeu ao meu irmão a fama de michê entre os vizinhos. Passaram a dizer que por dinheiro ele encarava qualquer dragão. E as piadinhas ficaram cada vez mais pesadas, a ponto de falarem que ele estava envolvido com homens.
Então minha mãe exigiu ver a tal fita da festa. Conseguiu o vídeo da festa que ela sem condições pagou e não pode ir por veto do próprio filho. Percebeu a mentira, a falta de qualquer consideração e não o bastante, a mulher gorda se esfregando no filho e colocando dinheiro na cuequinha minúscula.
Minha família abafou a história o quanto pode.

Minha  mãe pagou o terreno a tal mulher do strip a vista.
Que malandramente pegou o dinheiro e sumiu, sem contar ou dá qualquer tipo de alerta a minha mãe sobre o fato de que os terrenos comprados naquela região, não poderiam ser vendidos sem a intervenção da “associação de moradores”, nesse momento representado pelo tráfico de drogas local.
CONTINUA...
segunda-feira, 25 de junho de 2012 0 comentários

NÃO HÁ MAIS MOTIVOS PARA ESCONDER


“Existe um mito de que mãe é sempre mãe.

Mentira, também nasce gente de pessoas má”

Quando o algoz é quem deveria te protege, não há nada mais o que fazer, além de tentar sobreviver a cada dia...

È muito difícil dormir e acordar com o agressor. Não saber quando, nem porque virá a próxima agressão. Apenas ter a certeza que virá!

A esperada salvação não vem de nada,nem de ninguém.

O que pode fazer uma criança cujo o maior companheiro é o medo?

Os familiares desconfiam, outros têm certeza, mas ninguém está disposto a encarar o problema. Ignoram, escondem. E continuam vivendo a sua vida com naturalidade.

É o pacto de silêncio que definitivamente exime a todos de qualquer responsabilidade.

Em estória de detetive a culpa e sempre do mordomo. Quando uma criança é violentada dentro da própria casa a culpa é de quem?

Tenho 28 anos de idade e ainda não esqueci o estupro que sofri aos 5 anos, por um dos namorados da minha mãe.

Paulo, esse era o nome do maldito que o diabo carregou um homem de mais de 40 anos. Perdoei minha mãe por tudo, mas jamais esquecerei. Minha mãe morreu achando que eu fui uma vadia por seduzi o namorado dela.

Eu não entendo! E minha alma ainda dói. Provavelmente a dor pungente ficará para sempre.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012 0 comentários

Ela está partindo...


























Ela está partido e o que poço fazer? Nada!

Não sou eu quem decide como e quando as pessoas irão morrer. Se podece não daria fim tão triste a niguém, nem mesmo ao meu pior inimigo.

Fico imaginando como deve ser ruim tomar conhecimento de que irá morrer e ter todo tempo do mundo para pensar na morte. Ou ainda pior pensar em tudo que não se fez em vida e todas as outras coisas que se fez de errado.

Pedi a uma amiga que trabalha no hospital para manter-me informada sobre o quadro de saúde dela. As primeiras noticias foram desoladoras, além da gravidade do quadro essa já não pode nem se alimentar.

É um momento de muita fragilidade imagino. O medo da morte pode transformar o mais forte dos homens. Sem falar nas dores e fraquezas físicas que transtornam a mente. A mente pensa, exige do corpo, mas o corpo não tem mais condições de obedecer. E quando a mente percebe que o corpo não obedece trabalha ainda mais. Os pensamentos não param, não param... não param...

E mesmo que se esteja rodeado de pessoas o processo da morte é individual. A angustia, os medos são únicos, pessoais e intrasferíveis. A saudade do que não se fez, do que se fez e do que ficara para trás.

Para mim a morte é a maior das humilhações, pois é somente com a proximidade desta que realmente tomamos dimensão de quanto a vida é curta, de quanto somos mediocres e egoístas. É a morte que nos mostra o quanto somos humanos!

Nessa hora ninguém é melhor que ninguém. A única coisa que se quer é um consolo. A cada piscar de olhos um susto, um medo maior. Pois a cada abrir e fechar de pálpebras o anjo da morte se faz mais perto.

Sei que isso não é um conto do Machado de Assis ou do José de Alencar para que a morte seja a rendenção no final da estória, mas Deus, Misericordia! Misericordia! Misericordia! Ninguém merece tamanho sofrimento.

Deus eu tenho medo de Ti porque diante de ti somos pequenos e não podemos usar das máscaras que os meios sociais muitas vezes nos obrigam a vestir. A sua mão é pesada, mas peço a sua misericordia.

Eu mais que ninguém sei que ela irá precisar de muita luz. E estou orando e pedindo que orem por ela. Além de envocar sua misericordia não tenho mais o que fazer além de esperar.
































sábado, 10 de setembro de 2011 0 comentários

Fim de Tarde



Novos elementos...

Fim de semana, final de tarde e lá estava ela. Sempre apressada com ares de madame. sempre com nojo de tudo e de todos. Aquela figura branca,
cabelos negros e magra, andava apressadamente pela casa, falava alto, sobre um salto alto e cigarro nas mãos.

O tempo de ir ao banheiro era o de discultir as mesmas coisas de sempre. Aquela casa tão calma se transformava completamente quando ela aparecia.

Me apanhava pela mão e descia a rua que me parecia extremamente comprida, e falava, falava e falava. Reclamava d tudo e de todos, mas Ela tinha predileção por alguns assuntos e certas introduções.

Maldita a hora que te pus no mundo, você é uma neguinha ordinária como aquele filho da p*** do seu pai. Porque você não morreu no parto desgraçada.
É porque você é uma diaba que veio para acabar com a minha vida. E a base de solavancos eu ia sendo muitas vezes arrastada até o ponto de ônibus.

A distancia já ela longa, mais ainda tínhamos de apanhar outra condução no bairro de Bangu. O ônibus vermelho, vermelho, só de olhar para ele eu ficava enjoada. Sempre tinha fila, o ônibus sempre muito cheio, a distancia era grande e eu acabava ficando enjoada e vomitando.
No começo isso gerou algumas surras, mas ela acabou desistindo de me bater porque mesmo apanhando eu vomitava.

Chegando na casa, fruto e resquicio do casamento dela (casamento oficial) com o pai do meu irmão mais velho, era uma obra inacabada em uma rua que não possuia asfalto no bairro de Nova Iguaçu. Lá fui apresentada a um homem que a parti de então fui orientada a chamar de pai. O nome dele era Mário.

Gotei muito de conhecer Mario, ele era carinhoso, nunca me bateu, trazia doces e até mesmo lembrancinhas. Me chamava de filha quem quer que perguntasse e não permetia de jeito algum que minha mãe me batesse.
Não e difícil deduzir que minha progenitora não ficou muito tempo com este amor, aliais, ela não ficava muito tempo era com ninguém.

Já adolecente fiquei sabendo que Mário que eu tanto gostava na infância teria ficado alejado de uma das pernas,e anteriormente teria sido preso acusado de estrupo a uma menor de idade, e que teria morri de cirrose.


Mario foi embora, senti falta dele, mas outros e outros vinheram em seu lugar. Desses não me recordo os nomes e tão pouco dos seus muitos rostos. Graças a Deus passava apenas os fins de semana com aquela mulher.

Aprendi a ter muito medo de falar sobre qualquer coisa, mas certa vez sendo interrogada pela minha avó acabei falando sobre um dos homens que minha mãezinha recebia. Minha progenitora como castigo pela malcriação me deixou da manhã até a noite sem poder comer absolutamente nada, passando de um dia para o outro com apenas água.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011 0 comentários

15° dia





Quando alcanceio meu 15° dia de nascida minha progenitora decidiu que já havia sustentado a incomoda situação por muito tempo e resolvendo o problema me deixando caridosamente com minha avó materna.





Minha avó





Minha vó erá uma mulher baixinha, branca e cheia de sardas. Sempre mantive grande afeto por ela, ao longo dos anos tornou-se minha melhor referência ao que compreendi por sendo família. Minha avó nunca foi mulher de muitos abraços, desmonstração de carinho, o que salientava nela era a idéia de força. Acredito que essa seja uma caracteristicas da maioria das mulheres nordestinas, sobre tudo as experimentadas na seca. Minha avó assume muito bem o papel de matriarca.

Lembro-me de dormi no canto da cama junto dela e de meu avô, da mamadeira quentinha pela manhã, do cuidado que ela tinha todos os dias de pentear meu cabelo. Ficando muito satisfeita quando alguém elogiava como eu estava bem cuidada. Sou muito grata por isso.

Minha vó cuidava de mim, mas sempre deixando claro que isso não era a sua responsábilidade, que eu tinha uma mãe e essa deveria assumir as despesas e todos os encargos financeiros e morais que acarreta a cração de uma criança. Já stava criando um outro filho (meu irmão mais velho) não tinha obrigação de criar mais um. Eu nada disso entendia ia vivendo e crescendo.

Passa o tempo...
Depois de uma certa idade minha progenitora passou a aparecer em minha vida. Lembro-me perfeitamente dessa fase, mas dizem para mim que isso é impossível já que eu era muito pequena.

Mamãe tinha se separado de mais um dos seus inumeros amores,
passando por grande dificuldade financeira e doente veio buscar abrigo no unico lugar que restava, casa dos pais.

A partir dai por ordem de minha avó passei a dormir com a mulher que eu mal conhecia. Dormiamos no chão de uma sala secundária da casa enfrente a porta do quarto de um dos meus tios.

Minha querida progenitora na frente dos outros me chamava de filha (sempre evitando isso quando possível),e principalmente a noite tratava-me carinhosamente pelo apelido de peste.

Quando por alguma razão eu me mexia na "cama" ela me acutuvelava e outras vezes dava doloridos beliscões que ficavam doendo até o dia seguinte, a ponto de deixarem marcas.

E eu que experimentasse falar a quem quer que seja sobre a maravilhosa e acolhedora noite. O jeito era ficar quietinha o máximo que podia.

Depois de algum tempo ( que me pareceu longo) ela arrumou um lugar para morar e com isso um novo amor. Confesso ter ficado feliz. Nada dizia até por medo, mas era horrível as ameaças e ela me culpando o tempo todo por todas as desgraças que se abatiam sobre a vida dela. O quando a minha gestação foi indesejada.

Minha felicidade durou pouco, minha avó decidiu que a partir daquele momento eu teria de passar ao menos os fins de semana com ela e assim era feito, mesmo com ela não aceitando, minha vó impos a situação.
Mas Deus é junto ela demorava muitos fins de semana para aparecer.

Novos elementos...



















terça-feira, 6 de setembro de 2011 0 comentários

QUANDO NASCI...






















No meu registro de nascimento até os 8 anos de idade não constava o nome da minha mãe ou progenitora se assim preferirem chamar.

Nasci no dia 12 de agosto do ano de 1983 em um hospital do Méier, porém não é isso que consta no registro. Esse documento descreve meu nascimento como sido parto em casa em Jacarepaguá e meu nome era apenas Jaqueline Ramiro (sobrenome apenas do meu pai). 


Já tive amigas que em sua certidão de nascimento não tinha o nome do pai, mas até hoje não conheci nenhuma a qual não houvesse o nome da mãe.

 Nos registros de nascimento o nome da mãe costumam estar sempre presente, no entanto o meu não,era diferente. É como se eu tivesse nascido de um poste, de alguma experiência científica ou literalmente do saco do meu pai.

Vamos a algumas razões que levaram a isso:

Segundo a versão da história contada por minha progenitora. Ela foi enganada o tempo todo por meu Progenitor. O negro de quase 2 metros, apresentou-se para ela como sendo professor de inglês. Ambiciosa acreditou. 

As vezes me pregunto como ela não se deu conta que sofrivelmente ele falava português, para falar inglês então...

Bem, ainda assim, minha progenitora inocente acreditando fielmente que iria dar-se bem no investimento, alcançando futuramente a sonhada estruturar financeiramente acabou gestando essa neguinha aqui. 

Somente quando se viu grávida é que percebeu que o camarada era negro, pobre e favelado, logo não obteria nada dele. Sendo assim, a solução mais pratica para o problema seria um aborto. Tentou abortar, tentou abortar... e não conseguiu.

Em  seu momentos de revolta ela me dizia que porra de preto é a pior coisa que existe.

Minha progenitora já tinha tido sucesso em outros abortos, mas nesse Deus não permitiu, para azar dela e  meu.

Ter um filho indesejado com um homem pobre e negro era muita humilhação para aquela mulher cheia de expectativas de grandeza. 

No dia do meu nascimento ela entrou para a sala de parto discutindo, segundo palavras dela mesma, com "aquele crioulo do inferno".

Nasci razoavelmente saudável, a principio apenas com um pequeno problema respiratória que me acompanha até os dias de hoje. E umas glândulas salientes no pescoço que os médicos sinalizaram como  possibilidade de HIV positivo. Em razão da suspeita de AIDS ela não pode me amamentar. 
Ouvi essa história mil vezes e me entristecia, mas não é importante agora. 

Minha mãe se recusou a fazer qualquer registro ao qual ela tivesse de me assumir como filha. Por isso no meu registro de nascimento constou até meus 8 anos de idade, apenas o nome do meu progenitor - CARLOS.

Ao longo da vida sempre na menor oportunidade minha progenitora dizia não se possível ela ser minha mãe, pois isso era um castigo que ela não merecia. Me desmerecia quase todo tempo e dizia que eu era um monstro e a culpa era o sangue ruim do meu pai. (sangue de preto). 

Como criança eu fazia de tudo para tentar conquistar um pouquinho que fosse do amor da minha mãe, porém não era possível. O coração dela não estava preparado para receber amor que não viesse acompanhado de aquisição de bens materiais ou alguma projeção social ainda que pífia. Mas pior era a maldade que encontrava  limite apenas quando estava sob o olhar dos outros, porém quando estávamos a só o que pairava era a continua vingança por eu ter nascido. 

Para minha mãe assumir minha maternidade de forma documentada foi necessário a interferência da diretora da escola Padre Dehon. Que ao perceber as irregularidade no meu documento acompanhadas de explicações pouco convincentes pediu a regularização da situação ou seria obrigada a denunciar.  


Minha mãe com medo de complicações com a justiça se viu forçada a assumir minha maternidade. Chamou minha tia mais nova para ser testemunha do meu nascimento em casa, caso fosse necessário explicar, pois a demora no reconhecimento nem Freud explica. 




...
sexta-feira, 1 de outubro de 2010 0 comentários

ORAÇÃO A MÃE




Mãe nossa, cujo corpo é a Terra,
Santificado seja o teu ser.
Floresçam os teus jardins.
Seja feita a tua vontade, assim nas cidades como na
natureza.
Agradecemos a este Dia,
o alimento, o ar e a água.
Perdoa nossos pecados contra a Terra,
como nós perdoamos uns aos outros.
E não nos deixes ser extintos,
mas livra-nos da nossa insensatez.
Pois tua é a beleza e o Poder,
e toda a vida, do nascimento à morte,
Do princípio ao fim.
Amém. Assim Seja. Abençoada Sejas!

fonte: Eu Sou uma bruxa


              Mucamas do PCdoB

          PROSTITUIÇÃO NO PCdoB
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BOM DIA ILUMINAÇÃO DO DIA


Bom dia iluminação do dia ! Paz e muitas bençãos para o dia de hoje, sei que muitos de nós vivem num paiol de pólvora e o medo de explodir É constante, procurar por trilhas nessa selva de pedras não é fácil
O importante é não dificultarmos mais o caminho e acreditar que somos capazes de enfrentar cada obstáculo que aparece em nosso caminho.

Dívidas, todo mundo tem, amores incorrespondidos também, tudo isso faz parte do show, do picadeiro em que vivemos. Então, mãos a obra , nos encantar de magia, acreditando que somos diferentes porque o NOSSO DEUS é maior que todos os nossos problemas, que a GRANDE MÃE nos cobre com seu Manto Sagrado. Ao invés de ficar gritando sempre: Deus eu tenho um grande problema, diga ao contrario, problema, eu tenho um grande DEUS !
Benção para o dia de hoje a todos nós.

Fonte: Eu Sou uma Bruxa

              Mucamas do PCdoB



          PROSTITUIÇÃO NO PCdoB
quinta-feira, 23 de setembro de 2010 0 comentários

PRECE A DEUSA MÃE SENHORA DA LUZ, MÃE DO UNIVERSO!




Queremos agradecer pela oportunidade que deste ao homem,
Que em teu nome busca a luz do renascer em época tão árdua e difícil.Nós, que ao longo destes séculos, com as mãos entrelaçadas apesar da mente embaçada pelo esquecimento, com fé contida pelas trilhas do sacrifício.

Plantamos as sementes do amor, da esperança e da fé renovada, independente do momento histórico que aqui stivemos,.Cumprindo e fazendo cumprir as leis que regem o universo
Numa serena e silenciosa guerra, lhe agradecemos Grande Deusa do planeta azul!
Agradecemos pela luz que acendeste em nossos corações,

Quando nos delegaste a tarefa divina de nos tornarmos lanternas incandescentes
Para informar e conduzir a tua existência, a tua força e a tua ação,
Em meio a toda tecnologia que nos envolve e oprime.
Queremos rogar-te que conduza o homem para o uso devido dos direitos Humanos e o justo progresso,Ilumina Grande Mãe, a consciência humana para o uso da inteligência,
Ao fabricar foguetes e bases nucleares.Que o homem invente, crie e desenvolva novas técnicas e objetos de “ultima geração”Dentro da segurança que não falha, a segurança moral.

Que o homem entenda que doar remédios, alimentos e socorro aos necessitados
É uma obrigação de ser e não um compromisso social.
Que ser honesto deve ser inerente à personalidade e não um mérito adquirido.
Que o amor e a assistência aos animais, ás árvores amigas, e o respeito à Mãe Natureza passem
a ser um comportamento real e verdadeiro.

Que a consciência livre possa respeitar as leis da tua criação,
E receba as bênçãos naturais por fazer parte do sistema cósmico universal. Que possamos viver
livres da poluição dos mares e das idéias de alguns homens que ainda habitam este planeta que
possamos viver livres do envenenamento, dos ares e dos alimentos industrializados.

Que o ódio seja banido do nosso planeta Terra,
Que as guerras sejam trancadas para sempre num museu e livros de historia E que nos seja dado
o direito de em cada amanhecer e em cada anoitecer Podermos pensar em uma sala de aulas com o
coração livre e leve
Com a consciência iluminada, porque estamos contribuindo para a paz do novo homem mais centrado
a partir do teu renascimento nos corações e no cotidiano do ser humano.

Que em todos nós impere o imenso amor que nos mantém a alma
E o coração em sintonia com o Todo.
Que nossos corações possam bater em perfeita harmonia com o coração da Terra.
E que pensando no explendor da paz interior

Que se desenvolve pelos caminhos do amor
Possamos qualificar a Deusa que existe em nós
Para todos os seres deste planeta...
Para todos aqueles que acolhestes no teu grande Útero, a Terra!


Fonte: Eu Sou uma Bruxa
 
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