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segunda-feira, 18 de novembro de 2013 1 comentários

Mucamas do PCdoB


"Uma elite enriquecida no suga-suga das verbas públicas, não se conforma com nenhuma ascensão do negro na sociedade. Quer seja em empregos de maiores salários, na política ou nas universidades."



Não há medida para o meu aborrecimento com o PCdoB. Sou uma mulher negra e como a maioria da minha cor, conheço e sofro na pele com o preconceito á Brasil. Uma moda de preconceito camuflado e por tanto consentido o qual dificulta sua identificação e ainda mais as possibilidades de ser combatido.
Mas apesar de viver essa realidade não aceito e nunca aceitarei ser denegrida, desvalorizada por ser negra. ´`Minha cor não me faz inferior à absolutamente ninguém.


Saibam os desavisados que a escravidão negra no Brasil foi abolida desde 1888, então, por que minha palavra, honra, dignidade para o PCdoB vale menos do que a de um homem branco?
Como na música da Vanessa da Mata canto com o peito inflado de orgulho: eu sou neguinha!
Sim, eu sou uma mulher negra. Mas não estou aqui para servir os apetites sexuais dos dirigentes e lideranças do PCdoB.


Sou negra sim, porém não sou cativa de nenhum senhor de engenho. Por tanto, diferente do que me passaram as senhoras Mara Marciel e Claudia Vitalino, na falsa comissão de controle, que deveriam chamar de “comissão de controle a Jaqueline”, não tenho a intenção e menos ainda obrigação de me deitar com nenhum dirigente em troca de cargo público.


Sou negra, mas não sou mucama.
Sou uma mulher livre. Quem decide com quem faço amor sou eu e não um partido político.
Ao denunciar a prostituição de luxo a qual nós mulheres, sobre tudo as negras, estamos sendo expostas no PCdoB, ouvi entre outras coisas em tom de ameaça; que eu deveria calar a boca porque isso é política e sempre será assim...
Desde de então passei a ser  constantemente ameaçada de morte.


O que mais dizer?

"A elite faz do racismo o seu entretenimento".


LINKS INDICADOS :MULATA EXPORTAÇÃO
                                    
DEIXAR DE SER RACISTA, MEU AMOR, NÃO É COMER UMA MULATA!

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MULATA EXPORTAÇÃO

Jaqueline ex-BBB




“Mas que nega linda
 E de olho verde ainda
 Olho de veneno e açúcar!
 Vem nega, vem ser minha desculpa
 Vem que aqui dentro ainda te cabe
 Vem ser meu álibi, minha bela conduta
 Vem, nega exportação, vem meu pão de açúcar!
 (Monto casa procê mas ninguém pode saber, entendeu meu dendê?)
 Minha tonteira minha história contundida
 Minha memória confundida, meu futebol, entendeu meu gelol?
 Rebola bem meu bem-querer, sou seu improviso, seu karaoquê;
 Vem nega, sem eu ter que fazer nada. Vem sem ter que me mexer
 Em mim tu esqueces tarefas, favelas, senzalas, nada mais vai doer.
 Sinto cheiro docê, meu maculelê, vem nega, me ama, me colore
 Vem ser meu folclore, vem ser minha tese sobre nego malê.
 Vem, nega, vem me arrasar, depois te levo pra gente sambar.”
Imaginem: Ouvi tudo isso sem calma e sem dor.
 Já preso esse ex-feitor, eu disse: “Seu delegado...”
E o delegado piscou.
 Falei com o juiz, o juiz se insinuou e decretou pequena pena
 com cela especial por ser esse branco intelectual...
 Eu disse: “Seu Juiz, não adianta! Opressão, Barbaridade, Genocídio
 nada disso se cura trepando com uma escura!”
Ó minha máxima lei, deixai de asneira
 Não vai ser um branco mal resolvido
 que vai libertar uma negra:

Esse branco ardido está fadado
 porque não é com lábia de pseudo-oprimido
 que vai aliviar seu passado.
 Olha aqui meu senhor:
 Eu me lembro da senzala
 e tu te lembras da Casa-Grande
 e vamos juntos escrever sinceramente outra história
 Digo, repito e não minto:
 Vamos passar essa verdade a limpo
 porque não é dançando samba
 que eu te redimo ou te acredito:
 Vê se te afasta, não invista, não insista!
 Meu nojo!
 Meu engodo cultural!
 Minha lavagem de lata!

Porque deixar de ser racista, meu amor,
 não é comer uma mulata!


De Elisa Lucinda
(Da série “Brasil, meu espartilho”)


domingo, 17 de abril de 2011 4 comentários

CALCINHA PRETA!




Eu andava por uma das principais vias das cidade quando reparei em uma moça muito bonita. Cabelos longos, lisos, olhos castanhos, quadris largos. Dificilmente teria mais que 30 anos de idade. Falava ao celular e a medida que falava seu semblante ia se transformando. Passou de um largo sorriso, para uma careta e por fim desabou no choro.


Ela sentou-se ali mesmo num canteiro sujo. Tendo um tapume em pé como fundo de cena. Meu primeiro impulso foi de alguma forma tentar socorre-la. Talvez tivesse morrido alguém muito querido... A moça soluçava e mal conseguia falar. Contive o meu primeiro impulso e passei "indiferente" por ela.


Vendo-a de costa pude ver que a calça Jeans não foi capaz de proteger dos olhares indiscretos aquele lindo bumbum. A tal moça vestia uma calcinha (se é que podemos chamar aquela coisinha assim) preta, do tipo tanguinha, apenas tirinhas nas laterais. Com uma minúscula renda no centro. Então entendi que aquele choro tão sentido não era por motivo de morte. E sim o choro de uma fêmea ferida.
Aquela deliciosa calcinha dizia tudo, desvendava o mistério.

Fiquei pensando que tipo de louco ousou deixar aquela linda fêmea tesuda, sem saciar o cio? Aquela mulher chorava porque tinha fome. Fome de homem.


Tentei imaginar todos os preparativos feitos para aquela noite. Desde o momento da escolha das roupas até a hora e local do encontro (as mulheres entenderão melhor essa parte).


O corpo quente, o banho demorado, tocando todo o corpo. Os bicos dos peitinhos salientes pelo tesão. A masturbação suave, pensando no seu homem. A vagina molhadinha, esperando para ser penetrada, penetrada e penetrada. Os movimentos frenéticos, a respiração acelerada, a leve perda de ar e por fim o gozo arrancado das entranhas! Mas o gozo não chegou. Ficou perdido em algum lugar dessa grande cidade.


Aquela noite ela não se sentiria completamente mulher, apenas uma menina, que nada mais poderia fazer além de chorar!


 
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