2c6833b0-77e9-4a38-a9e6-8875b1bef33d diHITT - Notícias Sou Maluca Sim!: sociedade
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sábado, 29 de setembro de 2018 0 comentários

NÃO GOSTO DE SER MOLDADO PELA SOCIEDADE



Como qualquer um pode lhe dizer, não sou um homem muito bom.
Não sei que palavra usar para me definir.
Sempre admirei o vilão, o fora da lei, o filho da puta.
Não gosto dos garotos bem-barbeados com gravatas e bons empregos. Gostos dos homens desesperados, homens com dentes rotos e mentes arruinadas e caminhos perdidos.
São os que me interessam. 
Sempre cheios de surpresas e explosões. Também gosto de mulheres vis, cadelas bêbadas que não param de reclamar, que usam meias-calças grandes demais e maquiagens borradas. Estou mais interessado em pervertidos do que em santos. Posso relaxar com os imprestáveis, porque sou um imprestável. Não gosto de leis, morais, religiões, regras. Não gosto de ser moldado pela sociedade.
- Charles Bukowski, dans "Ao Sul de Lugar Nenhum"
sábado, 23 de junho de 2018 0 comentários

CULTURA DA APARÊNCIA




“Vivemos em plena cultura da aparência: o contrato de casamento importa mais que o amor, o funeral mais que o morto, as roupas mais do que o corpo e a missa mais do que Deus.”

Eduardo Galeano
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014 0 comentários

RASTA COURAGE - soja



Try and remember now just what has been done
Enslavement, displacement of every nation
And now to one nation, everyone hold their grudge
Kind of makes me wonder about which side I'm on
I don't defend white, and I don't defend black
I defend truth and rights and all of that
I work on situations where I'm at
Hold my position and never fall of track

Nah give up my faith!
Though Babylon rage
I and I will strive until the end of my days
Rasta Courage go against society
Rasta courage

I never give no good vibes
and I never give up no truth
Never trade my sanity for living in Babylon crew
Vanity will never drive this man insane
This man will walk alongside Jah again
We see all of the pressure to conform today
And I may sometimes bend
but only as not to break
Cause a life of iniquity for laziness' sake
Is a deal with the devil Rasta just can't make

Nah give up my faith!
Though Babylon rage
I and I will strive until the end of my days
Rasta Courage go against society
Rasta courage

Looking back now upon all of the evidence
four hundred years and what those years have really done
we talk of peace but at the first sign of war
Bredren and bredren and sistren ain't sistren no more
Without forgiveness how will any war cease
while the heathen rage Rastaman sitting at ease
No one will move a muscle for some moral justice
And with no justice there will be no peace

Nah give up my faith!
Though Babylon rage
I and I will strive until the end of my days
Rasta Courage go against society
Rasta courage

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 2 comentários

ANARQUISMO: filosofia e história – 165 obras para download

ANARQUISMO: filosofia e história


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   http://thepiratebay.se/torrent/9234441

Caso o site acima não esteja acessando, clique nesta pasta onde encontra-se todos os torrents:
https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlakRydmRmZFpjVkU&usp=sharing

ACKELSBERG, M. Free women of Spain – anarchism and the struggle for the emancipation of women
ADDOR, C. Um homem vale um homem – memória, história e anarquismo em Edgar Rodrigues
ALVES, M. Natureza e anarquia – Proudhon e Kropotkin
ALVES, M. O elogio da anarquia em ‘O que é a propriedade’ de Proudhon
ANDRADE, C. Blásfemos e sonhadores ideologia, utopia e sociabilidades nas campanhas anarquistas em a lanterna (1909-1916)

AVELINO, N. Anarquismos e governamentalidade[doutorado]
AVELINO, N. Estudos anarquistas e teoria política – entre Proudhon e Foucault
AVELINO, N. Governamentalidade e anarqueologia em Foucault
AVELINO, N. Malatesta – revolta e ética anarquista
AVELINO, N. Poder e governo em Proudhon e Foucault
AVELINO, N. Revolta, ética e subjetividade anarquista

BAKUNIN, M. A ilusão do sufrágio universal
BAKUNIN, M. A reação na Alemanha
BAKUNIN, M. Bakunin por Bakunin
BAKUNIN, M. Carta a Alexandre Herzen
BAKUNIN, M. Critica y accion [espanhol]
BAKUNIN, M. Dios y el estado – notas sobre rousseau [espanhol]
BAKUNIN, M. El principio del estado [espanhol]
BAKUNIN, M. Estatismo y anarquía [espanhol]
BAKUNIN, M. La mujer, el matrimonio y la família
BAKUNIN, M. La política del consejo
BAKUNIN, M. O conceito de liberdade
BAKUNIN, M. O sistema capitalista
BAKUNIN, M. O socialismo libertário

BERKMAN, Alexander. Kronstadt (em espanhol)
BERNERI, M. L. Viaje a través de la utopia
BEY, Hakim. TAZ (Zona Autonoma Temporaria)
BONOMO, A. O anarquismo em São Paulo [mestrado]
BOOKCHIN, M. Compilación de escritos

CABRAL, M. Teatro anarquista, futebol e propaganda
CAMPOS, C. O sonhar libertário – movimento operário nos anos de 1917 a 1920
CAPPELLETTI, A. La Ideologia Anarquista
CASTRO, R. A cisão no anarquismo argentino – as perspectivas

CHOMSKY, N. Apuntes sobre anarquismo
CHOMSKY, N. Fabricando consenso – el control de los medios massivos de comunicacion
CHOMSKY, N. O lucro ou as pessoas
CHOMSKY, N. Os caminhos do poder

COGGIOLA, O. A primeira internacional e a comuna de Paris

COLOMBO, E. Anarquia e anarquismo
COLOMBO, Eduardo. Anarquismo ante la crisis de las ideologías [espanhol]
COLOMBO, Eduardo. La vontad del pueblo – democracia y anarquía [espanhol]
COLOMBO, Eduardo. L’espace politique de l’anarchie [francês]

COLSON, D. Nietzsche e o anarquismo
COLSON, D. O anarquismo hoje

CORNÉLIUS, G. O Bakuninismo – um estudo sobre o coletivismo [monografia]

CORRÊA, F. Anarquismo, poder, classe e transformação social
CORRÊA, F. Elementos para uma teoria libertária do poder
CORRÊA, F. O sentido do termo “anarquia”
CORRÊA, F. Poder e participação
CORRÊA, F. Rediscutindo o anarquismo [mestrado]

COSTA, C. T. O que é anarquismo
CUBERO, Jaime. O movimento anarquista no Brasil – entrevista da Revista Utopia

DUARTE, R. A imagem rebelde – a trajetória libertária de Avelino Fóscolo

FABBRI, L. Carácter ético del anarquismo
FABRI, L. O caráter ético do anarquismo
FLORESTA, L. A gênese do pensamento pedagógico anarquista
FOSCOLO, A. O semeador
FREIRE, R; BRITO, F. Utopia e Paixão – A Política do Cotidiano

GALLO, S. Anarquismo e educação – os desafios para uma pedagogia anarquista hoje
GALLO, S. Escola pública numa perspectiva anarquista
GALLO, S. O paradigma anarquista em educação
GATTAI, Z. Anarquistas graças a deus

GOLDMAN, Emma. Dois anos na Rússia
GOLDMAN, Emma. O Indivíduo a Sociedade e o Estado, e Outros

GONÇALVES, C. Homem regenerado Brasil reformado [TCC]
GORDON, U. Anarchism and political theory [inglês]
GRAEBER, D. The new anarchists [inglês]

GUÉRIN, D. El anarquismo
GUÉRIN, D. Marxismo e anarquismo

GUIMARAES, Adonile. Anarquismo e ação-direta como estratégia [mestrado]

HAMON, A. Psicología del socialista-anarquista
HART, J.M. Anarquismo e la clase obrera no México
HOROWITZ, I. Los anarquistas – la teoria

KROPOTKIN, P. A Conquista do Pão
KROPOTKIN, P. Ajuda Mutua um fator de evolução
KROPOTKIN, P. Anarquismo (enciclopédia britânica)
KROPOTKIN, P. As prisões
KROPOTKIN, P. O assalariado
KROPOTKIN, P. O Princípio Anarquista e outros ensaios

LANDAUER, G. Revolution and other writings [inglês]
LEAL, C. Pensiero e dinamite – anarquismo e repressão em SP nos anos 1890
LEHNING, A. Marxismo y anarquismo en la revolucion rusa
LEUENROTH, E. Anarquismo – roteiro da libertação social
LEVAL, G. Espagne libertaire [francês]
LOPREATO, C. O espírito da leis – anarquismo e repressão política no Brasil
LOPREATO, C. O espírito da revolta – a greve geral anarquista de 1917

MACKAY, J.H. The anarquists

MALATESTA, E. Amor y anarquia.pdf
MALATESTA, E. Anarquismo e Anarquia
MALATESTA, E. Entre campesinos
MALATESTA, E. Escritos revolucionários
MALATESTA, E. Pensamiento y accion revolucionários
MALATESTA, E. Um pouco de teoria
MALATESTA; MERLINO. Elecciones y anarquismo

MATEUS, J. G. Liberdade em Mikhail Bakunin
MATEUS, J. G. O sindicalismo revolucionário como estratégias nos congressos
MELLA, R. El socialismo anarquista
MENDES, S. As mulheres anarquistas na cidade de São Paulo, 1889-1930
MIRANDA, J. Recuso-me! ditos e escritos de Maria Lacerda de Moura

MONTEIRO, Fabrício. O materialismo histórico de Bakunin
MONTEIRO, Fabrício. O materialismo no debate Feuerbach, Stirner e Marx
MONTEIRO, Fabrício. Significações do ‘eu’ niilista [mestrado]

NETTLAU, M. Anarchism Communist or Individualist –Both
NETTLAU, M. História da anarquia
NETTLAU, M. La anarquia a traves de los tiempos

PASSETTI, E. Poder e anarquia
PAZ, A. Durruti y la revolución
PENNA, M. Socialistas libertários e lutas sociais no RJ
POMINI, Igor. Revolução espanhola [mestrado]

PROUDHON, P-J. A filosofia da miséria
PROUDHON, P-J. A guerra e a paz
PROUDHON, P-J. Do princípio federativo
PROUDHON, P-J. Filosofia Da Miséria (Tomo II)
PROUDHON, P-J. General Idea Of Revolution In The 19th Cent
PROUDHON, P-J. Idéia Geral Da Revolução No Século Dezenove
PROUDHON, P-J. O Que é a Propriedade?
PROUDHON, P-J. Sociedade Sem Autoridade

PUENTE, I. Comunismo libertário

RAGO, M. O anarquismo e a história
READ, H. A filosofia do anarquismo
READ, H. Al diabo con la cultura
READ, H. Anarquia y orden
READ, H. Arte poesia y anarquismo

RÉCLUS, E. La anarquía y la iglesia

ROCKER, R. Anarco sindicalismo – teoria y pratica [espanhol]
ROCKER, R. Artistas y rebeldes
ROCKER, R. As idéias absolutistas no socialismo
ROCKER, R. La tragédie de l’Espagne [francês]
ROCKER, R. Porque sou anarquista
ROCKER, R. The nation and the light of modern race theories [inglês]

RODRIGUES, E. Pequena história da imprensa social no Brasil
ROMANI, C. Oresti Ristori – uma aventura anarquista [mestrado]

SAMIS, A. Bolchevismo e anarquismo
SAMIS, A. Matizes do sentido
SAMIS, A. Neno Vasco e os grupos anarquistas em Brasil e Portugal
SAMIS, A. Sindicalismo e anarquismo no Brasil
SAMIS, A. Uma terra sem amos – federalismo na comuna de Paris

SANTOS, Kauan. Ação e militância anarquista nas manifestações operárias de 1917
SCHMIDT, M; WALT, V. Apresentando a Chama Negra
SCHMIDT, S. Accursed Anarchism Five Post-Anarchist Meditat
SEIXAS, J. Acerca do militante anarquista
SILVA, Custódio. A concepção de educação em Max Stirner (monografia)
SILVA, Regina. A linguagem anárquica de Barthes em dois momentos
SILVA, Regina. Stirner e Barthes – questões da linguagem e o anarquismo individualista
SILVA, Thiago L. Memórias de um anarquista na Porta da Europa [mestrado]
SILVA, Thiago L. Revolucionário ou reformista – sobre Malatesta
SILVA, Wanderlei. ‘Anarquia no Reino Unido’ – proposta anarquista em V de Vingança [TCC]
SOREL, G. El sindicalismo revolucionário
STIRNER, M. Textos Dispersos

THOREAU, H. Desobedecendo – a desobediencia civil e outros escritos
THOREAU, H. Desobediência civil
THOREAU, H. Walden ou a vida nos bosques

TOLSTOI, L. Cristianismo e anarquismo
TOLSTOI, L. O reino de Deus está em vós

TUCKER, Benjamin. Individual liberty

VACCARO, S. Anarquismo e ontologia
VASCO, Neno. A greve dos inquilinos
VASCO, Neno. Georgicas – ao trabalhador rural
VIANA, Rafael. Anarquismo – uma breve genealogia história

WALTER, N. O que é Anarquismo
WOODCOCK, G. historia das ideias e movimentos anarquistas

ZERZAN, J. O futuro primitivo
domingo, 15 de dezembro de 2013 2 comentários

Adorno, Arendt, Benjamin e Habermas – 37 obras para download


Theodor Adorno, Hannah Arendt, Walter Benjamin e Jürgen Habermas


Google Drive:
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Caso o site acima não esteja acessando, clique nesta pasta onde encontra-se todos os torrents:

ADORNO, T. Anotações sobre Kafka in Prismas – crítica cultural e sociedade
ADORNO, T. As Estrelas Descem a Terra
ADORNO, T. Conceito de Esclarecimento
ADORNO, T. Dialética negativa
ADORNO, T. Educação e emancipação
ADORNO, T. Indústria Cultural e Sociedade
ADORNO, T. Introdução à Sociologia da Música
ADORNO, T. Mínima moralia
ADORNO, T. Notas de Literatura I
ADORNO, T. Teoria estética
ADORNO, T. Textos escolhidos – Os pensadores

ARENDT, Hannah. A Condição Humana
ARENDT, Hannah. Da Violência
ARENDT, Hannah. Los origenes del totalitarismo (em espanhol)
ARENDT, Hannah. O que é política?
ARENDT, Hannah. O significado em revolução. In ‘Sobre a revolução’
ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo
ARENDT, Hannah. Reflexões sobre little rock

BENJAMIM, W. A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica
BENJAMIN, W. A Modernidade e os Modernos
BENJAMIN, W. Diário de Moscou
BENJAMIN, W. Discursos interrumpidos I – Filosofía del arte y de la historia
BENJAMIN, W. Documentos de cultura, documentos de barbárie
BENJAMIN, W. Ensaios Reunidos – Escritos Sobre Goethe
BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política
BENJAMIN, W. O Iluminismo visionário
BENJAMIN, W. Obras Escolhidas, Vol. 1 – Magia e Técnica, Arte e Política
BENJAMIN, W. Obras Escolhidas, Vol. 2 – Rua de Mão Única

HABERMAS, J. Direito e democracia, vol. 1
HABERMAS, J. Direito e democracia, vol. 2
HABERMAS, J. O Discurso Filosófico da Modernidade
HABERMAS, J. On the Logic of the Social Sciences
HABERMAS, J. Para a reconstrução do materialismo histórico
HABERMAS, J. Pensamento Pós-Metafísico – Estudos Filosóficos
HABERMAS, J. Técnica e Ciência Como Ideologia
HABERMAS, J. Verdade e Justificação – Ensaios Filosóficos
HABERMAS, J; RAWLS, J. Debate Sobre el Liberalismo Político
terça-feira, 3 de setembro de 2013 1 comentários

A INVEJA DOS OUTROS


Na cultura do Facebook, o valor social de cada um
se confunde com a inveja que ele suscita


Anos atrás, decidi que, salvo necessidade absoluta, em voo internacional, eu não viajaria mais de classe econômica. Quando não posso pagar pela executiva, é simples: não viajo.

A passagem de executiva dá direito ao uso de uma sala de espera confortável, que no Brasil é chamada de sala VIP (sigla de "very important person", pessoa muito importante). Há um quê de idiota na ideia de que alguém se torne importante por pagar uma passagem mais cara que os outros.

Mas o que me interessa agora é o fato de que os passageiros de classe executiva, confortavelmente instalados na sala VIP, poderiam esperar até o fim do embarque da classe econômica; aí eles iriam ao portão já esvaziado e subiriam no avião.

Não é o que acontece. Convidados a embarcar antes dos outros, eles entram no avião sob o olhar dos passageiros de classe econômica e ocupam seus assentos espaçosos, situados na parte da frente da aeronave, de forma que os passageiros de econômica, a caminho de suas poltronas-suplício, são obrigados a contemplar o privilégio dos que já estão instalados na executiva.

Por que essa irracionalidade? É que o passageiro de executiva não compra apenas um tratamento mais humano e um espaço compatível com as formas médias de um corpo: ele compra também a experiência (desejável, aparentemente) de ser objeto da inveja dos outros.

Numa recente viagem à Europa, eu já estava instalado na executiva, tomando suco e lendo um livro quando uma senhora chinesa, a caminho de seu lugar na econômica, passou do meu lado e espirrou molhada e barulhentamente em cima da minha cabeça. Por sorte, não era época de gripe aviária. Mas é isto: a inveja é uma mistura de idealização, amor e ódio.

Circulando de madrugada, passo pela entrada de uma balada. Há uma longa fila de espera, há seguranças imponentes e há uma "hostess" que escolhe quem pode entrar. Em Nova York, entram até desconhecidos, se forem bizarros, interessantes e decorativos. Em São Paulo, parece que a lista de clientes VIPs é soberana. Os outros esperam noite adentro, tentando ganhar a simpatia da "hostess". Vale a pena? O que acontecerá se eles forem admitidos? Pois é, será uma noite sensacional: eles tirarão fotos que postarão no Facebook e no Instagram.

Em geral, com as fotos, eles esperam receber a mesma inveja que eles destinam aos VIPs: por isso, exibirão poses parecidas com o que eles imaginam que os VIPs (os que entraram na balada há tempos) fazem quando se divertem (loucamente).

E o que fazem os VIPs? Pois é, essa é a parte mais estranha: os VIPs imitam as poses dos que os invejam e imitam, pois, eles constatam, essas são as poses que mais suscitam inveja.

De fato, na balada, muitos, VIPs e mortais comuns, apenas esperam a ressaca de amanhã. Mas, no círculo vicioso da inveja, a experiência efetiva é irrelevante; não é com tal ou tal outra vida e história concretas que se sonha: sonha-se ser o que os outros sonham.

A inveja é, por assim dizer, uma emoção abstrata: o privilégio não precisa dar acesso a uma fruição especial da vida (sensual ou espiritual, tanto faz), ele só precisa suscitar inveja. Ou seja, privilégio não é o que faço ou o que acontece de extraordinário em minha vida, mas o olhar invejoso dos outros.

Nesse mundo, em que a inveja é um regulador social, as aparências são decisivas porque elas comandam a inveja dos outros. Por exemplo, o que conta não é "ser feliz", mas parecer invejavelmente feliz.

Nesse mundo, o ter é mais importante do que o ser apenas porque, à diferença do ser, o ter pode ser mostrado facilmente. É simples mostrar o brilho de roupas e bugiganga aos olhos dos invejosos. Complicado seria lhes mostrar vestígios de vida interior e pedir que nos invejem por isso.

O Facebook é o instrumento perfeito para um mundo em que a inveja é um regulador social. Nele, quase todos mentem, mas circula uma verdade de nossa cultura: o valor social de cada um se confunde com a inveja que ele consegue suscitar.

Comecei a escrever essa coluna depois de assistir a "Bling Ring: A Gangue de Hollywood", de Sofia Coppola (uma tradução por "Bling Ring" seria "A Turma do Deslumbre"). A não ser que outro tema se imponha com força, voltarei a falar sobre o filme. Mas digo já: saí do cinema muito feliz por não ter levado nenhum adolescente comigo (respeitando a indicação para acima de 16 anos).

CONTARDO CALLIGARIS
domingo, 9 de junho de 2013 0 comentários

MENORIDADE PENAL

SANÇÕES IMPOSTAS A DELINQUENTES JUVENIS MEIO SÉCULO ATRÁS NA URSS



Atualmente se discuti muto sobre baixar a maioridade penal no Brasil.Então hoje no "Sou Maluca sim!" vamos pegar um pequeno exemplo do passado de um outro País para refletirmos.
Há meio século os jovens não tinha uma cerimônia especial - eram enviados para o trabalho forçado ou prisão correcional (será que funcionaria aqui nos tempos atuais?). Todas estas fotos foram tiradas entre dezembro de 1871 e dezembro 1873.
Acompanhem:


14-anos -Henry Miller foi acusado de roubar roupas e condenado a 14 dias de trabalho duro.


 Mary Catherine Doherty foi condenada a sete dias de trabalho duro depois que ele foi acusado de roubar ferro. A mesma punição recebida pela seus cúmplices - Hinnigan Mary Ellen Woodman e Rosanna Watson.


 12-anos- Henry Leonard Stephenson foi preso sob a acusação de invasão em casas particulares. Ele foi condenado a dois meses de prisão.


Depois de roubar um colete Ann Burns, foi condenado a um mês de prisão. Ela tinha 18 anos.


 17-anos -  Katherine Kelly foi considerada culpado de roubar roupas de cama, pelo qual recebeu um pena de três meses.


19-anos- marceneiro David Barron foi preso e condenado a seis meses de prisão por roubar champanhe.




 Michael Clement Fisher como seu cúmplice, tinha 13 anos quando foi preso e condenado a dois meses de prisão invasão ilegal em casas.


Robert Charlton foi para a prisão por quatro meses por roubar um par de sapatos.



 15-anos -  Margaret Koch foi condenada por roubar um casaco. Tendo em conta que este foi seu primeiro crime, ela foi condenada a trabalhos forçados a dois meses.


 John Park foi condenado por roubar um violino. Tendo em conta que ele não havia sido preso, ele foi condenado a trabalhos forçados mês.



15-anos - Richard Rammington foi condenado por roubar um tubo fora de uma  loja e teve que trabalhar 14 dias, mas seus pais pagaram uma indenização por danos, e o garoto foi liberado.


" A maioria dessas crianças são acusadas de roubarem roupas, e suas penas foi o ardo trabalho forçado, mas quase todas estão vestidas em trapos. Em um pais que na maior parte do ano é extremamente frio.

A menoridade penal não constitui novidade, assim como não será novidade quem serão os mais afetados por ela. 

A maioridade penal ou maioridade criminal define a idade mínima a partir da qual o sistema judiciário pode processar um cidadão como adulto, não existindo à priori sobre ele quaisquer desagravos, atenuantes ou subterfúgios baseados na sua idade à época da ocorrência do fato de que é acusado. O indivíduo é, pois, reconhecido como adulto consciente das consequências individuais e coletivas dos seus atos e da responsabilidade legal embutidas nas suas ações
por favor não confundir  com responsabilidade criminal. 


Fonte: Wikipédia. 

              Mucamas do PCdoB

          PROSTITUIÇÃO NO PCdoB







segunda-feira, 3 de junho de 2013 0 comentários

POLITICAMENTE CORRETO



Politicamente correto? Desculpa o nível sutil das minhas simples palavras, mas POLITICAMENTE CORRETO É O CARALHO!
Sociedade cheia de hipocrisia fala de tudo, julga tudo com seus preconceitos já bem formados e idealizados. Idealizados em que?
Certo ou errado? Faça-me rir, gargalhar.
O ser humano é um ser incrível, malicioso, cheio de mistérios, INOVAÇÕES e muito complexo.

Não vai ser o que você falar, pensar, agir, que irá determina quem você é, e sim realmente um conjunto de todas elas de um modo geral e subjetivo, pois todo ser é único. Eu não sou igual a você, você não é igual a min, “fulano” não é igual a “beltrano” e assim se segue pela vida.

Eu não vim aqui para falar bonito, vim simplesmente para escrever
Pois tenho minha liberdade de expressão nessa sociedade “Democrática” no qual vivemos felizes para sempre, que coisa bonita né? Onde todos tem seus direitos e deveres amparados pela nossa magnífica constituição; justiça para todos sem discriminação de cor, religião, sexualidade, etnia e todos lá, lá..., mas, não.

Você é o tempo todo julgado, analisado, repreendido, MONITORADO, por quem? Vivemos numa sociedade PANÓPTCA,
Posso estar errado ou certo, mas é a minha verdade! Por isso entre tantos nuances busco a minha ideologia, como dizia Cazuza: “Ideologia eu quero uma pra viver”

Vamos parar com esse falso moralismo e de ter pré-conceito formado de tudo e de todos. Você vê uma mulher na rua de saia curta, com as belas pernas do lado de fora, e vai dizer: É piranha, vagabunda, mas você olho e falo GOSTOSA. E a mulher que olha pra ela vai falar, só tem corpo, deve ter nada na cabeça. E o cara que ouve reggae, dred no cabelo, é MACONHEIRO e por ae vai.
Você não acha que deveria cuidar mais da sua vida não? A eu so acho e no fundo eu não acho nada e continuo achando que não achei e vivo minha crise existencial sem perturba ninguém. Temos que ficar pensando o tempo todo no que o outro irá pensar em relação ao que você fizer? Sempre preocupados em sermos aceito em um determinado grupo social. Não quero muito, só quero viver, viver a vida, será que isso é muito?

Só sentar num barzinho com os amigos e poder conversar abertamente, falar de sexo, putaria, sem ser Pervertido; olha ele é pervertido, até parece que você não sabe o que é, e se não faz, passe a fazer, pois fazer um bem, (gargalhei). Fala de política sem ser político, OH..(Não fale de política, sinta a mensagem Subliminar). Poesia, literatura, falar da vida. Fala de nada, fala do tombo que eu tomei e fiquei com a bunda suja. Começar a falar de algo sério e quando foi ver a conversa paro no coco do pombo,( Gargalhei novamente).

Portanto torno a repetir enfaticamente tirando do fundo do meu âmago, Politicamente é correto é o caralho, politicamente correto é gato miando sem saber por que mia. Que a formula da felicidade? A desculpa a imensa decepção, mais não existe. Que uma dica? Vai ser você mesmo, se ame, permita-se ser amado! Se preocupe com que você vai pensar de você, no agora, no amanhã, esquece um pouco do que irão pensar. É deu para extravasar um pouco mas não tudo, se não ficaria eternamente escrevendo na minha eterna inocência de ser.

Kelven de C
astro ( Rj, junho de 2013)

              Mucamas do PCdoB
          PROSTITUIÇÃO NO PCdoB
 
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