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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017 1 comentários

SINCERICÍDIO

“Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal. (Oscar Wilde)


Você sabe a diferença entre sinceridade e sincericídio? Todos podemos concordar que a sinceridade é uma qualidade incontestável – inclusive, muitas pessoas não possuem essa característica. Todavia, você deve conhecer pessoas que são sinceras em excesso e assim sempre causam algum dano em outras pessoas. É o típico caso do sincericídio – algo que não está baseado em opiniões construtivas, mas sim em causar sofrimento, seja intencional ou não.

Por meio desse estudo quero te levar a ter uma ideia do quanto o excesso de sinceridade pode ser prejudicial para suas relações familiares, profissionais e sociais. Aproveite o conteúdo!


Sincericídio e o dano irreversível



O sincericídio é um neologismo criado da junção da palavra sinceridade com suicídio. Ou seja, logo se percebe que é um ato que causa dor, sofrimento, uma atitude que irá ferir a si próprio e também outras pessoas. Excesso de sinceridade sempre resulta em algum dano moral ou psicológico. Por exemplo, o marido que diz que a esposa está gorda; aquela pessoa que diz que o outro se veste mal; que está com um cheiro ruim. Enfim, são várias as possibilidades de ferir alguém com um excesso de sinceridade.

Existe uma frase que diz “o homem morre não pelo que entra em sua boca, mas pelo que sai dela”. É justamente o caso do sincericídio. Afinal, podemos matar sonhos, estimas, valores de outras pessoas com comentários imbecis. Não são raros os exemplos de pais que destroem a autoestima dos seus filhos, de professores que rebaixam seus alunos que têm dificuldade de aprendizado, dos maridos e mulheres que apontam os descuidos uns dos outros, dos líderes que desmotivam suas equipes com comentários baixos.

Sinceridade não é dizer tudo aquilo que pensamos, mas sim não dizer nada contrário ao que pensamos. Por exemplo, é notório quando alguém está com excesso de peso, mas até que ponto um comentário nesse sentido será benéfico? Precisamos mesmo falar aquilo que o outro já tem consciência? A falta de sinceridade é dizer que não há excesso, é falar algo apenas para satisfazer o outro. Agora tecer comentários que irão ferir o outro é agir com excesso de sinceridade (sincericídio).



Quando o sincericídio é contra si próprio



Esse é um dos mais perigosos casos de sincericídio. Quase sempre o indivíduo em particular não percebe que está tendo esse tipo de atitude. Muitas vezes tendemos a ser sinceros em excesso ao contar erros do passado para outros como uma forma de buscar aceitação. A escritora Kate Holden (autora de livros como “Na minha pele” e “Noites italianas”) teve no passado o envolvimento com drogas e também com a prostituição.

Em um momento da sua vida ela resolveu mudar de país e também de atitudes. Se mudou para a Itália procurando um recomeço e a oportunidade de fazer tudo diferente. Contudo, sempre que um homem se aproximava dela, ao invés dela contar sobre suas excelentes qualidades do presente, preferia falar sobre seu passado sombrio. Era um típico caso de sincericídio. Na busca de ser a mais sincera possível e também procurando uma aceitação ela danificava a si própria.

Inconscientemente nós podemos ser nossos piores inimigos. Todos possuímos erros e acertos e, muitas vezes aqueles que cometeram os maiores erros são os que mais aprenderam com a vida. Portanto, que sejamos amáveis e respeitosos com todas as pessoas e com tudo aquilo que somos. A melhor maneira de viver feliz e em paz é aceitar o melhor nos outros e em nós mesmos, sempre guiados pelo carinho, amor, simpatia, respeito. É esse o melhor jeito de afastar o nefasto hábito de colocar tudo a perder com excesso de sinceridade.

Sobre acontecimentos do passado, se você deseja superar algum trauma ou decepção, mas não sabe como, clique aqui e aprenda.


A fatalidade…

Portanto, fica evidente com a leitura desse artigo que a sinceridade em excesso pode ser algo fatal. Não confunda ser sincero com ser imprudente, mal educado e desrespeito. Mas também não caia no erro de achar que ser mentiroso é o correto em determinadas situações. A sinceridade sempre será uma qualidade irrefutável e só presente naquelas pessoas que têm uma índole admirável.

domingo, 22 de outubro de 2017 0 comentários

QUANDO FALAR É AGREDIR



A verdade não subtrai o caráter agressivo da afirmação; pelo contrário o acentua.

Há opiniões discrepantes em relação às pessoas que são muito cuidadosas e delicadas quando expressam seu ponto de vista, especialmente sobre temas polêmicos.

Alguns as julgam falsas e hipócritas, pois escolhem as palavras com o intuito de agradar o interlocutor. Resultado: desconfia-se de sua sinceridade.

Outros, porém, pensam de forma diferente. Acham que são espíritos mais atentos, preocupados em não ser invasivos e grosseiros. Tomam cuidado, sim, porque não gostariam, em hipótese alguma, de magoar a pessoa com a qual estão conversando.

Pode parecer também que o tipo mais espontâneo e sincero é mais veemente na defesa de suas ideias, enquanto o mais delicado tem menos interesse em fazer prevalecer seu ponto de vista, ficando sempre “em cima do muro”.

Embora muitas vezes tais considerações sejam verdadeiras, penso que não é tão simples fazer a avaliação da conduta mais adequada. Esse assunto não só envolve questões morais, mas diz respeito à eficácia da comunicação entre as pessoas.

Sob o aspecto moral, a preocupação com o outro se impõe sempre. Ser honestos e sinceros não nos dá o direito de dizer tudo que pensamos. A franqueza pode ser prejudicial.

Por exemplo, se uma pessoa, ao encontrar um amigo de rosto abatido, falar: “Puxa, como você está pálido! Até parece doente”, estará sendo sincera, mas tremendamente insensível.

A verdade não subtrai o caráter agressivo da afirmação; pelo contrário o acentua.

Na prática, acredito que uma boa forma de avaliar uma ação é pelo resultado. Se o efeito for destrutivo, a ação será nociva, independentemente da “boa intenção” daquele que a praticou.

A tese de que devemos falar tudo o que pensamos é ainda mais indefensável quando o objetivo é facilitar o entendimento e a comunicação.

Indiscutivelmente o ser humano é vaidoso e, se sentir-se ofendido por alguma palavra ou atitude do outro, acabará desenvolvendo uma postura negativa em relação a essa pessoa.

Se alguém iniciar uma frase com expressões do tipo “Você não percebe nada”, “Qualquer idiota é capaz de compreender que…”, elas provocarão uma espécie de surdez imediata.

Não ouviremos o resto do argumento ou então o ouviremos com o intuito de encontrar bons raciocínios para derrubá-lo.

Quando nos expressamos, é preciso ter extremo cuidado com as palavras, pois elas atingem positiva ou negativamente o interlocutor. No processo de comunicação, a recepção é tão importante quanto a emissão dos sinais. Temos que nos lembrar disso se quisermos agir de modo construtivo para nós e para os demais.

O descaso pelo “receptor” indica desrespeito moral e agressividade (voluntária ou não).

Há pessoas que só têm interesse em mostrar como são perspicazes e brilhantes. Querem ficar por cima. Querem ensinar e não aprender. Despertam raiva, não admiração, pois a arte de seduzir caminha exatamente na direção oposta.

Um homem (ou uma mulher) atraente faz o outro se sentir bonito, legal e inteligente. Prefere dar atenção a repetir o tempo todo “Como sou bárbaro e maravilhoso”.

Qual a pessoa que gosta de se aproximar de alguém cujo objetivo principal é a autopromoção constante? Quem atura discursos intermináveis baseados num narcisismo oco? Praticamente ninguém.

O descaso pelo interlocutor é, a meu ver, fruto de um individualismo acirrado e oculta o desejo inconsciente de se dar mal na vida.

 Flávio Gikovate
terça-feira, 20 de setembro de 2016 0 comentários

GENTILEZA GERA GENTILEZA



Em nosso dia a dia devemos ter muito cuidado com modo que tratamos as pessoas, mesmo aquelas que não simpatizamos devem ser tratadas com respeito. Respeito é bom e todo mundo gosta. E não devemos nos fixar apenas no campo confortável da boa educação, pois da mesma forma que você facilmente percebe hostilidade as outras pessoas, elas detectam a que vem de você. Não adianta ser educado se o tom de voz demonstrar ironia, amabilidade exagerada também pode ser uma grande furada, afinal de contas ninguém é bobo. 

"A maior ignorância de uma pessoa não é na escrita e nem no falar, é não saber tratar seu próximo como você gostaria de ser tratado".(Kleber Chamabrelli)
sexta-feira, 15 de março de 2013 0 comentários

13 ° CARTA - A CRIANÇA



                                                                 13- A CRIANÇA

Essa carta significa que esta na hora de crescer, não aja por impulso, não se atire de cabeça em qualquer setor de sua vida. Não seja inconsequente. É preciso pensar muito antes de tomar uma decisão. É preciso ter maturidade, porém vai depender da carta que vem do lado, seja como for, essa carta é de impulsos.

É uma carta que  pede para que você exercite sua criatividade. também pode indicar o surgimento de um novo amor.  Está ligada a Ingenuidade (pureza de sentimentos).

Saúde: Tomar cuidado com abusos e excessos com a saúde / Gravidez

Atribulação profissional: Coisas inovadoras / Criatividade

Inocência / Criatividade / Vontade de aprender / Espontânea / Retardamento Mental / Insensibilidade / Crueldade / Tranquila / Concentrada / Ânimo / Auto – confiança / Esperança / Sinceridade

Link indicado: 14° CARTA - A RAPOSA

 
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