2c6833b0-77e9-4a38-a9e6-8875b1bef33d diHITT - Notícias Sou Maluca Sim!: mal
Mostrando postagens com marcador mal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mal. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 21 de abril de 2014 0 comentários

O MAL



Sou fascinada pela afirmação de que ninguém faz o mal voluntariamente, mas por ignorância'


"As crianças nascem más, elas melhoram crescendo, pois a cultura pode civilizá-las." Ao ler essa frase,
apareceu-me a velha questão da "verdadeira essência" da nossa espécie.

Rousseau, filósofo suíço, século 18, achava que nossa natureza era originalmente boa, e que a cultura a corromperia (o "bom selvagem", como se os nascidos na selva não tivessem cultura).

Hobbes, filósofo inglês, século 16, acreditava na infinita capacidade de violência do ser humano, obrigado a
contê-la para viver na civilização (na cidade, encontrando desconhecidos sem poder matá-los, como seria seu impulso de origem).

A frase não segue Hobbes, portanto. Ela seria mais o inverso perfeito da crença de Rousseu. Nossa espécie teria uma essência má, que a bondade da cultura amorteceria... um pouco.

Que maldade é essa? O que é o mal? O tema é vasto. Vamos pensar apenas na maldade humana. Ela teria a ver com infligir dano e sofrimento de maneira intencional e injusta (se você mata em legítima defesa, não praticou o mal).

No entanto, encontrar justificativa para a prática do mal é a coisa mais comum, não à toa Hannah Arendt escreveu sobre a banalidade do mal ao perceber que o nazista Adolf Eichmann acreditava que seu trabalho de extermínio de judeus era completamente justificado como o correto exercício do dever, e que não conflitava com o bom chefe de família que ele era.

A ética contempla os costumes. Depois do julgamento de Nuremberg não mais se justificam atos danosos pelo "cumprimento de ordens" --assim como, na época em que foi composta, "Nega do Cabelo Duro" não
ofendia ninguém.

Lembrei-me dos pecados capitais: soberba, avareza, luxúria, ira, gula, inveja e preguiça. O curioso é que eles não são pecados em si, mas "capitis" (cabeça) de pecados, daí "capitais". Todos temos, como Hobbes observou, capacidade para eles, mas só quando a partir deles causamos dano/sofrimento intencional, cometemos pecado (ou crime), fazemos o mal com eles.

Mas, fazer o mal com a preguiça? Sim, pela omissão, pelo dane-se. A ganância está contida na avareza; a humilhação dos outros na soberba; os vícios na gula; a maledicência na inveja; o estupro na luxúria e assim por diante.

E a maldade das crianças, onde reside? Numa tira de quadrinhos (C. Schulz), o pequeno Linus, no recreio, fica fascinado com uma coleguinha linda, vai se aproximando dela devagar e finalmente, quando está junto a ela, não se contém e... Dá-lhe um soco no nariz! Maldade?

Não. Falta de instrumentos adequados para expressar a intensidade dos sentimentos que lhe assoberbavam. Como um bebê que chora por não saber falar.

Sou fascinado pela afirmação de Sócrates de que "ninguém faz o mal voluntariamente, mas por ignorância, pois a sabedoria e a virtude são inseparáveis."

Ela sugere que poderíamos prevenir o mal através do cultivo de instrumentos de expressão mais eficientes de nossos desejos e insatisfações. Do maior conhecimento de si mesmo e do outro. De maior sabedoria, que leva à consideração e à compaixão.

Sem excluir as leis e a cadeia, claro.

FRANCISCO DAUDT

terça-feira, 5 de novembro de 2013 0 comentários

REGRA DO JOGO



Sá e Guarabyra
 

Quem nunca perde sempre transforma
 Vai de outra forma ganhar
 Torce o direito, entorta, reforma
 Sempre consegue mudar

A regra do jogo
 A regra do jogo
 A ferro e a fogo
 A regra do jogo

Pra quem tem pressa o que interessa
 É ter bem mais do que tem
 Traz na cabeça a mesma conversa
 Enrola pra se dar bem

Na regra do jogo
 Na regra do jogo
 A ferro e a fogo
 Na regra do jogo

É imprudente quem é falante
 E se dá muito valor
 E competente é quem vira gente
 E cai nos braços do amor

A vida dá volta e virada
 Quem entra despreza quem sai
 O tempo embaralha a jogada
 Quem sobe não olha quem cai
 A vida dá volta e virada
 Quem entra despreza quem sai
 O tempo embaralha a jogada
 Quem sobe não olha quem cai

É regra do jogo
 É regra do jogo
 É ferro e é fogo
 A regra do jogo

quarta-feira, 16 de outubro de 2013 0 comentários

REFLEXÕES SOBRE O BEM E O MAL

Tão importante quanto o orgulho pelo que se realiza

é a humildade de ver o quanto ainda está inacabado



O mundo não acabou e estamos aqui, vésperas de mais um Natal. Foi um ano importante para a física e a cosmologia. O tão procurado bóson de Higgs foi encontrado, se bem que não sabemos ainda que bóson é ele. Existem dúvidas que só mais dados podem sanar.


Seja o Higgs esperado ou um seu primo, vejo isso como um assunto a ser celebrado por toda a humanidade. Não porque a descoberta vá mudar a vida de muita gente, ou porque uma nova tecnologia que resolverá os problemas mundiais de fome e energia vira daí.


O Higgs representa o triunfo de nossa imaginação e empreendimento, o casamento entre criatividade e engenhosidade que representa o que há de melhor em nossa espécie.


Pense que a ideia de uma tal partícula veio do cérebro de um punhado de físicos trabalhando na Europa e nos EUA em meados dos anos 1960, quando o Brasil entrava pelo longo túnel da ditatura militar.


Mas, em ciência, uma ideia só ganha aceitação quando é verificada por experimentos. Isso deveria ser óbvio, já que o objetivo principal da ciência é explicar (ou pelo menos descrever) como funciona o mundo que vemos e medimos.


Passaram-se quase cinco décadas até que a tal partícula, ou algo como ela, fosse encontrada, num esforço que envolveu milhares de cientistas e engenheiros e que custou bilhões de dólares.


Esse tipo de empreendimento, caro e envolvendo tanta gente empenhada em um atingir um objetivo comum, não deixa de ter semelhanças com as construções das grandes obras da humanidade, de Stonehenge e das pirâmides egípcias às catedrais medievais e ao Telescópio Espacial Hubble.


Provamos, a cada vez que obtemos sucesso, que somos mesmo uma espécie única, capaz de grandes feitos quando trabalhamos juntos, seja por livre e espontânea vontade, como no Grande Colisor de Hádrons, a máquina construída na Suíça onde foi descoberto o Higgs, e até sob condições violentas, como ocorria no antigo Egito.


A cada obra concluída o espírito humano se renova, orgulhoso com o que fez. Mas tão importante quanto esse orgulho é a humildade de ver o quanto ainda não foi feito, o quanto ainda continua inacabado ou incompreendido.


Se um dos objetivos da ciência é aliviar o sofrimento humano, seria inocente acreditar que tal objetivo será um dia alcançado. Livrar-nos das iniquidades sociais não seria suficiente, mesmo se possível.


Temos a Natureza, com sua força indomável, sempre a nos pegar de surpresa, como no caso do furacão Sandy aqui nos EUA neste ano, provavelmente uma indicação do tipo de clima extremo que está por vir. Exemplos no Brasil não faltam. Temos também a natureza humana, encalhada numa luta perene entre o bem e o mal, como vemos nas ações tão belas de uns e nas horripilantes de outros.


Dentro dessa constante polaridade que é nossa existência, o que de melhor podemos fazer, acho eu, é afirmar nossa convicção de que podemos melhorar, de que novas belas obras estão sendo construídas, e não só as de grande porte. Do esforço de cada um vem a esperança de que o bem, mesmo se inevitável contraparte do mal, tem ao menos a chance de superá-lo.

MARCELO GLEISER
sábado, 20 de julho de 2013 0 comentários

O MAL


Sou fascinado pela afirmação de que 'ninguém faz o mal voluntariamente, mas por ignorância'

"As crianças nascem más, elas melhoram crescendo, pois a cultura pode civilizá-las." Ao ler essa frase, apareceu-me a velha questão da "verdadeira essência" da nossa espécie.

Rousseau, filósofo suíço, século 18, achava que nossa natureza era originalmente boa, e que a cultura a corromperia (o "bom selvagem", como se os nascidos na selva não tivessem cultura).

Hobbes, filósofo inglês, século 16, acreditava na infinita capacidade de violência do ser humano, obrigado a contê-la para viver na civilização (na cidade, encontrando desconhecidos sem poder matá-los, como seria seu impulso de origem).

A frase não segue Hobbes, portanto. Ela seria mais o inverso perfeito da crença de Rousseu. Nossa espécie teria uma essência má, que a bondade da cultura amorteceria... um pouco.

Que maldade é essa? O que é o mal? O tema é vasto. Vamos pensar apenas na maldade humana. Ela teria a ver com infligir dano e sofrimento de maneira intencional e injusta (se você mata em legítima defesa, não praticou o mal).

No entanto, encontrar justificativa para a prática do mal é a coisa mais comum, não à toa Hannah Arendt escreveu sobre a banalidade do mal ao perceber que o nazista Adolf Eichmann acreditava que seu trabalho de extermínio de judeus era completamente justificado como o correto exercício do dever, e que não conflitava com o bom chefe de família que ele era.

A ética contempla os costumes. Depois do julgamento de Nuremberg não mais se justificam atos danosos pelo "cumprimento de ordens" --assim como, na época em que foi composta, "Nega do Cabelo Duro" não ofendia ninguém.

Lembrei-me dos pecados capitais: soberba, avareza, luxúria, ira, gula, inveja e preguiça. O curioso é que eles não são pecados em si, mas "capitis" (cabeça) de pecados, daí "capitais". Todos temos, como Hobbes observou, capacidade para eles, mas só quando a partir deles causamos dano/sofrimento intencional, cometemos pecado (ou crime), fazemos o mal com eles.

Mas, fazer o mal com a preguiça? Sim, pela omissão, pelo dane-se. A ganância está contida na avareza; a humilhação dos outros na soberba; os vícios na gula; a maledicência na inveja; o estupro na luxúria e assim por diante.

E a maldade das crianças, onde reside? Numa tira de quadrinhos (C. Schulz), o pequeno Linus, no recreio, fica fascinado com uma coleguinha linda, vai se aproximando dela devagar e finalmente, quando está junto a ela, não se contém e... Dá-lhe um soco no nariz! Maldade?

Não. Falta de instrumentos adequados para expressar a intensidade dos sentimentos que lhe assoberbavam. Como um bebê que chora por não saber falar.

Sou fascinado pela afirmação de Sócrates de que "ninguém faz o mal voluntariamente, mas por ignorância, pois a sabedoria e a virtude são inseparáveis."

Ela sugere que poderíamos prevenir o mal através do cultivo de instrumentos de expressão mais eficientes de nossos desejos e insatisfações. Do maior conhecimento de si mesmo e do outro. De maior sabedoria, que leva à consideração e à compaixão.

Sem excluir as leis e a cadeia, claro.

FRANCISCO DAUDT

domingo, 17 de fevereiro de 2013 0 comentários

ENCONTRO



Sai de si
Vem curar teu mal
Te transbordo em som
Poe juizo em mim
Teu olhar me tirou daqui
Ampliou meu ser
Quero um pouco mais
Não tudo
Pra gente não perder a graça no escuro
No fundo
Pode ser até pouquinho
Sendo só pra mim sim

Olhe só
Como a noite cresce em glória
E a distância traz
Nosso amanhecer
Deixa estar que o que for pra ser vigora
Eu sou tão feliz
Vamos dividir

Os sonhos
Que podem transformar o rumo da história
Vem logo
Que o tempo voa como eu
Quando penso em você

Olhe só
Como a noite cresce em glória
E a distância traz
Nosso amanhecer
Deixa estar que o que for pra ser vigora
Eu sou tão feliz
Vamos dividir

Os sonhos
Que podem transformar o rumo da história
Vem logo
Que o tempo voa como eu
Quando penso em você

(Maria Gadu)




              Mucamas do PCdoB

          PROSTITUIÇÃO NO PCdoB
domingo, 3 de outubro de 2010 0 comentários

EXPULSANDO ENTIDADES DE MÁ SORTE...




Por volta do final de março, os tibetanos celebravam uma cerimônia para expulsar os demônios do azar de suas casas, vidas e comunidades. O povo de Bali, a leste de Java, também realiza expulsões públicas de demônios ao menos uma vez por ano, sempre numa Lua Crescente. Cada vila deposita alimentos nas encruzilhadas mais próximas e, a seguir, dirige-se ao templo local. Todos oram e tocam trombetas para reunir os demônios, e em seguida batem em qualquer coisa que faça barulho, para apavorar as entidades que fogem da área. Os demônios não conseguem resistir à comida, param nas encruzilhadas e, então, são emboscados por um sacerdote que os amaldiçoa. Essa cilada final faz com que os demônios malignos abandonem a região, restaurando assim a ordem.

De tempos em tempos, é comum sermos, mesmo contra nossa vontade, hóspedes desavisados de hostes de entidades agourenta. Tais entidades podem nos ser enviadas através de inveja e má vontade de outros. Por vezes absorvem as vibrações negativas quando estamos expostos ao público; tais entidades mergulham em nossa auras por estarmos deprimidos, com raiva, irritados de alguma forma ou doentes. Devemos tomar muito cuidado ao ir ao consultório médico, por exemplo. Lojas durante grandes liquidações são outro local onde podemos inadvertidamente atrair tais criaturas. A última categoria dessas entidades agourentas é aquela que engloba as criadas por nós mesmo devido ao nosso próprio negativismo.

Assim que se sentir sobrecarregado dessas entidades, você desejará livrar-se delas. A primeira providência é limpar as vibrações de sua casa. Pegue um pequeno punhado de sal em sua mão; posicione sua outra mão sobre a primeira e peça aos deuses que abençoem esse agente de limpeza. Polvilhe alguns grãos de sal em cada canto dos cômodos e armário de sua casa. Quando terminar, tome um banho com um pouco de sal na água. Isso ajuda a limpar sua aura, mesmo sendo um ação física.
Para evitar o retorno de tais criaturas, queime incensos de patchuli ou de olíbano durante três dias e peça às entidades de boa sorte para que entrem em sua vida; um vazio seria indesejável, pois atrairia de volta tudo aquilo que expulsou.

Como uma precaução final, escolha um talismã para usar; passe-o pela fumaça do incenso antes de usar. Pode ser qualquer coisa, desde um machado de Thor a um cristal. Lime-o periodicamente passando-o pela fumaça do incenso para livrá-lo das vibrações negativas que possa ter absorvido.

http://nephalasuniversomgico.blogspot.com.br/
sexta-feira, 1 de outubro de 2010 0 comentários

Reza Cigana pra se livrar de algum mal imediato.



Quem pode comigo é Deus. Depois de Deus é morte, sou uma cigana e não tenho medo de olho forte.


domingo, 22 de agosto de 2010 0 comentários

VAMOS TIRÁ A GORDURA DOS OLHOS ALHEIOS



Não é fácil conviver com os 7 pecados do mundo, acreditem todos nos derrubam e, muitas vezes trazemos dentro de nós alguns deles. Temos que ter a humildade de nos conhecer , sabendo de todas as falhas que trazemos deste mundo cheio de miasmas. Esse feitiço que vou ensinar é magnifico, pois faz com que acabem os vampiros de energia que nos impedem de crescer.

FEITIÇO CONTRA A INVEJA E A IRA DENTRO OU FORA DE NÓS MESMOS.

-Prestem atenção como se faz:

Pegue uma garrafa Pet e corte pela metade, dentro dela faça xixi ( isso mesmo xixi),
acrescente 2 colheres de água sanitária
 e 2 colheres de sal normal de cozinha.

Pronto, mexer tudo. Depois do seu banho normal, mentalize todas as energias ruins indo pelo ralo do banheiro, jogue essa mistura nos seus pés próximo ao ralo, feche os olhos, com certeza você irá sentir uma pequena tontura, é normal.

O feitiço esta feito, pode ser feito qualquer dia da semana e em qualquer Lua.
Esse feitiço é fortíssimo, acreditem !

Fonte: Eu Sou uma Bruxa
 
;