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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
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QUEM TE REPRENDE
sexta-feira, 21 de abril de 2017
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OXITOCINA: COMO AGE O HORMÔNIO DOS ABRAÇOS
Com certeza você já ouviu falar da oxitocina, um hormônio associado a muitos dos nossos gestos de carinho, como os abraços. Sua fama é bem merecida. Trata-se de um achado científico muito valioso, que confirma uma coisa que todos sempre soubemos: os abraços confortam, curam e tornam a vida mais feliz.
Há algumas décadas descobriram que quando as mulheres dão à luz, secretam grandes quantidades de oxitocina. Este hormônio atenua a dor do parto e facilita que apareça um sentimento intenso de afeto pelo recém-nascido. Ele se traduz em desejos de abraçar, de dar beijos, de acariciar.
A melhor coisa veio depois. Com diferentes experiências que foram realizadas no mundo todo, foi possível comprovar que havia muitas outras situações onde a produção desse hormônio é ativado. Foi descoberto, por exemplo, que um abraço de 5 segundos a estimula; mas um de 20 segundos a ativa e equivale a um mês de terapia. Maravilhoso, não é mesmo? Mas a coisa não pára por ai. Os beijos que são percebidos como uma manifestação de amor também liberam oxitocina.
“Abraço você e as mexericas correm; beijo você e todas as uvas liberam o vinho oculto do seu coração sobre a minha boca.”
–Gioconda Belli–
O bem-estar emocional não é a única consequência positiva da liberação desse hormônio. Ele também incide decisivamente no bem-estar físico. Ajuda a adoecer menos e faz com que você se cure mais rápido, caso alguma coisa o afete. Fortalece o sistema imunológico e melhora o funcionamento do seu coração. É um pequeno prodígio químico que enriquece as nossas vidas.
Como ativar a oxitocina?
A oxitocina é um hormônio que é principalmente ativado através do contato físico. É facilmente liberado através dos abraços e dos beijos, mas também responde a outros estímulos, como uma palavra afetuosa ou mesmo um simples tapinha no ombro.
Todos temos na pele receptores chamados de corpúsculos de Meissner. Esses componentes nos permitem perceber a temperatura, a textura das coisas, as carícias, os beliscões, etc. Assim que recebem o estímulo, enviam um sinal para o seu córtex cerebral que interpreta qual o tipo de estímulo. Pois bem, temos mais destes corpúsculos nas mãos e nos lábios.
Em uma experiência realizada na Universidade da Califórnia, o funcionamento do cérebro de um grupo de voluntários foi monitorado através de ressonâncias magnéticas funcionais. Então foi possível comprovar que um abraço estimula notavelmente a produção de oxitocina. No grupo analisado, o abraço deveria ser de uma pessoa pela qual o indivíduo não tivesse atração sexual, ou paixão. Esta pesquisa também provou que quanto mais oxitocina, menos cortisol, que é o hormônio do estresse.
Dados que você não conhece sobre o hormônio dos abraços
Para compreender melhor o funcionamento do hormônio dos abraços, compartilhamos a seguir alguns dados que talvez você não conheça e que permitirão entender por que a oxitocina se transformou no foco de interesse de muitas pesquisas.
O hormônio dos abraços é produzido na glândula pituitária. É controlado pelas células do hipotálamo, que por sua vez controlam todas as glândulas do organismo. Em resumo: tem a ver com o corpo todo.
Quando a oxitocina é liberada, ela aparece no sangue. Se isso acontece, a amígdala desencadeia uma série de reações que se traduzem em um comportamento mais generoso e tranquilo.
Em 1998 descobriu-se que as crianças autistas têm níveis menores de oxitocina. Em 2003 foi feita uma experiência onde recebiam este hormônio por via intravenosa e se observou uma diminuição nas condutas automatizadas dessas crianças.
A oxitocina é um excelente antídoto contra os medos e as fobias sociais. Em outras palavras, se você está em uma situação social que lhe provoca temor, provavelmente um abraço de alguém que esteja próximo será reconfortante.
Os abraços contribuem para diminuir a tristeza e para regular a pressão arterial. Por outro lado, os beijos têm um efeito semelhante ao de um analgésico, mas além disso contribuem para queimar calorias e diminuir as rugas.
O hormônio dos abraços também contribui para a produção de mais serotonina e dopamina. Em palavras mais simples, reduz o estresse e ajuda a ter uma atitude mais positiva diante da vida.
A indústria farmacêutica permite que possamos aumentar nossos níveis de oxitocina através de fármacos. Mas, por que se privar dos abraços e dos beijos? Você não precisa procurá-los em nenhuma farmácia, são gratuitos, e além disso ajudam a quebrar as barreiras da solidão. Barreiras que muitas vezes são as causadoras das suas angústias.
Fonte: A mente é maravihosa
terça-feira, 4 de abril de 2017
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TU TE TORNAS ETERNAMENTE RESPONSÁVEL POR AQUILO QUE CATIVAS!
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
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AMOR ROMÂNTICO E AMOR GENUÍNO - Jetsunma Tenzin Palmo on romantic love
Qual a diferença entre amor romântico e amor genuíno (que passamos a vida inteira sem nos dar conta)?
São apenas 4 minutos de vídeo. Fala simples, repetida há séculos. Mas é incrível como a gente ainda não entendeu!
Se você também bate cabeça nos relacionamentos e lembra agora de pessoas envoltas de ciúme, controle, carência, apego e desentendimento, por favor ouça essa mulher com atenção.
“Sabe, o apego é como segurar com bastante força. Mas o amor genuíno é como segurar com muita gentileza, nutrindo, mas deixando que as coisas fluam. Não é ficar preso com força. Porém é muito difícil para as pessoas entenderem isso, porque elas pensam que quanto mais elas se agarram a alguém, mais isso demonstra que elas se importam com o outro.”
“Qualquer tipo de relacionamento no qual imaginamos que poderemos ser preenchidos pelo outro será certamente muito complicado.”
[Ative a legenda no canto inferior direito do vídeo]
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
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AMOR NÃO SE IMPROVISA
"Só damos aos outros aquilo que andamos recebendo a vida inteira"
Uma das minhas vizinhas de prédio gosta de me lembrar quanto pareço feliz desde que me casei. A gente se encontra no elevador, e ela, invariavelmente, observa que continuo com o sorriso dos homens apaixonados. Eu rio, embaraçado e contente, e conversamos um pouquinho. Além de gentil e afetuosa, minha vizinha é romântica. Ela perdeu o marido há pouco tempo, depois de um casamento de 30 anos, e projeta nas pessoas ao redor um pouco da felicidade que viveu. Ao agir assim, de maneira tão doce, ela me lembra que as pessoas dão ao mundo aquilo que receberam. Pode ser amor e gentileza, pode ser o contrário.
Isso é muito claro quando a gente entra na intimidade de um relacionamento. Em pouco tempo, começamos a perceber do que a outra pessoa é feita. Ou, melhor dizendo, de que tipo de experiência amorosa ela é constituída. Pode ser de um amor tranquilo e seguro, que resulta num tipo de gente. Pode ser de um amor escasso e algo desesperado, que dá outro tipo de ser humano. Pode ser - na pior das hipóteses - da falta de amor (ou da percepção da falta de amor, que dá na mesma). Dela resulta uma gente arisca, dura, refratária aos próprios sentimentos e aos dos outros.
A experiência universal sugere que a gente não escolhe por que tipo de pessoa se apaixonará. Quando se dá conta, já aconteceu - e estamos envolvidos, até o pescoço, com alguém que pode ser muito difícil de amar, por ter as piores experiências no assunto. Nenhum de nós tem currículo perfeito nesse tema. Posta no divã de um analista, a maioria revelaria buracos enormes na sua biografia afetiva. Alguns, porém, têm traumas mais visíveis, rombos escancarados que se traduzem, sobretudo, na falta de naturalidade quando se trata de afeto. Gostar para eles é difícil, doloroso, complicado. Receber o sentimento do outro também. O cotidiano da relação, que exige a troca de sentimentos simples, fica truncado. É como se as pessoas falassem, afetivamente, línguas diferentes. Elas não se compreendem, porque a uma delas (ou às duas) falta o vocabulário essencial do amor.
Talvez, a muitos, isso pareça abstrato. Para mim, é muito concreto.
Tendo vivido e convivido com pessoas muito diferentes, me é claro como a experiência amorosa (familiar e romântica) produz diferentes atitudes diante do amor - e como essas atitudes são modificadas pelas experiências da vida adulta. Quando começamos a nos relacionar eroticamente, somos adolescentes. Levamos para os braços do outro, quase intactas, nossas questões infantis e familiares. À medida que a gente cresce e vai tendo outras experiências, os sentimentos evoluem. Ninguém está pronto e acabado aos 20 ou aos 40 anos. Nem aos 70, acho.
A impressão de não ser a criança mais amada do mundo pode diminuir ou aumentar nos primeiros envolvimentos. A sensação adolescente de ser o centro das atenções (ou de ser rejeitado pelo mundo) pode ser negada ou confirmada por um grande amor. O medo e a insegurança podem ser ampliados numa sequência de relações instáveis, ou reduzidos por um relacionamento intenso, seguro e duradouro. A vida não para de nos formar. Quem a gente escolhe para estar a nosso lado tem papel fundamental nessa formação.
Por isso tudo, a atitude da minha vizinha me parece tão bonita. Ela sabe, por ter vivido, que as pessoas se transformam pela experiência do amor. Divulga esse evangelho de uma forma discreta e efetiva. Na última vez em que me disse que eu parecia feliz, eu acabara de ter uma briga estúpida e desnecessária com minha mulher. A conversa no elevador, na saída para trabalho, me ajudou a lembrar quanto gosto e quanto essa relação é importante para mim. Horas depois, peguei o telefone e liguei para pedir desculpas.
Talvez fizesse isso de qualquer maneira, mas gosto de pensar que minha vizinha me ajudou a lembrar que fazer as pazes era urgente e necessário.
IVAN MARTINS
sexta-feira, 20 de junho de 2014
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PARA O MEU CORAÇÃO
" Para o meu coração basta o teu peito,
para a tua liberdade as minhas asas.
Da minha boca chegará até ao céu
o que dormia sobre a tua alma..."
PABLO NERUDA
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
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APRENDI QUE DOAR...
"... Aprendi, outro dia que perdoar
é a junção de " per " com "doar".
Doar é mais do que dar.
Doar é a entrega total do outro.
O prefixo "per" que tem várias acepções,
indica movimento no sentido "de"
ou em "direção" a ou "através"
ou "para" etimologicamente falando,
portanto, perdoar, quer dizer doar ao
outro a possibilidade de que ele possa amar,
possa doar-se.
Não apenas quem perdoa que se
"doa através do outro".
Perdoar implica abrir possibilidades de
amor para quem foi perdoado,
através da doação oferecida
por quem foi agravado.
Perdoar é a única forma de facilitar
ao outro a própria salvação.
Doar é mais do que dar: é a entrega total ...
Perdoar é doar o amor,
é permitir que a pessoa objeto do perdão
possa também devolver um amor que,
até então, só negara ...
Artur da Távola
domingo, 26 de agosto de 2012
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Coisas Para NÃO Fazer Ao Beijar
15 coisas para NÃO fazer ao beijar1. Não se apresse: deixe que o momento chegue. Quando um beijo não tem espontaneidade, pode ser que os dois fiquem pouco à vontade e o resultado seja um desastre.
2. Analise a outra pessoa: não comece a mexer a boca loucamente nos primeiros segundos. Faça movimentos suaves enquanto você descobre o estilo da outra pessoa.
3. Não force: os beijos nem sempre são apaixonados. Comece com calma e cuidado, para não assustar quem está te beijando.
4. Manere nas explorações: se a sua língua se move muito rápido, nem você e nem a outra pessoa vão desfrutar do beijo.
5. Controle a saliva: beijo molhado demais é péssimo. Controle direito o beijo e saiba a hora de parar um pouco... afinal, ninguém quer morrer afogado ao beijar, né?
6. Não se faça de morto: não deixe que a outra pessoa faça tudo também. É excelente ter iniciativa, claro que com bastante atenção aos desejos da outra pessoa.
7. Nada de beijos depois de comer: se for o caso, tenha sempre chicletes no bolso, pois não é nada agradável dar beijos com sabor de carne ou, pior, de cebola.
8. Deixe a cabeça quieta: não fique se mexendo demais. Você pode acabar "enjoando" ou acabar dando um baita golpe nos dentes da outra pessoa.
9. Nada de desânimo!: se os primeiros beijos não são muito bons, com a prática você vai melhorar.
10. Feche a boca!: não abra muito a boca. Os lábios dos dois devem estar juntos para não dar a sensação de se estar devorando a boca da outra pessoa.
11. Não ao aspirador!: os beijos estilo "aspirador de pó" são bastante desagradáveis e podem chegar a doer. Cuidado...
12. Atenção aos seus lábios: eles devem estar sempre úmidos e sem rachaduras... quanto mais suaves estiverem, melhores serão os beijos.
13. Meninas, nada de batons cremosos: a maioria dos homens detesta ficar com "cremes estranhos" na boca... e, pior ainda, marcas de batom.
14. Olha o bom senso!: nada de beijos super apaixonados em locais públicos... é de mal gosto.
15. Não mostre a língua: no começo do beijo, não coloque a língua pra fora da boca antes que os lábios tenham se tocado. A não ser que você queira deixá-la à mostra, pra todo mundo ver...
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
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QUANDO UM FILHO SAI...
Quando um filho meu sai, pra trabalhar ou qualquer coisa, eu sempre faço esse encantamento. É magico!
"Forças da Terra e do Fogo,
Forças da Água e do Vento,
Protejam eternamente
O Amor do meu pensamento."
Poder da coruja que pousou, faça com que meu filho jamais sinta dor.....
Fonte: Eu sou uma Bruxa
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