2c6833b0-77e9-4a38-a9e6-8875b1bef33d diHITT - Notícias Sou Maluca Sim!: Sócrates
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terça-feira, 13 de maio de 2014 0 comentários

PENSAMENTOS DE FILÓSOFOS CLÁSSICOS: Aristóteles, Sócrates, Platão, Cícero, Sêneca, Epiteto, Virgílio, Demóstenes, Eurípedes, Plutarco e Epícrates.



É lícito afirmar que são prósperos os povos cuja legislação se deve aos filósofos. (Aristóteles)

A filosofia é o melhor remédio para a mente. (Cícero)

O ser humano não pode deixar de cometer erros; é com os erros, que os homens de bom senso aprendem a sabedoria para o futuro. (Plutarco)

A filosofia é um bom conselho. (Sêneca)

A vida feliz consiste na tranqüilidade da mente. (Cícero)

A alma reluta em ser privada da verdade. (Epiteto)

Nada se espalha com maior rapidez do que um boato. (Virgílio)

Só a educação liberta. (Epiteto)

Quem foi expulso do reino da verdade jamais poderá ser tido como um homem feliz. (Sêneca)

O que você tem capacidade de fazer, tem capacidade também de não fazer. (Aristóteles)

Em tudo o que fazemos, temos em vista alguma outra coisa. (Aristóteles)

Deixe que cada um exercite a arte que conhece. (Aristóteles)

Aquilo que é verdadeiro, simples e sincero é bastante compatível com a natureza do homem. (Cícero)

A verdadeira nobreza está na bondade. (Epícrates)

Ninguém acredita em um mentiroso, mesmo quando ele diz a verdade. (Cícero)

Nosso caráter é resultado de nossa conduta. (Aristóteles)

Todo homem é atingido pelos próprios crimes. (Cícero)

Projetos conjuntos têm mais chance de sucesso quando beneficiam ambos os lados. (Eurípedes)

Você será avarento se conviver com homens mesquinhos e avarentos. Será vaidoso se conviver com homens arrogantes. Jamais se livrará da crueldade se compartilhar sua casa com um torturador. Alimentará sua luxúria confraternizando-se com os adúlteros. Se quer se livrar de seus vícios, mantenha-se afastado do exemplo dos viciados. (Sêneca)

É extremamente fácil enganar a si mesmo; pois o homem geralmente acredita no que deseja. (Demóstenes)

Os cidadãos não terão alívio do mal, meu querido Glauco, nem a raça humana, creio, a não ser que os filósofos governem as cidades ou que os que hoje chamamos de reis e governantes estudem filosofia verdadeira e genuinamente, até que o poder político e a filosofia coalesçam e as diversas natureza dos que hoje perseguem alguém até a exclusão do outro sejam forçosamente impedidas de fazê-lo. (Sócrates, segundo Platão)

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O ENAMORAMENTO, SEGUNDO SCH
segunda-feira, 12 de maio de 2014 0 comentários

AS TRÊS PENEIRAS



Um rapaz procurou Sócrates e disse-lhe que precisava contar-lhe algo sobre alguém.
Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras? - indagou o rapaz.
- Sim ! A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer me contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido falar, a coisa deve morrer aqui mesmo. 

Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE. 
O que você vai contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?

Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE. 
Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?
Arremata Sócrates:
- Se passou pelas três peneiras, conte !!! Tanto eu, como você e seu irmão iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos, colegas do planeta.

SÓCRATES 
segunda-feira, 21 de outubro de 2013 1 comentários

História das palavras: o Canto do Cisne


 

De Sócrates aos dias de hoje, a expressão perpetua um engano

O “canto do cisne” é o último testemunho de um homem, a última obra de um artista, a declaração final de um poeta antes de morrer. Essa expressão tem sua origem na Antiguidade, com o filósofo Platão, que põe em palavras os últimos instantes da vida de Sócrates, por meio do diálogo Fédon. Condenado à morte pela cidade de Atenas em 399 a.C., sob a acusação de “corromper a juventude e introduzir novos deuses”, Sócrates foi chamado por seus discípulos para tomar a palavra.
O grande filósofo, com 70 anos de idade, teria declarado, antes de tomar o veneno mortal – a tristemente famosa cicuta –, que ele desejava realmente responder uma última vez, pois não se sentia invadido por pensamentos sombrios.

Sócrates se compara aos cisnes que lançam um último canto antes de sua morte: “Quando sentem a hora da morte se aproximar, essas aves, que durante a vida já cantavam, exibem então o canto mais esplêndido, o mais belo; eles estão felizes de ir ao encontro do deus do qual são os servidores. (...) Eu, pessoalmente, não acredito que eles cantem de tristeza; acredito, ao contrário, que, sendo as aves de Apolo, os cisnes possuam um dom divinatório e, como pressentem as alegrias que gozariam no Hades, cantam, nesse dia, mais alegremente do que nunca”.

Qualquer que seja a veracidade dessa afirmação socrática, visto que foi diversas vezes assinalado pelos ornitólogos que essas aves não produzem nenhum canto melodioso, a literatura se apossou dela e construiu esta expressão, o “canto do cisne”, que se perpetuou. Ela entrou para o Dictionnaire de l’Académie Française em 1762.
A metáfora já se encontrava em 1604 em Otelo, de Shakespeare, quando Emília, sua heroína trágica, no momento da morte, grita: “Ouça! Você pode me ouvir? Vou fazer como o cisne e morrer cantando...”.

No início do século XIX, o editor de Schubert deu o título O canto do cisne a uma coletânea póstuma de 14 Lieder de tonalidade bastante melancólica, pois ele os considerava o testamento musical do artista. Quanto a Tchekhov, ele escolheu esse mesmo título para sua peça publicada em 1886. Ele coloca em cena o personagem de Svetlovidov, corroído pela doença e pela nostalgia, propondo uma última interpretação magistral dos papéis principais de sua vida para encerrar a carreira de ator.

Essa expressão, que permite imaginar as últimas palavras ou os últimos instantes de criação artística, se apossou em seguida de outros universos; ela foi retomada particularmente pelos jornalistas para qualificar as reformas de um homem político em fim de mandato ou a última invenção tecnológica de uma empresa ultrapassada pelos concorrentes.

(Revista História Viva, por Sonia Darthou mestre de conferências da Universidade de Évry-Val-d’Essonne)

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terça-feira, 15 de outubro de 2013 2 comentários

EU PREFIRO A MORTE A TER DE RENUNCIAR Á FILOSOFIA



Sabemos que os poderosos têm medo do pensamento, pois o poder é mais forte se ninguém pensar, se todo mundo aceitar as coisas como elas são, ou melhor, como nos dizem e nos fazem acreditar que elas são.


Para os poderosos de Atenas, Sócrates tornara-se um perigo, pois fazia a juventude pensar. Por isso, eles o acusaram de desrespeitar os deuses, corromper os jovens e violar as leis. Levado perante a assembleia, Sócrates não se defendeu e foi condenado a tomar um veneno - a cicuta - e obrigado a suicidar-se.

 Por que Sócrates não se defendeu?


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