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segunda-feira, 26 de setembro de 2016 0 comentários

VOCÊ CONSEGUE VIVER SEM DROGAS LEGAIS?



Como Pedro descobriu que tinha se tornado uma
“máquina humana” – ou um “bombado psíquico”.
E como sua história fala do nosso tempo e de muitos de nós.


Pedro – o nome é fictício porque ele não quer ser identificado – é um cara por volta dos 40 anos que adora o seu trabalho e é reconhecido pelo que faz. É casado com uma mulher que ama e admira, com quem tem afinidade e longas conversas. Juntando os fundos de garantia e algumas economias os dois compraram um apartamento anos atrás e o quitaram em menos de um ano. 

Este é o segundo casamento dele, e a convivência com os dois filhos do primeiro é constante e marcada pelo afeto. Ao contrário da regra nesses casos, a relação com a ex-mulher é amigável. Pedro tem vários bons amigos, o que é mais do que um homem pode desejar, acha ele, porque encontrar um ou dois bons amigos na vida já seria o bastante, e ele encontrou pelo menos uns dez com quem sabe que pode contar na hora do aperto. A vida para Pedro faz todo sentido porque ele criou um sentido para ela. 

Ótimo. Ele poderia ser personagem de uma daquelas matérias sobre sucesso, felicidade e bem-estar. Mas há algo estranho acontecendo. Algo que pelo menos Pedro estranha. Há dois anos, Pedro toma Lexapro (um antidepressivo), Rivotril (um ansiolítico, tranquilizante) e Stilnox (um hipnótico, indutor de sono). Dou os nomes dos remédios porque os psicofármacos andam tão populares que se fala deles como de marcas de geleia ou tipos de pão. E o fato de nomes tão esquisitos estarem na boca de todos quer dizer alguma coisa sobre o nosso tempo.

Pedro conta que a primeira vez que tomou antidepressivo, anos atrás, foi ao perder uma pessoa da família. A dor da perda o paralisou. Ele não conseguia mais trabalhar. Queria ficar quieto, em casa, de preferência sem falar com ninguém. Nem com a sua mulher e com os filhos ele queria conversar. Pedro só queria ficar “para dentro”. E, quando saía de casa, sentia um medo irracional de que algo poderia acontecer com ele, como um acidente de carro ou um assalto ou ser atingido por uma bala perdida. 

Ele mesmo pediu indicação de um bom psiquiatra a uma amiga que trabalha na área. Pedro sentia que estava afundando, mas temia cair na mão de algum charlatão do tipo que receita psicofármacos como se fossem aspirinas e acredita que tudo que é do humano é uma mera disfunção química do cérebro.

O psiquiatra era sério e competente. Ele disse a Pedro não acreditar que ele fosse um depressivo ou que tivesse síndrome do pânico, apenas estava em um momento de luto. Precisava de tempo para sofrer, elaborar a perda e dar um lugar a ela. Receitou um antidepressivo a Pedro para ajudá-lo a sair da paralisia porque o paciente repetia que precisava trabalhar. 

A licença em caso de luto – dois (!!!!) dias, segundo a legislação trabalhista – já tinha sido estendida por um chefe compreensivo. Por Pedro ser muito bom no que faz recebera o privilégio de duas semanas de folga para se recuperar da perda de uma das pessoas mais importantes da vida dele. Pedro não queria “fracassar” nessa volta. E não “fracassou”. Com a ajuda do antidepressivo, depois de algumas semanas ele voltou a produzir com a mesma qualidade de antes. Três meses depois da morte de quem amava, ele já voltara a ser o profissional brilhante.

Pedro tomou o antidepressivo por cerca de um ano, com acompanhamento rigoroso e consultas mensais. Como não agradava nem a ele nem era o estilo do psiquiatra que escolheu, pediu para parar de tomar o remédio. O psiquiatra concordou, e Pedro foi diminuindo a dose da medicação até cessar por completo. Tocou a vida por mais ou menos um ano e meio.

Neste intercurso, ele se tornou ainda mais criativo. Aumentou o número de horas de trabalho, que já eram muitas, porque se sentia muito potente. Pedro multiplicou o seu sucesso, que sempre foi medido por ele não pela quantidade de dinheiro, mas de paixão. E achava que tudo estava maravilhoso até começar a ter insônia. Pedro dormia e acordava, sobressaltado. 

Sem conseguir voltar a dormir, pensamentos terríveis passavam pela sua cabeça. Pedro pensava que perderia todo o seu sucesso, a sua possibilidade de fazer as coisas que acreditava e às vezes temia morrer de repente. As noites de Pedro passaram a ser povoadas por catástrofes imaginárias, mas bem reais para ele.

E, toda vez que saía de casa pela manhã, voltara a ter medo de ser atingido por alguma fatalidade, por algo que estaria sempre fora do seu controle.

Algumas semanas depois do início da insônia, Pedro paralisou de novo. Não conseguia trabalhar – e este, para Pedro, era o maior dos pesadelos reais. Voltou ao consultório psiquiátrico e há dois anos toma os três remédios citados. Pedro, que sempre tinha olhado com desconfiança para a prateleira de psicofármacos, começou a achar natural precisar deles para enfrentar os dias e também as noites. “Que mal tem tomar uma pílula para dormir?”, dizia para a mulher, quando ela o questionava. “Ou tomar umas gotas de tranquilizante para não travar o maxilar de tensão? Ou 15 mg de antidepressivo para vencer a vontade de se atirar no sofá e ficar apenas olhando para dentro?” Sua mulher conta que ele parecia o Capitão Nascimento, em “Tropa de Elite”, tomando comprimidos no banheiro e dizendo à esposa: “Isso aqui não tem problema nenhum. Todo mundo faz isso. Não tem problema nenhum”.

Em 2011, Pedro teve momentos em que achou que tudo estava muito bem mesmo. E, se para tudo ficar tão bem era preciso tomar algumas pílulas, não tinha mesmo problema nenhum. Pedro talvez nunca tenha produzido tanto como neste ano e, por conta disso, até ganhou um aumento de salário sem precisar pedir. Mas, às vezes, não com muita frequência, ele se surpreendia pensando que algumas dimensões da sua vida tinham se perdido. 

Pedro não tinha mais o mesmo desejo pela sua mulher, e o sexo passou a ser algo secundário na sua vida. Não tinha mais tanto desejo pela sua mulher nem desejo por mulher alguma. “Efeito colateral do antidepressivo”, conformou-se.

Pedro trabalhava tanto que tinha reduzido às idas ao cinema, os encontros com os amigos e a pilha de livros ao lado da cama continuava no mesmo lugar. Ele também tinha perdido o interesse por viagens de lazer com a família, porque estava ocupado demais com seus projetos profissionais. 

Pedro constatou que os momentos de subjetividade eram cada vez mais escassos na sua vida. E, embora o trabalho lhe desse muita satisfação, ele tinha eliminado uma coleção de pequenos prazeres do seu cotidiano. Por volta do mês de setembro, Pedro começou a sentir uma difusa saudade dele mesmo que já não conseguia ignorar.

“Devagar eu comecei a perceber que tinha criado uma vida que não podia sustentar sem medicação. E tinha aceitado isso. Como, acho, boa parte das pessoas que conheço e que tomam esse tipo de remédio”, conta. “Eu só consigo fazer tudo o que faço porque tenho essa espécie de anabolizante. Sou um bombado psíquico. Vivo muitas experiências todo dia e não tenho nenhum tempo para elaborar essas experiências, como não tive tempo para elaborar o meu luto. É uma vida vertiginosa, mas é uma vida não sentida. 

Às vezes tenho experiências maravilhosas, mas, na semana seguinte, ou na mesma semana, já não me lembro delas, porque outras experiências se sobrepuseram àquela. E sei que só durmo porque engulo pílulas, só acordo porque engulo pílulas. Só suporto esse ritmo porque engulo pílulas. Até pouco tempo atrás eu achava que tudo bem, então eu ficaria tomando pílulas pelo resto da vida. Em vez de mudar meu cotidiano para que ele se tornasse possível, eu passei a esticar meus limites porque sabia que podia contar com os medicamentos e, se voltasse a cair, me iludia que bastaria aumentar a dose. Eu me tornei uma equação: Pedro + medicamentos. 

Aos poucos, porém, comecei a perceber que não é essa vida que eu quero para mim. Tem algo errado quando a vida que você inventou para você só é possível porque você toma três comprimidos diferentes para poder vivê-la. E, talvez, daqui a pouco, eu esteja tomando Viagra para ter desejo pela mulher que amo. Isso aos 40 anos. E, com o tempo, os efeitos colaterais desses remédios vão causar, pelo prolongamento do uso, doenças em outras partes do meu corpo. 

Eu sei que muita gente, como eu, já se habituou a achar que é normal viver à custa de pílulas. Mas, se você parar para pensar, isso é uma loucura. Isso, sim, é doença. E os médicos estão nos mantendo doentes, mas produtivos, usando os remédios para ajustar a máquina a um ritmo que a máquina só vai aguentar por um certo tempo. De repente, percebi que eu era uma máquina humana. 

E que eu estava usando remédios legais como se fossem cocaína e outras drogas criminalizadas. E o mais maluco é que todo mundo acha que tenho uma vida invejável e que está tudo ótimo comigo. Por serem drogas legais, por causa da popularização de coisas como depressão e síndrome do pânico, todo mundo acha normal eu tomar pílula para ter coragem de sair da cama de manhã e pílula para conseguir dormir sem ter medo de morrer no meio da noite. De repente, me caiu a ficha, e eu comecei a enxergar que estamos todos loucos, a começar por mim. Loucos por achar que isso é normal.” 

Com a autorização de Pedro, procurei o psiquiatra dele para uma conversa. É um profissional inteligente e sério. E foi de uma honestidade rara. Perguntei a ele porque receitava psicofármacos para gente como Pedro. “Porque vivemos num mundo em que as pessoas não têm tempo para elaborar o que é do humano. Muitas vezes eu me deparo com essa situação no consultório. Vejo uma pessoa ali me pedindo antidepressivo porque não consegue mais trabalhar, não consegue mais tocar a vida. 

Eu sei que ela não consegue mais trabalhar nem tocar a vida porque é a sua vida que se tornou impossível, porque precisa de um tempo que não tem para elaborar o vivido. É óbvio que não é possível, por exemplo, elaborar um luto ou uma separação em uma semana e seguir em frente como se nada tivesse acontecido. 

Assim como não é possível viver sem dúvidas, sem tristezas, sem frustrações. Tudo isso é matéria do humano, mas o ritmo da nossa vida eliminou os tempos de elaboração. Essa pessoa não é doente – é a vida dela que está doente por não existir espaço para vivenciar e elaborar o que é do humano. 

Só que esse cara precisa trabalhar no dia seguinte e produzir bem ou vai perder o emprego. Então eu dou o antidepressivo e faço um acompanhamento sério, com psicoterapia, para que esse cara possa dar um jeito na vida e parar de tomar remédios. 

É um dilema e não tem sido fácil lidar com ele, mas é neste mundo que eu exerço a profissão de psiquiatra. Porque no tratamento da depressão, de verdade, a doença, de fato, é muito difícil obter resultados, mesmo com os medicamentos atuais. Assim como outras doenças psíquicas, quando são doenças mesmo.




Os resultados são muito mais lentos – e às vezes não há resultado nenhum. A maioria das pessoas que estamos medicando hoje não é doente. E por isso o resultado é rápido e parece altamente satisfatório. Estas pessoas só precisam dar conta de uma vida que um humano não pode dar conta.” 

Pedro, que nunca foi adepto das famosas resoluções de Ano-Novo, desta vez se colocou uma que talvez seja a empreitada mais difícil que já enfrentou. 

“Estou reduzindo progressivamente a dose dos medicamentos e vou parar até março. 
Minha meta, em 2012, e talvez leve muitos réveillons para conseguir alcançar isso, é criar uma vida possível para mim. Uma vida e uma rotina que meu corpo e minha mente possam dar conta, uma vida em que seja possível aceitar os limites e lidar com eles, uma vida em que eu tenha tempo para sofrer e elaborar o sofrimento, e tempo para usufruir das alegrias e dos pequenos prazeres e da companhia dos que eu amo. 
Sei que vai ter um custo, sei que vou perder coisas e talvez tenha até de mudar de emprego, mas acho que vai valer a pena. Não quero mais uma mente bombada, nem ser uma máquina bem sucedida. Quero só uma vida humana.”

Torço por Pedro, torço por nós.

ELIANE BRUM
domingo, 27 de abril de 2014 1 comentários

ERA DO PLACEBO



O perdão só é bonitinho nas histórias contadas sobre cristo.


As pessoas pensam estarem se curando de alguma coisa, mas não estão. Procuram remédio para: solidão, inveja, covardia, medo, ira...para o amor. Porém nada é suficiente. Inevitavelmente todos sentem alguma estranha ausência. Sempre falta algo.

Desejam demais o  poder, fazem qualquer coisa para consegui-lo. O problema é que elas querem alcançar o poder jogando MONOPOLY  e monopoly é apenas um jogo. Em qualquer canto dessa terra se houver dois seres humanos um irá se sobrepor ao outro. A maioria das pessoas não param para pensar nisso de forma intelectualizada, no entanto, parecem carregarem essas ações em seu DNA.

Todos sentem-se machucados, agredidos de algum modo e mesmo os que não admitem desejam vingança. É bem mais fácil retribuir à agressão com um machado. O perdão só é bonitinho nas histórias contadas sobre Cristo.

Para controlar os sintomas desse demônio chamado homem, as pessoas procuram antídotos incutidos na sociedade. Porções mágicas como: "consciência social", "crise sociais", "redes sociais" com suas frases feitas, músicas de uma frase só e com o mesmo ritmo. Acham que com tais atitudes passam a fazer parte do grupo. Acham-se curadas - que encontraram remédio para a solidão - o algo que falta.  Uma grande parte recorre não apenas ao remédio sistêmico, mas também à anestesias como: álcool e drogas sintéticas.

O grande mal dessa coisa toda é que infelizmente estão consumido placebo. Quando acordão a sensação é a mesma da manhã anterior. Sentem o mesmo vazio de sempre.

Por: Flávio Tavares




sábado, 1 de dezembro de 2012 0 comentários

Ensaio da loucura


                                                                   
segunda-feira, 29 de outubro de 2012 0 comentários

LARICA


João me contou pedindo aconselhamento:
- Eu tenho um “amigo” que não é bem assim rico, mas é estabilizado. Classe média. Ele está mantendo um relacionamento com uma mulher moradora de comunidade. Ele é viciado, precisa de drogas e essa moça muitas vezes acaba pegando a droga para ele e até mesmo fazendo os pagamentos das dividas. Ela desenrola com os caras.
O problema é que ele está dando uma ajuda de custo para essa mulher e a família do meu “amigo” acabou descobrindo. Então como ele não se afasta dela a família dele está falando em dar um jeito de matar a moça. Como ela é de comunidade não vai ter ninguém que corra atrás do prejuízo.
 - Matar a mulher como assim? Seu “amigo” vai para a favela, arruma uma namorada, enche a cara de drogar e para resolver o problema a família mata a moça?Já que é para resolver o problema  então seria melhor mandar matar o seu amigo, você não acha?
Ah, o homem ficou mais branco do que já é. E disse gritando: Meu amigo nem gosta mais dessa mulher, mas não se afasta porque está a ajudando.
João e suas aventuras. Ninguém merece!

João solta na Praça Saens Peña, então anda até a frente do mercado Mundial, ali faz sinal para o taxi. Seu destino a comunidade do Fallet.
Pede para o taxista o esperar. Acelera o paço até a boca de fumo.  Alucinado pela droga vai para casa onde passará mais uma madrugada sofrendo de insônia. Muitas vezes pela manhã no apartamento na Tijuca, a cocaína é substituída por maconha. É de onde vem a fome popularmente conhecida como larica.
A droga influencia diretamente não só no comportamento como na alimentação. Consome-se cocaína fica sem apetite, se consome maconha (segundo João para amenizar os efeitos da cocaína) sente muita fome.
Bem , como vocês devem saber a Comunidade do  Fallet sofreu ocupação policial (UPP) o que acredito ter feito o nosso amigo procurar outro lugar para saciar seu vicio. Outra coisa, não quero ser injusta, o João depois de ter quase morrido algumas vezes e chegando ao descontrole da agressão está se esforçando para ao menos diminuir o uso das drogas. Deixando até mesmo de consumir bebidas alcoólicas na tentativa de evitar os descontroles que acabam no uso de cocaína.
Éh,João apesar de você ser fraco e mau caráter, mesmo depois de todo mal que ocasionou propositadamente a muitos do que te cerca sem qualquer piedade, ainda que por pressão de sua família espero que você consiga se livrar desse vicio maldito. E quem sabe você até consiga engordar um pouquinho mesmo estando doente.


terça-feira, 2 de outubro de 2012 0 comentários

Senhor dos Anéis



As ex-mulheres, amantes, namoradas (como queiram chamar) do João Carlos de Carvalho me procuram e a ladainha é sempre a mesma. Quero f*der esse filho da p*ta.
Legal, temos interesses em comum, também quero f*der esse filho da p*ta.

Mas ai a mulherada se sente mais a vontade e se empolga: Elenice é gorda, é velha é corna... E sinceramente mal conheço essa senhora e seja lá o que ela for não me interessa. É problema dela ou do João Carlos.
Não tive, não tenho e nunca terei nada com esse crápula. Quero saber é de resolver o meu problema.

O cara não deve ter um pênis entre as pernas e sim uma varinha mágica para a mulherada ficar desse jeito.
Ou será que é isso que acontece depois de uma fo** mal dada? A mulherada pira.

Eu já sei que o João Carlos toma Viagra, e nem assim o a coisa fica dura de verdade. Já sei que o pinto é fino, que os testículos são retraídos, que sofre de ejaculação precoce mesmo com o remedinho, que ele não apara os pelos da região intima, que a única coisa que cresce nele é uma verruga vermelha e enorme nas costas.
Já sei que a pelanca que se acumula na base da orelha e em outros lugares não é chiclete de bola. Sei da fimose... Em resumo acabei sabendo mais sobre o pênis e desenvoltura sexual do João Carlos do que sobre a minha própria vagina.

Mas já perdeu a graça.
O cara me deixou propositalmente sem emprego sabendo que disso dependia o sustento da minha família, usou meu nome para lavagem de dinheiro, desvia dinheiro público na maior das caras de pau. Realizou uma campanha política para o irmão (Carlos Henrique Carvalho) o Kique Carvalho comprando metade da milícia do Rio de Janeiro, é aviãozinho do PCdoB entre outras coisas e vocês querem me falar que a Elenice é gorda, corna...que ele é ruim de cama.
Faz favor, quero que se dane João Carlos.

No dia que  cheguei ao escritório e ele estava fazendo um discurso sobre o quanto a tal da Elenice era frígida, que dormia de calça jeans todas as noites... ali eu fiquei sabendo que ele era brocha e pela coisa mais simples do mundo:
Mulher não faz greve de sexo ao menos que o cara esteja muito errado ou o sexo esteja uma merda.
Se o homem não está satisfazendo meu bem, a mulher vai se dá ao trabalho? Logo, acertei nas duas opções. 

Vocês estão jogando toda a fúria encima dessa pobre coitada tão vitima quanto vocês. Acaso alguém já parou para pensar que o canalha é o João Carlos, que o problema está na falta de escrúpulos dele?
João Carlos desenvolve relacionamento com vocês, pois é uma necessidade para ele, até em razão de amenizar as próprias inseguranças.
Mas ele não tem maturidade para aprofundar a relação. É o tipo de cara que acha que ejacular e gozar são as mesmas coisas.

Para tirar qualquer dúvida vou contar um segredo para vocês meninas: a Elenice que sempre aparece apenas no fim do jogo, não é e nunca será o problema de vocês. O que ocorre é que o João não consegue manter 2 mulheres ao mesmo tempo (sem contar a Elenice) então quando ele arruma outra novidade para brincar ele dispensa a anterior. É só isso. Simples assim!

Então não adianta se descabelar, nem achar que você é o GOLLUM enquanto o João Carlos está usando o anel peniano “My precious” numa nova versão para “Senhor dos Anéis”.

E outra, que as moças se entreguem a rompante eu entendo, mas mulheres maduras se prestarem ao vergonhoso papel para mim é inconcebível. João Carlos está com essa moral toda mesmo, ou a falta de homem no mercado chegou a níveis alarmantes?
O que está havendo? Mulherada se vocês não se valorizam quem vai valorizar?

Agora por favor, deixem-me em paz. Se não for para ajudar também não quero saber do João rolinha.
João Carlos de Carvalho me prejudicou muito e eu quero justiça. Alias João Carlos de Carvalho vem a muitos anos aproveitando de sua situação privilegiada resguarda pelo PCdoB para prejudicar muita gente. Mas afirmo á todos  a justiça será feita!



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sexta-feira, 28 de setembro de 2012 0 comentários

Overdose em campanha


Acredito que a campanha política tenha sido uma pressão que ele não estava preparado para enfrentar. Certa vez me conto que conseguiu passar algum tempo sem usar drogas chegando até a engordar, mas se fica nervoso não tem jeito... a fissura é maior.

Fazer acordo com a milícia não é brincadeira!

Nesse dia um rapaz branco e baixinho foi o responsável pela cobrança. Os dois se trancaram no escritório do comitê por pouco tempo. Ao saírem o rapaz permaneceu com a mesma expressão calma de quando entrou, mas João estava nitidamente nervoso. Não se preocupou em esconder de mim o pequeno frasco parecido com um dedal e se dirigiu para o banheiro do fundo do corredor.
Ali dificilmente alguém o incomodaria, pois esse banheiro era praticamente de uso exclusivo do João.

Não é preciso dizer que as necessidades feitas pó ele no banheiro não foram as fisiológicas, mas sim a o incontrolável vício.
O pior é que estando sobre o efeito de drogas João tornasse insuportável.
Distribuiu meia dúzia de ordens e trancou-se novamente no banheiro.

O resultado dessa aventura foi uma overdose, mas se alguém perguntar diga que ele é cardíaco e não dê mais satisfações.






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sexta-feira, 1 de junho de 2012 0 comentários

PROSTITUIÇÃO NO PCdoB parte2




Obviamente que não sou a 1° mulher a ser assedia para prostituição dentro do PCdoB e também não sou a 1° a denunciar. Mas infelizmente o partido tem assumido uma posição de apoio a essa inaceitável situação.
Tenho recorrido, pedido ajuda a todas as instâncias do partido e mesmo nomes que se destacaram por dizerem defender o direitos da mulheres, como a senhora Jandira Feghali fazem vista grossa sobre o assunto.
Hoje, depois de 12 anos de partido, sei na pele que para está no PCdoB antes de mais nada é preciso se prostituir e não denunciar. 

sei que quem ousa denunciar essas histórias termina sempre muito mal. Mais a minha moral não me permite calar diante do absurdo da prostituição, ainda que para os membros do partido a prostituição de luxo não seja considerada prostituição.

Prostituição por cargo, dinheiro ou ordem de algum dirigente, pode!

Um amigo ex militante do PCdoB, preocupado com a minha situação e me dando o seu apoio, disse-me que em seus longos anos de partido infelizmente conheceu muitas histórias como a minha. E o que essas mulheres passaram era tão absurdo que contando parece surreal. Ressaltou que eu tivesse muito cuidado, pois lhe dá com o PCdoB é muito perigoso.
Bem, mas enquanto isso a prostituição impera no partido que diz querer mudar o Brasil? Agora eu pergunto: em que o PCdoB quer transformar o nosso país?
Para o PCdoB é realmente uma pena que esse personagem dos clipes, o Snoop Dogg, não seja brasileiro.
Com toda essa popularidade, sexo, drogas e bebidas; Seria uma excelente representação política para o PCdoB. Seria o mais verdadeiro diante da população. Simplesmente perfeito.

Bastava colocar-lhe um terno e o deixar fazer um eloquente discurso dizendo o quanto admira e respeita as mulheres.
É com esse desrespeito e desprezo pela condição feminina que o PCdoB tem lutado para conquistar o lugar no poder que tanto almeja.
Em resumo:
Snoop Dogg para presidente do Brasil e pelo PCdoB!

Links indicados: PROSTITUIÇÃO NO PCdoB
quinta-feira, 31 de maio de 2012 0 comentários

PROSTITUIÇÃO NO PCdoB




Se fosse brasileiro Snoop Dogg poderia filiar-se ao PCdoB e assumir alguma secretária de defesa dos direitos das mulheres, pois seu polêmico clipe "Sitting By The Water"seria facilmente usado como expressão da mentalidade dos dirigentes estaduais do PCdoB, principalmente os do Rio de Janeiro; em respeito do lugar que as mulheres devam ocupar na sociedade e na política.

Mulher no PCdoB tem apenas duas opções: ou é bem apadrinhada e se entrega ao jogo sujo. Em outras palavras, tem de ter por trás algum dirigente cafetão,
ou é muito macho e matar um leão por dia na tentativa de ser respeitada.

As mulheres do PCdoB têm sido vistas como prostitutas de luxo dentro do próprio partido. Brinquedinhos humanos dos dirigentes e liderança partidárias, entre outros. O pior e que me deixa ainda mais desapontada é constatar que muitas das mulheres do PCdoB, até mesmo de forma descarada apoiam esse tipo de ocorrência.

Como pode uma mulher não só se sujeitar, mas apoiar essa escabrosa situação?


Á exemplo: vocês puderam acompanhar na minha página do Facebook as declarações da Sr. Bethe Rezende. Uma senhora que possui fotos até com a presidenta Dilma se prestando a tamanho absurdo e achando tudo muito natural. Infelizmente a pedido dos advogados do partido ela retirou suas absurdas declarações, pois a prostituição velada dentro do PCdoB deve ser camuflada, principalmente da população.


Outra mulher que parece está muito confortável com a prostituição dentro do partido e mesmo colaborado com ela, é a Senhora Helena Piragibe (dirigente estadual do PCdoB). A pesar de estranhamente liderar o movimento feminista (UBM),  Quando a prostituição é dentro de casa ela simplesmente fingi não vê. Não emite uma única nota sobre o assunto. Mete dinheiro dos seus padrinhos políticos no bolso, sorri e se cala. 

Helena Piragibe restringe sua defesa as mulheres a opiniões sobre supostos estupros em reality Show, convenções sociais de exacerbação do próprio ego e ao uso de saltos altos.

Quanto a fanfarrona Jandira Feghali, tão enérgica em seus discursos propagandistas, quando se trata de PCdoB ele é uma jamanta cega, sudar e muda. 

Enquanto isso as mulheres que realmente lutam e preferem manter a sua dignidade se vêm obrigadas muitas vezes a se masculinizarem para evitar os inconvenientes, e muitas vezes agressivos assédios.
Do contrário não encontrarão qualquer ajuda dentro do PCdoB, e sofrerão até mesmo, algum tipo de marginalização por não se darem por prostitutas de luxo.

Então, na falta de alternativa se calam com medo da anulação política, por medo de REPRESARIAS, de perderem o emprego de onde tiram o sustento de suas famílias e com certeza está vinculado ao partido, etc.
Essas mulheres não as culpo por calarem. Principalmente quando aquelas as quais detém o poder nas mãos para modificarem esse meio tão predominantemente masculino que é a política,
dão-se ao estupro e entregam as companheiras em bandeja  de prata.


QUEM NÃO SE SUJEITA CORRE PERIGO.
Prova disso é que passei a ser ameaçada de morte por denunciar a realidade vivenciada por mim e muitas outras mulheres no PCdoB.

Continua...
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PROSTITUIÇÃO NO PCdoB













Se fosse brasileiro Snoop Dogg poderia filiar-se ao PCdoB e assumir alguma secretária de defesa dos direitos das mulheres, pois seu polêmico clipe "Sitting By The Water"seria facilmente usado como expressão da mentalidade dos dirigentes estaduais do PCdoB, principalmente os do Rio de Janeiro; em respeito do lugar que as mulheres devam ocupar na sociedade e na política.

Mulher no PCdoB tem apenas duas opções: ou é bem apadrinhada e se entrega ao jogo sujo. Em outras palavras, tem de ter por trás algum dirigente cafetão,
ou é muito macho e matar um leão por dia na tentativa de ser respeitada.

As mulheres do PCdoB têm sido vistas como prostitutas de luxo dentro do próprio partido. Brinquedinhos humanos dos dirigentes e liderança partidárias, entre outros. O pior e que me deixa ainda mais desapontada é constatar que muitas das mulheres do PCdoB, até mesmo de forma descarada apoiam esse tipo de ocorrência.

Como pode uma mulher não só se sujeitar, mas apoiar essa escabrosa situação?


Á exemplo: vocês puderam acompanhar na minha página do Facebook as declarações da Sr. Bethe Rezende. Uma senhora que possui fotos até com a presidenta Dilma se prestando a tamanho absurdo e achando tudo muito natural. Infelizmente a pedido dos advogados do partido ela retirou suas absurdas declarações, pois a prostituição velada dentro do PCdoB deve ser camuflada, principalmente da população.


Outra mulher que parece está muito confortável com a prostituição dentro do partido e mesmo colaborado com ela, é a Senhora Helena Piragibe (dirigente estadual do PCdoB). A pesar de estranhamente liderar o movimento feminista (UBM),  Quando a prostituição é dentro de casa ela simplesmente fingi não vê. Não emite uma única nota sobre o assunto. Mete dinheiro dos seus padrinhos políticos no bolso, sorri e se cala. 

Helena Piragibe restringe sua defesa as mulheres a opiniões sobre supostos estupros em reality Show, convenções sociais de exacerbação do próprio ego e ao uso de saltos altos.

Quanto a fanfarrona Jandira Feghali, tão enérgica em seus discursos propagandistas, quando se trata de PCdoB ele é uma jamanta cega, sudar e muda. 

Enquanto isso as mulheres que realmente lutam e preferem manter a sua dignidade se vêm obrigadas muitas vezes a se masculinizarem para evitar os inconvenientes, e muitas vezes agressivos assédios.
Do contrário não encontrarão qualquer ajuda dentro do PCdoB, e sofrerão até mesmo, algum tipo de marginalização por não se darem por prostitutas de luxo.

Então, na falta de alternativa se calam com medo da anulação política, por medo de REPRESARIAS, de perderem o emprego de onde tiram o sustento de suas famílias e com certeza está vinculado ao partido, etc.
Essas mulheres não as culpo por calarem. Principalmente quando aquelas as quais detém o poder nas mãos para modificarem esse meio tão predominantemente masculino que é a política,
dão-se ao estupro e entregam as companheiras em bandeja  de prata.


QUEM NÃO SE SUJEITA CORRE PERIGO.
Prova disso é que passei a ser ameaçada de morte por denunciar a realidade vivenciada por mim e muitas outras mulheres no PCdoB.

Continua...
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PROSTITUIÇÃO NO PCdoB




Se fosse brasileiro Snoop Dogg poderia filiar-se ao PCdoB e assumir alguma secretária de defesa dos direitos das mulheres, pois seu polêmico clipe "Sitting By The Water"seria facilmente usado como expressão da mentalidade dos dirigentes estaduais do PCdoB, principalmente os do Rio de Janeiro; em respeito do lugar que as mulheres devam ocupar na sociedade e na política.

Mulher no PCdoB tem apenas duas opções: ou é bem apadrinhada e se entrega ao jogo sujo. Em outras palavras, tem de ter por trás algum dirigente cafetão,
ou é muito macho e matar um leão por dia na tentativa de ser respeitada.

As mulheres do PCdoB têm sido vistas como prostitutas de luxo dentro do próprio partido. Brinquedinhos humanos dos dirigentes e liderança partidárias, entre outros. O pior e que me deixa ainda mais desapontada é constatar que muitas das mulheres do PCdoB, até mesmo de forma descarada apoiam esse tipo de ocorrência.

Como pode uma mulher não só se sujeitar, mas apoiar essa escabrosa situação?


Á exemplo: vocês puderam acompanhar na minha página do Facebook as declarações da Sr. Bethe Rezende. Uma senhora que possui fotos até com a presidenta Dilma se prestando a tamanho absurdo e achando tudo muito natural. Infelizmente a pedido dos advogados do partido ela retirou suas absurdas declarações, pois a prostituição velada dentro do PCdoB deve ser camuflada, principalmente da população.


Outra mulher que parece está muito confortável com a prostituição dentro do partido e mesmo colaborado com ela, é a Senhora Helena Piragibe (dirigente estadual do PCdoB). A pesar de estranhamente liderar o movimento feminista (UBM),  Quando a prostituição é dentro de casa ela simplesmente fingi não vê. Não emite uma única nota sobre o assunto. Mete dinheiro dos seus padrinhos políticos no bolso, sorri e se cala. 

Helena Piragibe restringe sua defesa as mulheres a opiniões sobre supostos estupros em reality Show, convenções sociais de exacerbação do próprio ego e ao uso de saltos altos.

Quanto a fanfarrona Jandira Feghali, tão enérgica em seus discursos propagandistas, quando se trata de PCdoB ele é uma jamanta cega, sudar e muda. 

Enquanto isso as mulheres que realmente lutam e preferem manter a sua dignidade se vêm obrigadas muitas vezes a se masculinizarem para evitar os inconvenientes, e muitas vezes agressivos assédios.
Do contrário não encontrarão qualquer ajuda dentro do PCdoB, e sofrerão até mesmo, algum tipo de marginalização por não se darem por prostitutas de luxo.

Então, na falta de alternativa se calam com medo da anulação política, por medo de REPRESARIAS, de perderem o emprego de onde tiram o sustento de suas famílias e com certeza está vinculado ao partido, etc.
Essas mulheres não as culpo por calarem. Principalmente quando aquelas as quais detém o poder nas mãos para modificarem esse meio tão predominantemente masculino que é a política,
dão-se ao estupro e entregam as companheiras em bandeja  de prata.


QUEM NÃO SE SUJEITA CORRE PERIGO.
Prova disso é que passei a ser ameaçada de morte por denunciar a realidade vivenciada por mim e muitas outras mulheres no PCdoB.

Continua...
 
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