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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014 0 comentários

INQUÉRITO POLICIAL MILITAR N°709 - VOL. 4 - vendo ou troco

VOLUME IV -A ação violenta


Esse livro é uma RARIDADE e estou vendendo por apenas R$ 200,00
custa em  média de 350, 000, chegando alcançar o valor de 500,00. 
Interessados entrar em contato pelo email: flaviolibertino@hotmail.com ou pelo meu Facebook "Jaqueline Ramiro" ou mesmo pelo comentários aqui no blog. 

Editora: Biblioteca do Exército
Ano: 1967
Estante: História do Brasil, Sociologia, Ciência Política
Idioma: português

Descrição: Miolo do livro em bom estado, amarelado pelo tempo, oxidação,sem anotações no texto, 418 páginas.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013 0 comentários

MARX E MARXISMO – 82 obras para download

                            Marx e marxismo


Baixar pelo Google Drive:

Pirate Bay (uTorrent) cliquem em “get this torrent”:


Caso o site acima não esteja acessando, clique nesta pasta onde encontra-se todos os torrents:




ANDERSON, Perry. A crise da crise do marxismo
ANDERSON, Perry. Considerações sobre o Marxismo Ocidental
ANDERSON, Perry. O Brasil de Lula

BAKHTIN, M. Cultura popular na idade média e no renascimento
BAKHTIN, M. Epos e Romance in ‘Questões de literatura e de estética’
BAKHTIN, M. Estética da criação verbal
BAKHTIN, M. Marxismo e Filosofia da Linguagem
BAKHTIN, M. Para uma filosofia do ato

BARBOSA, W. Marxismo – história, política e método

BERMAN, Marshall. Tudo O Que é Solido Desmancha No Ar

BRETON; TROTSKI. Por uma arte revolucionária independente

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia

GRAMSCI, A. Escritos Políticos, vol. I
GRAMSCI, A. Escritos Políticos, vol. II
GRAMSCI, A. Escritos Políticos, vol. III
GRAMSCI, A. Escritos Políticos, vol. IV

GUÉRIN, D. Marxismo y socialismo libertário

HOBSBAWM, E. A era das revoluções
HOBSBAWM, E. A Era do Capital
HOBSBAWM, E. A produção em massa de tradições Europa, 1870 a 1914
HOBSBAWM, E. Bandidos (em espanhol)
HOBSBAWM, E. Ecos da Marselhesa – dois séculos reveem a revolução francesa
HOBSBAWM, E. Introdução. In A invenção das Tradições
HOBSBAWM, E. Mundos do Trabalho
HOBSBAWM, E. O declínio do Império do Ocidente. In ‘O novo século’
HOBSBAWM, E. Pessoas extraordinárias (apenas caps. 15 ao 18).
HOBSBAWM, E. Rebeldes primitivos
HOBSBAWM, E. Tempos Fraturados

KONDER, Leandro. Em Torno de Marx
KONDER, Leandro. O Que é Dialética?

LECOURT, Dominique. Marxism and Epistemology

LÊNIN, V. Cadernos Sobre a Dialética de Hegel
LÊNIN, V. Esquerdismo doença infantil do comunismo
LÊNIN, V. O Estado e a Revolução
LÊNIN, V. Últimos escritos (testamento político) & Diário das secretárias

LUKÁCS, G. Ensaios Sobre Literatura
LUKÁCS, G. Os Princípios Ontológicos Fundamentais de Marx
LUKÁCS, G. Socialismo e Democratização

LUXEMBURGO, Rosa. O Socialismo e as Igrejas

MARX, Karl. A guerra civil na França
MARX, Karl. Contribuição à Crítica da Economia Política
MARX, Karl. Crítica da Filosofia do Direito de Hegel
MARX, Karl. Liberdade de Imprensa
MARX, Karl. Manifesto do Partido Comunista, Gotha
MARX, Karl. Manuscritos Econômico-Filosóficos
MARX, Karl. Miséria da filosofia
MARX, Karl. O 18 Brumário de Luis Bonaparte
MARX, Karl. O Capital – Crítica da Economia Política – Vol. I
MARX, Karl. O Capital – Tomo 1 (Os Economistas)
MARX, Karl. O Capital – Tomo 2 (Os Economistas)
MARX, Karl. Textos Filosóficos
MARX; ENGELS. A Ideologia Alemã
MARX; ENGELS. Manifesto Comunista
MARX; ENGELS. Sobre Literatura e Arte
MARX; ENGELS. Textos Sobre Educação e Ensino
MARX; ENGELS. Textos, vol. II

MÉSZÁROS, I. A Atualidade Histórica da Ofensiva Socialista
MÉSZÁROS, I. Para Além do Capital

PANNEKOEK, Anton. A revolução dos trabalhadores

STALLYBRASS, Peter. O Casaco de Marx

THOMPSON, E. P. A formação da classe operária inglesa, vol. I.
THOMPSON, E. P. A miséria da teoria
THOMPSON, E. P. Agenda para una historia radical [em espanhol]
THOMPSON, E. P. As peculiaridades dos ingleses e outros artigos
THOMPSON, E. P. Costumes em comum

TROTSKY, Leon. A História da Revolução Russa, vol. II
TROTSKY, Leon. A História da Revolução Russa, vol. III
TROTSKY, Leon. A revolução desfigurada
TROTSKY, Leon. A revolução traída

WILLIAMS, R. Base e superestrutura na teoria marxista
WILLIAMS, R. La politica del modernismo – Contra los nuevos conformistas
WILLIAMS, R. Marxismo y literatura
WILLIAMS, R. Palabras clave – Un vocabulario de la cultura y la sociedad

ZIZEK, Slavoj. Organos sin cuerpo – sobre Deleuze y consecuencias
ŽIŽEK, Slavoj (org). Um Mapa da Ideologia
ZIZEK, Slavoj. Bem-Vindo Ao Deserto Do Real!
ŽIŽEK, Slavoj. Como Ler Lacan
sexta-feira, 29 de novembro de 2013 0 comentários

EXISTENCIALISMO DE SARTRE


“Não somos aquilo que fizeram de nós, mas o que fazemos com o que fizeram de nós”, ou ainda;"O importante não é o que fazemos de nós, mas o que nós fazemos daquilo que fazem de nós." JEAN PAUL SARTRE (1905-1980).


Antes de chegar nesta tão celebre frase, Sartre passou por toda uma construção anterior desse pensamento desembocando posteriormente no pensamento conhecido como existencialista. Em L´Imaginaire desenvolve um pensamento separativista da percepção e da imaginação, em L´Être et le néant contesta o subconsciente freudiano desvinculando-se do determinismo religioso,e  no qual no decorrer da leitura vê-se o cerne da idéia posterior de responsabilizar o homem pelos seus próprios atos expondo a idéia de liberdade como um aprisionamento do ser (“Não somos livres de ser livres”) já que o homem é o único ser capaz de criar o nada:
 “Ao tomar uma decisão, percebo com angústia que nada me impede de voltar atrás. Minha liberdade é o único fundamento dos valores.”

Desta forma gera no homem a angustia de saber que nada o impede de voltar atrás, o medo de arcar com sua própria liberdade. Assim, condenados a uma liberdade insatisfatória, jamais alcançando o que realmente desejamos sendo, portanto, uma liberdade irrealizável.

A Existência precede a essência?

Para o pensamento de Sartre Deus não existe, portanto o homem nasce despido de tudo, qual seja um ser que existe antes de poder ser definido por qualquer conceito, e que este ser é o homem, o que significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. Assim, não há natureza humana, visto que não há Deus para concebê-la, a única natureza pré-existente é a biológica, ou seja; a sobrevivência, o resto se adquire de tal forma que não vem do sujeito é ensinado a ele pelo mundo exterior.

Se Deus não existe não encontramos, já prontos, valores ou ordens que possam legitimar a nossa conduta. Assim não teremos justificativa para nosso comportamento. Estamos sós, sem desculpas.

É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre (pensamento desenvolvido em o ser e o nada). Condenado, porque não se criou a si mesmo, mas por estar livre no mundo  estamos condenados a ser livres, mas se verdadeiramente a existência precede a essência, o homem é responsável por aquilo que é, ou seja;

“Não somos aquilo que fizeram de nós, mas o que fazemos com o que fizeram de nós”.

O homem é aquilo que ele mesmo faz de si, é a isto que chamamos de subjetividade. Desse modo, o primeiro passo do existencialismo é de por todo o homem na posse do que ele é e de submetê-lo à responsabilidade total de sua existência. Para o existencialista não ter a quem culpar já que Deus não existe, e o subconsciente não existe é o que leva ao pensamento da liberdade não livre, pois, junto com eles, desaparecem toda e qualquer possibilidade de encontrar valores inteligíveis, nem um modelinho pré-definido a ser cumprido.
           
A fórmula "ser livre" não significa "obter o que se quer", e sim "determinar-se a escolher". Segundo Sartre o êxito não importa em absoluto à liberdade. Um prisioneiro não é livre para sair da prisão, nem sempre livre para desejar sua libertação, mas é sempre livre para tentar escapar.
            
Sendo livres somos responsáveis por nossas ações consequentemente somos livres para pensar e conceber nossos próprios paradigmas, não sendo então aquilo que fizeram de nós e sim nos criando a partir do que fizeram de nós. Somos o que escolhemos ser.

quarta-feira, 17 de abril de 2013 0 comentários

Filme - MAFALDA

quinta-feira, 5 de julho de 2012 0 comentários

FRIEZA


Não tenho a frieza dos médicos e menos ainda a dos “bons” políticos. Dói-me na alma saber que os outros sofrem. Se tomo conhecimento de que alguém próximo passa por necessidades, isso me traz inquietação.

Sinto-me na obrigação de faze algo para ajudar, trazer algum alento para essa pessoa. Essa é a minha mentalidade como indivíduo. Ocupando cargo público essa noção se potencializa.

Não sei ser indiferente com aqueles, que assim como eu, lutam a cada dia para garantir o seu pão e o de seus familiares. Me sentiria indigna em possuir uma recheada conta bancária mantida com dinheiro desviado de instituições públicas, mantida com o comprometimento do salário de dezenas de trabalhadores, enquanto meu vizinho não consegue se quer uma cesta básica. Me preocupo realmente com isso.

 Não limito minhas preocupações a palavras de efeito prontas, postadas no Facebook. Elas se manifestam em minhas ações de ontem, de hoje e espero que seja de sempre.

Sou humana demais para sobreviver no mundo político do PCdoB. Como tomo atitudes éticas, meus corruptos Camaradas de partido acusaram-me de ser cristã. E isso é inaceitável para eles.

A grande lição que o PCdoB está me ensinando é que um bom político é aquele que vendeu barato a sua alma. Os quais as pessoas comuns em meio as dificuldades do dia a dia classificam como FILHOS DA P***!

links indicados:Mucamas do PCdoB
quarta-feira, 6 de junho de 2012 0 comentários

DIRIGENTE DO PCdoB/CEPERJ FOGE DA POLÍCIA parte3


No PCdoB o dirigente João Carlos de Carvalho, resguardado por seus colegas de partido, faz o que quer sem qualquer retratação.
Mas para a justiça a coisa não ocorre assim.
Foi decretada ordem de prisão para o malandro!

Ao que parece sua ex mulher não se deixou intimidar pela influência do dirigente do PCdoB.
E querem saber o que o homem tão altas, o qual refere-se a mãe de seus próprios filhos como sendo uma qualquer fez:
Chorou como uma criança,
tremia como vara!

Ao ser comunicado da ordem de prisão, passou a se esconder. Dormia na Casa de um e de outro, passando em sua casa apenas de madrugada, fugindo dos olhares curiosos dos vizinhos; até que seu melhor advogado da OAB pudesse reverter a situação.

Esse é o pomposo dirigente do PCdoB, que acumula cargos sobre cargos. Também é dirigente da CEPERJ e coordenador institucional a ABEGÁS, entre outras atividades devidamente delegadas pelo partido.

E assim é a vida: O gangster Al Capone foi pego pelo imposto de renda e João Carlos de Carvalho pela pensão alimentícia.
Passado o susto disse:
Agora sei o que os Guerrilheiros do PCdoB passaram durante a ditadura. É muito ruim não poder dormir em casa!


- O Camarada é completamente sem noção!


Links indicados:



quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 0 comentários

A Existência precede a essência


Quando pensamos num Deus criador, identificamo-no quase sempre como superior; e qualquer que seja a doutrina que consideremos, admitimos sempre que Deus sabe perfeitamente o que cria.

Assim, o conceito do homem, no espírito de Deus, é assimilável ao conceito de um corta-papel no espírito do industrial; e Deus produz o homem segundo técnicas e uma concepção, exatamente como o artífice fabrica um corta-papel segundo uma definição e uma técnica. Assim, o homem individual realiza um certo conceito que está na inteligência divina.

No século XVIII, para o ateísmo dos filósofos, suprime-se a noção de Deus, mas não a ideia de que a essência precede a existência. O homem possui uma natureza humana; esta natureza, que é o conceito humano, encontra-se em todos os homens, o que significa que cada homem é um exemplo particular de um conceito universal – o homem; para Kant resulta de universalidade que o homem da selva, o homem primitivo, como o burguês, estão adstritos à mesma definição e possuem as mesmas qualidades de base. Assim, pois, ainda aí, a essência do homem precede essa existência histórica que encontramos na natureza. (…)

O existencialismo ateu, que eu represento, é mais coerente. Declara ele que, se Deus não existe, há pelo menos um ser no qual a existência precede a essência, um ser que existe antes de poder ser definido por qualquer conceito, e que este ser é o homem ou, como diz Heidegger, a realidade humana.

Que significará aqui o dizer-se que a existência precede a essência? Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. O homem, tal como o concebe o existencialista, se não é definível, é porque primeiramente não é nada. Só depois será alguma coisa e tal como a si próprio se fizer. Assim, não há natureza humana, visto que não há Deus para concebê-la.

O homem é, não apenas como ele se concebe, mas como ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após este impulso para a existência; o homem não é mais que o que ele faz. Tal é o primeiro princípio do existencialismo. É também a isso que se chama a subjetividade, e o que nos censuram sob este mesmo nome. Mas que queremos dizer nós com isso, senão que o homem tem uma dignidade maior do que uma pedra ou uma mesa? Porque o que nós queremos dizer é que o homem primeiro existe, ou seja, que o homem, antes de mais nada, é o que se lança para um futuro, e o que é consciente de se projetar no futuro. (…)

Mas se verdadeiramente a existência precede a essência, o homem é responsável por aquilo que é. Assim, o primeiro esforço do existencialismo é o de pôr todo homem no domínio do que ele é e de lhe atribuir a total responsabilidade da sua existência. E, quando dizemos que o homem é responsável por si próprio, não queremos dizer que o homem é responsável pela sua restrita individualidade, mas que é responsável por todos os homens.

(JEAN PAUL SARTRE)

Links indicados: A Existência precede a essência

Carta de Jean-Paul Sartre recusando o Prêmio Nobel de Literatura

EXISTENCIALISMO DE SARTRE
 
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