2c6833b0-77e9-4a38-a9e6-8875b1bef33d diHITT - Notícias Sou Maluca Sim!: política
Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens
sábado, 20 de abril de 2019 0 comentários

DIREITA X ESQUERDA

 Resultado de imagem para direita x esquerda

Para pensar: 
Existe direita no sistema político brasileiro? Será que a maioria da esquerda já está empreendendo informalmente ou formalmente e faz a roda da economia girar? Será que todas as pessoas de esquerda são corruptas? 
Acho importante se questionar e questionarmos tudo que vemos na nossa frente.

Hoje com essa "direitização" do país, chegamos a uma situação de segregação. Se eu sou de esquerda não quer dizer que sou vagabundo, pilantras, corrupto entre outros adjetivos...
Enquanto as pessoas não compreenderem que no Brasil não existe Esquerda ou Direita tão pouco centro e liberalismo, estaremos fadados ao flaxflu. 
Pense! Poderosos vs Ricos e Pobres. O resultado sempre será 7x1
quarta-feira, 21 de março de 2018 0 comentários

A VERDADES ESTÁ PARA QUEM QUER VER


Quem conhece a realidade das favelas com certeza tem conhecimento de candidatos ou seus representantes risquinhos, branquinhos e de boa família fechar campanha com a milicia, com os trafica e o caralho a quatro. E são eles (políticos) que pagam para fazerem campanha nessas áreas dominadas (dito curral eleitoral).
É Mais vantajoso para Os tubarões do tráfico pagarem a senadores, a grupos empresariais...diz-se q até mesmo juízes. E não a simples vereadores de origem pobre de ação limitada dentro do meio político.

O crime organizado (diferente de alguns idiotas da internet) não é burro e nem quer perde dinheiro, assim como não começa nas COMUNIDADES, é um problema de abrangência internacional.
Então vamos nos informar, nos instruir melhor antes de vomitar asneiras nas redes sociais
Você pode ser preconceituoso e idiota, mas contaminar outras pessoas com sua ignorância já é demais.

LINK INDICADO: QUEM MATOU MARIELLE FRANCO?
sexta-feira, 14 de julho de 2017 0 comentários

EU ENTENDO TODA A DEFESA QUE SE FAÇA DO LULA ...



Eu entendo toda a defesa que se faça do Lula, exceto ler gente inteligente dizendo que agora (e somente agora) nossa democracia é uma farsa, nossa justiça é classista, o sistema financeiro dá as cartas, a mídia é golpista, o STF é um escárnio, o Congresso é vendido e vivemos num estado de exceção.

Por que o STF não era um escárnio quando o PT indicou 7 dos 11 atuais ministros?
Por que a mídia não era golpista quando Hélio Costa era ministro das Comunicações e os governos petistas encharcavam a Globo de dinheiro?

Por que a nossa justiça não era classista quando, durante os governos petistas, o número de presos aumentou enormemente, sendo a maioria de pretos e pobres e 41% em prisão preventiva?

Por que o sistema financeiro passou a dar as cartas agora, com Meirelles na Fazenda, e não dava as cartas antes, com Meirelles no Banco Central?

Por que o Congresso passou a ser vendido agora e não era nos tempos da "governabilidade"?
Defender Lula é uma coisa. Ignorar nossa história como se as injustiças sociais começassem ontem com a sentença de Lula é outra coisa bem diferente.

Por Gustavo Gindre
terça-feira, 18 de abril de 2017 0 comentários

48 FRASES GENIAIS



▪ Eu também não sou um homem livre. Mas muito poucos estiveram tão perto.

▪ O homem é um animal inviável.

▪ O comunismo é uma espécie de alfaiate que quando a roupa não fica boa faz alterações no cliente.

▪ Isso sim é um congresso eficiente! Ele mesmo rouba, ele mesmo investiga e ele mesmo absolve.

▪ O acaso é uma besteira de Deus.

▪ O otimista não sabe o que o espera.

▪ Às vezes você está discutindo com um imbecil… e ele também.

▪ Eu sei sempre do que é que estou falando. Tirando isso não sei mais nada.

▪ Toda lei é boa desde que seja usada legalmente.

▪ Beber é mal. Mas é muito bom.

▪ Nunca conheci ninguém podre de rico. Mas já vi milhares de pessoas podres de podre.

▪ O Brasil está dividido entre os abertamente cínicos e os que não conseguem se conter.

▪ Idade da razão é quando a gente faz as maiores besteiras sem ficar preocupado.

▪ Nesse ritmo de incompetência as civilizações tropicais vão acabar morrendo de frio.

▪ Canalhas melhoram com o passar do tempo (ficam mais canalhas.)

▪ O ovo frito de hoje anula o galeto de amanhã.

▪ O Brasil está cada vez mais cheio de ‘pobremas’.

▪ No Brasil o otimista dorme com medo de acordar pessimista.

▪ Brasil; um filme pornô com trilha de Bossa Nova.

▪ O Brasil é realmente muito amplo e luxuoso. O serviço é que é péssimo.

▪ E no oitavo dia Deus fez o Milagre Brasileiro: um país todo de jogadores e técnicos de futebol.

▪ A diferença fundamental entre Direita e Esquerda é que a Direita acredita cegamente em tudo que lhe ensinaram, e a Esquerda acredita cegamente em tudo que ensina.

▪ Essa gente que fala o tempo todo contra a corrupção está apenas cuspindo no prato em que não comeu.

▪ Mordomia é ter tudo que o dinheiro — do contribuinte — pode comprar.

▪ Além de corrupto sou cleptomaníaco.

▪ Eu não subi até aqui pra ser incorruptível.

▪ Todas as generalizações estão erradas menos esta.

▪ Não perdi a memória. Só não lembro onde botei.

▪ Chama-se de herói o cara que não teve tempo de fugir.

▪ As mulheres são mais irritáveis porque os homens são mais irritantes.

▪ Os pássaros voam porque não têm ideologia.

▪ A alma enruga antes da pele.

▪ Um homem é adulto no dia em que começa a gastar mais do que ganha.

▪ Pessoa Física é como se chama o homem comum quando é achacado pela Receita Federal.

▪ Antigamente os animais falavam. Hoje escrevem.

▪ O mal da cultura é que ela amplia gigantescamente a nossa ignorância.

▪ Quando começou a comprar almas, o diabo inventou a sociedade de consumo.

▪ Relógio — aparelho movido a infinito.

▪ Ainda está pra nascer o erudito que se contenha em saber só o que sabe.

▪ Não desespere, amigo, com isso tudo. A ciência prova: até piolho tem piolho.

▪ A verdade é que, nesse mundo cheio de feministas agressivas e gays reivindicantes, eu sou um mero homem.

▪ Não há pessoa mais chata do que você mesmo. Fuja da solidão.

▪ Calúnia na internet a gente tem que espalhar logo, porque sempre é mentira.

▪ De todas as taras sexuais, não existe nenhuma mais estranha do que a abstinência.

▪ Anatomia é uma coisa que os homens também têm, mas que, nas mulheres, fica muito melhor.

▪ Chama-se de criança precoce aquela que nasce antes dos pais casarem.

▪ Pileque foi um matemático grego que descobriu que a terra gira.

▪ Equidistância é você estar perto de todos os lugares ao mesmo tempo.

MILLÔR FERNANDES 
segunda-feira, 27 de março de 2017 1 comentários

A CAMINHO DO BREJO




Um país não vai para o brejo de um momento para o outro — como se viesse andando na estradinha, qual vaca, cruzasse uma cancela e, de repente, saísse do barro firme e embrenhasse pela lama. Um país vai para o brejo aos poucos, construindo a sua desgraça ponto por ponto, um tanto de corrupção aqui, um tanto de demagogia ali, safadeza e impunidade de mãos dadas. Há sinais constantes de perigo, há abundantes evidências de crime por toda a parte, mas a sociedade dá de ombros, vencida pela inércia e pela audácia dos canalhas.

Aquelas alegres viagens do então governador Sérgio Cabral, por exemplo, aquele constante ir e vir de helicópteros. Aquela paixão do Lula pelos jatinhos. Aquelas comitivas imensas da Dilma, hospedando-se em hotéis de luxo. Aquele aeroporto do Aécio, tão bem localizado. Aqueles jantares do Cunha. Aqueles planos de saúde, aqueles auxílios moradia, aqueles carros oficiais. Aquelas frotas sempre renovadas, sem que se saiba direito o que acontece com as antigas. Aqueles votos secretos. Aquelas verbas para “exercício do mandato”. Aquelas obras que não acabam nunca. Aqueles estádios da Copa. Aqueles superfaturamentos.

Aquelas residências oficiais. Aquelas ajudas de custo. Aquelas aposentadorias. Aquelas vigas da perimetral. Aquelas diretorias da Petrobras.

A lista não acaba.

Um país vai para o brejo quando políticos lutam por cargos em secretarias e ministérios não porque tenham qualquer relação com a área, mas porque secretarias e ministérios têm verbas — e isso é noticiado como fato corriqueiro da vida pública.

Um país vai para o brejo quando representantes do povo deixam de ser povo assim que são eleitos, quando se criam castas intocáveis no serviço público, quando esses brâmanes acreditam que não precisam prestar contas a ninguém — e isso é aceito como normal por todo mundo.

Um país vai para o brejo quando as suas escolas e os seus hospitais públicos são igualmente ruins, e quando os seus cidadãos perdem a segurança para andar nas ruas, seja por medo de bandido, seja por medo de polícia.
Um país vai para o brejo quando não protege os seus cidadãos, não paga aos seus servidores, esfola quem tem contracheque e dá isenção fiscal a quem não precisa.

Um país vai para o brejo quando os seus poderosos têm direito a foro privilegiado.

Um país vai para o brejo quando se divide, e quando os seus habitantes passam a se odiar uns aos outros; um país vai para o brejo quando despenca nos índices de educação, mas a sua população nem repara porque está muito ocupada se ofendendo mutuamente nas redes sociais. 

Córa Rónai
domingo, 12 de março de 2017 0 comentários

HORA DA MEDITAÇÃO... PENSE COMIGO



Outro dia acabei discutindo com um amigo enquanto as pessoas a nossa volta desfrutavam momentos de festa. Que babaquice a minha.

Falávamos de política e filosofia. Ele disse a mim que nunca irá gostar da esquerda, mas em seguida  disparou sobre o único jeito de se resolver os problemas do mundo: DAR FIM AO CAPITALISMO e também, sobre a necessidade de alcançarmos a igualdade social. E por fim desembocou em uma burguesia que não existe desde a transição do período moderno para o contemporâneo. 

Nossa, como estou saturada desse discurso que muitas vezes eu mesma preguei. Porém da adolescência até o dia de hoje me foi tempo suficiente para amadurecer certas ideias e me aborrecer infinitamente com as incongruências dessa religião de fanáticos tolos ou comprados. 

Fui enfática, NÃO ACREDITO EM IGUALDADE SOCIAL. Ele arregalou os olhos e parecia que eu tinha dito a pior das heresias. Bem,  graças a Deus ele não pode ler pensamentos, pois se tivesse acesso ainda que uma pequena pate das coisas que realmente penso, mas me calo por não encontrar interlocutor adequado, ele teria saído correndo da sala gritando: 

- Morte a essa infiel. 

Obrigatoriamente todos temos de acreditar em Liberdade, democracia, igualdade... o que tem muitas interpretações  e daria embasamento para prosseguir nossa conversa, no enanto, quebrei o argumento. E como já esperava o danado disparou um monte de palavras técnicas do meio das ciências humanas. 

O uso de palavras como dicotomia, ao invés de divergência ou simplesmente o bom e velho " O santo não bateu". sempre dão uma valorizada no discurso, melhor ainda, se podemos entrar no campo Marxista das superestruturas, infraestruturas, etc. 

Já gostei muito dessas coisas que aprendemos na faculdade e depois só conseguimos agir assim, mas não tenho mais muito  interesse em afetações acadêmicas.
Infelizmente esse tipo de discurso permeia um roteiro, aquele que estou fatigada, sei como começa e acaba. Não quero mais perder tempo. 

Capitalismo, Socialismo, Utopia, Ideologia, Terra do Nunca  para mim dá tudo no mesmo. 
Igualdade social é o caramba. Conversa para boi dormir, marketing do politicamente correto, terra do nunca de novo. Somos pessoas diferentes, com necessidades diferentes; o que é bom para mim, não necessariamente será bom para você, independentemente de super estruturas e tudo mais. Tudo parte do INDIVÍDUO. 

Será que ninguém leu a historinha de Robson Crusoé e seu "amiguinho" Sexta-feira, não ouviram à famosa expressão de Thomas Hobbes " O homem é lobo do Homem". 
Será que só eu acho que a maior razão para a DESIGUALDADE,  no fundo,
trata-se apenas do orgulho humano em querer ser mais do que é.

quinta-feira, 25 de junho de 2015 1 comentários

AQUELE ESTRANHO QUE NUNCA CHEGA


AQUELE ESTRANHO DIA QUE NUNCA CHEGA


 traz os melhores textos na área política e econômica. Com seu olhar impiedoso, Verissimo registra os absurdos da vida pública brasileira e passa a limpo a nossa história recente. As falcatruas, as promessas nunca cumpridas, a teimosa esperança de um país que busca seu caminho.Atacando em várias áreas, o cronista dá um show de bola. Com seu texto delicioso, a ironia e inteligência que são sua marca registrada, ele mostra porque é hoje considerado um dos maiores escritores brasileiros da atualidade.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014 0 comentários

ELEIÇÕES 2014 X EU



No período de Guerra Fria o mundo estava dividido entre Capitalistas e Socialistas. Obrigatoriamente, ou se era uma coisa, ou era outra, moralmente não se admitia imparcialidades ou meio termo.  A incerteza estava em qual lado seria o primeiro a lançar uma bomba sobre nossas cabeças.

Tratando-se da conjuntura política atual do Brasil e das péssimas experiências que tive com o PCdoB (hoje sucursal do PT), sendo humilhada e sofrendo discriminação social, de raça e gênero, mesmo depois de ter sido candidata a Deputada Estadual por esse partido: os membros principalmente do PT ao detectarem minha falta de apoio a suas massivas investidas de cooptação de voto tem me feito ataques dizendo que sou anti-PT. 

Mas antes de ser contra ou a favor gostaria que me explicassem o que é PT e qual seria sua funcionalidade? Para que assim, comparando a realidade, me seja possível depois de profunda analise dá algum veredito.

Por enquanto estou muito insatisfeita com a política em geral, não apenas a praticada pelo atual governo. E ainda mais insatisfeita estou com os pela saco de partido, sejam eles pertencentes a direita coxinha ou da esquerda caviar.

Como brasileira estou cansada de tanta babaquice. Gente que trata um assunto tão sério – POLÍTICA – como sendo time de futebol e político como ídolo (pop star).
Enquanto o voto continua sendo de cabresto, numa versão aprimorada, e mais filha da P*** mas ainda é.

Nosso voto vai para o líder religioso, para o artista conhecido, para aquele que o partido “sugestionou” que deveríamos votar, para o carinha que diz ter colocado o asfalto em nossa rua a véspera das eleições. Votasse pela possibilidade de cargo, status, por festinha do dia das crianças. Só não votamos para melhorar o Brasil e as condições de vida dos Brasileiros.
Sendo assim, não importa o resultado das eleições, o Brasil sai perdendo.

Entro nas redes sociais e existe um Muro de Berlim separando os eleitores dos candidatos a presidência. Tudo supostamente muito passional; é só tiro, porrada e bomba. O velho e sujo marketing político de agressões, manipulação e mentiras escabrosas agora toma conta da internet.
E enquanto a garotada briga seus ídolos políticos fecham acordos com os grandes bancos.
 E vocês ainda  querem que eu exponha minha posição. Tô fora!

Esses candidatos não me representam e é certo que o Brasil mais uma vez será crucificado. Então estou me dando ao direito de fazer como Pôncio Pilatos:


- Eu lavo minhas mãos!
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014 2 comentários

1968: ELES SÓ QUERIAM MUDAR O MUNDO - VENDO OU TROCO



1968 foi um ano que se destacou entre todos os outros do século passado, porque jovens do mundo todo lideraram protestos e descobriram novas formas de luta. Neste livro, os jornalistas Regina Zappa e Ernesto Soto fazem um passeio pelos principais acontecimentos do período, no Brasil e no mundo.

Organizado mês a mês, traz histórias saborosas, letras de músicas, listas de filmes e inúmeras belas fotos, além de entrevistas com Chico Buarque, Edu Lobo, Fernando Gabeira, entre outros. Este é um verdadeiro almanaque ilustrado da geração que disse não ao conformismo.

Autor: Regina Zappa | Ernesto Soto
págs. 311
ANO DE EDIÇÃO: 2008
EDIÇÃO: 1ª
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014 0 comentários

DEGRADAÇÃO DOS DIREITOS DAS MULHERES NO PCdoB


Os problemas das mulheres no PCdoB carioca começam nas mãos de dirigentes que descem o cacete nas esposas e depois posam como defensores do feminismo. Tem gente batendo (batendo mesmo) o maior bolão, mesmo não sendo jogador de futebol.  

Depois a  prostituição de luxo no PCdoB é algo rotineiro. A pesar do partido hoje comandar a secretária de mulheres no Rio de Janeiro.


 As mulheres que  não se submetem as regras dessa barbárie estão condenadas a anulação politica e marginalização por conta dos próprios companheiros e companheiras de partido. 


 ISSO SEM FALAR NA DISCRIMINAÇÃO RACIAL E DE CLASSE. 


Quem trabalha no CEPERJ e tem um pouquinho de consciência politica que vá além do clientelismo, sabe que essa instituição tem um pouquinho de navio negreiro na visão dos nossos queridos dirigentes sacanas. 

Mulher negra e de comunidade tem que rebolar se quiser entrar na cota.


VIVA A ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL PARTIDÁRIA!


Mulher no PCdoB  tem que ter pistolão ou sentar no sofá daqueles que ocupam cargos mais elevados. Tente denunciar qualquer coisa no PCdoB e rapidamente você deixará de ser militante e sofrerá as piores degradações morais entre eles, pois e´o que acontece quando se está entre pessoas as quais   não respeitam a nada e nem a ninguém, além de dinheiro e possibilidade de poder. 


Esse ano é de COPA do mundo, de eleições e muita secagem com gente pobre. Vai ter muito dirigente do PCdoB subindo o morro e se fazendo de bom moço. Capitando gente de comunidade, principalmente as negrinhas bonitas. 


E se a negrinha não gostar a farão calar através da humilhação publica ou da força, pois negro do PCdoB só tem vez se tiver pistolão ou sentar no sofá. Negrinha lá somente na base do clientelismo para cumprir cota. 


Vida de militante negra no PCdoB é VIDA DE MUCAMA. Mas os dirigentes vão dizer que SER MUCAMA é algo bonito. Romantizarão a tudo dizendo que essas mulheres contribuiriam para a cultura do Brasil e se calarão a respeito da omissão e violência que essas mulheres sofreram continuamente por longos anos de nossa história. 


E sabe porque? Porque para a elite, os burocratas de merda  do PCdoB tudo é bonito. 


Tenho por certo que depois da leitura desse meu texto tem dirigente do tipo lobo velho que perdeu os dentes dizendo que o meu problema é homem. E afirmo que é, pois no PCdoB só encontrei covardes que agem pelas costas, que vão para  reuniões e TV dizendo-se apoiadores do feminismo, MAS AINDA ACHAM QUE TODO PROBLEMA DE MULHER É HOMEM. 



SEM MAIS. 



http://globotv.globo.com/rede-globo/video-show/v/revirando-o-bau-ilka-tibirica-de-fera-ferida-adorava-usar-receitas-caseiras-afrodisiaca/2057928/


OBS: O vídeo abaixo é só para descontrair um pouco enquanto outros tentam levantar a moral caida do coleguinha de corrupção, desvios na CREMERJ e etc. Seria por amor? Seria apenas porque Ilka bedelhuda e louquinha  se mete onde não é chamada/ 









domingo, 19 de janeiro de 2014 0 comentários

PROSTITUIÇÃO NO PCdoB parte2


Obviamente que não sou a 1° mulher a ser assedia para prostituição dentro do PCdoB e também não sou a 1° a denunciar. Mas infelizmente o partido tem assumido uma posição de apoio a essa inaceitável situação.
Tenho recorrido, pedido ajuda a todas as instâncias do partido e mesmo nomes que se destacaram por dizerem defender o direitos da mulheres, como a senhora Jandira Feghali fazem vista grossa sobre o assunto.
Hoje, depois de 12 anos de partido, sei na pele que para está no PCdoB antes de mais nada é preciso se prostituir e não denunciar.

sei que quem ousa denunciar essas histórias termina sempre muito mal. Mais a minha moral não me permite calar diante do absurdo da prostituição, ainda que para os membros do partido a prostituição de luxo não seja considerada prostituição.

Prostituição por cargo, dinheiro ou ordem de algum dirigente pode!

Um amigo ex militante do PCdoB, preocupado com a minha situação e me dando o seu apoio, disse-me que em seus longos anos de partido infelizmente conheceu muitas histórias como a minha. E o que essas mulheres passaram era tão absurdo que contando parece surreal.Ressaltou que eu tivesse muito cuidado, pois lhe dá com o PCdoB é muito perigoso.
Bem, mas enquanto isso a prostituição impera no partido que diz querer mudar o Brasil? Agora eu pergunto: em que o PCdoB quer transformar o nosso país?
Para o PCdoB é realmente uma pena que esse personagem dos clipes, o Snoop Dogg, não seja brasileiro.
Com toda essa popularidade, sexo, drogas e bebidas; Seria uma excelente representação política para o PCdoB. Seria o mais verdadeiro diante da população. Simplesmente perfeito.

Bastava colocar-lhe um terno e o deixar fazer um eloquente discurso dizendo o quanto admira e respeita as mulheres.
É com esse desrespeito e desprezo pela condição feminina que o PCdoB tem lutado para conquistar o lugar no poder que tanto almeja.
Em resumo:
Snoop Dogg para presidente do Brasil e pelo PCdoB!



Links indicados PROSTITUIÇÃO NO PCdoB: http://jeckmaluca.blogspot.com.br/2012/05/prostituicao.html
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 2 comentários

ANARQUISMO: filosofia e história – 165 obras para download

ANARQUISMO: filosofia e história


Google Drive:
https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlZE1LNFVHbmlOczQ&usp=sharing

uTorrent (via pirate bay – clique em  “magnet link”):
   http://thepiratebay.se/torrent/9234441

Caso o site acima não esteja acessando, clique nesta pasta onde encontra-se todos os torrents:
https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlakRydmRmZFpjVkU&usp=sharing

ACKELSBERG, M. Free women of Spain – anarchism and the struggle for the emancipation of women
ADDOR, C. Um homem vale um homem – memória, história e anarquismo em Edgar Rodrigues
ALVES, M. Natureza e anarquia – Proudhon e Kropotkin
ALVES, M. O elogio da anarquia em ‘O que é a propriedade’ de Proudhon
ANDRADE, C. Blásfemos e sonhadores ideologia, utopia e sociabilidades nas campanhas anarquistas em a lanterna (1909-1916)

AVELINO, N. Anarquismos e governamentalidade[doutorado]
AVELINO, N. Estudos anarquistas e teoria política – entre Proudhon e Foucault
AVELINO, N. Governamentalidade e anarqueologia em Foucault
AVELINO, N. Malatesta – revolta e ética anarquista
AVELINO, N. Poder e governo em Proudhon e Foucault
AVELINO, N. Revolta, ética e subjetividade anarquista

BAKUNIN, M. A ilusão do sufrágio universal
BAKUNIN, M. A reação na Alemanha
BAKUNIN, M. Bakunin por Bakunin
BAKUNIN, M. Carta a Alexandre Herzen
BAKUNIN, M. Critica y accion [espanhol]
BAKUNIN, M. Dios y el estado – notas sobre rousseau [espanhol]
BAKUNIN, M. El principio del estado [espanhol]
BAKUNIN, M. Estatismo y anarquía [espanhol]
BAKUNIN, M. La mujer, el matrimonio y la família
BAKUNIN, M. La política del consejo
BAKUNIN, M. O conceito de liberdade
BAKUNIN, M. O sistema capitalista
BAKUNIN, M. O socialismo libertário

BERKMAN, Alexander. Kronstadt (em espanhol)
BERNERI, M. L. Viaje a través de la utopia
BEY, Hakim. TAZ (Zona Autonoma Temporaria)
BONOMO, A. O anarquismo em São Paulo [mestrado]
BOOKCHIN, M. Compilación de escritos

CABRAL, M. Teatro anarquista, futebol e propaganda
CAMPOS, C. O sonhar libertário – movimento operário nos anos de 1917 a 1920
CAPPELLETTI, A. La Ideologia Anarquista
CASTRO, R. A cisão no anarquismo argentino – as perspectivas

CHOMSKY, N. Apuntes sobre anarquismo
CHOMSKY, N. Fabricando consenso – el control de los medios massivos de comunicacion
CHOMSKY, N. O lucro ou as pessoas
CHOMSKY, N. Os caminhos do poder

COGGIOLA, O. A primeira internacional e a comuna de Paris

COLOMBO, E. Anarquia e anarquismo
COLOMBO, Eduardo. Anarquismo ante la crisis de las ideologías [espanhol]
COLOMBO, Eduardo. La vontad del pueblo – democracia y anarquía [espanhol]
COLOMBO, Eduardo. L’espace politique de l’anarchie [francês]

COLSON, D. Nietzsche e o anarquismo
COLSON, D. O anarquismo hoje

CORNÉLIUS, G. O Bakuninismo – um estudo sobre o coletivismo [monografia]

CORRÊA, F. Anarquismo, poder, classe e transformação social
CORRÊA, F. Elementos para uma teoria libertária do poder
CORRÊA, F. O sentido do termo “anarquia”
CORRÊA, F. Poder e participação
CORRÊA, F. Rediscutindo o anarquismo [mestrado]

COSTA, C. T. O que é anarquismo
CUBERO, Jaime. O movimento anarquista no Brasil – entrevista da Revista Utopia

DUARTE, R. A imagem rebelde – a trajetória libertária de Avelino Fóscolo

FABBRI, L. Carácter ético del anarquismo
FABRI, L. O caráter ético do anarquismo
FLORESTA, L. A gênese do pensamento pedagógico anarquista
FOSCOLO, A. O semeador
FREIRE, R; BRITO, F. Utopia e Paixão – A Política do Cotidiano

GALLO, S. Anarquismo e educação – os desafios para uma pedagogia anarquista hoje
GALLO, S. Escola pública numa perspectiva anarquista
GALLO, S. O paradigma anarquista em educação
GATTAI, Z. Anarquistas graças a deus

GOLDMAN, Emma. Dois anos na Rússia
GOLDMAN, Emma. O Indivíduo a Sociedade e o Estado, e Outros

GONÇALVES, C. Homem regenerado Brasil reformado [TCC]
GORDON, U. Anarchism and political theory [inglês]
GRAEBER, D. The new anarchists [inglês]

GUÉRIN, D. El anarquismo
GUÉRIN, D. Marxismo e anarquismo

GUIMARAES, Adonile. Anarquismo e ação-direta como estratégia [mestrado]

HAMON, A. Psicología del socialista-anarquista
HART, J.M. Anarquismo e la clase obrera no México
HOROWITZ, I. Los anarquistas – la teoria

KROPOTKIN, P. A Conquista do Pão
KROPOTKIN, P. Ajuda Mutua um fator de evolução
KROPOTKIN, P. Anarquismo (enciclopédia britânica)
KROPOTKIN, P. As prisões
KROPOTKIN, P. O assalariado
KROPOTKIN, P. O Princípio Anarquista e outros ensaios

LANDAUER, G. Revolution and other writings [inglês]
LEAL, C. Pensiero e dinamite – anarquismo e repressão em SP nos anos 1890
LEHNING, A. Marxismo y anarquismo en la revolucion rusa
LEUENROTH, E. Anarquismo – roteiro da libertação social
LEVAL, G. Espagne libertaire [francês]
LOPREATO, C. O espírito da leis – anarquismo e repressão política no Brasil
LOPREATO, C. O espírito da revolta – a greve geral anarquista de 1917

MACKAY, J.H. The anarquists

MALATESTA, E. Amor y anarquia.pdf
MALATESTA, E. Anarquismo e Anarquia
MALATESTA, E. Entre campesinos
MALATESTA, E. Escritos revolucionários
MALATESTA, E. Pensamiento y accion revolucionários
MALATESTA, E. Um pouco de teoria
MALATESTA; MERLINO. Elecciones y anarquismo

MATEUS, J. G. Liberdade em Mikhail Bakunin
MATEUS, J. G. O sindicalismo revolucionário como estratégias nos congressos
MELLA, R. El socialismo anarquista
MENDES, S. As mulheres anarquistas na cidade de São Paulo, 1889-1930
MIRANDA, J. Recuso-me! ditos e escritos de Maria Lacerda de Moura

MONTEIRO, Fabrício. O materialismo histórico de Bakunin
MONTEIRO, Fabrício. O materialismo no debate Feuerbach, Stirner e Marx
MONTEIRO, Fabrício. Significações do ‘eu’ niilista [mestrado]

NETTLAU, M. Anarchism Communist or Individualist –Both
NETTLAU, M. História da anarquia
NETTLAU, M. La anarquia a traves de los tiempos

PASSETTI, E. Poder e anarquia
PAZ, A. Durruti y la revolución
PENNA, M. Socialistas libertários e lutas sociais no RJ
POMINI, Igor. Revolução espanhola [mestrado]

PROUDHON, P-J. A filosofia da miséria
PROUDHON, P-J. A guerra e a paz
PROUDHON, P-J. Do princípio federativo
PROUDHON, P-J. Filosofia Da Miséria (Tomo II)
PROUDHON, P-J. General Idea Of Revolution In The 19th Cent
PROUDHON, P-J. Idéia Geral Da Revolução No Século Dezenove
PROUDHON, P-J. O Que é a Propriedade?
PROUDHON, P-J. Sociedade Sem Autoridade

PUENTE, I. Comunismo libertário

RAGO, M. O anarquismo e a história
READ, H. A filosofia do anarquismo
READ, H. Al diabo con la cultura
READ, H. Anarquia y orden
READ, H. Arte poesia y anarquismo

RÉCLUS, E. La anarquía y la iglesia

ROCKER, R. Anarco sindicalismo – teoria y pratica [espanhol]
ROCKER, R. Artistas y rebeldes
ROCKER, R. As idéias absolutistas no socialismo
ROCKER, R. La tragédie de l’Espagne [francês]
ROCKER, R. Porque sou anarquista
ROCKER, R. The nation and the light of modern race theories [inglês]

RODRIGUES, E. Pequena história da imprensa social no Brasil
ROMANI, C. Oresti Ristori – uma aventura anarquista [mestrado]

SAMIS, A. Bolchevismo e anarquismo
SAMIS, A. Matizes do sentido
SAMIS, A. Neno Vasco e os grupos anarquistas em Brasil e Portugal
SAMIS, A. Sindicalismo e anarquismo no Brasil
SAMIS, A. Uma terra sem amos – federalismo na comuna de Paris

SANTOS, Kauan. Ação e militância anarquista nas manifestações operárias de 1917
SCHMIDT, M; WALT, V. Apresentando a Chama Negra
SCHMIDT, S. Accursed Anarchism Five Post-Anarchist Meditat
SEIXAS, J. Acerca do militante anarquista
SILVA, Custódio. A concepção de educação em Max Stirner (monografia)
SILVA, Regina. A linguagem anárquica de Barthes em dois momentos
SILVA, Regina. Stirner e Barthes – questões da linguagem e o anarquismo individualista
SILVA, Thiago L. Memórias de um anarquista na Porta da Europa [mestrado]
SILVA, Thiago L. Revolucionário ou reformista – sobre Malatesta
SILVA, Wanderlei. ‘Anarquia no Reino Unido’ – proposta anarquista em V de Vingança [TCC]
SOREL, G. El sindicalismo revolucionário
STIRNER, M. Textos Dispersos

THOREAU, H. Desobedecendo – a desobediencia civil e outros escritos
THOREAU, H. Desobediência civil
THOREAU, H. Walden ou a vida nos bosques

TOLSTOI, L. Cristianismo e anarquismo
TOLSTOI, L. O reino de Deus está em vós

TUCKER, Benjamin. Individual liberty

VACCARO, S. Anarquismo e ontologia
VASCO, Neno. A greve dos inquilinos
VASCO, Neno. Georgicas – ao trabalhador rural
VIANA, Rafael. Anarquismo – uma breve genealogia história

WALTER, N. O que é Anarquismo
WOODCOCK, G. historia das ideias e movimentos anarquistas

ZERZAN, J. O futuro primitivo
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013 0 comentários

Deleuze, Foucault e Rancière – 65 obras para download

Michel Foucault, Gilles Deleuze e Jacques Rancière


Google Drive:
https://drive.google.com/folderview?id=0B2fYI0opdjTISVdUQjBiMlJIT2s&usp=sharing

uTorrent: 
http://thepiratebay.pe/torrent/8937980

Caso o site acima não esteja acessando, clique nesta pasta onde encontra-se todos os torrents:
https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlakRydmRmZFpjVkU&usp=sharing

DELEUZE, G. A Filosofia Crítica de Kant
DELEUZE, G. A Ilha Deserta e outros textos
DELEUZE, G. A imagem-tempo, Cinema, vol. 2
DELEUZE, G. Bergsonismo
DELEUZE, G. Conversações
DELEUZE, G. Crítica e Clínica
DELEUZE, G. Derrames-entre el capitalismo y la esquizofrenia [espanhol]
DELEUZE, G. Diferenca e repetição
DELEUZE, G. Empirismo e Subjetividade
DELEUZE, G. Espinosa e o Problema da Expressão
DELEUZE, G. Espinoza – filosofia prática
DELEUZE, G. Foucault
DELEUZE, G. Kafka – Por Uma Literatura Menor
DELEUZE, G. Lógica do Sentido
DELEUZE, G. Nietzsche e a Filosofia
DELEUZE, G; GUATARRI, F. Mil Platôs – Capitalismo e Esquizofrenia v.4
DELEUZE, G; GUATARRI, F. Mil Platôs – Capitalismo e Esquizofrenia v.5
DELEUZE, G; GUATTARI, F. Mil Platôs – Capitalismo e Esquizofrenia, vol. 3
DELEUZE, G; GUATTARI, F. Mil Platôs – Capitalismo e Esquizofrenia, vol. 2
DELEUZE, G; GUATTARI, F. O anti-édipo – capitalismo e esquizofrenia, vol. 1
DELEUZE, G; GUATTARI, F. O que é Filosofia
DELEUZE, G; PARNET, C. Diálogos
DELEUZE, G; SILVA, T. Guia de leitura de 'Diferença e repetição'

FOUCAULT, M. A arqueologia do saber
FOUCAULT, M. A hermenêutica do sujeito [escaneada]
FOUCAULT, M. A hermenêutica do sujeito [transcrita]
FOUCAULT, M. A Linguagem ao Infinito
FOUCAULT, M. A Ordem do Discurso
FOUCAULT, M. A verdade e as formas jurídicas
FOUCAULT, M. A vida dos homens infames
FOUCAULT, M. As palavras e as coisas [escaneada]
FOUCAULT, M. As palavras e as coisas [transcrito]
FOUCAULT, M. Do governo do vivos
FOUCAULT, M. Doença Mental e Psicologia
FOUCAULT, M. Em defesa da sociedade
FOUCAULT, M. Estética – literatura e pintura, música e cinema [Ditos & Escritos III]
FOUCAULT, M. Estratégia – Poder-Saber. Ditos e escritos, vol. 4
FOUCAULT, M. Estruturalismo e pós-estruturalismo
FOUCAULT, M. Eu, Pierre Rivière, que degolei minha mãe…
FOUCAULT, M. História da loucura na idade clássica
FOUCAULT, M. História da sexualidade I – vontade de saber
FOUCAULT, M. História da sexualidade II – o uso dos prazeres
FOUCAULT, M. História da sexualidade III – o cuidado de si
FOUCAULT, M. Isto não é um cachimbo
FOUCAULT, M. Microfísica do Poder
FOUCAULT, M. Nascimento da Biopolítica
FOUCAULT, M. Nietzsche, Freud e Marx
FOUCAULT, M. O Governo de Si e dos Outros
FOUCAULT, M. O Nascimento da Clínica
FOUCAULT, M. O que é um autor
FOUCAULT, M. Os Anormais
FOUCAULT, M. Segurança, território, população
FOUCAULT, M. Verdade e subjetividade
FOUCAULT, M. Vigiar e Punir
FOUCAULT, M; CHOMSKY, N. La Naturaleza Humana

RANCIÈRE, J. A partilha do sensível – estética e política
RANCIÈRE, J. De uma imagem à outra… Deleuze e as eras do cinema
RANCIÈRE, J. Ética, estética e política. In Revista Urdimento
RANCIÈRE, J. La palabra muda – ensayo sobre las contradicciones de la literatura
RANCIÈRE, J. Literatura impensável. in Políticas da Escrita
RANCIÈRE, J. O conceito de anacronismo
RANCIÈRE, J. O Desentendimento – Política e Filosofia
RANCIÈRE, J. O Inconsciente Estético
RANCIÈRE, J. O mestre ignorante – cinco lições sobre a emancipação intelectual
RANCIÈRE, J. Paradoxos da arte política
domingo, 15 de dezembro de 2013 9 comentários

BAUMAN,BOURDIEU E ELIAS – 50 obras para download

Zygmunt Bauman, Pierre Bourdieu e Norbert Elias


Google Drive:
https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlZEhiQnJWYWI0Qkk&usp=sharing
uTorrent:
uTorrent (descompactado – possibilidade de escolher quais livros quer baixar):
Caso o site acima não esteja acessando, clique nesta pasta onde encontra-se todos os torrents:

BAUMAN, Z. A arte da vida
BAUMAN, Z. A fragilidade dos laços humanos
BAUMAN, Z. Amor Líqüido
BAUMAN, Z. A liberdade
BAUMAN, Z. A sociedade individualizada
BAUMAN, Z. Capitalismo parasitário
BAUMAN, Z. Comunidade
BAUMAN, Z. Confiança e medo na cidade
BAUMAN, Z. Em busca da política
BAUMAN, Z. Ensaios Sobre o Conceito de Cultura
BAUMAN, Z. Ética pós-moderna
BAUMAN, Z. Et al. O Papel da Cultura nas Ciências Sociais
BAUMAN, Z. Globalização e as consequências humanas
BAUMAN, Z. Identidade – entrevista a Benedetto Vecchi
BAUMAN, Z. La Cultura como Praxis
BAUMAN, Z. La sociedad sitiada (em espanhol)
BAUMAN, Z. Legisladores e Intérpretes
BAUMAN, Z. Medo Líquido
BAUMAN, Z. Modernidade e Ambivalência
BAUMAN, Z. Modernidade Líquida
BAUMAN, Z. Modernidade e Holocausto
BAUMAN, Z. O mal-estar da pós-modernidade
BAUMAN, Z. Por uma Sociologia Crítica
BAUMAN, Z. Tempos líquidos
BAUMAN, Z. Vida a crédito
BAUMAN, Z. Vida Para Consumo
BAUMAN; MAY. Aprendendo a pensar com a sociologia

BOURDIEU, P. A Dominação Masculina
BOURDIEU, P. A ilusão biográfica
BOURDIEU, P. As regras da arte
BOURDIEU, P. Coisas Ditas
BOURDIEU, P. Escritos da educação
BOURDIEU, P. Homo Academicus
BOURDIEU, P. Lições da Aula
BOURDIEU, P. Meditações Pascalianas
BOURDIEU, P. O poder simbólico
BOURDIEU, P. Os Usos Sociais da Ciência
BOURDIEU, P. Para uma Sociologia da Ciência
BOURDIEU, P. Questões de Sociologia
BOURDIEU, P. Razões Práticas – Sobre a Teoria da Ação
BOURDIEU, P. Sociologia

ELIAS, N. A Condição Humana
ELIAS, N. A peregrinação de Watteau à Ilha do Amor
ELIAS, N. A sociedade de corte
ELIAS, N. A sociedade dos indivíduos
ELIAS, N. O processo civilizador, vol. I: uma história dos costumes
ELIAS, N. O processo civilizador, vol. II: formação do estado e civilização
ELIAS, N. Os alemães
ELIAS, N. Sobre o tempo
ELIAS, N. Teoria Simbólica
segunda-feira, 18 de novembro de 2013 1 comentários

Mucamas do PCdoB


"Uma elite enriquecida no suga-suga das verbas públicas, não se conforma com nenhuma ascensão do negro na sociedade. Quer seja em empregos de maiores salários, na política ou nas universidades."



Não há medida para o meu aborrecimento com o PCdoB. Sou uma mulher negra e como a maioria da minha cor, conheço e sofro na pele com o preconceito á Brasil. Uma moda de preconceito camuflado e por tanto consentido o qual dificulta sua identificação e ainda mais as possibilidades de ser combatido.
Mas apesar de viver essa realidade não aceito e nunca aceitarei ser denegrida, desvalorizada por ser negra. ´`Minha cor não me faz inferior à absolutamente ninguém.


Saibam os desavisados que a escravidão negra no Brasil foi abolida desde 1888, então, por que minha palavra, honra, dignidade para o PCdoB vale menos do que a de um homem branco?
Como na música da Vanessa da Mata canto com o peito inflado de orgulho: eu sou neguinha!
Sim, eu sou uma mulher negra. Mas não estou aqui para servir os apetites sexuais dos dirigentes e lideranças do PCdoB.


Sou negra sim, porém não sou cativa de nenhum senhor de engenho. Por tanto, diferente do que me passaram as senhoras Mara Marciel e Claudia Vitalino, na falsa comissão de controle, que deveriam chamar de “comissão de controle a Jaqueline”, não tenho a intenção e menos ainda obrigação de me deitar com nenhum dirigente em troca de cargo público.


Sou negra, mas não sou mucama.
Sou uma mulher livre. Quem decide com quem faço amor sou eu e não um partido político.
Ao denunciar a prostituição de luxo a qual nós mulheres, sobre tudo as negras, estamos sendo expostas no PCdoB, ouvi entre outras coisas em tom de ameaça; que eu deveria calar a boca porque isso é política e sempre será assim...
Desde de então passei a ser  constantemente ameaçada de morte.


O que mais dizer?

"A elite faz do racismo o seu entretenimento".


LINKS INDICADOS :MULATA EXPORTAÇÃO
                                    
DEIXAR DE SER RACISTA, MEU AMOR, NÃO É COMER UMA MULATA!

quinta-feira, 17 de outubro de 2013 0 comentários

PCdoB x MILICIANOS




Para mim tratando-se da militância, lembrando que segundo as cartilhas do PCdoB a militância DEVA ser a base do partido a forma de ação política deveria ser realizada por meio de um trabalho de formiguinha, convencendo 

diariamente pessoa por pessoa, família por família em um trabalho continuo, que a pesar de lento frutifica, ramifica, cria raízes. Mas na maioria das vezes não é isso o que acontece.

O método mais direto, rápido e menos trabalhoso, é chegar na mão de um miliciano ou “autoridade” local e largar uma boa grana nas mãos desses. O efeito é rápido e incerto.
Porque as “autoridades” sempre fecham seus acordos com quem dá mais dinheiro.

Supomos que você ofereça R$ 100 mil. Ai eles colocam suas placas e na hora de distribuir a cesta básica ao povo eles dizem que foi você (o político) o responsável pela goiabada e saco de fubá que veio a mais.
Porém, aparecendo outro candidato que pague R$ 150 mil você perde o dinheiro que já deu e se "ferra". Porque as suas plaquinhas irão simplesmente sumir de um dia para o outro e o novo bambambã do pedaço será o candidato dos R$ 150 mil.

Foi o que aconteceu na campanha do Kique Carvalho ou Melhor Carlos Henrique Carvalho da OAB. Que teve sua campanha gerenciada por seu próprio irmão João Carlos de Carvalho que numa primeira remessa de dinheiro liberou a quantia de R$ 200,000,00 para o pagamento de milicianos em campanha com direito a recibos assinados. Ao que parece na duvida de qual o melhor método para arrecadar votos o PCdoB opta pelos 2.
Pagar e caro para as “autoridades” prestigiarem os seus candidatos e ao mesmo tempo mantém uma militância ativa a custo "0".

Essa militância, a que aqui me refiro são pessoas como Eu, lobotomizadas, que se dedicam ao partido e na maior parte do tempo não ganham um único centavo para isso. E ainda que realizem um grande trabalho conseguindo conquistar para o partido expressivas quantidades de votos e outros militantes de qualidade, não receberá nem ao menos o reconhecimento por essa proeza.
Provavelmente terá algum Mané filho de não sei quem, ou amante, ou compadre de... que receberá os louros em seu lugar.

É triste infelizmente encontrar campanhas que não respeitam a militância, o cidadão, e que ainda fazem associações das mais absurdas no desespero de conquistar o maior número de votos.
Ainda é pior quando isso ocorre em um partido que usa do emblema Comunista. Que ESQUERDA é essa minha gente? Isso é o PCdoB.

Esse tipo de campanha geralmente é dirigida por pessoas oportunistas, de ações baseadas em proveito próprio. E infelizmente é esse tipo de gente e campanha que o PCdoB tem defendido e constituído seus quadros. Do contrário o que explica João Carlos de Carvalho como dirigente honorário do PCdoB sem que ninguém tome atitude contra isso?

Links indicados: INTRODUÇÃO!


Veja aqui a lista de nomes dos dirigentes estaduais do PCdoB e fique atento no que eles estão fazendo de verdade! E não se esqueçam: o exemplo deve vir de cima.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013 0 comentários

A VOZ DO BRASIL




Como ignorar o que está a acontecer no Brasil? 
(Embora, realmente, a pergunta que se impõe seja: 
o que é que está a acontecer no Brasil?)

Tal como as autoridades brasileiras, fui apanhada de surpresa pelos protestos em São Paulo - e depois no Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte, e por aí fora. Eu tenho desculpa: com dez dias de férias para gastar, pareceu-me boa ideia desligar do bulício da vida profissional e escapar às solicitações da cidade, e buscar refúgio no interior transmontano português, ver a sombra das nuvens nos montes, ler os meus livros ao som das andorinhas e do rego da aldeia, talvez pegar sinal no celular e talvez não... As autoridades brasileiras não têm desculpa nenhuma: desde o princípio, quase tudo o que disseram e fizeram merece crítica e censura.

Desprevenida, isolada, fui apanhando no noticiário nacional a descrição dos movimentos nas ruas, as manifestações, a repressão, os gritos, e cartazes, as declarações de dirigentes políticos e cartolas esportivos; fui procurando nas redes sociais as impressões, as anedotas, as denúncias, os manifestos, as opiniões, de quem está a viver in loco um momento que sem dúvida ficará registado como histórico na vida brasileira.

De longe, de fora, é difícil ter um retrato completo; é arriscado com informação tão limitada e desconecta consolidar uma posição, emitir uma opinião. Mas certas coisas parecem ser tão óbvias, tão do senso-comum, que é irresistível não as apontar: por exemplo, que o desenvolvimento da sociedade apela inevitavelmente a maior participação e mais democracia; que o exercício da cidadania, em defesa de uma causa justa, pode ser mais poderoso que a mera repetição do voto; que a crise da representação política é um perigoso salto no abismo; que quem se sente desapossado - do espaço público, do debate público, do orçamento público, do serviço público - acabará por fazer ouvir a sua voz e reclamar as suas queixas; que multidões desagregadas, descontroladas, facilmente podem ficar à mercê de interesses difusos...

Poderia continuar, mas não vem ao caso - estas são apenas generalidades; gente bastante mais habilitada do que eu poderá elaborar pensamento concreto que contextualize o fenómeno em curso no Brasil. Dos ecos que fui lendo, ouvindo, vendo, lá bem atrás dos montes, posso falar de uma sucessão de emoções em poucos dias: a surpresa inicial que deu lugar à incredulidade, a curiosidade, a admiração e o orgulho alheio que evoluíram para a dúvida, a desconfiança e a incompreensão. Resumindo, uma confusão.

Nesta altura, mesmo que as faixas digam que "um professor vale mais do que o Neymar" e que o pessoal faça as contas para comparar quantas escolas, quantos hospitais, quantos programas públicos poderiam ser financiados com o dinheiro aplicado nas grandes obras esportivas, quase já nem faz sentido associar o que se passa com o futebol - o da taça das Confederações ou o da Copa de 2014. Só o pessoal da Fifa parece não perceber nada do que está a acontecer: as declarações dos jogadores canarinhos só podem ser aplaudidas.

De resto, basta ver o arrepiante clip dos 60 mil na bancada da Arena Castelão a cantar o hino nacional (e já agora também o fenomenal drible de Neymar para o segundo golo do Brasil) para perceber que "uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa". Se alguma coisa foi clara e cristalina esta semana foi que os brasileiros nunca deixarão de torcer pela sua selecção e que nunca deixarão de amar e sofrer pelo seu país. Querem ganhar a Copa mas, principalmente, querem um país melhor.

Rita Siza é jornalista do diário português "Público", onde acompanha temas de política internacional, com ênfase na América Latina.

RITA SIZA
domingo, 25 de agosto de 2013 0 comentários

A RAPOSA E O LEÃO


Convém saber que existem duas maneiras de combater: pelas leis e pela força. A primeira é própria dos homens: a segunda é própria dos animais. Mas como, muitas vezes, aquela não chega, há que recorrer a esta e, por isso, o príncipe precisa saber ser animal e homem. Esta regra foi ensinada aos príncipes, em palavras veladas, pelos antigos autores que escreveram como Aquiles, e vários outros grandes senhores do tempo passado foram confiados ao centauro de Quíron, para os educar sob a sua disciplina. Ter, assim, por preceptor um ser meio animal, meio homem, só significa que um príncipe precisa  saber utilizar uma e outra natureza e que uma sem a outra não é duradoura. Já que um príncipe deve saber utilizar bem a natureza animal, convém que escolha a raposa e o leão: como o leão não sabe se defender das armadilhas e a raposa não sabe se defender dos lobos, é necessário ser raposa para conhecer as armadilhas e leão para meter medo aos lobos. Os que querem fazer apenas de leão não percebem nada do assunto.

Maquiavel em ‘O Príncipe’



Links indicados: SOBRE OS POETAS E A MENTIRA

DIFICULDADE PARA A BUSCA DA VERDADE

ESPANQUEMOS OS POBRES!

ILHA DAS FLORES (curta)
segunda-feira, 15 de julho de 2013 0 comentários

ENTENDEU?

DEMOCRATIZANDO A DEMOCRACIA


Se alguém se incomoda com a sua presença, é porque conhece o seu brilho, sabe da tua força, inveja teu caráter e teme que os outros vejam o quanto tua alma é mais evoluída. Não é a aparência é a essência. Não é o dinheiro, é a educação e a honestidade. Não é a roupa é a atitude e o bom caráter!
0 comentários

ESTADO POLICIAL E FASCISMO


“Uma guerra particular” é o título da entrevista que a socióloga Vera Malaguti Batista deu à revista Carta Capital. O depoimento da secretária-geral do Instituto Carioca de Criminologia foi publicado em 08/07.

Vera alerta para a progressiva expansão do "Estado policial" na sociedade brasileira. E uma das manifestações desse fenômeno seria a UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), que ela chamou de “gestão policial da vida dos pobres”.

Para Vera, a UPP “não é policiamento comunitário, é uma tomada de território por forças militarizadas. Algo muito semelhante ao que ocorre na Palestina, no Iraque, no Afeganistão”. Ela explica:

O tipo de atuação policial que se faz nas favelas ocupadas pela polícia no Rio só poderia ser feita na zona sul da cidade caso o governo decretasse “estado de sítio”. Há toques de recolher, abordagens ostensivas, invasão de domicílios sem mandado judicial, a proibição de tudo. Os moradores do morro do Cantagalo costumam reclamar que os bares de Ipanema ficam abertos a noite toda, mas as biroscas da favela têm horário para fechar. Para fazer uma festa em casa, o morador de lá tem de pedir autorização.

Mas as explosões de violência policial nos recentes protestos populares mostram que essa “guerra particular” pode se generalizar. Até pacatos moradores de bairros de classe média sentem um pouco da repressão que é cotidiana nas favelas e periferias.

É o grave risco que correm sociedades que aceitam soluções autoritárias para seus problemas sociais. Nada impede que o Estado policial ainda se volte contra quem sempre aplaudiu sua truculência. Em outros lugares e momentos, este fenômeno recebeu o nome de fascismo.

 
;