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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
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Pabllo Vittar vai ganhar R$ 5 milhões da Lei Rouanet em 2018
domingo, 26 de março de 2017
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TRECHOS DE A 13ª EMENDA
"O FBI colocou a militante negra Angela Davis na lista dos Dez Fugitivos Mais Procurados."
"Algo do qual temos que falar e com o que temos que lidar é a questão do crime.
O que significa ser um criminoso nessa sociedade? Isso teve que ser rompido. E, no meu caso, Ronald Reagan era o governador da Califórnia, Richard Nixon era o presidente dos EUA. Todo o aparato do Estado estava voltado contra mim e realmente queriam me mandar para a cadeira elétrica para mandar um recado."
"O sistema tentou colocar nossa irmã sob julgamento, e ela disse: 'Não, vamos colocar você'. Ela chegou com o cabelo afro, sem tê-lo alisado. Ela podia pegar uma pena longa. A maioria das pessoas teria alisado o cabelo. Teria ido para lá com luvas brancas, orando a Jesus. Ela chegou desse jeito. E ela acabou com os promotores e saiu de lá livre."
Trechos de A 13ª Emenda, dir. Ava Duvernay
terça-feira, 15 de março de 2016
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CENSURA À VISTA: A DITADURA RENASCE NO BRASIL!!!
PANÓPTICO
Censura a vista: Lei autoritária exigirá registro de blogs e permitirá acusação criminal por comentários
Pressão no Brasil através de blogs, umas das poucas fontes de informação ainda não controladas.
Se você mantém um blog ou se simplesmente se importa com a sua liberdade de expressão e com a defesa e garantia de liberdades individuais e coletivas informe-se e faça algo a respeito antes que todos tenhamos que testemunhar o nascimento de uma nova e poderosa CENSURA.
A proposta de número 7.131 de autoria do deputado federal Gerson Peres (PP-PA), foi apresentada no dia 14 de abril e pretende instaurar mecanismos de censura sob o pretexto de regulamentação.
Este ofensivo projeto de lei, que não só inclui blogs, mas também fóruns e mecanismos similares de publicação na internet (termos muito convenientemente vagos), inclui basicamente três pontos principais:
Comentários de blogs (e semelhantes) terão que ser previamente moderados.
Crimes contra honra - calúnia, injúria e difamação - advindos dos comentários de blogs serão de responsabilidade de seus editores, proprietários ou autores. Ações civis poderão ser impetradas contra o dono do blog.
Todos os blogs (e semelhantes) terão que ser registrados no registro.br. Este registro inclui informações tais como: Nome Completo, Endereço completo, Bairro, Cidade, Estado, CEP, Telefone (fixo, celular ou os dois), CPF e RG.
Caso o blog ou similar não estiver em conformidade com estas regras terá que pagar uma multa de R$2.000 até R$10.000 reais!!! Por exemplo, o meu blog seria multado, porque meu registro não é no registro.br, e provavelmente nunca será!
O pretexto utilizado é que os blogs e afins, por mais que tenha aumentado as possibilidades de manifestação do pensamento e liberdade de expressão, não são passíveis de responsabilização civil e penal no caso de ocorrência de crimes contra a honra.
O que vemos aqui é um dupla armadilha. A primeira será de manter a identificação e o registro de cada um de nós blogueiros. Não haverá mais anonimato, todos os blogueiros serão conhecidos, pelo menos para o governo. A segunda é que, quando bem entenderem, poderão cancelar o registro no registro.br. Alguém ousou criticar a nova campanha de vacinação do governo? Simples, cancele seu registro, afinal, onde já se ouviu tamanha calúnia! ;)
Em relação ao comentários anônimos, caso você não tiver habilitado moderação ou não tiver muito cuidado para não deixar passar um comentário calunioso, pessoas mal intencionadas (ou até mesmo empresas ou departamentos do governo que se sintam expostos pelo blog ou fórum) poderão simplesmente escrever algo que possa ser visto como calúnia para que o responsável seja processado de forma civil e penal.
Apesar do foco da lei ser nos comentários anônimos, no meu ver o real objetivo é identificar e registrar todos os blogueiros, além de criar burocracia e esta ameaça constante que com certeza fará com que menos pessoas se aventurem a abrir um blog.
No caso dos fóruns, esta lei irá torná-los totalmente ineficaz. Ou você terá que achar uma forma de identificar os usuários do fórum ou terá que moderar todas as mensagens. Quem irá usar um fórum assim?
Uma outra implicação serão nos blogs corporativos de jornais, ou até matérias de jornais que permitam comentários. Os veículos de mídia terão que se certificar da identidade dos autor dos comentários ou arcar com a responsabilidade por processos. O resultado será que lamentavelmente irão remover quaisquer oportunidades de interação com os usuários. A internet simplesmente virará o que vemos hoje na TV, um total controle da mídia corporativa.
Não apenas seremos todos nós blogueiros identificados, dando oportunidade para retaliações e coações por parte do governo quando postarmos verdades inconvenientes, mas teremos nosso blog rapidamente retirado do ar quando bem entenderem.
De acordo com o site Terra, o projeto de lei (PL-7131/2010) tramita na Câmara em regime de urgência, e aguarda apreciação em plenário, ainda sem data definida.
Leis similares estão sendo criadas nos Estados Unidos, e não me surpreende que o Brasil está querendo ficar a frente em matéria de controle totalitário.
Por favor, passe esta mensagem adiante, ou leia esta lei e dê sua opinião.
Por gentileza repasse este texto, mobilize suas redes e vamos barrar este texto absurdo. A omissão pode trazer sérias consequências.
Clique aqui para mandar sua reclamação para o nosso nobre deputado. Seja educado mas faça valer sua opinião.
FONTES:
Íntegra da proposta
Página de Gerson Peres na Camara
Ferramentas Blog: Projeto de lei quer responsabilizar donos de blogs por comentários "anônimos"
UOL: Projeto de lei quer regularizar os blogs brasileiros
Terra: Projeto de lei: anonimato na web pode penalizar blogueiros
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
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ANARQUISMO: filosofia e história – 165 obras para download
ANARQUISMO: filosofia e história
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ACKELSBERG, M. Free women of Spain – anarchism and the struggle for the emancipation of women
ADDOR, C. Um homem vale um homem – memória, história e anarquismo em Edgar Rodrigues
ALVES, M. Natureza e anarquia – Proudhon e Kropotkin
ALVES, M. O elogio da anarquia em ‘O que é a propriedade’ de Proudhon
ANDRADE, C. Blásfemos e sonhadores ideologia, utopia e sociabilidades nas campanhas anarquistas em a lanterna (1909-1916)
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AVELINO, N. Estudos anarquistas e teoria política – entre Proudhon e Foucault
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BONOMO, A. O anarquismo em São Paulo [mestrado]
BOOKCHIN, M. Compilación de escritos
CABRAL, M. Teatro anarquista, futebol e propaganda
CAMPOS, C. O sonhar libertário – movimento operário nos anos de 1917 a 1920
CAPPELLETTI, A. La Ideologia Anarquista
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CHOMSKY, N. Os caminhos do poder
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COLOMBO, E. Anarquia e anarquismo
COLOMBO, Eduardo. Anarquismo ante la crisis de las ideologías [espanhol]
COLOMBO, Eduardo. La vontad del pueblo – democracia y anarquía [espanhol]
COLOMBO, Eduardo. L’espace politique de l’anarchie [francês]
COLSON, D. Nietzsche e o anarquismo
COLSON, D. O anarquismo hoje
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CORRÊA, F. Anarquismo, poder, classe e transformação social
CORRÊA, F. Elementos para uma teoria libertária do poder
CORRÊA, F. O sentido do termo “anarquia”
CORRÊA, F. Poder e participação
CORRÊA, F. Rediscutindo o anarquismo [mestrado]
COSTA, C. T. O que é anarquismo
CUBERO, Jaime. O movimento anarquista no Brasil – entrevista da Revista Utopia
DUARTE, R. A imagem rebelde – a trajetória libertária de Avelino Fóscolo
FABBRI, L. Carácter ético del anarquismo
FABRI, L. O caráter ético do anarquismo
FLORESTA, L. A gênese do pensamento pedagógico anarquista
FOSCOLO, A. O semeador
FREIRE, R; BRITO, F. Utopia e Paixão – A Política do Cotidiano
GALLO, S. Anarquismo e educação – os desafios para uma pedagogia anarquista hoje
GALLO, S. Escola pública numa perspectiva anarquista
GALLO, S. O paradigma anarquista em educação
GATTAI, Z. Anarquistas graças a deus
GOLDMAN, Emma. Dois anos na Rússia
GOLDMAN, Emma. O Indivíduo a Sociedade e o Estado, e Outros
GONÇALVES, C. Homem regenerado Brasil reformado [TCC]
GORDON, U. Anarchism and political theory [inglês]
GRAEBER, D. The new anarchists [inglês]
GUÉRIN, D. El anarquismo
GUÉRIN, D. Marxismo e anarquismo
GUIMARAES, Adonile. Anarquismo e ação-direta como estratégia [mestrado]
HAMON, A. Psicología del socialista-anarquista
HART, J.M. Anarquismo e la clase obrera no México
HOROWITZ, I. Los anarquistas – la teoria
KROPOTKIN, P. A Conquista do Pão
KROPOTKIN, P. Ajuda Mutua um fator de evolução
KROPOTKIN, P. Anarquismo (enciclopédia britânica)
KROPOTKIN, P. As prisões
KROPOTKIN, P. O assalariado
KROPOTKIN, P. O Princípio Anarquista e outros ensaios
LANDAUER, G. Revolution and other writings [inglês]
LEAL, C. Pensiero e dinamite – anarquismo e repressão em SP nos anos 1890
LEHNING, A. Marxismo y anarquismo en la revolucion rusa
LEUENROTH, E. Anarquismo – roteiro da libertação social
LEVAL, G. Espagne libertaire [francês]
LOPREATO, C. O espírito da leis – anarquismo e repressão política no Brasil
LOPREATO, C. O espírito da revolta – a greve geral anarquista de 1917
MACKAY, J.H. The anarquists
MALATESTA, E. Amor y anarquia.pdf
MALATESTA, E. Anarquismo e Anarquia
MALATESTA, E. Entre campesinos
MALATESTA, E. Escritos revolucionários
MALATESTA, E. Pensamiento y accion revolucionários
MALATESTA, E. Um pouco de teoria
MALATESTA; MERLINO. Elecciones y anarquismo
MATEUS, J. G. Liberdade em Mikhail Bakunin
MATEUS, J. G. O sindicalismo revolucionário como estratégias nos congressos
MELLA, R. El socialismo anarquista
MENDES, S. As mulheres anarquistas na cidade de São Paulo, 1889-1930
MIRANDA, J. Recuso-me! ditos e escritos de Maria Lacerda de Moura
MONTEIRO, Fabrício. O materialismo histórico de Bakunin
MONTEIRO, Fabrício. O materialismo no debate Feuerbach, Stirner e Marx
MONTEIRO, Fabrício. Significações do ‘eu’ niilista [mestrado]
NETTLAU, M. Anarchism Communist or Individualist –Both
NETTLAU, M. História da anarquia
NETTLAU, M. La anarquia a traves de los tiempos
PASSETTI, E. Poder e anarquia
PAZ, A. Durruti y la revolución
PENNA, M. Socialistas libertários e lutas sociais no RJ
POMINI, Igor. Revolução espanhola [mestrado]
PROUDHON, P-J. A filosofia da miséria
PROUDHON, P-J. A guerra e a paz
PROUDHON, P-J. Do princípio federativo
PROUDHON, P-J. Filosofia Da Miséria (Tomo II)
PROUDHON, P-J. General Idea Of Revolution In The 19th Cent
PROUDHON, P-J. Idéia Geral Da Revolução No Século Dezenove
PROUDHON, P-J. O Que é a Propriedade?
PROUDHON, P-J. Sociedade Sem Autoridade
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RAGO, M. O anarquismo e a história
READ, H. A filosofia do anarquismo
READ, H. Al diabo con la cultura
READ, H. Anarquia y orden
READ, H. Arte poesia y anarquismo
RÉCLUS, E. La anarquía y la iglesia
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ROCKER, R. Artistas y rebeldes
ROCKER, R. As idéias absolutistas no socialismo
ROCKER, R. La tragédie de l’Espagne [francês]
ROCKER, R. Porque sou anarquista
ROCKER, R. The nation and the light of modern race theories [inglês]
RODRIGUES, E. Pequena história da imprensa social no Brasil
ROMANI, C. Oresti Ristori – uma aventura anarquista [mestrado]
SAMIS, A. Bolchevismo e anarquismo
SAMIS, A. Matizes do sentido
SAMIS, A. Neno Vasco e os grupos anarquistas em Brasil e Portugal
SAMIS, A. Sindicalismo e anarquismo no Brasil
SAMIS, A. Uma terra sem amos – federalismo na comuna de Paris
SANTOS, Kauan. Ação e militância anarquista nas manifestações operárias de 1917
SCHMIDT, M; WALT, V. Apresentando a Chama Negra
SCHMIDT, S. Accursed Anarchism Five Post-Anarchist Meditat
SEIXAS, J. Acerca do militante anarquista
SILVA, Custódio. A concepção de educação em Max Stirner (monografia)
SILVA, Regina. A linguagem anárquica de Barthes em dois momentos
SILVA, Regina. Stirner e Barthes – questões da linguagem e o anarquismo individualista
SILVA, Thiago L. Memórias de um anarquista na Porta da Europa [mestrado]
SILVA, Thiago L. Revolucionário ou reformista – sobre Malatesta
SILVA, Wanderlei. ‘Anarquia no Reino Unido’ – proposta anarquista em V de Vingança [TCC]
SOREL, G. El sindicalismo revolucionário
STIRNER, M. Textos Dispersos
THOREAU, H. Desobedecendo – a desobediencia civil e outros escritos
THOREAU, H. Desobediência civil
THOREAU, H. Walden ou a vida nos bosques
TOLSTOI, L. Cristianismo e anarquismo
TOLSTOI, L. O reino de Deus está em vós
TUCKER, Benjamin. Individual liberty
VACCARO, S. Anarquismo e ontologia
VASCO, Neno. A greve dos inquilinos
VASCO, Neno. Georgicas – ao trabalhador rural
VIANA, Rafael. Anarquismo – uma breve genealogia história
WALTER, N. O que é Anarquismo
WOODCOCK, G. historia das ideias e movimentos anarquistas
ZERZAN, J. O futuro primitivo
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
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COBRA AMARELA / SONHO
Estava tudo muito errado, mas eu não estava disposta a me aborrecer ainda mais e eu ainda mantenho o conceito de não responder a minha avó e esse tipo de coisa e do jeito que ela falou comigo eu ia acabar falando algumas coisas que vem sendo guardadas a anos em um bau empoeirado.
Mas depois de algum tempo tive um outro sonho que me deixou impressionada mesmo não tendo a presença da minha mãe.
Sonhei que estava na antiga casa da minha avó e que eu queria passar da varanda para a cozinha, mas no chão tinha uma cobra amarela no caminho. Como eu nunca tive medo de cobra no sonho eu me agachava para apanhar a cobra pela cabeça e tira-la do caminho. A pesar de ter agarrado a danada pela caça eu senti uma fisgada muito forte na parte de cima da minha mão e o sangue escorrendo. E eu olhava para a cobra e me perguntava como ela tinha conseguido me morder se eu a segurava pela cabeça. Para piorar a situação quando eu olhava de novo para a cobra ela era de plástico. Não era real.
De qualquer forma, apanhei a bicha e coloquei no quintal de onde ela sumiu rapidamente da minha vista e sem deixar rastro.
Minha avo estava com um avental branco embaixo da goiabeira e me perguntava raivosa:
- Jaqueline onde está a cobra?
- Não sei vó, ela me mordeu.Eu a coloquei aqui no quintal, mas não sei onde está.
E minha avó queria que eu desse conta da cobra de qualquer jeito como se fosse eu quem tivesse feito algum mal.
quando entrei na casa a cobra estava refastelada comodamente encima do sofá e minha vó diante da minha surpresa disse:
- foi eu que coloquei ela ai.
Três dias depois passei por situação bem parecida. Meu irmão sentindo-se seguro por ter conseguido um bom dinheiro por meio de acordo com ex marido da minha mãe não tinha mais a necessidade me me tratar bem. Praticamente do nada me colocou a baixo de cachorro. Disse que eu era uma passa fome, que meus filhos eram um piolhentos, favelados, que eu não ia receber nada porque a herança era dele.
Quando falei que iria entrar na justiça ele me ameaçou dizendo que ia encher a minha cara de tiros.
Como meu irmão é DESIPE e só anda armado o negócio foi engolir o sapo e ainda ouvir minha avó dizendo na minha cara que eu não presto, pois meu irmão é um menino muito bom. E que deus iria me castigar por não dá valor.
Quando eu tentava argumentar o que ele tinha feito (o indefensável) ela disse, mas isso ´coisa de irmão.
Se eu por alguma razão contrariar as ordens da minha avó deu vai me castigar, mas se meu irmão diz que vai encher minha cara de tiro por causa de dinheiro de herança ai é coisa de irmão.
Eu sempre amei tato minha avó e meu irmão e isso é muita decepção, mas não é o inesperado.
Mas depois de algum tempo tive um outro sonho que me deixou impressionada mesmo não tendo a presença da minha mãe.
Sonhei que estava na antiga casa da minha avó e que eu queria passar da varanda para a cozinha, mas no chão tinha uma cobra amarela no caminho. Como eu nunca tive medo de cobra no sonho eu me agachava para apanhar a cobra pela cabeça e tira-la do caminho. A pesar de ter agarrado a danada pela caça eu senti uma fisgada muito forte na parte de cima da minha mão e o sangue escorrendo. E eu olhava para a cobra e me perguntava como ela tinha conseguido me morder se eu a segurava pela cabeça. Para piorar a situação quando eu olhava de novo para a cobra ela era de plástico. Não era real.
De qualquer forma, apanhei a bicha e coloquei no quintal de onde ela sumiu rapidamente da minha vista e sem deixar rastro.
Minha avo estava com um avental branco embaixo da goiabeira e me perguntava raivosa:
- Jaqueline onde está a cobra?
- Não sei vó, ela me mordeu.Eu a coloquei aqui no quintal, mas não sei onde está.
E minha avó queria que eu desse conta da cobra de qualquer jeito como se fosse eu quem tivesse feito algum mal.
quando entrei na casa a cobra estava refastelada comodamente encima do sofá e minha vó diante da minha surpresa disse:
- foi eu que coloquei ela ai.
Três dias depois passei por situação bem parecida. Meu irmão sentindo-se seguro por ter conseguido um bom dinheiro por meio de acordo com ex marido da minha mãe não tinha mais a necessidade me me tratar bem. Praticamente do nada me colocou a baixo de cachorro. Disse que eu era uma passa fome, que meus filhos eram um piolhentos, favelados, que eu não ia receber nada porque a herança era dele.
Quando falei que iria entrar na justiça ele me ameaçou dizendo que ia encher a minha cara de tiros.
Como meu irmão é DESIPE e só anda armado o negócio foi engolir o sapo e ainda ouvir minha avó dizendo na minha cara que eu não presto, pois meu irmão é um menino muito bom. E que deus iria me castigar por não dá valor.
Quando eu tentava argumentar o que ele tinha feito (o indefensável) ela disse, mas isso ´coisa de irmão.
Se eu por alguma razão contrariar as ordens da minha avó deu vai me castigar, mas se meu irmão diz que vai encher minha cara de tiro por causa de dinheiro de herança ai é coisa de irmão.
Eu sempre amei tato minha avó e meu irmão e isso é muita decepção, mas não é o inesperado.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
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O PROCESSO- Analise critica
A obra é uma crítica direta do sistema judiciário, mas ficar somente nesta interpretação limita a toda uma extensão de pontos de vista que pode ser analisado.
Como uma crítica ao sistema judiciário, podemos nos atentar a este aspecto, pois esta é a primeira interpretação que se observa. Na época e no local onde viveu Franz Kafka imperava um Estado autoritário (primeiramente Tchecoslováquia e logo o Império Austro-húngaro) e havia constantes lutas pelo poder e o ambiente da Primeira Guerra Mundial proporcionava ações arbitrárias pelas autoridades. Assim observamos que é compreensível esta obra ser apresentada de tal forma, como uma crítica ao sistema judiciário.
É fácil encontrar nos livros de História e em depoimentos de muitas pessoas a mesma situação vivida por Josef K., basta lembrar de como os direitos individuais são tolhidos em sociedades como de Cuba de Fidel Castro; nas prisões de Abu Ghraib, no Iraque, e de Guantánamo, em Cuba, todas estas comandadas pelo “democrático” Estados Unidos da América; e as seguidas torturas de chechenos por parte dos russos. São todos exemplos de sistemas judiciários que, como o da história de Josef K., não respeitam as leis e operam acima delas.
Porém este cenário não ocorreu somente em países a milhares de quilômetros de distância do Brasil. Temos histórias de torturas na maioria dos países da América do Sul e, não diferente, no Brasil também. Principalmente na ditadura militar, várias famílias viram homens com “traje negro e justo” retirem seus pais, filhos, maridos e esposas de suas casas, antes mesmo do café, para serem torturados por acusações que nem conheciam. Igualmente a história de Josef K.
Contudo eu interpretei esta obra, não somente como um retrato fiel do sistema judiciário despótico, e como a burocracia e a justiça são falhas. Interpretei também fazendo um paralelo entre a vida de Josef K. e as nossas, seres humanos na prisão que é o mundo, apesar de não parecer. Sofrendo de alienação, e sendo controlados o tempo todo, sem achar respostas e explicações para nada, frente à um sistema doutrinador que estamos inseridos, e que a todo o momento lançam informações que nós temos de engolir sem ao menos revisar e saber o porquê.
Enfim, analiso a obra de Franz Kafka como uma história que está aberta a várias interpretações, sendo que algumas delas de uma complexidade ilimitada.
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O PROCESSO - Livro
Autor: Franz Kafka
Resumo do Livro:
O Processo é um romance de Franz Kafka, que conta a história de um bancário que é processado sem saber o motivo, este é Josef K.
O perfil de K. era de um funcionário exemplar, sendo que trabalhava num famoso banco e tinha um cargo de grande responsabilidade. Desempenhava sua função com muita dedicação, razão que o levou, em pouco tempo, a crescer na empresa.
Porém na manhã em que completara 30 anos, Josef K. foi detido em seu próprio quarto por dois guardas, que tomaram o café que devia ter sido dele, e depois, sugeriram estarem sendo subornados. Neste momento inicia o pesadelo de Josef K., que foi detido sem ter feito mal algum. De principio, imaginava ser uma brincadeira de seus colegas de banco, pois não podia acreditar no que estava acontecendo.
Josef K. acreditava que todo o mal entendido seria esclarecido e ao ser convocado para um interrogatório viu a oportunidade de isto acontecer. Estava errado. Deparou-se com um inspetor rude e agressivo que o ameaçava e fazia chantagens. Contudo K. exigia esclarecimentos, porém inutilmente, já que nem o inspetor e nem os guardas sabiam sobre o motivo de sua detenção.
E toda narrativa segue sem que se conheça quem teria denunciado Josef K. às autoridades e o motivo de estar sendo preso. Apesar disso, o personagem central luta o tempo todo para descobrir do que estava sendo acusado, quem o acusava e com embasamento em que lei. Contratou um advogado na esperança de ter alguma saída e também para obter informações sobre o seu caso, mas logo ele foi dispensado, pois não estava dando muita atenção ao processo dele.
Tentou entrar em contato com o judiciário, mas teve pouco sucesso, o que encontrou foram muitos processos, sendo o dele apenas mais um que ficaria esperando por muito tempo. Todo o desenrolar do processo não lhe parecia verdadeiro, os acusadores e as testemunhas tinham atitudes duvidosas e absurdas, até crianças eram chamados a prestar depoimentos.
No final, Josef K. se encontrava sem ânimo para prosseguir lutando contra um processo que ele nada conhecia, estava apático e indiferente. Pode-se interpretar que no capítulo X: O fim, Josef K. combinou para que dois senhores o matassem, e assim foi feito.
“(...) as mãos de um dos senhores seguraram a garganta de K. enquanto o outro lhe enterrava profundamente no coração a faca e depois a revolvia ali duas vezes.” (KAFKA, 2004, p. 254).
Este é o fim de Josef K.
Fonte: Cola da Web
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O PROCESSO DE KAFRA
Trecho de "O processo" de Kafra, fala sobre a burocracia e como a vida de todos é limitada por ela:
"Diante da lei está parado um porteiro. Um homem do campo chega até esse porteiro e pede para entrar na lei. Mas o porteiro diz que ele não pode permitir sua entrada naquele momento. O homem reflete e pergunta, em seguida, se ele poderá entrar mais tarde. "Até é possível", diz o porteiro, "mas agora não". Uma vez que a porta para a lei está aberta como sempre, e o porteiro se põe de lado, o homem se acocora a fim de olhar para o interior. Quando o porteiro percebe o que está acontecendo, ri e diz: "Se te atrai tanto, tenta entrar apesar da minha proibição. Mas nota bem: eu sou poderoso. E sou apenas o mais baixo entre os porteiros. A cada nova sala há novos porteiros, um mais poderoso do que o outro. Tão-só a visão do terceiro nem mesmo eu sou capaz de suportar".
domingo, 9 de junho de 2013
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MENORIDADE PENAL
SANÇÕES IMPOSTAS A DELINQUENTES JUVENIS MEIO SÉCULO ATRÁS NA URSS
Atualmente se discuti muto sobre baixar a maioridade penal no Brasil.Então hoje no "Sou Maluca sim!" vamos pegar um pequeno exemplo do passado de um outro País para refletirmos.
Há meio século os jovens não tinha uma cerimônia especial - eram enviados para o trabalho forçado ou prisão correcional (será que funcionaria aqui nos tempos atuais?). Todas estas fotos foram tiradas entre dezembro de 1871 e dezembro 1873.
Acompanhem:
Atualmente se discuti muto sobre baixar a maioridade penal no Brasil.Então hoje no "Sou Maluca sim!" vamos pegar um pequeno exemplo do passado de um outro País para refletirmos.
Há meio século os jovens não tinha uma cerimônia especial - eram enviados para o trabalho forçado ou prisão correcional (será que funcionaria aqui nos tempos atuais?). Todas estas fotos foram tiradas entre dezembro de 1871 e dezembro 1873.
Acompanhem:
14-anos -Henry Miller foi acusado de roubar roupas e condenado a 14 dias de trabalho duro.
Mary Catherine Doherty foi condenada a sete dias de trabalho duro depois que ele foi acusado de roubar ferro. A mesma punição recebida pela seus cúmplices - Hinnigan Mary Ellen Woodman e Rosanna Watson.
12-anos- Henry Leonard Stephenson foi preso sob a acusação de invasão em casas particulares. Ele foi condenado a dois meses de prisão.
Depois de roubar um colete Ann Burns, foi condenado a um mês de prisão. Ela tinha 18 anos.
17-anos - Katherine Kelly foi considerada culpado de roubar roupas de cama, pelo qual recebeu um pena de três meses.
19-anos- marceneiro David Barron foi preso e condenado a seis meses de prisão por roubar champanhe.
Michael Clement Fisher como seu cúmplice, tinha 13 anos quando foi preso e condenado a dois meses de prisão invasão ilegal em casas.
Robert Charlton foi para a prisão por quatro meses por roubar um par de sapatos.
15-anos - Margaret Koch foi condenada por roubar um casaco. Tendo em conta que este foi seu primeiro crime, ela foi condenada a trabalhos forçados a dois meses.
John Park foi condenado por roubar um violino. Tendo em conta que ele não havia sido preso, ele foi condenado a trabalhos forçados mês.
15-anos - Richard Rammington foi condenado por roubar um tubo fora de uma loja e teve que trabalhar 14 dias, mas seus pais pagaram uma indenização por danos, e o garoto foi liberado.
" A maioria dessas crianças são acusadas de roubarem roupas, e suas penas foi o ardo trabalho forçado, mas quase todas estão vestidas em trapos. Em um pais que na maior parte do ano é extremamente frio.
A menoridade penal não constitui novidade, assim como não será novidade quem serão os mais afetados por ela.
A maioridade penal ou maioridade criminal define a idade mínima a partir da qual o sistema judiciário pode processar um cidadão como adulto, não existindo à priori sobre ele quaisquer desagravos, atenuantes ou subterfúgios baseados na sua idade à época da ocorrência do fato de que é acusado. O indivíduo é, pois, reconhecido como adulto consciente das consequências individuais e coletivas dos seus atos e da responsabilidade legal embutidas nas suas ações
por favor não confundir com responsabilidade criminal.
Fonte: Wikipédia.
Links: PCdoB x MILICIANOS
sexta-feira, 26 de abril de 2013
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Atenção: cenas de VIOLÊNCIA gratuita, SANGUE, PALAVÕES...
O SANGUE DO MEU POVO JORRA PELO CHÃO DAS PERIFERIAS.
O SUBÚRBIO É ZONA DE MEDO ONDE PREVALECE A LEI. A LEI DA POLÍTICA SUJA QUE EXCLUI O PRETO, O NORDESTINO E SEUS DESCENDENTES.
Todos os dias diversos jovens são marcados pela morte violenta e sua escolha preferencial são os pobres.
Aliélson Nogueira, 21 anos, trabalhava em um galpão de reciclagem na comunidade Jacarezinho no Rio de Janeiro; cidade que sediará a próxima Copa do Mundo e Olimpíadas. Além de trabalhar também estudava sonhando com um futuro melhor para ele e o filho que está para chegar ao mundo.
Esse rapaz que não tinha qualquer envolvimento com o crime, sem qualquer antecedente criminal ou qualquer outra ação que venha macular sua imagem foi morto covardemente com um tiro de fuzil pelas costas enquanto comia um cachorro quente com refrigerante.. Um tiro na nuca banalizou definitivamente sua existência.
A polícia apresentou para a imprensa diversas versões para justificar o caso injustificável.
A principio os policiais envolvidos nessa ocorrência estariam perseguindo homens suspeitos de trafico quando iniciou tiroteio e uma bala perdida teria atingido Aliélson Nogueira .
Os moradores do Jacarezinho desmentem essa versão. Dizem que o jovem baleado depois de um dia de trabalho comprava um refrigerante e cachorro quente quando foi abordado de forma truculenta por policiais da UPP e consciente dos seus direitos como cidadão (lembremos que o rapaz era um estudante) teria respondido mal a um dos policiais que ao ser contrariado acabou efetuando o disparo fatal.
A covardia desse ato revoltou os moradores que apesar do medo da repressão e de posteriores represarias não contiveram a indignação e foram á rua protestar e de alguma forma tentar proteger o corpo do Aliélson Nogueira. Infelizmente no Rio de janeiro é comum policiais forjarem autos de resistência.
Como não poderia deixar de ser, para a retirada dos moradores do local cena de guerra. A tropa de choque na rua, todos policiais muito bem armados contra a população local de gente que estava até descalça. Bombas foram atiradas contra o povo, isso mesmo, as bombas de efeito moral. Bombas que reprimem os pobres, os manifestantes, mas não trazem nenhuma ética para a nossa força policial que se coloca superior a própria justiça.
Ou já nos esquecemos que a Juíza Patrícia Aciole foi morta por policiais e olha que ela não era pobre e nem morava em local de pacificação. Foi outra pessoa morta por não obedecer as leis impostas pela polícia.
Tentaram acusar o jovem morto Aliélson Nogueira de ser bandido, mas ele não tinha antecedentes criminais e diante da indignação dos moradores tornou-se complicado sustentar essa história. Em outro momento poderiam dizer que o jovem morto era bandido e que os moradores estão fazendo baderna a mando de traficantes, mas em uma comunidade pacificada fica muito ruim para a representação da polícia fazer uma afirmação dessa, ainda que para justificar uma atrocidade envolvendo os policiais que aqui representam os braços da LEI, o poder público.
Na última versão o jovem trabalhador foi morto DEPOIS de uma confusão entre moradores da comunidade e os PMs da Unidade Pacificadora. (Em outras palavras quem matou Aliélson Nogueira foram os próprios moradores)
O comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Jacarezinho, major Cláudio Haliki, afirmou nesta sexta-feira que a população da comunidade deve se acostumar com as abordagens policiais. O major reiterou, a dificuldade deste momento inicial da pacificação e disse não ter informações sobre uma suposta truculência dos PMs. O patrulhamento foi reforçado no local, afirmou o comandante, em entrevista ao RJTV.
O delegado da 25ª DP (Engenho Novo), Antenor Lopes disse: “Ouvimos dois (obs: apenas 2 moradores) moradores e sete policiais. Uma abordagem gerou essa confusão. Os policiais alegam ser vítimas de disparo e vamos investigar”, contou. Segundo ele, Alielson não tinha passagens pela polícia.
ALGUÉM TEM ALGUMA DUVIDA DO PORQUE ESSE ESTUDANTE DE 21 ANOS FOI ASSASSINADO COM UM TIRO DE FUZIL PELAS COSTAS?
O lanche comprado com o suor do ardo trabalho ficou no chão junto a poça de sangue que jorrava livremente da cabeça de um jovem estudante, mas o que se esvaia era a dignidade HUMANA.
Bem, esse assunto todo me deu fome, vou comprar um cachorro quente e assistir “Tropa de Elite 2” No vídeo tudo é mais bonitinho e despreocupante. Afinal, eu sou do Rio de Janeiro cidade MARAVILHOSA.
Fonte: Jornal O Dia
Diário Oficial
O SUBÚRBIO É ZONA DE MEDO ONDE PREVALECE A LEI. A LEI DA POLÍTICA SUJA QUE EXCLUI O PRETO, O NORDESTINO E SEUS DESCENDENTES.
Todos os dias diversos jovens são marcados pela morte violenta e sua escolha preferencial são os pobres.
Aliélson Nogueira, 21 anos, trabalhava em um galpão de reciclagem na comunidade Jacarezinho no Rio de Janeiro; cidade que sediará a próxima Copa do Mundo e Olimpíadas. Além de trabalhar também estudava sonhando com um futuro melhor para ele e o filho que está para chegar ao mundo.
Esse rapaz que não tinha qualquer envolvimento com o crime, sem qualquer antecedente criminal ou qualquer outra ação que venha macular sua imagem foi morto covardemente com um tiro de fuzil pelas costas enquanto comia um cachorro quente com refrigerante.. Um tiro na nuca banalizou definitivamente sua existência.
A polícia apresentou para a imprensa diversas versões para justificar o caso injustificável.
A principio os policiais envolvidos nessa ocorrência estariam perseguindo homens suspeitos de trafico quando iniciou tiroteio e uma bala perdida teria atingido Aliélson Nogueira .
Os moradores do Jacarezinho desmentem essa versão. Dizem que o jovem baleado depois de um dia de trabalho comprava um refrigerante e cachorro quente quando foi abordado de forma truculenta por policiais da UPP e consciente dos seus direitos como cidadão (lembremos que o rapaz era um estudante) teria respondido mal a um dos policiais que ao ser contrariado acabou efetuando o disparo fatal.
A covardia desse ato revoltou os moradores que apesar do medo da repressão e de posteriores represarias não contiveram a indignação e foram á rua protestar e de alguma forma tentar proteger o corpo do Aliélson Nogueira. Infelizmente no Rio de janeiro é comum policiais forjarem autos de resistência.
Como não poderia deixar de ser, para a retirada dos moradores do local cena de guerra. A tropa de choque na rua, todos policiais muito bem armados contra a população local de gente que estava até descalça. Bombas foram atiradas contra o povo, isso mesmo, as bombas de efeito moral. Bombas que reprimem os pobres, os manifestantes, mas não trazem nenhuma ética para a nossa força policial que se coloca superior a própria justiça.
Ou já nos esquecemos que a Juíza Patrícia Aciole foi morta por policiais e olha que ela não era pobre e nem morava em local de pacificação. Foi outra pessoa morta por não obedecer as leis impostas pela polícia.
Tentaram acusar o jovem morto Aliélson Nogueira de ser bandido, mas ele não tinha antecedentes criminais e diante da indignação dos moradores tornou-se complicado sustentar essa história. Em outro momento poderiam dizer que o jovem morto era bandido e que os moradores estão fazendo baderna a mando de traficantes, mas em uma comunidade pacificada fica muito ruim para a representação da polícia fazer uma afirmação dessa, ainda que para justificar uma atrocidade envolvendo os policiais que aqui representam os braços da LEI, o poder público.
Na última versão o jovem trabalhador foi morto DEPOIS de uma confusão entre moradores da comunidade e os PMs da Unidade Pacificadora. (Em outras palavras quem matou Aliélson Nogueira foram os próprios moradores)
O comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Jacarezinho, major Cláudio Haliki, afirmou nesta sexta-feira que a população da comunidade deve se acostumar com as abordagens policiais. O major reiterou, a dificuldade deste momento inicial da pacificação e disse não ter informações sobre uma suposta truculência dos PMs. O patrulhamento foi reforçado no local, afirmou o comandante, em entrevista ao RJTV.
O delegado da 25ª DP (Engenho Novo), Antenor Lopes disse: “Ouvimos dois (obs: apenas 2 moradores) moradores e sete policiais. Uma abordagem gerou essa confusão. Os policiais alegam ser vítimas de disparo e vamos investigar”, contou. Segundo ele, Alielson não tinha passagens pela polícia.
ALGUÉM TEM ALGUMA DUVIDA DO PORQUE ESSE ESTUDANTE DE 21 ANOS FOI ASSASSINADO COM UM TIRO DE FUZIL PELAS COSTAS?
O lanche comprado com o suor do ardo trabalho ficou no chão junto a poça de sangue que jorrava livremente da cabeça de um jovem estudante, mas o que se esvaia era a dignidade HUMANA.
Bem, esse assunto todo me deu fome, vou comprar um cachorro quente e assistir “Tropa de Elite 2” No vídeo tudo é mais bonitinho e despreocupante. Afinal, eu sou do Rio de Janeiro cidade MARAVILHOSA.
Fonte: Jornal O Dia
Diário Oficial
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
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OS 16 PROCESSOS JUDICIAIS MAIS BIZARROS DA HISTÓRIA
O sujeito que levou Deus aos tribunais,
o homem que processou a si mesmo,
Conheça os casos mais estranhos da Justiça.
O ladrão que processou a vítima.
Em 2008, Wanderson Rodrigues de Freitas, de 22 anos, invadiu uma padaria em Belo Horizonte. Portando um pedaço de madeira para simular uma arma embaixo da camiseta, rendeu a funcionária do caixa, pegou os R$ 45 que encontrou e estava de saída quando o dono do estabelecimento apareceu na porta. Era o décimo assalto em 7 anos de existência da padaria - o mais recente tinha acontecido apenas 4 dias antes. O comerciante se irritou e partiu para cima de Freitas. Os dois rolaram pela escada que dá acesso ao estabelecimento. Na rua, o ladrão apanhou de outras pessoas que passavam, até a polícia ser chamada e prendê-lo em flagrante. Ele foi preso e, de dentro da cadeia, entrou com um processo por danos morais contra o dono da padaria. "Os envolvidos estouraram o nariz do meu cliente", diz José Luiz Oliva Silveira Campos, advogado do ladrão. "Em vez de bater, o dono da padaria poderia ter imobilizado Wanderson. Ele assaltou, mas não precisava apanhar."
A ação não foi aceita pelo juiz, Jayme Silvestre Corrêa Camargo. "A pretensão do indivíduo, criminoso confesso, apresenta-se como um indubitável deboche", ele afirmou em sua decisão. "Uma das exigências para pedir indenização é o que o seu ato seja lícito, e não é o caso", diz Clito Fornassiari Júnior, mestre em direito processual civil pela PUC-SP. Wanderson está preso e aguardando o julgamento.
O Cidadão Romeno que processou Deus
Condenado a 20 anos de prisão por assassinato, Mircea Pavel, de 41 anos, processou Deus. A alegação: quando ele foi batizado, Deus prometeu protegê-lo do Diabo. Como o seu crime foi obra do demônio, Deus não cumpriu sua parte no contrato. Em 2011, a corte decidiu que o processo estava fora de sua jurisdição.
O homem que processou a si mesmo
Em 1995, o americano Robert Brock resolveu processar a si mesmo e pedir uma indenização de US$ 5 milhões, alegando que violou suas crenças religiosas quando cometeu os crimes que o levaram à prisão (agredir pessoas num bar e dirigir embriagado). Como estava preso, Robert esperava que o Estado tivesse que pagar a indenização a ele. "É possível dever para si mesmo", explica Fornassiari. "Se você deve para seu pai e ele morre, você passa a ser credor de você mesmo. Mas a dívida é automaticamente anulada. Não se pode processar a si mesmo". A Justiça americana não aceitou o processo.
Encheu a cara e culpou o chefe
A canadense Linda Hunt, 52, foi embora bêbada de uma festa de sua empresa. Bateu o carro e processou o patrão porque permitiu que ela saísse dirigindo naquele estado. Ganhou US$ 300 mil. "No Brasil, o processo só seria aceito se o chefe tivesse coagido a funcionária a beber, ou tivesse cedido seu próprio carro ou da empresa para ela", explica Clito Fornassiari Júnior.
Pelo direito de soltar pum
Uma funcionária de uma fábrica de Cotia (SP) processou a companhia que a demitiu por justa causa. É que o motivo alegado para a demissão era flatulência. O caso foi parar nas mãos do desembargador Ricardo Artur Costa e Trigueiros, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, que deu ganho de causa à trabalhadora. "A eliminação involuntária, conquanto possa gerar constrangimentos e, até mesmo, piadas e brincadeiras, não há de ter reflexo para a vida contratual."
Calote na umbanda
Um prestador de serviços do Amapá ganhou na Justiça o direito a ser indenizado em R$ 5 mil. É que ele realizava "serviços de umbanda" para uma rede de frigoríficos, mas tomou um calote. A proprietária da empresa alegou que o trabalho não surtiu efeito, e por isso não foi pago. Para a Vara do Trabalho de Macapá, a limpeza espiritual dos ambientes foi feita com regularidade e merecia o pagamento combinado.
Sem sexo na noite de núpcias
Em 2009, na província chinesa de Hubei, o agricultor Li Jun resolveu tirar satisfação com sua nora, Liang Qian, quando descobriu que ela tinha se recusado a fazer sexo com o filho dele na noite de núpcias. Acabou apanhando da família toda. Agora move um processo por danos morais. O juiz ainda tenta convencer os dois lados a fazer um acordo, mas o casal já se reconciliou.
Traição é uma boa
Jeffrey Mechanic, conselheiro conjugal de Nova York, responde a uma ação movida pelo casal Guido Venitucci, 44 anos, e Heather Aldridge, 39. Guido alega que foi induzido pela terapia a trair a esposa (seria uma forma de salvar o casamento, pois a esposa não lhe dava "satisfação suficiente"). O casal diz ter gasto US$ 150 mil com as sessões. E pede ao terapeuta US$ 8 milhões de indenização.
Quebrando a banca
No Zimbábue, a dona de casa Nonkazimulo Dube processou o ex-marido Talent Tafara porque ele quebrou a cama do casal - fazendo sexo com uma amante. A reclamante pede o equivalente a R$ 350. Ela pediu ao ex que consertasse a cama, mas ele não quis. Como a inflação anual no Zimbábue é de 4 500%, o valor da indenização terá de ser corrigido no final do processo.
Atropelada pelo Google
Em 2009, a americana Lauren Rosenberg buscou no Google Maps o melhor caminho para fazer a pé. Foi atropelada e agora processa a empresa em US$ 100 mil, pois o site não informou que a rua não tinha calçada. O Google diz que a informação estava disponível - mas Lauren alega que, no Blackberry dela, ficou ilegível. "No Brasil, há processos movidos por motoristas induzidos pelo GPS a entrar em favelas", conta Fornassiari.
Se formou, não arranjou emprego...
Trina Thompson, 27 anos, recém-formada em Tecnologia da Informação pela Monroe College, em Nova York, processou a faculdade em US$ 70 mil. O argumento: 7 meses depois de formada, ela não tinha conseguido emprego. E a culpa seria da faculdade, que não teria prestado o apoio prometido. Em nota, a instituição respondeu: "Oferecemos apoio à carreira dos nossos alunos. Este caso não merece mais considerações".
O cafezinho de US$ 2,86 milhões
Este caso é tão clássico que deu origem ao Prêmio Stella - que celebra as decisões judiciais mais bizarras do ano. Em 1992, Stella Liebeck, de 79 anos, processou o McDonald¿s porque se queimou ao abrir um copinho de McCafé. Ganhou US$ 2,8 milhões, pois seus advogados provaram que a lanchonete servia o café pelando, a 70 graus centígrados - temperatura considerada alta demais para o consumo do produto.
Cerveja não traz felicidade
O cidadão americano Richard Harris não gostava muito de cerveja. Mas, depois de assistir a um comercial na TV, resolveu experimentar. Só que a bebida não cumpriu a promessa feita na propaganda: nenhuma mulher linda e vestida com poucas roupas se interessou por ele. Harris disse que o caso lhe causou estresse, e moveu um processo contra a cervejaria Anheuser-Busch. Pediu uma indenização de US$ 10 mil. Não ganhou.
O homem que assistia TV demais
Quando percebeu que fumava demais vendo televisão e sua mulher tinha engordado, o americano Timothy Dumouchel encontrou o culpado: a empresa de TV a cabo, que não cancelou a assinatura quando ele pediu e deixou a família viciada em televisão. O processo, de 2004, foi arquivado por falta de mérito.
Orcas trabalhadoras
Neste ano, as orcas Tilikum, Katina, Kasatka, Ulises e Corky entraram com um processo trabalhista contra o parque Sea World na Flórida e na Califórnia. Elas alegam que a empresa promove trabalho escravo porque não reconhece os direitos animais a remuneração e férias. Como orca não fala, o caso foi movido pelo grupo ambientalista Peta em nome dos bichos. Se fosse na Espanha, o processo teria mais chances de avançar: desde 2008, o país reconhece os direitos civis de um animal, o chimpanzé.
O recordista
O presidiário Jonathan Lee Riches, da Carolina do Sul, já moveu mais de mil ações - e perdeu todas. Veja alguns dos alvos:
- Elvis Presley, por ter tirado as próprias costeletas e ter um acordo secreto com Osama Bin Laden.
- Michael Jackson, por abrigar um exército secreto de Hitler em Neverland.
- O cantor 50 Cent, por roubar as suas músicas.
- O jogador de beisebol Barry Bonds, por vender gás mostarda a Saddam Hussein.
- George W. Bush, Papa Bento 16, Bill Gates, Rainha Elizabeth, Burt Reynolds, Nostradamus, União Europeia e Plutão (sim, o planeta), por ofensas aos direitos civis.
por Tiago Cordeiro
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
amor,
lei,
pensamento,
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Que a lei maior seja o amor!
O homem é livre para fazer o que ele quiser,mas que a lei maior seja o amor!
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