2c6833b0-77e9-4a38-a9e6-8875b1bef33d diHITT - Notícias Sou Maluca Sim!: Platão
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segunda-feira, 16 de março de 2015 0 comentários

CADA UM DE NÓS...

Cada um de nós é como um homem que vê as coisas em um sonho e acredita conhecê-las perfeitamente, e então desperta para descobrir que não sabe nada. 


(Platão, político)
terça-feira, 13 de maio de 2014 0 comentários

PENSAMENTOS DE FILÓSOFOS CLÁSSICOS: Aristóteles, Sócrates, Platão, Cícero, Sêneca, Epiteto, Virgílio, Demóstenes, Eurípedes, Plutarco e Epícrates.



É lícito afirmar que são prósperos os povos cuja legislação se deve aos filósofos. (Aristóteles)

A filosofia é o melhor remédio para a mente. (Cícero)

O ser humano não pode deixar de cometer erros; é com os erros, que os homens de bom senso aprendem a sabedoria para o futuro. (Plutarco)

A filosofia é um bom conselho. (Sêneca)

A vida feliz consiste na tranqüilidade da mente. (Cícero)

A alma reluta em ser privada da verdade. (Epiteto)

Nada se espalha com maior rapidez do que um boato. (Virgílio)

Só a educação liberta. (Epiteto)

Quem foi expulso do reino da verdade jamais poderá ser tido como um homem feliz. (Sêneca)

O que você tem capacidade de fazer, tem capacidade também de não fazer. (Aristóteles)

Em tudo o que fazemos, temos em vista alguma outra coisa. (Aristóteles)

Deixe que cada um exercite a arte que conhece. (Aristóteles)

Aquilo que é verdadeiro, simples e sincero é bastante compatível com a natureza do homem. (Cícero)

A verdadeira nobreza está na bondade. (Epícrates)

Ninguém acredita em um mentiroso, mesmo quando ele diz a verdade. (Cícero)

Nosso caráter é resultado de nossa conduta. (Aristóteles)

Todo homem é atingido pelos próprios crimes. (Cícero)

Projetos conjuntos têm mais chance de sucesso quando beneficiam ambos os lados. (Eurípedes)

Você será avarento se conviver com homens mesquinhos e avarentos. Será vaidoso se conviver com homens arrogantes. Jamais se livrará da crueldade se compartilhar sua casa com um torturador. Alimentará sua luxúria confraternizando-se com os adúlteros. Se quer se livrar de seus vícios, mantenha-se afastado do exemplo dos viciados. (Sêneca)

É extremamente fácil enganar a si mesmo; pois o homem geralmente acredita no que deseja. (Demóstenes)

Os cidadãos não terão alívio do mal, meu querido Glauco, nem a raça humana, creio, a não ser que os filósofos governem as cidades ou que os que hoje chamamos de reis e governantes estudem filosofia verdadeira e genuinamente, até que o poder político e a filosofia coalesçam e as diversas natureza dos que hoje perseguem alguém até a exclusão do outro sejam forçosamente impedidas de fazê-lo. (Sócrates, segundo Platão)

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O ENAMORAMENTO, SEGUNDO SCH
sexta-feira, 25 de outubro de 2013 2 comentários

O MITO DE ER

Platão, discípulo de Sócrates, dizia que o poder da virtude era tal que teria repercussões para além da própria e limitada vida de um individuo, ou seja, depois da morte.


O pastor Er, da região da Panfília, morreu e foi levado para o Reino dos Mortos. Ali chegando, encontra as almas dos heróis gregos, de governantes, de artistas, de seus antepassados e amigos. Ali, as almas contemplam a verdade e possuem o conhecimento verdadeiro. Er fica sabendo que todas as almas renascem em outras vidas para se purificarem de seus erros passados até que não precisem mais voltar à Terra, permanecendo na eternidade. Antes de voltar ao nosso mundo, as almas podem escolher a nova vida que terão.

Algumas escolhem a vida de rei, outras de guerreiro, outras de comerciante rico, outras de artista, de sábio. No caminho de retorno à Terra, as almas atravessam uma grande planície por onde corre um rio, o Lethé (que, em grego, quer dizer esquecimento), e bebem de suas águas. As que bebem muito esquecem toda a verdade que contemplaram; as bebem pouco quase não se esquecem do que conheceram. As que escolheram vidas de rei, de guerreiro ou de comerciante rico são as que mais bebem das águas do esquecimento; as que escolheram a sabedoria são as que menos bebem.

Assim, as primeiras dificilmente (talvez nunca) se lembrarão, na nova vida, da verdade que conheceram, enquanto as outras serão capazes de lembrar e ter sabedoria, usando a razão.

(Platão, República. Livro X)
segunda-feira, 8 de abril de 2013 2 comentários

MITO DA CAVERNA DE PLATÃO(resumo)




                               Mito da caverna de Platão, o que é,metáfora, teoria e ideia

 Mito da Caverna: uma das principais alegorias da história da Filosofia

 O que é o mito 

O Mito da Caverna, também conhecido como “Alegoria da Caverna” é uma passagem do livro “A República” do filósofo grego Platão. É mais uma alegoria do que propriamente um mito. É considerada uma das mais importantes alegorias da história da Filosofia. Através desta metáfora é possível conhecer uma importante teoria platônica: como, através do conhecimento, é possível captar a existência do mundo sensível (conhecido através dos sentidos) e do mundo inteligível (conhecido somente através da razão).

O Mito da Caverna

O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem presos em correntes numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações.

Vamos imaginar que um dos prisioneiros fosse forçado a sair das correntes para poder explorar o interior da caverna e o mundo externo. Entraria em contato com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projetadas por estátuas. Ao sair da caverna e entrar em contato com o mundo real ficaria encantado com os seres de verdade, com a natureza, com os animais e etc. Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado ao contar tudo o que viu e sentiu, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede iluminada da caverna. Os prisioneiros vão o chamar de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas ideias consideradas absurdas.

O que Platão quis dizer com o mito

Os seres humanos tem uma visão distorcida da realidade. No mito, os prisioneiros somos nós que enxergamos e acreditamos apenas em imagens criadas pela cultura, conceitos e informações que recebemos durante a vida. A caverna simboliza o mundo, pois nos apresenta imagens que não representam a realidade. Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos destas influências culturais e sociais, ou seja, quando saímos da caverna.






Há no Museu do Vaticano uma obra de Rafael que mostra Platão e Aristóteles na Academia. Platão aponta para cima. Aristóteles tem a mão espalmada para baixo. Platão "
adota ante o mundo a atitude do espírito que descende do céu e se compraz em permanecer algum tempo sobre a terra. Não lhe interessa tanto
conhecê-la, pois a dá por conhecida, mas comunicar-lhe amistosamente o que traz consigo e o mundo mais necessita (...) Tudo que dele emana guarda relação com um algo eternamente total, bom, verdadeiro e belo, cujo anseio aspira despertar em todos os peitos. Aristóteles, pelo contrário, se comporta ante o mundo como um homem de carne e osso, como um arquiteto. Sabe que vive neste mundo, e que é nele que tem que realizar sua obra criadora. Investiga o que há no solo (...) Demarca um círculo imenso para levantar seu edifício, aporta materiais de todas as partes, ordena-os, classifica-os e, deste modo, vai subindo piramidalmente, enquanto Platão busca o céu como um obelisco (...)"

Fonte: site Minha Pesquisa
 
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