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terça-feira, 10 de outubro de 2017 0 comentários

O BAIXIO DAS BESTAS CONTINUA


Os MORALISTAS de plantão não precisam se preocuparem: a cultura atual tem mostrado muito mais disposição para abraçar a ignorância do que qualquer cultura anterior.

É muita gente crendo e disseminando verdades absolutas enquanto o BAIXIO DAS BESTAS continua.


sexta-feira, 28 de julho de 2017 0 comentários

OKJA FILME



Vi o filme OKJA achando que seria um filme fofo para passar uma tarde tranquila, só que não! Após assistido ficou um sentimento de culpa e a vontade de nunca mais comer carne na minha vida.
QUE SAUDADE DO MEU FALECIDO CACHORRO!!!



AGORA PELO AMOR DE DEUS. O BICHO ALÉM DE FOFO É INTELIGENTE E TEM OLHOS HUMANOS. Isso acaba com o coração da gente. 


quarta-feira, 22 de março de 2017 0 comentários

A PELE - FILME



Vez por outra acabo sugerindo para vocês filmes de conteúdo mais erotizado. Como sabem gosto de provocar. Mas não precisa se preocupar que esse é bem light,  meu interesse aqui são as contrariedades vividas pelas personagens, foco no emocional.   

Obs.: O filme é bem conceitual e mais uma produção que vem com o dizer, baseado em fatos reais. Bem, para mim valeu muito a pena ter visto. 

O que temos para hoje é:

A PELE

dirigido por Steven Shainberg e no elenco, nada mais nada menos, que Robert Downey Jr. ( O carinha do Homem de Ferro) 

SINOPSE

Em 1958 a nova-iorquina Diane Arbus é uma dona de casa e mãe que trabalha como assistente de seu marido, um fotógrafo contratado por seus pais ricos. Apesar de levar uma vida respeitável, ela não consegue sentir-se confortável em seu mundo privilegiado. Uma noite, um novo vizinho chama a atenção de Diane. Este enigmático homem oferece-lhe inspiração para a descoberta de sua própria arte.

BOM FILME!
segunda-feira, 20 de março de 2017 0 comentários

Michelangelo Antonioni sobre a consternação em "A Aventura"



"Alguns filmes são agradáveis e alguns filmes são amargos; alguns filmes são leves e alguns são dolorosos. 'A Aventura' é um filme amargo e muitas vezes doloroso. É a dor dos sentimentos que acabam tendo um fim, ou dos sentimentos que você consegue vislumbrar o fim no mesmo momento em que eles nascem. Tudo isso é contado em uma língua que eu tentei manter livre de efeitos.

 Eles dizem que um filme é 'articulado em um ritmo dilatado, em relações de espaço e tempo que aderem à realidade." Essas palavras não são minhas. Eu tenho poucas palavras ao meu dispor para dizer tais coisas. Eu darei um exemplo.

Depois de assistir ao filme todos se perguntam: O que terá acontecido a Anna? Havia uma cena no roteiro - que mais tarde foi cortada, não me lembro porque - na qual Claudia, uma amiga de Anna, está com outros amigos na ilha. Eles estão fazendo todas as especulações possíveis sobre o desaparecimento da garota. Mas não existem respostas. Depois de um momento de silêncio, um deles diz: 'Talvez ela simplesmente tenha se afogado'. Claudia bruscamente se vira para ele e diz: 'Simplesmente?'

Todos se entreolham, consternados.
É isso. Essa consternação é o significado do filme"

Michelangelo Antonioni no texto "Le Avventure dell'Avventura", publicado no jornal Corriere della Sera, em 31 de maio de 1976
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016 0 comentários

O HOMEM QUE VIU O INFINITO- FILME




Srinivasa Ramanujan pode ser uma personalidade pouco conhecida para quem não estuda matemática. Este indiano pobre, sem estudos, foi responsável por revoluções na matemática abstrata, fazendo avanços consideráveis nas frações continuadas e nas séries infinitas. Mas sua cinebiografia não tem a menor pretensão de esclarecer estas questões: como o tema é árido para a maioria das pessoas, Ramanujan é visto como um típico gênio incompreendido.

O Homem que Viu o Infinito -   
O pouco experiente cineasta Matt Brown decide levar a história às telas com toda a pompa que julga necessária ao tema. Ele usa trilha sonora instrumental à exaustão, halos circulando o protagonista como uma figura divina, uma iluminação escuríssima dentro dos cômodos, para retratar os gênios buscando a luz nas trevas. A sacralização é tamanha que beira a paródia. O matemático torna-se um mártir, que sofreu por ser pobre, por ser imigrante, por ser indiano, por não conseguir comprovar suas teorias matemáticas e por ter que abandonar a mãe e a esposa na Índia para estudar na Inglaterra.

Paralelamente, Brown transforma Ramanujan em representante da fé religiosa num círculo majoritariamente descrente. O grande conflito do filme não diz respeito à matemática tradicional contra as teorias ousadas do indiano, nem entre o conhecimento do Oriente e do Ocidente. O embate central ocorre entre um homem que se diz iluminado por deuses, recebendo toda a sua instrução de forças invisíveis, e um acadêmico tradicional, ateu, incapaz de aceitar as fórmulas de Ramanujan sem a comprovação de sua origem. Ironicamente, O Homem que Viu o Infinito trata a matemática com uma aura mística, pouco científica – algo reforçado pelos títulos original e brasileiro. O projeto sustenta a ideia questionável de que seria impossível revolucionar a ciência sem reconhecer a existência de Deus.

O Homem que Viu o Infinito -

Embora a estética e a compreensão da ciência deixem a desejar, a biografia atinge seu ponto alto no retrato da amizade entre Ramanujan e o professor G. H. Hardy. O enfrentamento de ambos soa esquemático durante a primeira parte da narrativa, mas o roteiro consegue extrair, na segunda metade, um afeto verdadeiro desta união. Dev Patel, preso pela enésima vez ao papel do pobre indiano sonhador, não demonstra grande versatilidade em sua composição, mas Jeremy Irons está excelente na transformação do professor aberto a pessoas e ideias desconhecidas. Atores coadjuvantes como Toby Jones e Stephen Fry também colaboram à verossimilhança do meio acadêmico.

Ao lado de outras biografias que idealizam a figura de físicos e matemáticos, como A Teoria de Tudo, Uma Mente Brilhante e Gênio Indomável, O Homem que Viu o Infinito representa um projeto inferior, com roteiro mais maniqueísta e direção menos refinada. Mas o humanismo da trama ainda resiste às escolhas desengonçadas de Brown, tornando a obra uma experiência agradável – pouco didática no que diz respeito à matemática, mas extremamente pedagógica quanto à moral, aos bons costumes e à noção de meritocracia.

Fonte: adorocinema

sábado, 16 de abril de 2016 2 comentários

FILME- CEMITÉRIO DOS VAGALUMES (Hotaru no Haka)


Maravilhoso, impossível não se emocionar. Mas se você é do tipo de pessoa muito sensível melhor não assistir a esse filme.

Os dois irmãos Seita e Setsuko, personagens dessa linda história são fortes e tentam a todo custo sobreviverem as adversidades de uma ilha japonesa constantemente bombardeada durante a 2 guerra mundial, mas sobre tudo a falta de solidariedade e não apenas os acontecimentos da guerra acabam levando-os a um desfecho trágico. 

Esse anime nos faz questionar valores humanos. Lindo filme, mas faz doer o coração.

COLOCAR LEGENDA EM PORTUGUÊS USANDO O ÍCONE (RETÂNGULO) NA BARRA INFERIOR DO PRÓPRIO YOUTUBE




domingo, 6 de março de 2016 0 comentários

FILME - O FABULOSO DESTINO DE AMELIE POULAIN


Lançamento: 8 de fevereiro de 2002 (2h0min)
Direção: Jean-Pierre Jeunet
Elenco: Frédéric Mitterrand, Clotilde Mollet, Audrey Tautou mais
Gênero: Comédia
Nacionalidade: França

Simples, ingênuo e engraçado. O filme do cineasta francês Jean-Pierre Jeunet já levou mais de sete milhões de franceses ao cinema e está tendo uma carreira gloriosa fora da Europa. Além de faturar vários prêmios nos Estados Unidos (Melhor Filme estrangeiro pela Broadcast Films Critics Association e pela Online Films Critics Association), ganhador do Oscar 2002.

Mas do que se trata esse filme com nome de menina e sorrisos na tela? O "Fabuloso Destino de Amélie Poulain" ("Le Fabuleux destin d'Amélie Poulain" - FRA 2001) fala das coisas simples da vida. As neuras de uma família. Os sonhos de uma garota que nunca teve amigos. A busca do amor. Dizem que o quanto mais simples algo é, mais difícil é de se conseguir, certo? Errado, e Amélie está aqui para provar isso. 

Fechada em seu mundo interior, Amélie vê tudo no mais cor de rosa e, impulsionada por uma descoberta em seu próprio banheiro, decide ajudar o mundo. Durante sua caminhada, ela aprende a ajudar a  si mesma. 

O filme tem passagens ótimas logo de cara. Jean-Pierre Jeunet mostra o gosto de cada personagem da família Poulain. A mãe de Amélie, por exemplo, acha o suprasumo da diversão encerar o piso com suas pantufas (as donas de casa de plantão enxergarão um certo exagero aí). Mas no decorrer das cenas, o cineasta mescla humor com ternura. O resultado é que o espectador fica tocado pela inocência de Amélie e se pergunta: será que ainda existem pessoas boas? Pessoas capazes de dar a mão a um ceguinho e ajudá-lo a atravessar a rua? 

E mais: pessoas que descrevem um simples trajeto para alguém que não pode ver? Coisas tão facéis e ao mesmo tempo tão difíceis de se fazer. Amélie anda de metrô e, acredite, dá de livre e espontânea vontade moedas aos mendigos (ótima a passagem em que um deles se recusa a aceitar o dinheiro alegando que não trabalha aos domingos!) 

No mundo moderno, onde todos estão tão preocupados consigo mesmo, tão mergulhados no trabalho, nas contas e no seu mundinho individualizado, Amélie Poulain surge como uma fada madrinha. Poderia ser um conto de fadas, com elfos e anões, como a superprodução "O Senhor dos Anéis". Mas não é. Amélie não precisa de varinha mágica para mudar o mundo. Tudo o que ela faz é prestar atenção no próximo e tocá-lo de alguma maneira. E isso vale, e muito. 

A "Academia Européia de Cinema" entregou o prêmio Felix de melhor filme europeu para "Amélie Poulain". Jean-Pierre Jeunet concorreu com produções de peso como "Os Outros" e "O Quarto do Filho". Jeunet recebeu ainda o prêmio de melhor diretor e o prêmio de melhor filme segundo o público. 

"Amélie Poulain" é adorável, doce, comovente e universal. É simples, ingênuo e engraçado. Se o mundo for realmente perfeito.


Prêmios :O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

OSCAR
2002
Indicações
Melhor Filme Estrangeiro
Melhor Direção de Arte
Melhor Fotografia
Melhor Roteiro Original
Melhor Som

GLOBO DE OURO
2002
Indicação
Melhor Filme Estrangeiro

BAFTA
2002
Ganhou
Melhor Roteiro Original
Melhor Cenografia

Indicações
Melhor Filme
Melhor Diretor - Jean-Pierre Jeunet
Melhor Atriz - Audrey Tautou
Melhor Filme Estrangeiro
Melhor Fotografia
Melhor Trilha Sonora
Melhor Edição

CÉSAR
2002
Ganhou
Melhor Filme
Melhor Diretor - Jean-Pierre Jeunet
Melhor Trilha Sonora
Melhor Cenografia

Indicações
Melhor Atriz - Audrey Tautou
Melhor Ator Coadjuvante - Rufus
Melhor Ator Coadjuvante - Jamel Debbouze
Melhor Atriz Coadjuvante - Isabelle Nanty
Melhor Fotografia
Melhor Figurino
Melhor Roteiro
Melhor Som
Melhor Edição

FESTIVAL DE TORONTO
2002
Ganhou
Prêmio do Público

FESTIVAL DE EDIMBURGO
2002
Ganhou
Prêmio da Audiência
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FILME - A LIBERDADE É AZUL

Trilogia das Cores:A Liberdade é Azul


Primeiro filme da trilogia de Krzysztof Kieslowski dedicada às cores e aos ideais da Revolução Francesa. Os demais foram A Igualdade É Branca (1994) e A Fraternidade É Vermelha (1994).

Mesmo quem diz não gostar de cinema europeu, por achá-lo chato demais,eu indico esse filme. Até porque toda regra tem uma exceção, Krzystof Kieslowski, cineasta polonês, é a exceção desse caso.

Kieslowski fez ao total 23 filmes, dentre os quais se destacam Amator (1979) - que conta a história de um cineasta abandonado pela mulher - e DECÁLOGO (1988 - feito para tv), dividido em dez partes contando cada uma, um mandamento bíblico. O destaque é o sexto mandamento, Não Amarás, que conta a história de um jovem ("Entre o amor platônico e a violência do desejo", conforme anuncia o cartaz...) que corta os pulsos ao ser rejeitado por uma mulher mais velha.

Mas sua obra-prima ainda estava por vir. Morando em Paris e desiludido com a política, Krzystof resolveu filmar as dores do mundo. A Trilogia das Cores, inspirada nas cores da bandeira francesa, e em seus significados, é um dos momentos mais poéticos do cinema nessa década.




Bleu, A Liberdade é Azul, (1993) é o primeiro e é um drama. Julie (a bela Juliette Binoche de O Paciente Inglês) perde o marido (famoso compositor) e a filha pequena em um acidente de carro. Tenta se matar mas não consegue pois se acha fraca para fazer isso. Fica só. E ser livre é, muitas vezes, difícil. Um flautista de rua lhe diz que é preciso se agarrar a algo mas ela já não quer mais nada pois bens, recordações, amigos, vínculos, são tudo armadilha. Gostaria mesmo é de pular no espaço, no céu azul, mas no fundo sabe que não se pode renunciar a tudo. Kieslowski transforma dor em sublimação. Bleu é um filme silencioso mas todos os sentimentos são para qualquer um tocar. Cada um é livre para fazer o que quiser embora a liberdade maior seja estar vivo. A fotografia é linda e a trilha sonora, do inseparável Zbigniew Preisner, sinfônica e imponente.



INFELIZMENTE O QUE TEMOS DISPONIBILIZADO NO YOUTUBE ESTÁ INCOMPLETO. PROCURE OUTRA FONTES



Se alguém ainda tem dúvidas sobre o filme ser bom:

Prêmios
GLOBO DE OURO
1994
Indicações
Melhor Filme Atriz - Drama - Juliette Binoche
Melhor Filme Estrangeiro
Melhor Trilha Sonora

FESTIVAL DE VENEZA
1993
Leão de Ouro
Melhor Atriz - Juliette Binoche
Melhor Fotografia
Prêmio OCIC
CÉSAR
1994
Melhor Atriz - Juliette Binoche
Melhor Som
Melhor Edição

Indicação
Melhor Filme
Melhor Direção de Fotografia
Melhor Música
Melhor Roteiro
Melhor Diretor - Krzysztof Kieslowski
Atriz Mais Promissora - Florence Pernel

GOYA
1994
Melhor Filme Europeu
sexta-feira, 4 de março de 2016 0 comentários

FILME - UM HOMEM DE FAMÍLIA

Um ótimo filme para se ver no fim de tarde ou no lugar da novela entediante. 


O roteiro está longe de ser original, mas ganha pela sensibilidade. Faz a gente pensar um pouco em quais são nossas prioridades, sendo que na vida real dificilmente temos uma segunda chance. Mas ao longo de um determinado tempo, para você, o que realmente importa? Realmente sabemos o que vai dar certo?
A felicidade tem preço?
Bem, acredito que sucesso profissional não necessariamente exclui vida familiar, ou vise versa. 

Se alguém quiser opinar sobre o assunto basta enviar comentário.

BOM FILME!!!
LANÇAMENTO: 22 de dezembro de 2000 (2h5min) 
DIREÇÃO: Brett Ratner
ELENCO: Nicolas Cage, Tea Leoni, Makenzie Vega mais
GÊNERO: Comédia , Fantasia , Drama
NACIONALIDADE: EUA

SINOPSE:

Há 13 anos, Jack Campbell (Nicolas Cage) foi para Londres em busca do sucesso, mas prometeu a Kate (Tea Leoni), sua namorada, que iriam ficar separados só por um ano. Agora, é a véspera de Natal e Jack é um solteiro em Wall Street, com dinheiro e uma boa vida, na qual Kate é apenas uma lembrança. Mas, no dia seguinte, Jack acorda num quarto bagunçado junto a Kate, 13 anos mais velha, com um menino que chora no quarto ao lado e uma menina de 6 anos que o chama de "papai". Já não tem roupas caras, nem um emprego bem pago. Jack começa com relutância a viver seu papel de marido, pai e vendedor de pneus. E, pouco a pouco, começa a gostar deste novo papel e redescobre seu amor por Kate. Jack está feliz com esta segunda chance. Mas será uma segunda chance ou só uma visão do que poderia ter sido?

segunda-feira, 17 de novembro de 2014 2 comentários

FILME- DIÁRIO PROIBIDO /DIÁRIO DE UMA NINFOMANÍACA


Li uma critica dizendo que Diário Proibido/Diário de uma ninfomaníaca (tradução ao pé da letra) é apenas um porno falsamente não-porno, porém discordo completamente dessa opinião e defendo o filme afirmando que tem drama, tem mensagem... mesmo tratando-se de um assunto direcionado ao sexo. Como mulher moderna, de moralismo flexível assim como é o tempo em que vivemos, me perdoem as feministas extremistas,mas admito: gostei desse "porno com historinha", e a pessoa que fez a critica também, pois assistiu até o fim.

Outra colocação que descordo é de que a estética perfeita tenha interferido na qualidade do filme. Acredito que o diretor Christian Molina tenha usado sabiamente desse recurso exatamente para sair do possível estigma de pornô.

Críticas mais duras ficam por conta do diretor ter sido um homem e por isso ter dado uma visão com foco masculino e as entradas feministas terem sido clichês. Mas minha gente, quem falou que o filme era para ser feminista? E se não for claramente feminista não presta?

Diário de uma ninfomaníaca é baseado em uma história real tirada de livro com o mesmo nome e fez muito sucesso nos EUA e Europa, agora ganhando amplitude mundial.Polêmico conta a história de Val, uma jovem francesa formada em economia, ninfomânica que registra suas experiências sexuais em um diário.

Acredito que a verdadeira Val tenha escrito suas experiências sexuais em um diário, realmente, como tentativa de conhecer melhor a si própria. O que deve ter sido muito importante para ela, lá encontramos suas confissões mais intimas e, o filme deixa claro que essa mulher se utilizava do corpo como fonte de prazer e mesmo busca de felicidade.

Quantas de nós mulheres teríamos coragem de fazer um décimo do que fez essa personagem? E por quais razões de fato?

De modo exagerado ou não, Val óptica pela possibilidade da experiência, mas toda essa liberdade sexual, vivida por uma mulher no que eu acredito ser a plenitude de sua sexualidade, no caso aqui os 29 anos de idade, não lhe apaziguaram as carências afetivas.

O tema ninfomânica nos desperta curiosidade e até mesmo certa inveja, mas depois de assistir um filme como esse acabamos por perceber que as coisas pode não ser tão fáceis assim para aquelas que venham de alguma forma a sofrer com essa patologia.

Se bem que quando o assunto e sexo ninguém é normal.

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NINFOMANÍACA- o que é?


Apetite sexual excessivo, hipersexualidade, Desejo Sexual Hiperativo (DSH) ou simplesmente Ninfomania (em mulheres) e Satiríase (em homens) é um transtorno sexual caracterizado por um nível elevado de desejo e atividade sexual a ponto de causar prejuízos na vida da pessoa.

É um transtorno psiquiátrico - não existem razões biológicas para explicar sua origem. De acordo com o Código Internacional de Doenças (CID), a ninfomania é considerada uma compulsão, não relacionada à produção de hormônios sexuais. Assim como a compulsão por comida, bebida ou por compras, ela acontece quando a paciente  não consegue controlar seu impulso.



CURIOSIDADE: A atriz que interpreta a avó da personagem  Val é nada mais, nada menos que Geraldine Chaplin, filha  do saudoso cineasta Charles Chaplin.

FIXA TÉCNICA:
Diário Proibido/Diario de una Ninfómana
De Christian Molina, Espanha, 2008
Com Belén Fabra (Val), Leonardo Sbaraglia (Jaime), Ángela Molina (Cristina), Geraldine Chaplin (a avó), Pedro Gutiérrez (Hassan), Llum Barrera (Sonia), Judith Diakhate (Cindy)
Roteiro Cuca Canals
Baseado em livro de Valérie Tasso
Fotografia Javier G. Salmones
Música Roque Baños
Produção Canonigo Films, Filmax
Cor, 95 min*
Título em inglês: Diary of a Nynphomaniac 
sexta-feira, 11 de abril de 2014 2 comentários

A CASA DE PEQUENOS CUBINHOS


Essa é a prova cabal de que nem sempre é possível uma cota mínima de 1h30 de duração para contar uma história completa, com começo, meio, fim e um desenvolvimento eficiente de narrativa, proposta e desfecho convincente. “A Casa de Pequenos Cubinhos” (Tsumiki No Ie) tem apenas 12 minutinhos. Uma animação sem diálogos que consegue satisfazer exatamente tudo o que esperamos de um filme excelente. Talvez boa parte dessa autoridade em nos embarcar no singelo venha da herança oriental de se contar uma história.

Nesse caso, o curta é escrito e dirigido pelo japonês Kunio Kato, que ainda faturou o Oscar de melhor curta metragem de animação no Oscar 2009. Numa cidade que estranhamente vai ficando submersa, um velhinho solitário vai construindo sempre mais uma casa por cima da outra. Numa dessas construções, seu velho cachimbo cai dentro da água e, para recuperá-lo, ele utiliza um tanque de ar para mergulhar no que já foi tomado pela inundação. Entra vários alçapões que separam todas as casas construídas, o velhinho vai resgatar toda a história de sua família através das lembranças que aqueles cômodos são capazes de associar.

Além de ser genuinamente simples, “A Casa de Pequenos Cubinhos” ainda não extrapola no bom senso ao nos envolver numa curtíssima viagem, que nos ensina o valor das nossas experiências afetivas que irão se tornar memórias no tempo adiante, no futuro, no devir. Ou seja, a obra (que de pequena só tem o tempo de duração mesmo) vai se utilizar de alguns símbolos fortes para nos apreender essa lição, como o mergulho para a recuperação da memória e a lentidão do trabalho de construção, tijolo a tijolo, para nos remontar às nossas histórias de vida.

Para quem ainda não conhece, vale tirar menos de 15 minutos do seu dia para prestigiar um pequeno notável.

domingo, 6 de abril de 2014 0 comentários

HOMENAGEM A O ATOR JOSÉ WILKER



A homenagem do Sou Maluca Sim ao ator e diretor José Wilker em uma de suas memoráveis contribuições ao cinema nacional em um filme que ficou por muito tempo proibido de ser exibido no Brasil.

Que descanse em paz.

Sinopse: 
Segunda metade do século XVIII. Xica da Silva (Zezé Motta) era uma escrava que, após seduzir o milionário João Fernandes (Walmor Chagas), se tornou uma dama na sociedade de Diamantina. Ela passou a promover luxuosas festas e banquetes, algumas contando com a exibição de grupos de teatro europeus. Sua ostentação fez com que sua fama chegasse até a corte portuguesa.




domingo, 19 de janeiro de 2014 0 comentários

FILME - SOMOS TÃO JOVENS

Bom dia minha gente. Acabei de assistir esse filme com meu Maridão e o filhote mais velho que adora Legião Urbana mesmo não sendo música da época dele. 

Eu falei para vocês que meus filhos ouviriam Legião, Guns, Nirvana...


SOMOS TÃO JOVENS

Elenco: Thiago Mendonça, Sandra Corveloni, Marcos Breda, Laila Zaid, Bianca Comparato, Olívia Torres.

Direção: Marcos Bernstein
Gênero: Drama
Duração: 104 min.
Distribuidora: Imagem Filmes

Sinopse: 'Somos tão Jovens' conta a emocionante e desafiadora história da transformação de Renato Manfredini Jr. no mito Renato Russo, revelando como um rapaz de Brasília, no final da ditadura, criou canções como ‘Que País é Este’, ‘Música Urbana’, ‘Geração Coca-Cola’, ‘Eduardo e Mônica’ e ‘Faroeste Caboclo’, verdadeiros hinos da juventude urbana dos anos 80 que continuam a ser cultuadas geração após geração por uma crescente legião de jovens fãs.

Curiosidades: 
» Somos tão Jovens é dirigido e produzido por Antonio Carlos da Fontoura (Gatão de Meia Idade) e o roteiro é assinado por Marcos Bernstein (Chico Xavier, Central do Brasil e Zuzu Angel).

» Como em todas as cenas musicais do filme, a captação de som do show é original. O público poderá ver Thiago e os atores cantando e tocando no palco num registro ao vivo, que reproduz o clima dos shows da época.

» A direção musical é de Carlos Trilha, que participou da banda de apoio da Legião e arranjou e produziu dois CDs solo de Renato Russo, “The Stonewall Celebration Concert” e “Equilíbrio Distante”. Foram muitos meses de preparação para que Thiago cantasse e tocasse as músicas do longa em performances ao vivo.

» Além de aulas de canto e violão, o ator teve a oportunidade de conhecer o cantor através dos olhos de pessoas muito próximas a ele, como o próprio Trilha. Dirigido por Antonio Carlos da Fontoura, Thiago Mendonça encarna o líder dos legionários em desempenho que impressiona pela semelhança.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014 0 comentários

VÍDEO: 1946 - PASSEIO PELO RIO DE JANEIRO - PRAIAS , CENTRO, JARDIM BOTÂNICO...


O Rio de Janeiro de 1946, numa filmagem norte-americana hoje preservada no Museu de Arqueologia e Antropologia da Universidade da Pennsylvania.

Nome: 1946 Rio (1946)
Produtor: Arthur and Kate Tode (Kahop)
Audio/Visual: Filme mudo, em cores (Som adicionado posteriormente)
University of Pennsylvania Museum of Archaeology and Anthropology, Philadelphia

sábado, 9 de novembro de 2013 0 comentários

FILME - E AI, COMEU?



Na minha dica de filme para hoje vou continuar com o Marcos Palmeiras, dessa vez protagonizando a comédia E AI, COMEU?

Aviso que o conteúdo é machista, tem palavrão do gênero conversinha de bar... mas quer saber, ri e continuo rindo com esse filme.

COMENTÁRIO DE ROBERTO CUNHA
no site Adoro cinema.
Com um título sugestivo para os machos de plantão e fêmeas mais avançadinhas (não podemos esquecer que elas existem) E Aí, Comeu? chega nos cinemas com uma abordagem nua e crua sobre relacionamentos acabados, em crise ou apenas mal resolvidos. O longa foi baseado na peça de Marcelo Rubens Paiva (também roteirista do filme) e coloca você em contato imediato de qualquer grau com o dia a dia de três amigos passando sufoco no campo amoroso. E a conversa entre eles invade sem a menor sutileza o território da grosseria ao mesmo tempo em que planta (com a leveza de uma bigorna) a semente de uma bela homenagem às mulheres. Se você achou estranho, acredite porque é possível e o resultado ficou bom.

VAMOS APANHAR A PIPOCA.



segunda-feira, 21 de outubro de 2013 3 comentários

FILME - MADAME SATÃ


O pernambucano João Francisco dos Santos (1900 - 1976), nome de batismo de Madame Satã. Figura emblemática da boemia e marginalidade da Lapa dos anos 30. Era temido por sua fama de valente e capoeirista. Sendo preso diversas vezes e sempre resistindo as  a prisões.

Negro, travesti e analfabeto passou a maior parte da vida nas ruas, mas ainda assim,  conquistou o titulo de rainha do carnaval por três vezes.


Muitos dos que hoje passam pelo Bairro da Lapa, Rio de Janeiro desconhecem a história desse malandro que tornou-se uma lenda na localidade.
O filme "Madame Satã não apenas retoma um parte da vida de João Francisco dos Santos como faz um bom resgate  do cotidiano do centro do Rio de Janeiro daquele período sendo todo rodado na Lapa e arredores.


Sinopse:

Rio de Janeiro, 1932. No bairro da Lapa vive encarcerado na prisão João Francisco (Lázaro Ramos), artista transformista que sonha em se tornar um grande astro dos palcos. Após deixar o cárcere, João passa a viver com Laurita (Marcélia Cartaxo), prostituta e sua "esposa"; Firmina, a filha de Laurita; Tabu (Flávio Bauraqui), seu cúmplice; Renatinho (Felippe Marques), sem amante e também traidor; e ainda Amador (Emiliano Queiroz), dono do bar Danúbio Azul. É neste ambiente que João Francisco irá se transformar no mito Madame Satã, nome retirado do filme Madam Satan (1932), dirigido por Cecil B. deMille, que João Francisco viu e adorou.

terça-feira, 14 de maio de 2013 0 comentários

CHEQUE MATE- Porta curta Petrobrás



Um site de curtas metragens sensacional! Vale colocar nos favoritos.

Para mostrar a qualidade do acervo, apresento um curta metragem que acho simples e genial. O curta se chama Cheque Mate e é, simplesmente, sensacional e surpreendente.

No elenco, Paulo José, Zezé Polessa, Soraia Ravenle e outros.


Segue o link http://portacurtas.org.br/filme/?name=cheque_mate 

Vale a pena é surpreendente e genial.



              Mucamas do PCdoB
          PROSTITUIÇÃO NO PCdoB
quinta-feira, 25 de abril de 2013 2 comentários

ILHA DAS FLORES (curta)


QUE TAL FAZERMOS UMA PEQUENA REDAÇÃO?

1) Qual terá sido a intenção do diretor ao colocar essas freassem em destaque no inicio do filme?

"Aquelas pessoas estariam na miséria por alguma força superior que preestabeleceu o que seriam?

2)Ou as condições sociais teriam determinado que esses moradores vivessem em péssimas condições?

3) Mediante as possibilidades, teriam recursos  de reverterem esse quadro de miséria e desigualdade?

4) É possível que a condição material determine a consciência?




quarta-feira, 17 de abril de 2013 0 comentários

Filme - MAFALDA

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 0 comentários

Charlie Chaplin




Sir Charlie Spencer Chaplin foi ator, diretor, produtor e autor cinematográfico.

Considerado o maior ator da história do cinema, Chaplin é aclamado por muitos como o maior artista que já existiu.
Chaplin inspirou a vida de muitas pessoas com suas comédias e personagens criativos, atingindo fama mundial através do cinema mudo.

SUA VIDA
Chalie Chaplin nasceu em Londres, no dia 16 de abril de 1889.
Sua família era pobre e Chaplin passou grande parte de sua infância em um orfanato.
Chaplin nunca soube a identidade de seu pai verdadeiro. Sua mãe, Hannah, era uma atriz mal sucedida que passou a infância de Chaplin em institutos psiquiátricos.
Chaplin e seu irmão cresceram como órfãos.

Charlie Chaplin

Seu padrasto era alcoólatra, tendo abandonado sua mãe quando Chaplin ainda era criança.

Charlie Chaplin
Desde os cinco anos, Chaplin e seu meio-irmão Sidney faziam apresentações pelas ruas. Chaplin deixou a escola aos 10 anos e foi trabalhar como mímico. Em 1910, ele viajou para os Estados Unidos com seu grupo de mímica, os Comediantes Silenciosos de Fred Karno, permanecendo no país.
Em 1913, Chaplin juntou-se aos Estúdios Keystone, na Cidade de Nova Iorque. Sua primeira aparição no cinema foi em 1914, no filme “Carlitos Repórter”, que lhe trouxe fama nacional. Ainda em 1914, com o filme “Corridas de Automóveis para Meninos”, surgiu o personagem do Vagabundo, representado pelo próprio Chaplin. O Vagabundo se tornaria um marco na carreira de Chaplin.

Em 1918 Chaplin criou seu próprio estúdio, o United Artists, juntamente com Douglas Fairbanks, Mary Pickford e D. W. Griffith. Permaneceu sócio do estúdio até 1952. Na United Artists, Chaplin tornou-se a primeira, e provavelmente a única pessoa a controlar todos os setores da produção cinematográfica, incluindo seleção de elenco, direção, produção, edição e atuação.
Em 1927, na industria cinematográfica, o som foi o introduzido à produção de filmes. Chaplin se recusou a adicionar voz aos seus personagens, continuando a trabalhar com a mímica. Chaplin apenas veio a mudar de linha em 1940, com seu primeiro filme falado, em um de seus melhores filmes, O Grande Ditador.

                                        Cena do filme O Grande Ditador

Apesar de ter vivido décadas nos Estados Unidos, Chaplin nunca se tornou um cidadão americano. Ele se considerava um cidadão do mundo, rejeitando e ridicularizando qualquer tipo de patriotismo.
Durante a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria, Chaplin fez trabalhos com mensagens políticas: na Segunda Guerra Mundial, ele criticou Hitler e os Nazistas, e na Guerra Fria ele expressou sua simpatia em relação aos pacifistas e comunistas. Por causa de alguns de seus filmes politizados, Chaplin acabou vítima da campanha anti-comunista de Joseph McCarthy, conhecida como Macartismo ou “a caça às bruxas”. O FBI criou um dossiê contendo 2.000 páginas sobre o artista, sem nenhuma prova de que ele era comunista.
Em 1952, dois dias após partir para a Inglaterra para promover seu novo filme, Chaplin teve seu visto de entrada para os Estados Unidos removido. Ele então foi morar na Suíça, onde viveu até o fim de sua vida com sua esposa Oona e sua família.

Em 1972, 20 anos após ter tido seu visto americano confiscado, Chaplin foi convidado a voltar aos Estados Unidos para receber um Prêmio Honorário, na cerimônia de entrega do Oscar, por suas contribuições à indústria cinematográfica. Na premiação, Chaplin recebeu a maior ovação de toda a história do Oscar.
Três anos depois, em 1975, Chaplin recebeu uma das maiores honrarias que um artista pode receber: foi condecorado Cavaleiro do Império Britânico pela rainha Elizabeth II, obtendo assim seu título de Sir.

Apesar de muito admirado por seu trabalho, Chaplin era freqüentemente criticado em sua vida pessoal. Casou quatro vezes, sempre com mulheres bem mais jovens, e estas uniões não duravam muitos anos. Com sua segunda esposa, Lita Grey, Chaplin teve 2 filhos, e com a quarta esposa, Oona O´Neil, teve oito filhos.
Oona tinha apenas 18 anos quando se casaram em 1943. O casal permaneceu junto até a morte de Chaplin, em 25 de dezembro de 1977.

Suas Obras
Charlie Chaplin foi sem dúvida um dos verdadeiros gênios da história da sétima arte. Em toda sua obra, o Vagabundo permanece como sendo o seu personagem mais famoso e adorado, aparecendo em mais de 70 filmes.
Em vários filmes, O Vagabundo faz de tudo pela mulher que ele adora, finalmente entendendo que elas nunca se apaixonariam por um vagabundo como ele.
O Vagabundo usava um fraque, sapatos grandes, um chapéu e uma bengala. O personagem foi inspirado na infância pobre do próprio Chaplin, O Vagabundo tornou-se uma figura humana, adorada em todo o mundo.
Chaplin hesitou em adicionar o som a seus filmes até 1931, com Luzes da Ribalta. Nele, o Vagabundo continuou se expressando através de mímica, vivendo um amor platônico por uma vendedora de flores cega. Chaplin adicionou trilha e efeitos sonoros ao filme, mas nenhum dialogo. A partir de então ele passou a compor trilhas sonoras para seus filmes e adicionou música a alguns de seus antigos clássicos.
O Vagabundo somente recebeu voz ao cantar uma música no filme Tempos Modernos (1936). Em seguida, Chaplin abandonou o papel do Vagabundo e passou a representar personagens diversificados. Esta transição é marcada por O Grande Ditador (1940).
O Grande Ditador (1940) foi o primeiro filme de Chaplin inteiramente falado, uma mescla de comédia com uma afiada e irônica crítica política. Chaplin representa dois papéis no filme, o de um barbeiro judeu e o de um ditador, um “Hitler” do país da Tomania. Outro personagem da obra, Benzino Napaloni de Bactéria, é uma caricatura fiel de Benito Mussolini.
Em 1947, Chaplin lançou o filme Monsieur Verdoux, um trabalho brilhante com uma distinta visão do pós-guerra e pós-Holocausto.


Entre as mais importantes obras de Charlie Chaplin estão:
O Garoto (1921)
Pastor de Almas (1923)
Em Busca do Ouro (1925)
O Circo (1928)
Luzes da Cidade (1931)
Tempos Modernos (1936)
O Grande Ditador (1940)
Monsieur Verdoux (1947)
Luzes da Ribalta (1952)
Um Rei em Nova Iorque (1957).







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