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sexta-feira, 24 de março de 2017 0 comentários

TODO MUNDO TEM O PREÇO

Todo mundo tem um preço, menos os que não valem nada.

domingo, 6 de julho de 2014 0 comentários

QUANTO VOCÊ VALE?



Venho aqui professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor, sem olhá-lo, disse:

– Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.

E fazendo uma pausa, falou:

– Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.

- CLA...cla… claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:

- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que R$ 10.000,00 ( Dez Mil). Vá e volte com o dinheiro o mais rápido possível.

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava Dez mil, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que Dez Mil era muito valioso para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer R$ 500 reais e uma xícara de café, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que Dez Mil e recusava as ofertas. Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter o dinheiro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos.

Entrou na casa e disse:

– Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir mil ou até dois mil, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:

- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que Vinte e Cinco milhões pelo anel.

O jovem, surpreso, exclamou:

– Vinte e Cinco Milhões ?

- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 30, mas se a venda é urgente…

O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.

- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:

- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor?

E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.
terça-feira, 26 de março de 2013 1 comentários

MUCAMAS



"Uma elite enriquecida no suga-suga das verbas públicas, não se conforma com nenhuma ascensão do negro na sociedade. Quer seja em empregos de maiores salários, na política ou nas universidades."



Não há medida para o meu aborrecimento com o PCdoB. Sou uma mulher negra e como a maioria da minha cor, conheço e sofro na pele com o preconceito á Brasil. Uma moda de preconceito camuflado e por tanto consentido o qual dificulta sua identificação e ainda mais as possibilidades de ser combatido.
Mas apesar de viver essa realidade não aceito e nunca aceitarei ser denegrida, desvalorizada por ser negra. Minha cor não me faz inferior a absolutamente ninguém.

Saibam os desavisados que a escravidão negra no Brasil foi abolida desde 1888, então, por que minha palavra, honra, dignidade para o PCdoB vale menos do que a de um homem branco?
Como na música da Vanessa da Mata canto com o peito inflado de orgulho: eu sou neguinha!
Sim, eu sou uma mulher negra. Mas não estou aqui para servir os apetites sexuais dos dirigentes e lideranças do PCdoB.

Sou negra sim, porém não sou cativa de nenhum senhor de engenho. Por tanto diferente do que me passaram as senhoras Mara Marciel e Claudia Vitalino na falsa comissão de controle, que deveria chamar de “comissão de controle a Jaqueline”, não tenho a intenção e menos ainda obrigação de me deitar com nenhum dirigente em troca de cargo público.

Sou negra, mas não sou mucama.
Sou uma mulher livre. Quem decide com quem faço amor sou eu e não um partido político.
Ao denunciar a prostituição de luxo a qual nós mulheres, sobre tudo as negras, estamos sendo expostas no PCdoB, ouvi em tom de ameaça que eu deveria calar a boca porque isso é política e sempre será assim..

O que mais dizer?

"A elite faz do racismo o seu entretenimento".






              Mucamas do PCdoB
          PROSTITUIÇÃO NO PCdoB

segunda-feira, 25 de março de 2013 4 comentários

MINHA DOR E VIDA





Sou negro
Sou gente
Que dá jeito e que constrói.
Fizeram de mim
Injustiças migrações que não pude caminhar
E sim, apanhar.

Amor de mãe, que tive.
Sendo escrava, ela me disse.
Amamentou o filho do branco.
Fraca, sofrida e dando a vida.

Lá vou eu...
Derramando o meu sangue por toda essa terra
Que eu ajudei.

Tiraram nossas vidas.
Espancaram-me de dor
Com essa violenta burguesia
Somos sem valor.

Hoje sou discriminado,
Não sou aceito,
Não tenho valor no cargo,
E sou marginalizado.

Vivo sofrendo,
Sempre escutando e sem alegria
No dia-a-dia.

Quero romper.
Criar asas e voar.
Unidos iremos formar
Liberdade irá conquistar.

Formaremos a vida pura
Formando a nossa cultura,
Nossa organização e nosso futuro.

Meu corpo cansado e torturado,
Mas não fracassado
Pra lutar e se unir
Sempre ao teu lado.

Tenho tanto amor.
Como tenho valor,
O sistema é contra nós porque nos deve favor.

Vamos levantar as mãos
Dando grito para libertação
De dentro e fora do coração
Formamos essa nação.

É muito bonito quando a gente vai à luta
Pra esse povo humilde que sofre escravidão.
Hoje, multiplicaremos a união,
Para que haja libertação
Dessa raça negra que sofre escravidão.


de Gilberto Soares da Silva
Montanhas - RN



              Mucamas do PCdoB
          PROSTITUIÇÃO NO PCdoB
terça-feira, 25 de setembro de 2012 1 comentários

Mucamas do PCdoB



"Uma elite enriquecida no suga-suga das verbas públicas, não se conforma com nenhuma ascensão do negro na sociedade. Quer seja em empregos de maiores salários, na política ou nas universidades."


Não há medida para o meu aborrecimento com o PCdoB. Sou uma mulher negra e como a maioria da minha cor, conheço e sofro na pele com o preconceito á Brasil. Uma moda de preconceito camuflado e por tanto consentido o qual dificulta sua identificação e ainda mais as possibilidades de ser combatido.
Mas apesar de viver essa realidade não aceito e nunca aceitarei ser denegrida, desvalorizada por ser negra. Minha cor não me faz inferior a absolutamente ninguém.

Saibam os desavisados que a escravidão negra no Brasil foi abolida desde 1888, então, por que minha palavra, honra, dignidade para o PCdoB vale menos do que a de um homem branco?
Como na música da Vanessa da Mata canto com o peito inflado de orgulho: eu sou neguinha!
Sim, eu sou uma mulher negra. Mas não estou aqui para servir os apetites sexuais dos dirigentes e lideranças do PCdoB.

Sou negra sim, porém não sou cativa de nenhum senhor de engenho. Por tanto diferente do que me passaram as senhoras Mara Marciel e Claudia Vitalino na falsa comissão de controle, que deveria chamar de “comissão de controle a Jaqueline”, não tenho a intenção e menos ainda obrigação de me deitar com nenhum dirigente em troca de cargo público.

Sou negra, mas não sou mucama. 
Sou uma mulher livre. Quem decide com quem faço amor sou eu e não um partido político.
Ao denunciar a prostituição de luxo a qual nós mulheres, sobre tudo as negras, estamos sendo expostas no PCdoB, ouvi entre outras coisas, em tom de ameaça que eu deveria calar a boca porque isso é política e sempre será assim... Desde de então estou sendo constantemente ameaçada de morte.

O que mais dizer? 

"A elite faz do racismo o seu entretenimento".






 
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