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quarta-feira, 15 de julho de 2015
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VOCÊ ESTÁ CONVIDADO. SUA PRESENÇA É FUNDAMENTAL.
Oi amigos
Sábado que vem vou fazer meu chá de contas vencidas. Ainda é novidade esse tipo de evento aqui no Brasil mais jajá virará moda! É bem legal cada um trás sua bebida preferida e logo ao chegar escolhe uma conta para pagar.
Tem conta de luz, água, telefone, net, internet, IPVA, boleto do carro e para cartão de crédito tenho quatro opções. .
Posso confirmar a presença de vocês aqui em casa?
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
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Entenda causas e consequências de possível calote dos EUA
Não é provável, mas é possível. Se o Congresso dos Estados Unidos não entrar num acordo até a meia-noite desta quarta-feira, o dia 17 de outubro de 2013 ficará marcado na história como aquele em que o então maior império econômico de todos os tempos pulou no abismo fiscal, dando calote sem precedentes no mercado financeiro.
Mas, antes do choro e do ranger de dentes, vamos a uma breve explicação:
Todo governo faz dívidas para se financiar - todo, sem exceção. E essa dívida é contraída com a venda dos chamados "títulos de dívida". É com venda desses papéis que são bancadas, por exemplo, aposentadorias. Na prática, funciona como um empréstimo. Um país toma dinheiro emprestado e o emprestador consegue seu dinheiro de volta com os juros incidentes após determinado período - há títulos de 2, 5 e 10 anos nos Estados Unidos.
No caso americano, é o Congresso quem decide quanto de empréstimo pode ser tomado pelo governo. Ou seja, são deputados e senadores republicanos e democratas, em eterno pé de guerra, quem dão a palavra final sobre quanto de dívida o governo pode fazer. Esse limite está hoje em US$ 16,7 trilhões.
Na próxima quinta, esse teto será atingido. A partir de então, caso não haja acerto entre republicanos e democratas, o governo não poderá mais tomar "empréstimos". Faltará dinheiro tanto para tocar o barco interno do país como para pagar seus credores externos, detentores dos títulos de dívida.
Infographics
Bem, como nunca aconteceu um calote dessa magnitude, não dá para saber ao certo a gravidade desse hipotético cenário apocalíptico. Mas o professor Antonio Manfredini, da Fundação Getulio Vargas, especialista em economia internacional, vislumbra três cenários possíveis:
1) Falta de liquidez no sistema financeiro mundial. Ninguém nunca duvidou da capacidade dos Estados Unidos de pagar os retornos dos seus títulos de dívida. Por isso, uma das formas de investimento mais seguras do mundo, de retorno certo, sempre foram esses títulos. Assim, esses papéis são utilizados em transações financeiras entre bancos do mundo todo, como se fossem dinheiro. Transações avaliadas em US$ 500 bilhões são feitas com os ativos todos os dias. Agora, se os Estados Unidos declaram o calote, é como se esse dinheiro fosse para o ralo, sumisse.
E o medo já é real. O Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) disse nesta terça-feira, 15, que bancos credores dos Estados Unidos venderam nas últimas duas semanas ao menos metade dos títulos americanos prestes a vencer que detinham.
2) Hierarquizar pagamentos. Sem poder fazer mais dívidas para se financiar, os Estados Unidos ainda terão suas receitas em impostos. Mas esse montante não basta para pagar os credores internacionais e manter seus gastos internos. É a boa e velha faca de dois gumes apontada para a cara do governo dos Estados Unidos.
Digamos que, num primeiro cenário, a escolha seja pelos os credores. Ótimo. Um colapso mundial de falta de liquidez será evitado por algum tempo. Mas o efeito eleitoral seria catastrófico para o presidente Barack Obama - e pegaria de surpresa os cerca de 40% de americanos que, segundo institutos de pesquisa, acreditam que o calote da dívida não seria tão apocalíptico assim. São 2 milhões os funcionários públicos que dependem do governo - e que já estão sem receber desde a paralisação do Orçamento. E são 1,4 milhão de militares. Sem falar de milhões e milhões de aposentados e pensionistas. É um quadro impensável.
Num segundo cenário, podemos imaginar que o governo opte por não pagar os credores. O problema não é apenas a falta de liquidez que poderia vir. O dinheiro das receitas não bastaria. Mas, ora, os Estados Unidos são o que são por, sobretudo, terem o poder de imprimir a moeda mais forte do mundo, o dólar. Mas o Fed não pode imprimir dólares a torto e a direito para pagar credores. Nesta hipótese maluca, os Estados Unidos, aí sim, estariam de vez afundados para sempre numa crise de credibilidade dificilmente contornável.
3) Recessão sem precedentes. O Estados Unidos podem resolver arcar com todos os seus compromissos, internos ou externos. Mas, para isso, precisariam não só frear seu crescimento, mas diminuir a riqueza gerada por seus bens e serviços. Ou seja, teriam de fazer sério plano de austeridade, nos moldes dos feitos por países como a Grécia. Fazendo isso, calcula-se que o PIB americano passaria, de cara, por um corte de 4% ao ano. O efeito bola de neve de uma ruptura como essa faria das crises de 1929 e de 2008 - essa última parece ainda durar - meras tempestades de verão.
Enfim, não é nada não é nada, não será nada disso mesmo se alguma decisão sair das cabeças de democratas e republicanos em breve. Mas, pelo histórico recente, mesmo que seja afastado o perigo, não será para sempre. Mesmo que chegue uma solução, o medo do calote americano ainda deve voltar a assombrar os mercados internacionais.
Entenda causas e consequências de possível calote dos EUA
sexta-feira, 15 de março de 2013
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4° CARTA - A CASA
Essa é a carta de você mesma, a carta do equilíbrio Nós dizemos que a casa somos nós mesmos, nosso self interior. Portanto significa , equilíbrio, não sabemos se bom ou ruim, vai depender da outra carta.
No amor se refere a um relacionamento estável, uma pessoa caseira, romântica.
Atribulação profissional: Engenharia / Teatro / Atividade familiar / Hereditariedade
Saúde: Estômago / Coração (pressão, podendo ser circulação)
Segurança / Equilíbrio / Proteção / Concretizações / Solidez / Família ou Lar / Auxílio e apoio dos pais ou parentes / Sucesso / Ideal
Link indicado: 5° CASA - A ARVORE
sábado, 19 de janeiro de 2013
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PESADELO REAL
Conto para você um sonhe que
tive a muito tempo , mas não consigo esquecê-lo
dada a impressão que deixou em mim.
^
“Chovia torrencialmente, eu estava na casa que
pertenceu a minha mãe biológica (lugar de lembranças desagradáveis). Da varanda
dessa casa eu percebia o nível da água subindo rapidamente a pesar da rua ser uma
ladeira. A água passava com tanta violência que era possível sentir o chão
vibrando.
A rua tinha se transformado em um rio lamacento, em meio a isso, avistei
um bebê sendo carregado pelas águas. Desci apressadamente a varanda e sem
pensar me atirei na água suja e perigosa devido a correnteza para ajudar aquela
criança. Á margem do rio meu marido tentava se equilibrar e pedia em vão que eu
não me lançasse.
Consegui pegar o bebê. O abracei com muito cuidado e carinho tentando aquecê-lo. Ele devia ter uns 7 ou 8 meses, branquinho e gordinho. Fiquei imediatamente apaixonada por aquela criança. Como era bonita e indefesa, impossível não se encantar. Mas por mais que fosse bela a forma da criança algo estava errado.
Os olhos daquela bebê de pele tão branca eram negros, completamente
negros. E mais uma vez meu marido tentava me alertar sobre o aspecto estranho
daquela criança, porém eu dizia:
É apenas uma criança e precisa de ajuda. Devo jogá-la novamente na água?
Que mal pode fazer?
Daí o sonho tem um sobressalto e me vejo ainda no mesmo dia da enxurrada na parte mais baixa da rua acompanhada de meus 2 filhos e com o tal bebê mostrando uma aparência de 5 anos de idade, vestido com uma camiseta de malha na cor azul Royal. Tudo atrás de mim estava desmoronando como uma avalanche e nós corríamos. Eu de mãos dadas àquela estranha criança. E me perguntava como um bebê num curto espaço de tempo podia ter assumido a aparência de uma criança de 5 anos de idade.
Outro sobressalto e agora me vejo na vila da antiga casa da minha avó materna (lugar de ótimas recordações) e a criança branca de olhos completamente negros agora tem a aparência de um menino de 8 anos, vestido com a mesma camiseta azul Royal, encontrasse diante a mim.
Meus filhos estavam afastados mais para o fundo da vila querendo falar
comigo, porém não se aproximavam, pareciam receosos. Fiz um sinal dizendo que
já estava indo até eles. Porém o menino não gostou da minha ação e pude
perceber um brilho estranho naqueles olhos completamente negros. Pela primeira
vez tive medo sem saber exatamente a razão.
Percebendo o perigo disfarçadamente fiz sinal para que meus filhos se afastassem ainda mais e rápido. O menino claramente mostrava ter ciúme dos meus filhos e eu tinha de preservá-los de qualquer mal.
Nisso saiu das costas do menino sombras negras que cresciam ramificadas
como raízes. Dispostas como patas de aranha e se direcionavam para mim e
sugavam minhas energias enquanto eu só conseguia pensar se meus filhos ficariam
bem.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
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Os sonhos e sacrificios de minha mãe se desfazem nas patas das hienas
Para chegar ao valor necessário á compra foram feitos muitos sacrifícios: dobrou-se as horas de trabalho, todos os gastos passaram a ser milimetricamente controlados, restringindo até mesmo parte da alimentação.
Lembro que minha mãe gostava de comer um doce, um tipo de doce de leite, que chamavam de beijo da Xuxa sempre depois do almoço. Então, quase todas as tardes, lá ia eu para a birosca comprar o tal doce que ela tanto gostava. Bem, até esse pequeno luxo foi cortado pelo sacrifício de se conseguir dinheiro para a compra do terreno.
E como não era o suficiente, então, quando conseguiu o terreno que lhe agradou minha mãe teve a ousadia de vender até mesmo as maquinas de costura da sua pequena confecção de roupas. Vendeu as máquinas do seu ofício, as que lhe traziam o sustento e vendeu feliz dizendo que logo compraria outras e melhores.
Com isso, comprou um terreno enorme no bairro de Jacarepaguá, daria para fazer uma vila se assim desejasse.
De frente para a rua seria a garagem para 2 carros e a confecção, depois a piscina. No meio do terreno ficaria a casa com amplo salão na parte de cima e telhas coloniais, onde ela estenderia a rede para tirá um cochilo após o almoço. A parte de trás seria uma ária para churrasco e festas e quem sabe mais tarde a casa dos filhos, um espaço para os netos. Em ultimo caso poderia se construir outras casas, alugá-las e com isso garantir uma aposentadoria digna.
No sonho era perfeito, mas o terreno na sua maior parte era acidentado. Muito barro e mato alto era preciso trabalhar muito o lugar para transformar o sonho em realidade. Nunca vou me esquecer do capim navalha e dos calos feitos pela inchada em minhas mãos.
Não lembro o nome da proprietária anterior, mas era uma mulher gorda e feia, com direito a verrugas. Essa tinha sido cozinheira no bar do meu “padrasto” português.
Isso me faz lembrar algo que deixou minha mãe profundamente magoada na época e querendo arrancar a cabeça dessa mulher.
Meu irmão completou 18 anos e foi dada uma festa para comemorar, entre outras coisas minha mãe que estava em dificuldades financeiras comprou toda a cerveja para animar os beberrões , mas na hora meu irmão pediu para que ela não fosse a festa, pois era um evento apenas para jovens e ela não teria o que fazer ali.
Minha mãe me obrigou a ir a tal festa. Por sempre comprar a dores do outros eu não queria ir e deixá-la triste e sozinha em casa. Sem falar que meu irmão quando na presença dos amigos ficava se exibindo, tornavasse grosseiro, entre outras coisas desagradáveis que duvido ter mudado até hoje.
De fato a maioria dos presentes eram jovens, mas também tinham pessoas de idade e algumas superior a de minha mãe, a contar pelo próprio pai de meu irmão, que desfilava muito a vontade pelo salão.
Depois de algum tempo meu irmão me enxotou da festa, mesmo com alguns amigos dele pedindo para que me deixa-se ficar. Sem cerimônias fui embora.
A melhor coisa que fiz. Ainda no momento da minha presença a mulher que vendeu o terreno para minha mãe aproveitava para passar maliciosamente as mãos no meu irmão e em alguns outros jovens. Tudo no ritmo de brincadeira.
Segundo consta a lenda: no auge da festa essa mulher fez o desafio de que meu irmão tirasse a roupa e ela iria o pagando a medidas que as peças de roupa fossem sendo tiradas.
E como c* de bêbado não tem dono e sendo dinheiro linguagem peculiar ao meu irmão. Ele fez o strip, devidamente gravado e documentado.
Essa gracinha rendeu ao meu irmão a fama de michê entre os vizinhos. Passaram a dizer que por dinheiro ele encarava qualquer dragão. E as piadinhas ficaram cada vez mais pesadas, a ponto de falarem que ele estava envolvido com homens.
Então minha mãe exigiu ver a tal fita da festa. Conseguiu o vídeo da festa que ela sem condições pagou e não pode ir por veto do próprio filho. Percebeu a mentira, a falta de qualquer consideração e não o bastante, a mulher gorda se esfregando no filho e colocando dinheiro na cuequinha minúscula.
Minha família abafou a história o quanto pode.

Minha mãe pagou o terreno a tal mulher do strip a vista.
Que malandramente pegou o dinheiro e sumiu, sem contar ou dá qualquer tipo de alerta a minha mãe sobre o fato de que os terrenos comprados naquela região, não poderiam ser vendidos sem a intervenção da “associação de moradores”, nesse momento representado pelo tráfico de drogas local.
CONTINUA...
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
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Oração para o Lar
Quer atrair para perto a força dos guardiões do lar, pronuncie sempre que se sentir desprotegido
Use esta linda oração:
Pequeninos guardiões,
Seres de luz infinita,
De dia me tragam a paz
De noite os dons da Magia,
Invisíveis guardiões
Protejam os quatro cantos da minha alma
Os quatro cantos da minha casa,
Os quatro cantos do
meu coração.
Retirado do site: http://www.circulosagrado.com/
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
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PARA PROTEGER SUA CASA
Amarre uma chave, de preferência daquelas bem antigas, numa fita vermelha e pendure atrás da porta.
Esta tradição mediterrânea ajudará você a guardar a entrada da sua casa, garantindo-lhe proteção a cada saída.
Fonte: Eu Sou uma Bruxa
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