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domingo, 16 de abril de 2017 0 comentários

A VIDA MELHORA 100% QUANDO VOCÊ EXPRESSA SUAS VONTADES



“Não quero”. “Não gosto”. “Não enche”. “Fique aqui”. “Faço questão”. “Estou a fim”. “Fale direito comigo”. “Prefiro de outra forma”. “Isso não me agrada”. “Vou ligar, deu saudade”… existem milhões de frases curtas e palavras simples que insistimos em transformar em enormes nós na garganta. Optamos por engolir verdades, abafar afagos e cultivar novelos de mágoa no peito à medida que abrimos mão de verbalizar o que sentimos. Rendidos à teoria furada de que o silêncio é o melhor remédio, sufocamos a solução para boa parte das dores de cabeça que nos assolam: a comunicação.

Em algum momento perdemos a capacidade de dialogar. Instituiu-se a perigosa falácia de que ignorar é a resposta ideal e a consequência disso são mal-entendidos bobos minando relações preciosas. É aí que a piada infeliz que o colega de trabalho soltou, o presente que o marido se esqueceu de levar no aniversário de casamento e a ligação que você esperava do amigo e não recebeu são transformados em rosnadas e ressentimentos. A desconfortável sensação de que erraram conosco se converge em descontentamento prolongado pelo orgulho ferido. Tempos depois você descobre que um mero “ei, algo está me incomodando e preciso falar a respeito” economizaria dissabores e rupturas tolas.

Dizer o que se sente é colocar-se em primeiro lugar e conceder à vida adulta a maturidade que ela requer. É se dar o direito de expor, sem máscaras e jogos, vontades legítimas, que podem (e devem) ser postas na mesa. Não me refiro à verborragia sem freio que confunde falta de limites com liberdade de expressão. Refiro-me à libertadora possibilidade que temos de substituir as entrelinhas pela necessária e eficiente clareza de sentimentos. A vida melhora 100℅ quando a gente aprende que o subtendido é perda de tempo e elege o “preto no branco” como regra de conduta.

É dizer “não quero ir porque estou com preguiça” sem inventar que o carro pifou. É perguntar “qual o problema?” para quem desapareceu do nada. É falar “eu me preocupo e por isso quero estar perto” para quem é importante. É evidenciar para o seu funcionário o que espera dele, pedir para a tia mandona parar de se meter, externar para o companheiro que ele tem sido arrogante, solicitar sem constrangimento a folga de que precisa no trabalho. Combinar encontros, recusar propostas, propalar em alto e bom som desejos adormecidos.

No final das contas percebemos que tudo começa a fluir e que quem realmente se importa ouve, assimila e reconsidera posturas. Percebemos que a vaidade que o ego tem em se calar vale bem menos que as vantagens de soltar o que está reprimido. Entendemos que pagamos um preço alto pela inércia de esperar que o outro aja como gostaríamos sem que tenhamos manifestado o que queremos. No final das contas concluímos que nos estressamos com quem sequer imagina que agiu mal e que é insano esperar que adivinhem. Existe um mecanismo mais eficaz e viável do que bola de cristal — a boa, velha e indispensável conversa.

 Larissa Bittar
sábado, 23 de maio de 2015 0 comentários

O PODER DO BLACK POWER



Deixo esse vídeo para todos que como eu tem os cabelos enroladinhos e para aqueles que não tem mas curtem um encaracolado. Mas em especial para meu filho SANTIAGO que nunca gostou de raspar a cabeça e sempre teve muito orgulho da nossa herança negra.

MUITO ORGULHO DE VOCÊ MEU FILHO, MUITO ORGULHO DA NOSSA JUBA.

sábado, 18 de agosto de 2012 0 comentários

Orgulho do seu trabalho


Quando Abraham Lincoln foi eleito presidente dos Estados Unidos , houve um forte constrangimento das classes dominantes . Afinal, ele era filho de sapateiro e iria dirigir pessoas de famílias tradicionais.

No dia da posse, no congresso, o senador que abriu os trabalhos disse: ”Antes de o senhor começar, eu gostaria de lembrá-lo que é filho de um sapateiro”. Uma onda de risos sacudiu o plenário. No fundo todos queriam humilhá-lo, já que havia sido impossível derrotá-lo nas urnas. Mas não era fácil derrotar um homem como Lincoln. Sem se perturbar, ele respondeu:

“Obrigada por lembrar-me de meu pai neste momento. Eu procurarei ser um presidente tão bom como o sapateiro que ele foi. Eu me lembro de que meu pai sempre fez os sapatos de sua família; se os seus sapatos apresentarem algum problema , você pode trazê-los e eu os consertarei . Desde cedo aprendi a concertar sapatos e agora que meu pai está morto posso cuidar dos seus. Aliais, se algum de vocês tiver um sapato feito pelo meu pai que esteja precisando de conserto pode trazê- lo que eu cuidarei dele. Mas de uma coisa estejam certos : eu não sou tão bom quanto ele”, e seus olhos se encheram de lágrimas ao lembrar-se do pai.

Seja sempre você, aprenda com os outros tudo o que poder, porém nunca abandone a sua essência.

domingo, 3 de outubro de 2010 0 comentários

Os Sete Preceitos Ciganos




- FELICIDADE
Um campo aberto, um luar, um violão, uma fogueira, o canto do sabiá e a magia de uma cigana.

- ORGULHO
É saber que nunca participamos de guerras e nunca nos armaremos para matar nossos semelhantes. Somos os menestréis da paz.

- AMOR
Amar é vivermos em comunidade, é repartir o pão, nossas alegrias e até nossas aflições.

- LEALDADE
É não abandonar nossos irmãos quando precisam. É nunca negar o ombro amigo, a mão forte e o incentivo à vida.

- RIQUEZA
É termos o suficiente para seguirmos pela estrada da vida.

- NOBREZA
É fazermos da humilhação um incentivo ao perdão.

- HUMILDADE
É não importar-se em ser súdito ou nobre, importar-se apenas em saber servir

Fonte: Eu Sou uma Bruxa
 
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