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sexta-feira, 2 de novembro de 2012 0 comentários

MULHER FAZENDO Á HISTÓRIA NO CINEMA NACIONAL


Eliana Caffé - Mulher do Cinema Brasileiro 


Uma das maiores revelações do cinema brasileiro contemporâneo, Eliane Caffé é sinônimo de um cinema autoral, que a coloca ao lado dos mais modernos e vigorosos cineastas surgidos nos anos 80, como Tata Amaral e Beto Brant.

Nascida em São Paulo, Eliane Caffé tem formação em psicologia, e, posteriormente, fez curso de cinema em Cuba e na Espanha. A cineasta debutou no cinema em 1987 com o curta-metragem “O Nariz “, uma adaptação de texto de Luiz Fernando Veríssimo.

Na década de 90, Eliane Caffé deu prosseguimento à sua carreira de curta-metragista, dirigindo os premiados “Arabesco”, em 1990, e “Caligrama”, em 1995, trabalhos que arrebataram prêmios,, respectivamente, nos Festivais de Brasília e em Gramado.

Quatro anos depois, Eliane Caffé estréia, finalmente, em filmes de longa-metragem, com o surpreendente “Kenoma”, filme protagonizado por José Dumont e Henrique Diaz. No filme, Dumont é Lineu, um homem obcecado com a construção de um moto-perpétuo.

“Kenoma” revelou o fôlego que a cineasta já demonstrara nos curtas, com uma história bem contada, autoral e com ótima direção de atores. O filme foi premiado em vários festivais: Biarritz, Brasília, Miami. “Kenoma” marcou também a bem-sucedida parceria com o ator José Dumont, com quem Eliane Caffé voltaria a trabalhar no maravilhoso “Narradores de Javé”.

Realizado em 2003, “Narradores de Javé” é, com certeza, um dos melhores filmes dos anos 2000. No filme, José Dumont é Antônio Biá, responsável por registrar, através do depoimento oral, a história do povoado de Javé, ameaçado ao desaparecimento devido à construção de uma usina hidrelétrica.

Eliane Caffé conduz essa divertida história com maestria, valendo-se de todo o talento de José Dumont, em uma de suas melhores atuações no cinema nacional. “Narradores de Javé” conta ainda com as presenças de atores do porte de Nelson Xavier, Rui Resende, Gero Camilo, Matheus Nachtergaele, Nelson Dantas, Maurício Tizumba, Altair Lima, Luci Pereira e moradores da região das filmagens.

“Narradores de Javé” recebeu vários prêmios em festivais no Rio, Recife, Bruxelas e na Suíça.

Abaixo compartilho com vocês o filme narradores de Javé.O filme é engraçado principalmente se considerarmos algumas tiradas dos personagens, PORÉM O ASSUNTO E  CRITICA APRESENTADA É SÉRIA MERECENDO NOSSA REFLEXÃO A RESPEITO DOS ASPECTOS FILOSÓFICOS E PSICOLÓGICOS. Falarei melhor sobre ele em outras postagens



quinta-feira, 5 de julho de 2012 0 comentários

FRIEZA


Não tenho a frieza dos médicos e menos ainda a dos “bons” políticos. Dói-me na alma saber que os outros sofrem. Se tomo conhecimento de que alguém próximo passa por necessidades, isso me traz inquietação.

Sinto-me na obrigação de faze algo para ajudar, trazer algum alento para essa pessoa. Essa é a minha mentalidade como indivíduo. Ocupando cargo público essa noção se potencializa.

Não sei ser indiferente com aqueles, que assim como eu, lutam a cada dia para garantir o seu pão e o de seus familiares. Me sentiria indigna em possuir uma recheada conta bancária mantida com dinheiro desviado de instituições públicas, mantida com o comprometimento do salário de dezenas de trabalhadores, enquanto meu vizinho não consegue se quer uma cesta básica. Me preocupo realmente com isso.

 Não limito minhas preocupações a palavras de efeito prontas, postadas no Facebook. Elas se manifestam em minhas ações de ontem, de hoje e espero que seja de sempre.

Sou humana demais para sobreviver no mundo político do PCdoB. Como tomo atitudes éticas, meus corruptos Camaradas de partido acusaram-me de ser cristã. E isso é inaceitável para eles.

A grande lição que o PCdoB está me ensinando é que um bom político é aquele que vendeu barato a sua alma. Os quais as pessoas comuns em meio as dificuldades do dia a dia classificam como FILHOS DA P***!

links indicados:Mucamas do PCdoB
segunda-feira, 14 de maio de 2012 0 comentários

As Aventuras de João em A Campanha do Kiki Baralho


Kiki Baralho naquele momento era vice presidente da comissão de direitos humanos da OAB- ra RJ e acabou saindo como candidato a deputado federal pela legenda do PCdeB (partido corrupto de bosta).

A realidade é que ele jamais teria condições de ganhar aquela eleição do ano de 2010, mas dada a oportunidade porque não tentar! Para cumprir esse objetivo seu organizador de campanha, ou seja, a pessoa mais importante depois do próprio candidato e realmente responsável, foi o seu irmão mais velho João Carlos de Baralho.

João Carlos de Baralho vivia do meio político, mas sempre as sombras de alguém. Nunca teve autonomia para nada e por mais que não disse-se, isso o incomodava bastante.

A possibilidade de torna-se o organizador daquela campanha política caiu do céu. Seria sua oportunidade de demonstrar a os familiares e amigos que ele era capaz, e ainda melhor, talvez resolvesse definitivamente os seus problemas financeiros.

Sentia-se falido desde que perdera sua vaguinha como assessor parlamentar.

Ainda nos tempos de escola militou no movimento estudantil e já estava sobre as sombras do seu irmão Kiki. Enquanto Kiki era mais articulado, mais popular, sendo o preferido pelas moças, João tentava esconder a custo sua inveja e acompanhar a tudo.

Recebeu com contentamento a campanha do irmão. Gostaria de ser ele mesmo o candidato, mas teria grandes problemas se sua imagem fosse divulgada amplamente na mídia. Entre outras coisas Kiki era melhor para isso. João Carlos sempre foi o homem dos bastidores. Querendo ou não.

Ele estava com quase 50 anos de idade, pensava que quando chegasse a essa idade já estaria aposentado e vivendo de renda, suas únicas preocupações seriam viagens e lazer, porém isso não ocorreu.

Conquistou formação como advogado, seu diploma foi comprado em uma faculdade particular. Decisão tomada apenas depois de perceber seu irmão kiki obtendo algum êxito nessa profissão.

Apesar de o partido PCdeB permitir a ele acumular cargos públicos e ocupar cargo de direção em diversas instituições, não possuía grandes bens. E ria internamente quando pensava em suas falta de recursos nesse sentido, pois se ainda tivesse alguma coisa, suas 6 ex-mulheres já teriam lhe arrancado tudo, até mesmo as cuecas.

Nossa, 50 anos!

Sem aposentadoria, sobrevivendo de aparência, vivendo a sobra dos outros e muitas vezes precisando de ajuda para manter seu fantasioso padrão de vida, sem êxito também na vida amorosa e o pior começava a sofre de problemas de ereção. Agora não podia se valer nem daquilo que se achava bom.

Bendita campanha que veio em boa hora.

Bendita campanha da salvação!


Continua...

 
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