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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014 0 comentários

A DOIDA DO PROZAC



Obs.: Que fique claro, eu Jaqueline, não tenho qualquer compromisso com vocês. Se estão sendo feitas de gato e sapado  pelas mão de um idiota é porque estão permitindo serem colocadas nessa situação.


Essa doida expressa bem a agonia de ser a outra. Passou a querer me agredir de qualquer forma por sentir-se traída. LAMENTO POR SUA DOR e não consigo entender o que faz uma mulher se sujeitar a isso.

A louca defende o diabo dizendo:
-Ele é bom. Ele é bom.
Enquanto ele despreocupadamente esquenta a cama de outra.

Dia desses escreveu romanticamente em sua web page, "Sua boca tinha gosto de damasco"
Não contive a gargalhada. Acabei rido como uma pombagira. A tia não devia está bem nesse dia.
Sei que vocês são curiosa e a boca do dito cujo teve gosto de muitas coisas para mim.

Gosto de quem saiu de casa as pressas e não escovou os dentes.

Gosto de misto quente com queijo minas.

Gosto de frango grelhado e feijão preto.

Gosto de refrigerante de laranja e salada

Gosto de chocolate
fi
Gosto de sexo...até de catarro. Sabe como é, o velho vive gripado.

Mas ainda que eu use de toda licença poética não consigo imaginar gosto de damasco na boca do porcalhão que tem por costume coçar a bunda mucha e depois ficar cheirando.

Acho que alguém precisa aumentar a dose do Haldol (haloperidol)  para melhor combinar com a lombriga viciada em cocaína, e enfim fazerem um par perfeito de alucinados.Mas antes por favor, não se esqueça  de chamar a secretária Sarita para uma suruba, pois a secretariazinha dele (outra lanchinho) assim como você, vive enchendo a minha paciência.

Posso entender a carência de vocês. Sei que o tiozinho fala muito, mas decepciona na hora H. Dentro daquelas calças minhas queridas só decepção. Meu All Star não é azul, então meninas  não resolverei o problema de vocês.

Porém me dou a liberdade de sugerir para vocês uma boa suruba, acreditem, será melhor para todo mundo. Talvez entre meninas vocês se entendam melhor e encontrem alguma diversão.

Fico feliz por vocês seguirem todas as minhas publicações, vigiarem constantemente meu Face, blog... por serem tão interativas, mas não sentirei saudade enquanto estiverem ocupadas.Ficarei bem (como sempre estive). Vocês são muito chorosas, recalcadas, pouco interessante -CHATAS!


Do Méier para o Rio Comprido é rapidinho façam uma suruba e deixem-me em paz. 

terça-feira, 3 de abril de 2012 0 comentários

Méier- bairro



As terras do atual bairro do Méier faziam parte do Engenho Novo dos Jesuítas, que abrigava, no início do século XIX, a extensa “Quinta dos Duques”, de José Paulo da Mata Duque Estrada e Dulce de Castro Azambuja. A filha do casal, Jerônima Duque Estrada, casou-se com o “guarda roupas do Paço”, Comendador Miguel João Meyer, descendente de alemães, e tiveram nove filhos. O primogênito, Augusto Duque Estrada Meyer, se destacou como acompanhante do Imperador Dom Pedro II, recebendo o título de “Camarista” e extensas terras abrangendo desde a Estrada Grande (atual Dias da Cruz) até a Serra dos Pretos Forros, em cujo sopé ficava a sede de sua Fazenda São Francisco (no final da atual Rua Camarista Méier).

O Camarista Meyer abriu várias ruas em suas propriedades, dando a elas nomes de seus familiares –Carolina Meyer, Frederico Meyer, Joaquim Meyer etc - e formando o novo bairro, já então conhecido como Meyer. Em 1879, por iniciativa de Lucídio Lago, a Companhia Ferro-Carril, com tração animal, cruzou o Meyer. Somente em 1907 chegaria a tração elétrica, com a linha Engenho de Dentro - Largo de São Francisco.

Em 13 de maio de 1889, foi inaugurada, na Estrada de Ferro Dom Pedro II (Central do Brasil), a Estação do Meyer, devido ao aumento da população e dos loteamentos recém abertos. O bairro crescia de forma precária – chegou a sofrer duas epidemias de cólera – e, com o tempo, seu nome foi aportuguesado para “Méier”. À medida que era saneado, mais moradores chegavam, de tal maneira que as autoridades o elevaram a 18° Distrito da Cidade do Rio de Janeiro. Daí para frente progrediu rapidamente e vários estabelecimentos surgiram.

O comércio deu vida própria ao Méier com grandes lojas, casas tradicionais e magazines. A Rua Dias da Cruz tornou-se o principal eixo do bairro que, com a abertura do Shopping Center do Méier, consolidou-se como importante centro dos subúrbios adjacentes, abrigando o Hospital Salgado Filho, o Colégio Metropolitano, a Biblioteca Municipal Agripino Grieco, o Sport Clube Mackenzie, a Igreja Batista do Méier, a Igreja Sagrado Coração de Jesus, a União Espírita Suburbana e o “Baixo Méier”, local de concentração de bares com intenso movimento noturno.


Nota: A denominação; delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto Nº 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto Nº 5280 de 23 de agosto de 1985.

.* Resumo da história dos 159 bairros existentes na cidade do Rio de Janeiro, segundo levantamento realizado pelo Instituto Pereira Passos, vinculado à Prefeitura do Rio e à Secretaria Municipal de Urbanismo.
 
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