2c6833b0-77e9-4a38-a9e6-8875b1bef33d diHITT - Notícias Sou Maluca Sim!: Março 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014 0 comentários

CONTO DE FADAS PARA MULHERES DO SÉC. 21



Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!

E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos
outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro
carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe
faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e
ninguém mandava nela.

O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou
sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.
FIM!!!

LUIS FERNANDO VERISSIMO
sexta-feira, 28 de março de 2014 1 comentários

ERÓTICA É A ALMA



 Todos vamos envelhecer...

Querendo ou não, iremos todos envelhecer. As pernas irão pesar, a coluna doer, o colesterol aumentar. A imagem no espelho irá se alterar gradativamente e perderemos estatura, lábios e cabelos.

A boa notícia é que a alma pode permanecer com o humor dos dez, o viço dos vinte e o erotismo dos trinta anos. O segredo não é reformar por fora. É, acima de tudo, renovar a mobília interior: tirar o pó, dar brilho, trocar o estofado, abrir as janelas, arejar o ambiente.

Porque o tempo, invariavelmente, irá corroer o exterior.

E, quando ocorrer, o alicerce precisa estar forte para suportar. Erótica é a alma que se diverte, que se perdoa, que ri de si mesma e faz as pazes com sua história. Que usa a espontaneidade pra ser sensual, que se despe de preconceitos, intolerâncias, desafetos. Erótica é a alma que aceita a passagem do tempo com leveza e conserva o bom humor apesar dos vincos em torno dos olhos e o código de barras acima dos lábios.

Erótica é a alma que não esconde seus defeitos, que não se culpa pela passagem do tempo. Erótica é a alma que aceita suas dores, atravessa seu deserto e ama sem pudores.

Aprenda: bisturi algum vai dar conta do buraco de uma alma neglicenciada anos a fio.

 Fabíola Simões
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UM OUTRO MUNDO




Depois da noite, amanheceu na gente,
Nossos corpos se reconheceram quentes,
Revelando os mundos que nem a gente entende.

E foi crescendo tanto, de novo e tão de repente,
Que derrubou o muro, que havia dentro da gente.
E se fez, de novo, um mundo todo à parte,
Construído pela arte, que nosso amor sabe fazer

Onde a alegria manda, onde o desejo ganha,
Onde o tocar das bocas é a fala mais urgente,
É nosso mundo, além do mundo.
Somos nós, muito além da gente.
Explodindo em gozo, só alma, sem mente,
Não somos nada, não somos nem a gente,
Somos a felicidade que nem o sonho sonha,
Porque ao sonho falta a tua carne,
faltam as tuas unhas, faltam os teus dentes.

Edmir Silveira
quinta-feira, 27 de março de 2014 0 comentários

SÓ NO DICIONÁRIO




Tem sentido, hoje, dizer de alguém que tem excelente caráter? Que é sincera? Que nela dá para confiar?

Quais as qualidades mais valorizadas nos dias de hoje?

Bem, como tudo mudou, vou falar de algumas, as que dão mais ibope, e não pela ordem.

É preciso ser ligado, antenado e sobretudo bem informado; é aquele que presta atenção a tudo, a quem nada escapa.

Com esses predicados, é possível abrir as portas para uma carreira brilhante e um futuro promissor, e se tiver também alguma inteligência, o sucesso é garantido. Afinal, é por meio das boas informações que são feitos os grandes negócios e as tramas políticas acontecem.

Mas é preciso também ser esperto para usar essas informações na hora certa, com a pessoa certa.

Esperteza, essa sim, uma enorme qualidade. Quem tiver esse dom pode se tornar milionário e poderoso, o objetivo supremo de toda a humanidade -de quase toda, digamos.

Cultura já esteve mais em alta, mas tem sua vez em algumas rodas, e conhecer profundamente um assunto -mesmo só um- costuma deixar as pessoas de queixo caído.

Mas não se esqueça: seja ele qual for, vá fundo e mostre-se um expert. Que seja algo de original: a civilização egípcia, por exemplo. Como poucas pessoas viram uma múmia de perto, esse é um belíssimo tema para ser jogado num jantar de seis pessoas -elas vão babar de admiração, e você vai brilhar sozinho.

Os mistérios do fundo do mar e a vida sexual dos cangurus também podem agradar, mas fuja da astrologia e da psicanálise, que já deram tudo o que tinham para dar. Astronomia, quem sabe? Vinhos, melhor beber do que falar deles, e de viagens, nem pensar.

Outra qualidade muito valorizada é a dos que leem os jornais -bem. Todos os do Rio e de São Paulo, claro, e talvez de mais uns quatro Estados. Mas tem que ser falado a sério, para poderem dizer, como quem não quer nada, que concordam -ou discordam, isso não tem a menor importância- com a divisão dos royalties do pré-sal.

Saber esgrimar com as palavras também faz grande sucesso, mas é perigoso: sempre pode haver alguém mais talentoso e ferrar você de vez.

Mas quando quiser falar mal de alguém, seja irônico -é mais cruel, não compromete, não dá processo- e nunca diga nada que possa ser repetido: fale bem, mas usando tons de voz e sorrisinhos que vão arrasar, de vez, aqueles de quem você não gosta.

Mas um dia você se lembra de que há muito, muito tempo, existiam qualidades bem diferentes dessas, e que hoje não fazem o menor sucesso. Tem sentido, hoje em dia, dizer de uma pessoa que ela tem um excelente caráter? Que é sincera? Que nela você pode confiar? Se você gosta de verdade dela, é melhor ficar calado, pois pega até mal dizer essas coisas de um amigo.

E existem ainda outras de que não se ouve falar há tanto tempo, mas tanto, que já virou até coisa de época. Passa pela cabeça dizer que uma pessoa é sensível, terna, delicada, bem educada, que tem um grande coração? Pega até mal; e passa pela sua cabeça que uma pessoa é bondosa?

Procure lembrar há quantos anos você não ouve falar de um gesto de bondade, não recebe um olhar de bondade, não ouve nem pronuncia a palavra bondade -se é que isso ainda existe.

Se não souber do que se trata, procure no dicionário, e talvez encontre; talvez.

DANUZA LEÃO
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BEM NO FUNDO





No fundo, no fundo,
bem lá no fundo,
a gente gostaria
de ver nossos problemas
resolvidos por decreto

a partir desta data,
aquela mágoa sem remédio
é considerada nula
e sobre ela — silêncio perpétuo

extinto por lei todo o remorso,
maldito seja quem olhar pra trás,
lá pra trás não há nada,
e nada mais

mas problemas não se resolvem,
problemas têm família grande,
e aos domingos
saem todos a passear
o problema, sua senhora
e outros pequenos probleminhas

PAULO LEMINSKI
segunda-feira, 24 de março de 2014 2 comentários

GASTE SEU TEMPO COM PESSOAS INTELIGENTES



Gaste seu tempo ao lado de pessoas inteligentes, dirigidas e educadas.
As relações devem nos ajudar e não nos machucar. Cerque-se de pessoas que refletem a pessoa que você quer ser. Escolha amigos que você orgulha de ter conhecido, pessoas que você admira, pessoas que te respeitam, pessoas que fazem o seu dia um pouco mais brilhante, 
simplesmente por estarem nele. 

A vida é muito curta para perdemos tempo com pessoas que sugam a nossa felicidade. 

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BOLO BARATA



CHEGO EM UMA FESTA E ME DEPARO COM UMA COISA DESSAS, SE NÃO MORRER SAIO CORRENDO PARA NUNCA MAIS VOLTAR. QUERO QUE VÁ PARA O INFERNO O INFELIZ QUE TEVE A MALDITA IDEIA DE FAZER UM BOLO DESSE.
domingo, 23 de março de 2014 0 comentários

BOLO PEGA MARIDO



1 lata de leite condensado
A mesma medida da lata de leite integral
1 vidro pequeno de leite de coco
A mesma medida da lata de farinha de trigo especial (ou comum)
1/2 medida da lata de açúcar
3 ovos grandes inteiros
3 colheres de sopa de margarina
Não vai fermento

MODO DE PREPARO
Bata todos tudo no liquidificador
Coloque em uma fôrma untada e enfarinhada
Leve ao forno médio (200°C) até dourar, 30 a 60 minutos, depende do forno
Faça o teste do palito para retirar do forno
O bolo fica com consistência de uma queijada e é muito gostoso
Informações Adicionais

Dica: Para fazer uma cobertura leve ao fogo 1 vidro de leite de coco, 2 colheres de sopa de açúcar e 1 pacote de coco ralado. Deixe ferver e coloque quente sobre o bolo.

Obs.: A consistência não é a de um bolo comum. O tempo de forno varia de acordo com o forno, pode ser de 30 a 60 minutos.
sexta-feira, 21 de março de 2014 0 comentários

NÃO SE APAIXONE PELA PEDRA



Não aceite passivamente situações que te fazem mal. Lembre-se da tua enorme responsabilidade nessa vida : você.

quinta-feira, 20 de março de 2014 0 comentários

CABELOS DA BARBIE LISINHO, BRILHANTE E SEM VOLUME


Se sua filhota tem um monte de bonecas e estão todas descabeladas segue receitinha de uma progressiva para Barbie:

Você vai precisar de:
- Um pedaço de papel filme;
- Água;
- Detergente;
- Amaciante de roupas;
- Escovinha de cabelo da Barbie.
Como fazer:
1º passo: Tire as roupas, acessórios, enfim, tudo que tiver na Barbie.
2º passo: Enrole um pedaço de papel filme em todo o rosto da Barbie, pois isso garante que se a maquiagem da boneca tiver glitter, não vai sair.
3º passo: Lave o cabelo da boneca com detergente, de preferência neutro, mas com outros detergentes também dá certo. E retire o sabão do cabelo da Barbie.
4º passo: Deixe o cabelo da boneca de molho no amaciante diluído em água por uns 5 minutos, ou mais.
5º passo: Retire o amaciante do cabelo da boneca e penteie bem retinho, pois vai ser assim que vai ficar.
6º passo: Deixe a boneca sentada, ou de algum modo que você não precise segurar (sem ser deitada) e jogue água quente, quase fervendo. Logo em seguida jogue água gelada. e deixe secar ao ar livre. Para acelerar o processo, deixe no sol.
Pronto! Cabelos da Barbie lisinho, brilhante e sem volume!
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Breakdown



terça-feira, 18 de março de 2014 0 comentários

SEXO TÂNTRICO: MAIS PRAZER E ENERGIA!



A filosofia tântrica é baseada na consciência corporal e intimidade,
prometendo um orgasmo intenso e mais longo.


“Havia incorporado a ideia de transar para aliviar o estresse em vez de usá-lo para me aproximar do parceiro. Hoje sei me vincular, sustentar uma intimidade.” É assim que a terapeuta corporal Isabelle Moura, 27 anos, relata sua experiência com o sexo tântrico. Profissional formada em técnicas de massagem, ela se especializou no atendimento tântrico há dois anos.

Popularmente conhecida como uma técnica que retarda o orgasmo e potencializa o prazer, o sexo tântrico é mais que isso. A prática proporcionaria um movimento de energia sexual capaz de se expandir e circular pelo corpo, passando pelos canais de energia chamados de chakras. “Não tem qualquer urgência, você aproveita aquilo, se nutre. Isso tira a nossa afobação”, relata Isabelle. De acordo com os praticantes, um orgasmo “tântrico” pode durar mais de uma hora - e com o tempo o organismo aprende a lidar com essa intensidade. Além disso, a sensação tende a ser diferente do sexo comum, porque em vez de expulsar a energia e acabar logo, o prazer se espalha para o resto do corpo. No caso dos homens isso significa que não há ejaculação durante o clímax. Mas nada disso é conquistado em um passe de mágica: exige disposição, treino e um olhar diferente sobre o sexo. O trabalho terapêutico pode ser realizado junto a especialistas em atendimentos individuais, para casais ou em vivências de grupo, e envolve técnicas de respiração e massagens (algumas delas na região genital). Esse processo ajuda na redescoberta do corpo e desenvolve a intimidade das pessoas com a excitação, apontam os profissionais.

Redescoberta do prazer        
Quem pratica sexo tântrico também muda os hábitos sexuais e a forma como vê a transa, se desprendendo de imagens, conceitos e atitudes como a do homem dominador, mulher submissa ou esposa responsável pela satisfação sexual do parceiro. “Todos já têm um jeito de fazer a relação sexual, um condicionamento, um vício. Acham que, quanto mais forte o sexo, mais intimidade terão. Mas o afeto é o caminho da relação sexual - e não se vestir de enfermeira ou mulher samambaia”, diz Gabriel Saananda, terapeuta. A excitação, nesse caso, acontece em um processo de relaxamento e não por fetiches, fantasias ou tensão. É menos mental e baseada no toque do outro. “É mais sensorial, refinado. A maioria dos homens ainda é muito machista, e o tantra tira isso”, diz Celi Shakti, terapeuta tântrica. “Você aprende a ter soltura, falar o que deseja”, completa ela.

Para conhecer novas formas de fazer sexo, não são as posições que se tornam fundamentais, mas explorar áreas do corpo e brincar com as sensações usando mais que genitais, mãos e boca. Parte do treinamento, inclusive, consiste em retirar a penetração do sexo. Nesse processo, a pele tem um papel importante, produzindo fluxos e espalhando estímulos pelo corpo. “É o maior órgão que temos. A gente cuida, enche de creme, mas ela está congelada sensorialmente. Não temos uma educação sexual para estimular a pele”, aponta Saananda.

Orgasmo potencializado
No tantra há a possibilidade de atingir um “multiorgasmo”, uma finalização que não deixa o casal cansado, e sim cheio de disposição, como explica Saananda. Treinando a ter pulsos de orgasmo, a sensação é prolongada. “A mulher é capaz de ter vários orgasmos. Tem que aprender a fazer essa energia subir pelo corpo, se abrir e confiar em si mesma”, diz. Assim como ele, Shakti também ressalta a feminilidade do Tantra, já que ele é baseado na energia vital que provém da mulher. Entre os benefícios do tantra estão a consciência corporal e a confiança.

Na vida sexual ele promete ajudar mulheres na menopausa ou com outras dificuldades sexuais, homens que sofrem com ejaculação precoce e impotência. “Foi há muito anos que me encontrei pela primeira vez com uma mulher tântrica que não me deixava ejacular. Para um argentino, engenheiro e com ejaculação precoce foi um susto. Mas deu um clique na minha vida”, conta Saananda.

O trabalho com a energia sexual não beneficia os praticantes apenas entre quatro paredes. Além de melhorar a qualidade dos relacionamentos, o fluxo de energia dá mais vitalidade, disposição e lucidez para todos os momentos do dia, segundo os terapeutas. “Você leva isso na forma de estar no mundo. A energia sexual é a energia vital. Quando você não joga ela fora em uma ejaculação ou orgasmo, muda seu padrão”, diz Saananda. Já Shakti explica que a libido tem que estar presente em todas as áreas da vida, até no trabalho: “O tantra te ensina a ser sensual o tempo todo, seduzir as coisas para você”, aponta. Para Julia Sakamoto, o tantra a ajudou a driblar a timidez e ser mais segura com o próprio corpo. Aos 41 anos, a profissional de estética se aproximou do tantra há três anos e nos últimos sete meses intensificou as terapias. “Com as vivências sei me amar, tocar, me ver como sou. Hoje me olho de corpo inteiro no espelho”, diz ela. O trabalho tântrico a ajudou a quebrar bloqueios sexuais que ela carregava pela religião e formação familiar.

O tantra no dia a dia: Fazer sexo tântrico exige prática e estudos. Mas é possível introduzir um pouco desse conhecimento no seu dia a dia. Os terapeutas tântricos dão dicas para melhorar o sexo: - Sair para jantar e tomar um vinho parece muito romântico, mas o álcool e estômago cheio atrapalham no desempenho - Reserve um momento do seu dia para o sexo, quando não tiver muito cansada ou estressada. É preciso estar disposta e não fazer por obrigação. O horário da manhã é recomendado - Arrume o quarto para fazer massagens um no outro. Brinquem de explorar os corpos digam o que desejam sem receio - Aposte em trilhas sonoras mais femininas ou calmas - Respire fundo no durante, puxando o ar pra dentro em vez de soprando forte para fora. E seja muito feliz!
segunda-feira, 17 de março de 2014 1 comentários

DEVOLVE



Devolve toda a tranqüilidade
Toda a felicidade
Que eu te dei e que perdi

Devolve todos os sonhos loucos
Que eu construí aos poucos
E te ofereci

Devolve, eu peço, por favor
Aquele imenso amor
Que nos teus braços esqueci

Devolve, que eu te devolvo ainda
Esta saudade infinda
Que eu tenho de ti.


MÁRIO LAGO

sexta-feira, 14 de março de 2014 1 comentários

PAULO GOULART E NICETT BRUNO / LIVRO BIOGRÁFICO






São 60 anos de casamento e, mais do que isso, de vida artística. Não é à toa que Nicette Bruno e Paulo Goulart são considerados dois ícones do teatro, do cinema e da televisão brasileiros. Mas até agora a história desse casal, suas lutas, suas vitórias, os eventuais tropeços, nunca havia sido contada.


Neste livro-depoimento da jornalista Elaine Guerini, pela primeira vez foi registrada a incrível trajetória do casal que nos dá uma verdadeira lição de vida e de amor. Que é compartilhada pelos filhos (todos na vida artística) que também dão seus depoimentos. Mas se esta é a história do amor do casal, é também a de importantes momentos da vida artística brasileira. São quase dois livros, duas vidas, duas visões que se completam. Sem nenhuma contradição.

Para baixar acesse o link: http://aplauso.imprensaoficial.com.br/livro-interna.php?iEdicaoID=71

Também é possível fazer a leitura em uma  versão online, basta clicar no link que fica abaixo da foto de capa, na parte direita onde tem a mensagem; leia o livro na integra. Logo abaixo você pode escolher baixar no formato txt ou pdf.

Paulo Goulart e Nicette Bruno o livro biográfico Tudo em Família, escrito pela jornalista Elaine Guerini, foi  lançado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo em 2004 e se destaca pelas inúmeras fotografias que retratam a longa vida artística do casal. 
quinta-feira, 13 de março de 2014 2 comentários

PARA EU ME APAIXONAR POR VOCÊ…


Sabe, não sou o tipo de mulher que se apaixona por um rosto lindo e um corpo sarado. Também não me importa se você usa roupa de grife, tem um carro do ano e só bebe destilado importado. Não quero saber se você frequenta as casas noturnas mais badaladas da cidade, e que gosta de mostrar o quão influente é a sua presença nesses lugares.

Eu não sou o tipo de mulher que vai se apaixonar,SÓ PORQUE VOCÊ ME CHAMOU DE LINDA. Muito menos ficarei puxando o seu saco quando você começar a contar vantagem pra cima de mim. Aliás, é provável que eu te ache um babaca se você fizer isso.

Eu não quero saber quanto tempo você passou na academia. Nem sobre aquela noitada com os amigos onde todas as mulheres babavam em você. Aliás, se tem um monte de mulher correndo atrás de você, querendo que você saia desfilando com elas do lado, no melhor traje, maior salto e uma make arrasadora, parecendo um pinheirinho de natal de tanto penduricalho, fique sabendo, que eu não sou dessas mulheres.

Talvez seja por isso que até seja difícil eu me apaixonar.NÃO ME ENCANTO POR TAMANHAS FUTILIDADES. Às vezes eu me encanto por alguém. Acontece quando você é desses caras que tá de bem com a vida e consigo, mas não precisa esfregar na cara de tudo e de todos isso. Eu me apaixono quando eu vejo que você cuida de mim, sem invadir meu espaço. Se preocupa comigo, mas não me faz sentir uma incapaz. Eu gosto quando você é gentil, pega na minha mão, me olha nos olhos, me abraça.

SE VOCÊ FOR INTELIGENTE EU ME APAIXONO. Mas não precisa querer me mostrar o quanto você é inteligente o tempo todo. Eu vou perceber isso quando conversarmos. Aliás, eu me apaixono se você gostar de conversar, e gostar de ouvir.

Olha, vou contar que eu tenho uma queda grande se você tiver um desses talentos bonitinhos, do tipo saber cozinhar ou tocar violão. E gostar de ficar fazendo companhia, durante horas, fazendo um carinho bom… E eu não vou me importar se seu perfume é de marca ou não.. eu gosto de sentir o cheiro da sua pele mesmo… SE EU GOSTAR DO CHEIRO DA PELE, se nossa pele combinar, te garanto, eu serei capaz de me arrepiar inteira apenas com o nosso toque.

EU VOU GOSTAR SE VOCÊ ME SURPREENDER. Mas nada exagerado. Não quero que você demonstre em público com declarações cheias de potenciais micos. Me surpreende trazendo a minha cerveja preferida, ou me leva pra jantar naquele restaurante que eu adoro.

EU NÃO QUERO SABER SE VOCÊ VAI MED DAR PRESENTES CAROS, ou pagar sozinho a conta. Aliás, entendo o pagar a conta como uma gentileza. Não sou dessas neuróticas que quer mostrar que sou independente de qualquer homem e que entende isso como uma ofensa. Mas isso não vai me fazer ficar apaixonada por você. E se você quiser dividir, eu também não vejo problema nenhum. Agora, se você se importa com outras coisas, se demonstra que tem interesse em mim, de saber quem eu sou ou da onde vim, e quer dividir essas coisas comigo também, olha, eu posso gostar de você.

Se o nosso papo flui, se a gente conversa, e gosta da companhia um do outro… se o beijo encaixa, se na cama encaixa, se no gosto encaixa… Se você me admira, e não me vê nem acima, nem abaixo de você, se você valoriza minhas qualidades que vão além de um rosto bonitinho ou de um par de peitos e uma bunda, olha moço, eu tenho grandes possibilidades de me apaixonar por você… Se você me olha nos olhos, me abraça apertado, me faz rir e quer dividir sua intimidade comigo, você me encanta… Se você me pega pra dançar, me beija na testa… Se me puxa de repente e me arranca um beijo… MOSTRA RESPEITO MAS NÃO ESQUECE O TESÃO, olha, você tá no caminho certo.

No jeito que você me olha eu sou capaz de perceber se me acha linda, se me acha gostosa. Então me olha, me admira. Repara em cada pedacinho de mim.

E cuida. Dá atenção. Me faz rir. Me arranca gargalhadas. Eu adoro quem faz isso. Não concorda com tudo que eu digo, ME CONTESTA. Mostra que você pensa sob outro ponto de vista também. Me mostra que a vida é mais que isso que eu penso. Me ajuda a enxergar coisas novas, vou fazer isso com você também. Me manda uma mensagem no meio do dia dizendo que PENSOU EM MIM porque viu algo que eu gosto muito ou porque sentiu saudades. Diz pra eu ficar bem quando nos despedirmos. Me abraça. Diz que não vê a hora de me ver de novo.

Saiba, que o que vai me fazer apaixonar por você, não é o que você tem, não é o seu corpo, não são suas “conquistas invejáveis”. O que vai me fazer ficar apaixonada é QUEM VOCÊ É, é o que você pensa, e como você me trata. É como estamos em sintonia e como me sinto bem simplesmente por estar ao seu lado.


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OS JOVENS QUE ESQUECEM A HISTÓRIA E A MEMÓRIA.



É um truísmo que os jovens carecem de conhecimento histórico geral. Mas, na minha experiência, para muitos jovens o passado se achatou em uma grande nebulosa indiferenciada. É por isso que, em uma carta aberta publicada recentemente na revista italiana “L’Espresso”, aconselhei meu neto adolescente a exercitar sua memória aprendendo de cor um longo poema.

Eu temo que as gerações mais jovens de hoje corram o risco de perder o poder da memória, tanto a individual quanto a coletiva. Pesquisas revelaram os tipos de enganos que persistem entre jovens ostensivamente educados: por exemplo, li que muitos universitários italianos acreditam que Aldo Moro foi líder da organização militante Brigadas Vermelhas, quando na verdade ele foi primeiro-ministro da Itália e as Brigadas Vermelhas foram responsáveis por sua morte em 1978.

Escrevi a carta para meu neto em dezembro, mais ou menos na época em que um certo vídeo se tornou viral no YouTube. Era um episódio de “L”Eredità”, um programa de perguntas e respostas da TV italiana que parece escolher os concorrentes com base na boa aparência e na simpatia natural, além de um módico conhecimento geral. (Supostamente isto é para evitar encher o programa com pessoas lindas mas sem noção que espremem seus cérebros só para responder a perguntas de múltipla opção como: Giuseppe Garibaldi foi um ciclista, um explorador, um líder militar ou o inventor da água quente?)

Em um episódio, o anfitrião, Carlo Conti, pediu que os concorrentes identificassem o ano em que Adolf Hitler foi nomeado chanceler da Alemanha. As quatro opções de respostas eram: 1933, 1948, 1964 ou 1979. Os quatro concorrentes que tiveram a oportunidade de responder foram: Ilaria, uma jovem muito bonita; Matteo, um homem forte de cerca de 30 anos, cabeça raspada e corrente no pescoço; Tiziana, uma jovem atraente que também parecia ter cerca de 30 anos; e outra garota chamada Caterina, que usava óculos e tinha um ar de sabe-tudo.

Deveria ser universalmente conhecido que Hitler morreu no fim da Segunda Guerra Mundial, por isso obviamente a resposta só poderia ser 1933 – sendo as outras datas avançadas demais. Mas Ilaria respondeu 1948, Matteo 1964 e Tiziana 1979. Quando chegou a vez de Caterina, ela foi obrigada a escolher 1933, mas fingiu incerteza ao fazê-lo, fosse por ironia ou por surpresa.
Conti também perguntou aos candidatos em que ano o ex-primeiro-ministro italiano Benito Mussolini se encontrou com Ezra Pound; novamente, as opções eram 1933, 1948, 1964 ou 1979. Ninguém é obrigado a saber quem foi Ezra Pound (para constar, um poeta e crítico americano), e se não tivesse sido um teste de múltipla opção eu não poderia ter dado o ano exato. Mas, como Mussolini foi assassinado em 1945, a única resposta possível era 1933. (Confesso que fiquei incrédulo ao saber a extensão em que o ditador se mantinha atualizado sobre poesia americana.) A bela Ilaria, suplicando indulgência com seu doce sorriso, chutou 1964.

Conti não pôde esconder sua incredulidade, nem muitas das pessoas que assistiram e comentaram o vídeo no YouTube. Mas esse momento foi o indício de um problema maior: os quatro concorrentes, que tinham todos aproximadamente de 20 a 30 anos e que podemos supor fossem bastante representativos de sua faixa etária, viram as quatro datas como parte de um passado genérico que ocorreu antes de eles nascerem. Quem sabe se não teriam caído na mesma armadilha se uma das opções de resposta fosse 1492?

Nossa era não é a primeira a experimentar essa homogeneização do passado. Considere por exemplo “O Casamento da Virgem”, que Rafael concluiu em 1504: a pintura mostra pessoas vestidas em trajes da era renascentista, apesar de a cena que retrata evidentemente ter ocorrido muito antes do Renascimento. Hoje é muito mais difícil justificar essa imprecisão das linhas, diante da quantidade de informação histórica amplamente disponível na Internet, em filmes e na televisão. Será possível que nossos quatro candidatos não soubessem distinguir entre o período em que Hitler entrou em cena e aquele em que o homem fez o primeiro pouso na lua? Será que para alguns (ou mesmo muitos) jovens de hoje o conceito de história é unidimensional?

Ainda tenho esperanças, porque soube desse vídeo no YouTube por meu neto de 13 anos e seus colegas de escola, que riram e zombaram quando me contaram a respeito. Talvez alguns jovens estejam aprendendo o valor da memória, afinal.

 UMBERTO ECO

terça-feira, 11 de março de 2014 2 comentários

ALGUÉM PARA AMAR




Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, nos bares, levanta os braços, sorri e dispara: “eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também”.

No entanto, passado o efeito do whisky com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração “tribalista” se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição. A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu.

Estes, desconhecem a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.

Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ela, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar…

Somos livres para optarmos! E SER LIVRE NÃO É BEIJAR NA BOCA E NÃO SER DE NINGUÉM . é TER CORAGEM, SER AUTÊNTICO E SE PERMITIR VIVER UM SENTIMENTO.

ARNALDO JABOR
segunda-feira, 10 de março de 2014 0 comentários

A LENDA DA BORBOLETA BRANCA


Certa vez, numa aldeia no interior do Japão, um homem já muito idoso, que sempre vivera sozinho, chamou sua irmã viúva e seu sobrinho para irem morar com ele. Como estava com a idade avançada e muito doente, fez um testamento, deixando a propriedade de herança para o jovem sobrinho. Até mudar-se para a casa do tio, o rapaz pouco o conhecia, pois o homem vivia sozinho e não visitava os parentes. 

Um dia, quando o rapaz estava sentado ao lado do leito de seu tio, fazendo-lhe companhia, viu uma enorme borboleta branca entrar no quarto. A borboleta voou em círculo e pousou no travesseiro do idoso, que dormia. Ali ficou pousada alguns instantes, depois levantou voo e saiu pela janela. O rapaz achou aquilo muito estranho e resolveu seguir a borboleta. Esta voou em direção ao cemitério, que ficava do outro lado da rua, bem próximo da casa. Foi diretamente para um túmulo e, ali, desapareceu misteriosamente. O jovem procurou, mas não viu mais nada. Somente viu um velho túmulo, com o nome Akiko, já  quase apagado. Quando voltou para casa, seu tio havia falecido tranquilamente.

Após os funerais, conversando com a mãe, ele contou sobre o estranho episódio da borboleta, pouco antes da morte do tio. Então sua mãe lhe contou que, quando jovem, o irmão dela tinha uma noiva que  amava muito. Porém, alguns dias antes do casamento, a moça morreu de uma doença misteriosa. Ele, então, comprou uma casa perto do cemitério onde ela estava enterrada, para ainda depois da morte permanecer junto dela. E assim, durante mais de 50 anos, tinha diariamente limpado, colocado flores e rezado pela alma de Akiko. Então o rapaz, espantado, disse que a borboleta havia desaparecido exatamente num túmulo com o nome Akiko gravado.

Sua mãe, então, ficou feliz,  dizendo que a noiva viera buscar seu irmão e agora estavam juntos por toda a eternidade. Pois, na crendice popular japonesa,  as borboletas brancas são as almas de pessoas que amamos.
domingo, 9 de março de 2014 0 comentários

A LENDA DA BORBOLETA


" Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias oras conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia e não conseguia ir mais longe.
Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e
 tinha as asas amassadas 0 homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo.

Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. 0 que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário da borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo ".

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se passássemos através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ficaríamos aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. "Nós nunca poderíamos voar."
 
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