2c6833b0-77e9-4a38-a9e6-8875b1bef33d diHITT - Notícias Sou Maluca Sim!: Setembro 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012 0 comentários

Overdose em campanha


Acredito que a campanha política tenha sido uma pressão que ele não estava preparado para enfrentar. Certa vez me conto que conseguiu passar algum tempo sem usar drogas chegando até a engordar, mas se fica nervoso não tem jeito... a fissura é maior.

Fazer acordo com a milícia não é brincadeira!

Nesse dia um rapaz branco e baixinho foi o responsável pela cobrança. Os dois se trancaram no escritório do comitê por pouco tempo. Ao saírem o rapaz permaneceu com a mesma expressão calma de quando entrou, mas João estava nitidamente nervoso. Não se preocupou em esconder de mim o pequeno frasco parecido com um dedal e se dirigiu para o banheiro do fundo do corredor.
Ali dificilmente alguém o incomodaria, pois esse banheiro era praticamente de uso exclusivo do João.

Não é preciso dizer que as necessidades feitas pó ele no banheiro não foram as fisiológicas, mas sim a o incontrolável vício.
O pior é que estando sobre o efeito de drogas João tornasse insuportável.
Distribuiu meia dúzia de ordens e trancou-se novamente no banheiro.

O resultado dessa aventura foi uma overdose, mas se alguém perguntar diga que ele é cardíaco e não dê mais satisfações.






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quarta-feira, 26 de setembro de 2012 1 comentários

Prostituição de luxo no PCdoB



Essa é a forma utilizada pelo PCdoB para evitar que as mulheres denunciem a prostituição de luxo e o preconceito racial e de classe que ocorre nesse partido. 


terça-feira, 25 de setembro de 2012 1 comentários

Mucamas do PCdoB



"Uma elite enriquecida no suga-suga das verbas públicas, não se conforma com nenhuma ascensão do negro na sociedade. Quer seja em empregos de maiores salários, na política ou nas universidades."


Não há medida para o meu aborrecimento com o PCdoB. Sou uma mulher negra e como a maioria da minha cor, conheço e sofro na pele com o preconceito á Brasil. Uma moda de preconceito camuflado e por tanto consentido o qual dificulta sua identificação e ainda mais as possibilidades de ser combatido.
Mas apesar de viver essa realidade não aceito e nunca aceitarei ser denegrida, desvalorizada por ser negra. Minha cor não me faz inferior a absolutamente ninguém.

Saibam os desavisados que a escravidão negra no Brasil foi abolida desde 1888, então, por que minha palavra, honra, dignidade para o PCdoB vale menos do que a de um homem branco?
Como na música da Vanessa da Mata canto com o peito inflado de orgulho: eu sou neguinha!
Sim, eu sou uma mulher negra. Mas não estou aqui para servir os apetites sexuais dos dirigentes e lideranças do PCdoB.

Sou negra sim, porém não sou cativa de nenhum senhor de engenho. Por tanto diferente do que me passaram as senhoras Mara Marciel e Claudia Vitalino na falsa comissão de controle, que deveria chamar de “comissão de controle a Jaqueline”, não tenho a intenção e menos ainda obrigação de me deitar com nenhum dirigente em troca de cargo público.

Sou negra, mas não sou mucama. 
Sou uma mulher livre. Quem decide com quem faço amor sou eu e não um partido político.
Ao denunciar a prostituição de luxo a qual nós mulheres, sobre tudo as negras, estamos sendo expostas no PCdoB, ouvi entre outras coisas, em tom de ameaça que eu deveria calar a boca porque isso é política e sempre será assim... Desde de então estou sendo constantemente ameaçada de morte.

O que mais dizer? 

"A elite faz do racismo o seu entretenimento".






domingo, 23 de setembro de 2012 0 comentários

Oração a Santa Barbara


Ó Santa Bárbara, que sois mais forte que as torres das fortalezas e a violência dos furacões, fazei com que os raios não me atinjam, os trovões não me assustem e o troar dos canhões não me abalem a coragem e a bravura.
Ficai sempre a meu lado para que eu possa enfrentar, de fronte erguida e rosto sereno, todas as tempestades e batalhas de minha vida: para que, vencedor de todas as lutas, com a consciência do dever cumprido, possa agradecer a vós, minha protetora e render Graças à Deus, criador do céu, da Terra, da Natureza; este Deus que tem poder de dominar o furor das tempestades e abrandar a crueldade das guerras.
Amém. Santa Bárbara rogai por nós.
sábado, 22 de setembro de 2012 0 comentários

Mulher Madura!




Cuidado com a carência ela pode te fazer enxergar amor, onde não têm. 

Bem, mais um aspecto do “homem” que o PCdoB apóia em desfavorecimento de uma mulher negra, pobre e com dois filhos!

A pergunta é: como alguém evidentemente tão incompetente possa assumir a direção do PCdoB e acumular descaradamente funções públicas?
A resposta é simples, aproveitando-se da carência de mulheres mais velhas.

João Carlos de Carvalho dirigente estadual do PCdoB, dirigente da CEPERJ, da ABEGÁS... Possui um vasto histórico de ser sustentado por mulheres. São essas senhoras que propiciam á este golpista conseguir destaque dentro do PCdoB e o acumulo de cargos que o geram muitos desvios de verbas públicas.

É triste a situação dessas mulheres, pois deveriam está se deleitando nos prazeres trazidos pela maturidade, já que possuem dinheiro, posição social, algo que muita gente almeja, porém elas não acreditam em si. Estão deixando de lado sua feminilidade, arma mais poderosa de uma mulher e entregando seus valores nas mãos de um escroque. E isso fica muito claro no fato delas se vêem obrigadas a sustentar esse gigolô.

Nada fácil dever ser sustentar malandro, principalmente sendo dependente químico, 
enquanto ele se deita com inúmeras outras mulheres e sem qualquer discrição. 

Definitivamente ele não mantém por essas damas o mínimo de respeito que deveria ter até mesmo por gratidão. João Carlos de Carvalho sai por ai dando uma de Don Juan chegando ao absurdo de cantar mulheres casadas descaradamente na presença de seus maridos.

Um paspalhão que em rodinha de bate-papo entre homens diz morrer de tesão pela enteada menor de idade, que viu nua diversas vezes.  E a mãe dessa jovem que está correndo perigo, consciente dessa situação o que fez ou faz em auxilio a filha? Nada porque tudo o que faz é em  nome do amor ao Joãozinho.

E daí o comentário geral: fulana é uma corna, “corno maxixe”.

Me enoja tudo isso!
Tenho muita pena dessas mulheres que se sujeitam a isso. Que carência é essa que acaba com o amor próprio?  







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sexta-feira, 21 de setembro de 2012 0 comentários

SENHOR COCAÍNA



 Senhor Cocaína da branca
Ai da negra que cruza o seu caminho.
Senhor Cocaína
o tempo já lhe enruga a face,
porém o moleque não amadurece.
Senhor Cocaína
inseguro com as mulheres
Dos filhos varridos para distante
Quem não paga as sua dividas, fantasma errante
Morte certa a espreitar.

Cara de caveira, olheira funda,
tremedeira do corpo.
Durante o dia se repara:
Senhor Cocaína frustrado passa a noite teclando,
Senhor cocaína acordado a madrugada inteira.
Sem amor, sem dor, sem nada para ofertar
Senhor cocaína puxa mais uma carreira e
Molhado de urina acorda no sofá.

Senhor cocaína
se a mulher rica não o tivesse sustentado
Ou lhe aberto as portas,
O que seria? 
O seu futuro havendo o que será?
Talvez Senhor cocaína se visse obrigado a respeitar seus semelhantes
e não roubasse o pão da bocas dos pobres inocentes.
Mas Senhor Cocaína não conhece a moral que nasce da consciência de ser responsável por outro ser humano.

De bolso e barriga cheia
Senhor cocaína é apenas vazio.
Tudo faz sem nada temer.
Como uma barata se esconde sobre as asas de um partido que se diz vermelho
Inflado de membros da OAB.

Se o diabo profissão tivesse
Qual seria?
Todos sabem responder!
Tem muitos seguidores e favorecimentos,
posa de bom moço iluminado pelos holofotes.
O pai da mentira não é mero militante
 É dirigente adorável do PCdoB.




segunda-feira, 17 de setembro de 2012 0 comentários

MULHER DE 30 ANOS



A mulher é mais mulher aos 30 anos....

Uma mulher é muito mais mulher aos 30 anos. Eis o que quero dizer: tome a mesma moça aos 20 anos e aos 30. No segundo momento ela será talvez umas sete ou oito vezes mais interessante, mais sedutora, mais irresistível do que no primeiro.
Aos 30 anos, a mulher se conhece mais e é por isso muito mais autêntica, centrada, certeira - no trato consigo mesma e na relação com o seu homem. Aos 30, a mulher tem uma relação mais saudável com seu corpo. Aos 30, ela está muito mais interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorar o que for feio e baixo astral e ser feliz o máximo que der. Se o seu homem não gostar dela do jeito que ela é, dane-se!! Uma mulher de 30 só quer quem a mereça.

Aos 30, ela sabe se vestir. Domina a arte de valorizar as partes do corpo que lhes são pontos fortes e de tornar discretas aquelas que não interessa tanto mostrar. Melhora muito a qualidade da sua escolha de sapatos e acessórios, tecidos e decotes, cores e combinações, maquiagem e corte de cabelos. A mulher de 30 só vai na boa. Gasta mais, porque tem mais dinheiro, mas, sobretudo, gasta melhor. Tem gestos mais delicados, posturas mais elegantes, é mais graciosa e temperada. O senso de propriedade e a noção de limites de uma mulher de 30 não têm termo de comparação com outra de 20. Aos 30 ela carrega um olhar muito mais matador - quando interessa matar. E que finge indiferença com muito mais competência - quando interessa repelir.

Aos 30, a mulher não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher se pudesse não vestia duas vezes a mesma roupa nem acordava dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas aos 30 ela já sabe lidar melhor com esse aspecto peculiar da sua condição feminina. E poupa - exceto quando não lhe interessa poupar - o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a transformavam.

Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 30, tem pintas. Encantadoras, perfumadas trilhas de pintas. Que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos. (Sim: aos 20 a mulher é escolhida. Aos 30, é ela quem escolhe. Aos 20, ela é comida por alguém. Aos 30, é ela que decide para quem dar. Etc.) Com 20 ela eventualmente veste calcinhas que não lhe favorecem. E as pendura no registro do chuveiro. Aos 30, usa lingeries escolhidas a dedo. Que, sempre surpreendentes e com altíssimo poder de fogo, o seu homem nunca sabe de onde saíram. Aos 30, a mulher aprende a se perfumar na quantidade certa. E com a fragrância exata para a sua pele, para a temperatura do dia, para os tons da roupa que está usando. A mulher de 30, muito mais do que a de 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome.

Aos 30, ela é mais natural, mais elegante, mais sábia, mais serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Desenvolve um toque macio e quente, que sabe ser a um só tempo firme e suave. Fica tudo mais uterino, mais helênico, mais glamouroso, mais sexualmente arguto.
Aos 30, a mulher não faz mais experiências esdrúxulas. Quando ousa, no que quer que seja, costuma acertar em cheio.


No jogo com os homens, já aprendeu a esgrimir no contra-ataque, construindo seus xeques-mates em silêncio. Quando dá o bote, é para liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra sua força na hora certa, de modo sutil. Não para exibir poder - mas exatamente para resolver tudo a seu favor antes de chegar ao ponto de precisar exibi-lo. Garante para si o que quer sem confrontos inúteis. E brinca com a sua pretensa fragilidade como uma ferramenta lúdica de prazer - seu e do seu homem. Sabiamente, goza de todas as prerrogativas da condição feminina sem ter que engolir nenhum sapo supostamente decorrente do fato de ser mulher.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012 0 comentários

Ter ou não Ter namorado(a), eis a questão.


Quem não tem namorada(o) é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorada(o) é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado(a) de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabira, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas namorada(o) mesmo é muito difícil.
Namorado(a) não precisa ser o mais bonito(a), mas ser aquele(a) a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele(a) a gente treme, sua frio, e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele(a) não precisa ser parruda ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.

Quem não tem namorado(a) não é quem não tem amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento, dois amantes e um esposo(a); mesmo assim pode não ter nenhum namorado(a). Não tem namorado(a) quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, sanduíche da padaria ou drible no trabalho.
Não tem namorado(a) quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar lagartixa e quem ama sem alegria.

Não tem namorado(a) quem faz pactos de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade, ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de curar.
Não tem namorado(a) quem não sabe dar o valor de mãos dadas, de carinho escondido na hora que passa o filme, da flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque, lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada, de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia, ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado(a) quem não gosta de dormir, fazer sesta abraçado(a), fazer compra junto. Não tem namorado(a) quem não gosta de falar do próprio amor nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele(a); abobalhados de alegria pela lucidez do amor.

Não tem namorado(a) quem não redescobre a criança e a do amado(a) e vai com ela a parques, fliperamas, beira d'água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro.
Não tem namorado(a) quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não se chateia com o fato de seu bem ser paquerado(a). Não tem namorado(a) quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir quem curte sem aprofundar. Não tem namorado(a) quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado(a) de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais.
Não tem namorado(a) quem ama sem se dedicar, quem namora sem brincar, quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.

Não tem namorado(a) que confunde solidão com ficar sozinho(a) e em paz. Não tem namorado(a) quem não fala sozinho(a), não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo(a).
Se você não tem namorado(a) é porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando 200Kg de grilos e de medos. Ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesma e descubra o próprio jardim.
Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenção de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteio.
Se você não tem namorado(a) é porque não enlouqueceu aquele pouquinho necessário para fazer a vida parar e, de repente, parecer que faz sentido.

(Arthur da Távola)
quinta-feira, 13 de setembro de 2012 0 comentários

POESIA AMOR FILOSOFIA



Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...

O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...

Eu não tenho filosofia; tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar...

(Fernando Pessoa)
quarta-feira, 12 de setembro de 2012 0 comentários

Leila não faria

Por: Fernanda Torres

Quando comecei, uma das motivações que levavam uma atriz a posar nua, além do cachê, era dar provas de ser uma mulher desejada, com coragem o suficiente para estar à frente de seu tempo. Heranças de Leila Diniz.

Os nus de hoje chocariam o mais avançado apreciador de então. Há 20 anos, close de rego e lábios, só nas impressões "hard-core". Leila não faria.

A mudança reduziu a presença das divas da ribalta nas páginas das revistas masculinas. Mais pudicas do que as profissionais do ramo, com raras e louváveis exceções, costumam produzir ensaios mornos, café com leite.

Com a explosão da indústria do sexo explícito, algo parecido ocorreu nas telas. A abertura de mercado para o novo gênero livrou o cinema da obrigação de causar ereções. A distância criada entre a arte e o varejo simplificou o dilema do ser ou não ser Leila Diniz.

Sempre achei que havia uma linha definida entre a mecânica pura do nheco-nheco e a riqueza pseudointelectual do "soft" pornô "made in Brazil". Mas, em um fim de domingo besta, zapeando na TV, encontrei, é claro, no Canal Brasil, um tesouro da arqueologia. O elo perdido entre a pornografia e a pornochanchada.

Mulheres desnudas riam endiabradas entre a folhagem de um jardim tropical; algumas bem à vontade, outras nem tanto. Lascivas, abandonavam a mata e atacavam um homem de cabelos fartos e barriga descomunal, também pelado, sentado à beira de uma fonte. Em uma bacanal angustiante, as possessas empurravam o mastodonte para a água, afogando-o entre guinchos e gargalhadas. Era um pesadelo de Carlos Imperial.

Ele, o gigante da fonte, viúvo devasso deflorador de virgens, se arrastava entre a perdição do sexo e a culpa pela esposa defunta. As diabas do além, enviadas pela morta, vinham arrastá-lo para o lado de lá.

Em meio à desesperada tormenta, o herói seguia seu destino de pecador, dissuadindo a velha tia a permanecer no andar de baixo, enquanto subia ao quarto para se deleitar com a sobrinha virgem.

Defendido pela pança bíblica, Imperial metia as fuças em uma xoxota peluda, comum na década de 70, mas pré-histórica para os padrões atuais. A cabeleira púbica, único obstáculo a proteger a mucosa íntima da indiscreta panorâmica, se confundia com as madeixas de Imperial. Sentada sobre a fronte do colega, a suposta donzela fingia gostar, mal escondendo a vontade de se ver livre da cena o mais depressa possível.

Foi chocante. O Imperial era um personagem da minha infância, eu não sabia que ele havia chegado a tanto. Na cavalgada final, a mal dublada falecida gritava sobre a montanha de banha: "Vem, Augusto, goza comigo!". Augusto obedecia e morria de amor.

Como peguei no meio, não entendi se o final era feliz ou triste. Se a fantasma arrastava o canalha para as chamas do inferno, ou se o filme era um elogio culpado ao amor conjugal. Não importa: o que impressionava era o arrojo sexual. A obra do Imperial é a fronteira final, o estertor da mistura da Boca do Lixo com o cinema cabeça. A quase pornografia.

Leila não faria.

Ganhei um livro do Roland Barthes chamado "Mitologias". Barthes abre os trabalhos com um capítulo sobre o tele-catch, que ele não chama de luta, mas de pantomima sobre a moral e a justiça. O filme do Imperial não deixa de ter a mesma ambição.

A barriga mole, a raiva leonina, a cafajestice brutal, o exagero: Carlos Imperial teria uma carreira brilhante como bufão dos ringues. A encarnação de escrotidão humana. Grande, assustador e despido sobre o colchão, debaixo da luz chapada, o tarado personifica a vitória da vilania da carne sobre o espírito.

Dali para a frente, só a fornicação assumida.

O julgamento do mensalão é um divisor de águas semelhante.

Diante das acusações de venda de voto, o caixa dois se apresenta como prova de idoneidade e inocência. O custoso marketing eleitoral empurrou a política para tamanha encruzilhada.

O Supremo enfrenta a mesma questão da comediante, a de conseguir separar o que é arte do que é exploração; no caso, o que é política do que é falta de decoro, ou crime. É preciso estar atento para o que Leila não faria.
terça-feira, 11 de setembro de 2012 1 comentários

ORGASMO AJUDA A PREVENIR DOENÇAS FÍSICAS E MENTAIS, DIZ ESTUDO.


"Uma sinfonia do cérebro" ou "um show de fogos artificiais". Estes são alguns dos termos usados pelos cientistas para se referir à resposta do cérebro ao momento do orgasmo. Mas embora o prazer proporcionado por essa sensação seja de conhecimento geral, quais são os benefícios para a saúde?
Magdalena Salamanca, psicanalista especializada em sexo baseada na Espanha, disse à BBC que a ausência do prazer sexual pode provocar doenças e transtornos mentais.

"É importante porque o orgasmo é a satisfação de um dos instintos mais importantes do ser humano, que é o sexual", diz.

Ela destaca ainda que muitos dos problemas de cunho social ou profissional estão vinculados à insatisfação sexual. "Por exemplo, a ansiedade é um dos transtornos mais relacionados com a ausência do orgasmo".

Além disso, a psicóloga Ana Luna disse que "fisiologicamente, a descarga de muitas tensões que o ser humano acumula se produz por meio do orgasmo".

ATIVIDADE CEREBRAL

Há alguns meses, cientistas da Universidade de Rutgers, no Estado americano de Nova Jersey, determinaram que o orgasmo ativa mais de 80 diferentes regiões do cérebro.

Utilizando imagens de ressonância magnética do cérebro de uma mulher de 54 anos enquanto tinha um orgasmo, os cientistas descobriram que no ato quase todo o cérebro se torna amarelo, o que indica que o órgão está praticamente todo ativo.

Os níveis de oxigênio no cérebro também refletem um espectro que vai desde o vermelho intenso até um amarelo claro, e isto tem um impacto em todo organismo.

BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE

"Há outros benefícios porque todo esse sangue oxigenado que flui pelo corpo chega aos microssensores da pele e vai para todos os órgãos", diz a psicóloga Ana Luna.

Já Magdalena Salamanca destaca que a saúde física e psíquica estão muito vinculadas à satisfação sexual proporcionada pelo orgasmo, o que o estudo da Universidade Rutgers parece comprovar.
A pesquisa mostrou como a atividade cerebral iniciada pelo orgasmo se propaga por todo o sistema límbico, relacionado às emoções e à personalidade.

Por isso, psicólogos como Ana Luna acreditam que o orgasmo é uma parte essencial de uma personalidade sadia.

"Quando você não tem orgasmo toda essa energia fica represada", diz a estudiosa, acrescentando que muitas vezes a ausência do prazer sexual torna a pessoa irritadiça, triste, rabugenta e até mesmo com dificuldades para sorrir. - BBC BRASIL -
segunda-feira, 10 de setembro de 2012 0 comentários

A Hierarquia das Necessidades



"Motivação é uma ação consciente e voluntária. Ela é gerada naturalmente por cada pessoa, principalmente quando fazemos algo que consideramos prazeroso. Podemos afirmar que na verdade ninguém motiva ninguém. O que se pode fazer é criar as condições necessárias para que alguém se motive."



O psicólogo e estudioso do comportamento, Abraham Maslow, nascido em 1908 e falecido em 1970, licenciou-se na Universidade de Wisconsin/USA e lecionou na Brandeis University, Massachusetts. Estruturou o conceito de pirâmide das necessidades, conhecido como "Hierarquia das necessidades". Segundo Maslow, quando as necessidades fisiológicas básicas - da alimentação ao desejo de um ambiente seguro e estruturado - estão satisfeitas, as necessidades mais elevadas


de auto-estima e realização pessoal podem ser preenchidas. Para Maslow existe uma hierarquia natural entre a natureza das necessidades, nenhuma delas é absoluta: quando uma delas é preenchida, a preocupação com a sua satisfação desaparece.




Teoria de Maslow - A Hierarquia das necessidades

A teoria de Maslow é conhecida como uma das mais importantes teorias de motivação. Para ele, as necessidades dos seres humanos obedecem a uma hierarquia, ou seja, uma escala de valores a serem transpostos. Isto significa que no momento em que o indivíduo realiza uma necessidade, surge outra em seu lugar, exigindo sempre que as pessoas busquem meios para satisfazê-la. Poucas pessoas procurarão reconhecimento pessoal e status se suas necessidades básicas estiverem insatisfeitas.

De acordo com Maslow, as necessidades fisiológicas constituem a sobrevivência do indivíduo e a preservação da espécie: alimentação, sono, repouso, abrigo, etc.

As necessidades de segurança constituem a busca de proteção contra a ameaça ou privação, a fuga e o perigo.
As necessidades sociais incluem a necessidade de associação, de participação, de aceitação por parte dos companheiros, de troca de amizade, de afeto e amor. A necessidade de estima envolve a auto-apreciação, a autoconfiança, a necessidade de aprovação social e de respeito, de status, prestígio e consideração, além de desejo de força e de adequação, de confiança perante o mundo, independência e autonomia.


A necessidade de auto-realização é a mais elevada, ou seja, cabe a cada pessoa realizar o seu próprio potencial e de auto desenvolver-se continuamente.
domingo, 9 de setembro de 2012 0 comentários

Arte de amar



Não faço poemas como quem chora,
nem faço versos como quem morre.
Quem teve esse gosto foi o bardo Bandeira
quando muito moço; achava que tinha
os dias contados pela tísica
e até se acanhava de namorar.
Faço poemas como quem faz amor.
É a mesma luta suave e desvairada
enquanto a rosa orvalhada
se vai entreabrindo devagar.
A gente nem se dá conta, até acha bom,
o imenso trabalho que amor dá para fazer.

Perdão, amor não se faz.
Quando muito, se desfaz.
Fazer amor é um dizer
(a metáfora é falaz)
de quem pretende vestir
com roupa austera a beleza
do corpo da primavera.
O verbo exato é foder.
A palavra fica nua
para todo mundo ver
o corpo amante cantando
a glória do seu poder.

(Thiago de Mello)
sábado, 8 de setembro de 2012 0 comentários

Vó Mocinha, Vó Thereza


Por: Jaqueline Ramiro

A casa da Vó Moçinha era muito diferente da Vó Maria Thereza. Ampla, arejada, varanda e quintal. A casa da Vó Maria Thereza tinha só um cômodo, paredes de madeira e telhado baixo com goteira.

Na vó mocinha tinham 2 salas, mesa na cozinha e outra de jantar.

Comida!

Carne todos os dias, suco ou refrigerante para acompanhar. Na Vó Maria Thereza não tinha banheiro, nem mesa. A janta eram os restos deixados no fim da feira popular.

Na Vó Mocinha fim de ano alegria. A bebida: vinho ou champanhe. Na Vó Thereza, tristeza e pinga comprada fiado no bar em frete.

Como foi diferente a vida e a casa dessas minhas avós.

Oh, Deus. Valores tão desiguais! E meu amor por elas o mesmo.

Vó Mocinha usava salto, branca, altiva batia as tamancas. Vó Maria Thereza negrinha dos chinelos gastos. Talvez por isso olhasse sempre para o chão.

Na casa de ambas aprendi grandes lições, para uma vida inteira e a de meus descendentes:

Com Vó Mocinha aprendi que o dinheiro traz poder, portanto justifica tudo. Mas com Vó Thereza aprendi que por amor a tudo se suporta.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012 0 comentários

O ser humano está pelo que faz



O que o homem faz
O ser humano está pelo que faz.
Mas o que é o fazer, a essencial
virtude de quem vive? me pergunto.
Não me sei responder, só me indagar.
(...)

Ainda que me indague mal e pouco
a respeito de mim, depois da morte,
onde fazer é verbo inconjugável.
E se indago apenas sei dizer
o que é o fazer aqui e que me faz
ser um homem compondo a minha vida
de sono e sonho, prêmio e desvario,
eu com os outros (eu para eles, outro)
a quem me dou querendo me saber.
O homem vale só pelo que faz.

(Thiago de Mello)
quinta-feira, 6 de setembro de 2012 0 comentários

IGUALDADE




"O fim da escravidão somente será real quando estivermos livres de todos e qualquer enfadonho resquício"

Na América Latina dos tempos coloniais o uso da mão de obra negra foi utilizado em larga escala e bem mais que a nativa indígena ou qualquer outra.
Em um tempo em que a mentalidade Euro-ocidental assinalava o trabalho físico, laboral como indigno, humilhante, o negro era usado em todo tipo de serviço desde o doméstico ao da lavoura.

Sendo esse como “um animal e uma máquina”, segundo expressão de Gilberto Freyre.

Há exemplo os ESCRAVOS CAIOS no Brasil; Esses ficavam responsáveis por recolher os excrementos da casa de seus senhores e todo resto que era jogado através das janelas diretamente dos penicos para as ruas. Os negros recolhiam os dejetos, depositavam em barris, que eram carregados por eles até o porto, cachoeira ou rio para serem despachados.
A medida que caminhavam carregando os pesados barris parte dos excrementos acabava caindo sobre os seus corpos e ao secar deixam manchas brancas. Daí serem chamados negros caios ou escravos caios.

O negro não pertencia à sociedade, pois não era considerado nem mesmo como ser humano. A igreja romana os qualificava como seres sem alma.
Não possuía qualquer direito legal ainda que sobre a própria vida.
Concebia-se sua existência apenas como mercadoria, peça passível de compra, venda ou qualquer outra transação comercial.

Mesmo com a independência das antigas colônias da América Latina e o fim da escravidão o negro continuou sendo desprezado e ridicularizado. Carregando consigo ao longo dos anos que se passam o estigma do preconceito e descaso.

Por volta de 1954 quando a primeira rede de televisão da América Latina foi ao ar, para representar personagens negros, lembrando que invariavelmente esses personagens assumiam caráter caricato, preferencialmente um artista branco tinha de se pintar de preto e o mesmo ocorria no teatro desse período. 
Os responsáveis pela produção dos programas de televisão ou peças alegam que não havia artistas negros capacitados pra o ofício. Mas é possível chegar facilmente a outra conclusão se admitirmos a existência do preconceito racial.

Lembrando que o televisor era um aparelho de comunicação extremamente caro, que ficava estalado nas salas das mais tradicionais famílias brasileiras, cujo capital na maioria das vezes teve origem nos tempos da escravidão.



A ciência moderna fez cair por terra a maioria das teorias racistas. Levis Stauss transmite por meio de seus estudos o seguinte:
as culturas podem ser diferentes, mais tratando-se de raças existe apenas uma: a raça humana.No entanto o preconceito e discriminação ao negro, postulando-o como inferior, incapaz, continuam ocorrendo até entre os próprios negros.
Por mais que se tente negar a experiência do dia a dia nos prova que se tratando dos negros brasileiros ainda estamos muito distantes da idealizada “igualdade social”, "
terça-feira, 4 de setembro de 2012 0 comentários

Os sonhos e sacrificios de minha mãe se desfazem nas patas das hienas

















Para chegar ao valor necessário á compra foram feitos muitos sacrifícios: dobrou-se as horas de trabalho, todos os gastos passaram a ser milimetricamente controlados, restringindo até mesmo parte da alimentação.
Lembro que minha mãe gostava de comer um doce, um tipo de doce de leite, que chamavam de beijo da Xuxa sempre depois do almoço. Então, quase todas as tardes, lá ia eu para a birosca comprar o tal doce que ela tanto gostava. Bem, até esse pequeno luxo foi cortado pelo sacrifício de se conseguir dinheiro para a compra do terreno.
E como não era o suficiente, então, quando conseguiu o terreno que lhe agradou minha mãe teve a ousadia de vender até mesmo as maquinas de costura da sua pequena confecção de roupas. Vendeu as máquinas do seu ofício, as que lhe traziam o sustento e vendeu feliz dizendo que logo compraria outras e melhores.
Com isso, comprou um terreno enorme no bairro de Jacarepaguá, daria para fazer uma vila se assim desejasse.
De frente para a rua seria a garagem para 2 carros e a confecção, depois a piscina. No meio do terreno ficaria a casa com amplo salão na parte de cima e telhas coloniais, onde ela estenderia a rede para tirá um cochilo após o almoço. A parte de trás seria uma ária para churrasco e festas e quem sabe mais tarde a casa dos filhos, um espaço para os netos. Em ultimo caso poderia se construir outras casas, alugá-las e com isso garantir uma aposentadoria digna.
No sonho era perfeito, mas o terreno na sua maior parte era acidentado. Muito barro e mato alto era preciso trabalhar muito o lugar para transformar o sonho em realidade. Nunca vou me esquecer do capim navalha e dos calos feitos pela inchada em minhas mãos.
Não lembro o nome da proprietária anterior, mas era uma mulher gorda e feia, com direito a verrugas. Essa tinha sido cozinheira no bar do meu “padrasto” português.
Isso me faz lembrar algo que deixou minha mãe profundamente magoada na época e querendo arrancar a cabeça dessa mulher.
Meu irmão completou 18 anos e foi dada uma festa para comemorar, entre outras coisas minha mãe que estava em dificuldades financeiras comprou toda a cerveja para animar os beberrões , mas na hora meu irmão pediu para que ela não fosse a festa, pois era um evento apenas para jovens e ela não teria o que fazer ali.
Minha mãe me obrigou a ir a tal festa. Por sempre comprar a dores do outros eu não queria ir e deixá-la triste e sozinha em casa. Sem falar que meu irmão quando na presença dos amigos ficava se exibindo, tornavasse grosseiro, entre outras coisas desagradáveis que duvido ter mudado até hoje.
De fato a maioria dos presentes eram jovens, mas também tinham pessoas de idade e algumas superior a de minha mãe, a contar pelo próprio pai de meu irmão, que desfilava muito a vontade pelo salão.
Depois de algum tempo meu irmão me enxotou da festa, mesmo com alguns amigos dele pedindo para que me deixa-se ficar. Sem cerimônias fui embora.
A melhor coisa que fiz. Ainda no momento da minha presença a mulher que vendeu o terreno para minha mãe aproveitava para passar maliciosamente as mãos no meu irmão e em alguns outros jovens. Tudo no ritmo de brincadeira.
Segundo consta a lenda: no auge da festa essa mulher fez o desafio de que meu irmão tirasse a roupa e ela iria o pagando a medidas que as peças de roupa fossem sendo tiradas.
E como c* de bêbado não tem dono e sendo dinheiro linguagem peculiar ao meu irmão. Ele fez o strip, devidamente gravado e documentado.
Essa gracinha rendeu ao meu irmão a fama de michê entre os vizinhos. Passaram a dizer que por dinheiro ele encarava qualquer dragão. E as piadinhas ficaram cada vez mais pesadas, a ponto de falarem que ele estava envolvido com homens.
Então minha mãe exigiu ver a tal fita da festa. Conseguiu o vídeo da festa que ela sem condições pagou e não pode ir por veto do próprio filho. Percebeu a mentira, a falta de qualquer consideração e não o bastante, a mulher gorda se esfregando no filho e colocando dinheiro na cuequinha minúscula.
Minha família abafou a história o quanto pode.

Minha  mãe pagou o terreno a tal mulher do strip a vista.
Que malandramente pegou o dinheiro e sumiu, sem contar ou dá qualquer tipo de alerta a minha mãe sobre o fato de que os terrenos comprados naquela região, não poderiam ser vendidos sem a intervenção da “associação de moradores”, nesse momento representado pelo tráfico de drogas local.
CONTINUA...
segunda-feira, 3 de setembro de 2012 0 comentários

Aniversário da Casa da América Latina


A Casa da América Latina, na comemoração do seu 5º aniversário, concede a Medalha Abreu e Lima a cinco internacionalistas, que contribuem ou que tenham contribuído para a solidariedade, a integração soberana e progressista dos povos, nações e países latino-americanos.

Para o ano de 2012, foram eleitos: Eduardo Galiano, Grupo Tortura Nunca Mais, Luís Carlos Prestes (in memoriam), Maurício Azedo e Osny Duarte Pereira (in memoriam).

A solenidade será na terça-feira, dia 4 de setembro, às 17:30, na sede da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro (Seaerj), localizada na Rua do Russel, nº 1, bairro da Glória, no Rio de Janeiro.


"PROGRAMAÇÃO - Aniversário da Casa da América Latina"

A Casa da América Latina convida para as comemorações de seu 5º Aniversário

Data - 04 de setembro de 2012 (terça-feira),
Local - SEAERJ ( Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro)
Rua do Russel, nº 1, bairro da Glória, no Rio de Janeiro.


Programação

17:30 - Lançamento do livro “ Movimentos Sociais, TrabalhoAssociado e Educação para além do
capital”, do professor Felipe Addor.

18:00 - Solenidade de entrega da Medalha Abreu e Lima a:
Eduardo Galeano, Grupo Tortura Nuca Mais, Luiz Carlos Prestes (in meoriam), Maurício Azêdo, Osny Duarte Pereira (in memoriam) - enviamos o perfil dos homenageados em anexo.
Entrada Franca


19:00 - Festa e Alegria: música ao vivo, dança, jantar, mojitos.
Convite : R$ 50,00




http://www.casadaamericalatina.org.br/
 
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