2c6833b0-77e9-4a38-a9e6-8875b1bef33d diHITT - Notícias Sou Maluca Sim!: Outubro 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011 0 comentários

TEMPO CURTO, TEMPO LONGO





Referente a certo tema fiquei pensando se essa como a maioria das coisas tenderia a progresso. se o tempo seria aliado, considerando que o tempo amadurece os fatos e as ações, logo um amadurecimento traria bons frutos. Porém quando acreditei ter encontrado uma brecha, quando imaginei poder tocar o céu, percebi o céu distante. Então como a criança do poema estico os braços para o alto na ilusão de poder toca-lo, porém o céu está distante poço apenas vislumbra-lo.

Tolice minha não é possível tocar, objeto se encontra em uma redoma de vidro, não sendo eu ou outro quem o colocou ali. Resta-me acreditar que objeto tem vida e autonomia e por sua própria vontade se escondeu, não deseja ser tocado.

Sendo assim, não quebro o vidro, não tiro o tampo... isso desnudaria o objeto, mas seria uma grande agressão. Deixemos tudo da forma como está. Talvez o objeto tenha concebido que só possa ser formoso estando atrás de um fino escudo transparente.
O que me resta a fazer é vez por outra tirá o pó que turva o vidro, mas que deixa imaculada as aparências.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011 0 comentários

Ti Chiedo Onestà (Renato Russo)




Io stasera lo sai, Ricomincio da te
E tu forse lo fai, Senza un vero perchê
Io stasera lo so, Mi rimetto nei guai
Tu sai dire di no, ma perchè non lo fai
Patti chiari fra noi, dividiamo a metà
Perchè dopo lo sai, C'è chi prende e chi da
Non ci credo alle grandi promesse, Ti chiedo onestà
Io ti chiedo soltanto onestà, E non voglio saper dove vai
Cosa pensi e gli amici che hai, Quel che é stato, Quel che sarà
Io ti chiedo soltanto onestà...Onestà

Questa voglia di noi, Io di te tu di me
Può finire lo sai, nello stesso caffè
Dove lei mi lasciò, con la stessa bugia
Ci vediamo però, ora devo andar via
E stasera lo sai, ricomincio da te
Mi rimetto nei guai, di chi ama e non sa
Che c'è i giorni che stiamo vivendo, c'è poca onestà

E per questo pretendo onestà, perchè io sono fatto cosi
Io non so dire non con un sì, e per questo se è amore sarà
Non ti chiedo che un pò di onestà...Onestà

Perchè io ti darò, tutto il meglio di me
Perchè io moriró dal bisogno di te,
Mi concosco oramai, io do sempre di più,
Gli altri prendono e via, non lo fare anche tu,
Non lo fare per me, per ridarmi allegria,
Se amore non c'è, non ci vuole pietà,
E per questo stasera ti chiedo soltanto onestà
Io ti chiedo soltanto onestà, perchè sento che dentro ce l'hai
perchè sento che amore sarà, Io ti chiedo onestà

Io stasera lo sai, ricomincio da te
Mi rimetto nei guai, qualche santo sarà
Ma lo sento che à amore e per questo ti chiedo onestà

Io ti chiedo soltanto onestà,
Perchè sento che dentro ce l'hai,
Perchè sento che amore sarà
Io ti chiedo onestà...ahh...Io ti chiedo onestá.

sábado, 1 de outubro de 2011 0 comentários

Deusa Inanna.... Senhora dos leões




“A história da mulher que se despiu, em sete portais sucessivos, de tudo que ela havia realizado na vida, até estar nua, com nada restando a não ser sua vontade de renascer”.
(Diane Wolkstein - contadora de histórias)

No mito, Inana que é a deusa do Paraíso, radiante, alegre, cheia de vida, desce ao mundo inferior para visitar sua irmã gêmea, Ereshkigal, cujo nome significa “a senhora do grande espaço abaixo”, que acaba de perder o marido.
Solicitando entrada no kur, o ‘mundo do não retorno’, o guardião pergunta pelo motivo e ela responde que vem por causa de sua irmã, Ereshkigal, que se contorcia em dores. Inana é obrigada a passar por sete portais, sendo-lhe exigido que a cada portal se desfizesse de uma de suas muitas insígnias (coroa, vestimenta, jóias) de modo que adentrou nua o grande salão real, dirigindo-se diretamente ao trono de sua
irmã, com reverência. “Então Ereshkigal fitou Inana com os olhos da morte. Ela pronunciou contra ela a palavra da ira.

 Ela bradou contra ela o grito da culpa" e logo a matou, deixando-a pendurada num gancho até apodrecer.Ao desfazer-se de suas insígnias como Rainha do Céu, Inana vai de encontro aos seus aspectos mais escuros, mais reprimidos. Inana e Ereshkigal são aspectos polarizados de uma mesma totalidade: os aspectos claro e escuro da Grande Deusa. A lua cheia e a lua negra, acertadamente chamada de lua nova, porque é nas profundezas da não existência, do caos, das trevas, que a vida se renova, renasce.Ao ultrapassar o limiar do kur, o reino da morte sumeriano, passam a prevalecer as leis de Ereshkigal. Nada do que aprendemos na vida nos serve diante da morte, nada nos resta a não ser nos render, nos submeter. Este olhar da morte, impiedoso e frio, não é fácil de sustentar.

O que traz Inana de volta é a intervenção de Enki, deus da sabedoria, da água e da
criatividade. Tomando um pouco da sujeira que estava debaixo de suas unhas pintadas de vermelho, “uma coisinha insignificante e rejeitada, até mesmo invisível anteriormente, e que sobrara do processo criativo maior”, ele modela duas criaturas que são enviadas ao submundo com a água e o alimento da vida, para se juntarem ao lamento de Ereshkigal, que estava para parir.Aproximando-se da deusa e “ignorando os
processos de distância e das leis do mundo superior”, estas criaturas instruídas pelo deus da sabedoria levam o aspecto escuro do feminino a tomar consciência da validade de sua experiência de dor. Ao honrarem o sofrimento e validarem essa experiência, possibilitam a transformação da destruição em generosidade.

Como recompensa, ela lhes oferece o rio em toda sua plenitude, os campos plenos de colheita. Mas eles queriam apenas o corpo inerte de Inana que, sendo-lhes concedido, eles reavivam.
Este é o momento de encararmos nossas mazelas, nossos ódios, selvageria, raiva, medos... tudo que está oculto... e ás vezes deixamos oculto também nosso poder, nosso potencial criativo, nossa energia sexual... Não tenha medo da Sombra! Ela não é malvada como pintaram, ela é só o lugar para onde não costumamos olhar! Abraçar a Sombra é trazer estes aspectos à consciência para serem reintegrados em nossa psique. Por isso sempre voltamos dessa Jornada, das "noites escuras da alma", mais conscientes e inteiros.

E como nos diz Monika Von Koss, "cada uma de nós precisa percorrer este caminho para as profundezas de si mesma, tantas vezes quantas forem necessário, para encontrar nossas partes exiladas, recuperá-las e integrá-las na totalidade do que somos. Só assim, a totalidade da vida e da morte pode ser restaurada em sua integridade. Apenas quando reconhecemos e acolhemos todos os nossos aspectos, podemos recompor nossa integridade e nos tornarmos quem somos verdadeiramente,
desde o princípio".Pesquisa e adaptação por Ana Paula Andrade

Fonte de pesquisa:
Mirella Faur - Teia de Thea
Mulheres e Deusas - Rosa Leonor
A Alta Sacerdotisa
0 comentários

Magia do Tempero




Magia do tempero!
Magia do Tempero de vinagre contra o medo.
Esta magia vai afastar o medo de quem comer,

ou morar na mesma casa onde for feito.
O alecrim é muito usado como desobsessor e é usado para limpar o campo áurico.
O vinagre de alecrim é excelente no combate ao

medo e você pode usá-lo como tempero de

saladas.
Para fazer esta magia, você vai precisar de:
1 litro de vinagre
1 ramo de alecrim
1 dente de alho
1 raminho de manjericão

Coloque o alecrim, o manjericão e o alho no vinagre e deixe curtir, descansando por 15 dias.
Depois deste período, estará pronto para o uso
em saladas e no geral.
Você vai perceber a diferença muito em breve!

Fonte: Eu Sou uma Bruxa
 
;