2c6833b0-77e9-4a38-a9e6-8875b1bef33d diHITT - Notícias Sou Maluca Sim!: Janeiro 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009 0 comentários

GRACIAS A LA VIDA

GRACIAS A LA VIDA


Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me dio dos luceros que cuando los abro
Perfecto distingo lo negro del blanco
Y en el alto cielo su fondo estrellado
Y en las multitudes el hombre que yo amo

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado el oído que en todo su ancho
Graba noche y día grillos y canarios
Martirios, turbinas, ladridos, chubascos
Y la voz tan tierna de mi bien amado

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado el sonido y el abecedario
Con él, las palabras que pienso y declaro
Madre, amigo, hermano
Y luz alumbrando la ruta del alma del que estoy amando

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado la marcha de mis pies cansados
Con ellos anduve ciudades y charcos
Playas y desiertos, montañas y llanos
Y la casa tuya, tu calle y tu patio

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me dio el corazón que agita su marco
Cuando miro el fruto del cerebro humano
Cuando miro el bueno tan lejos del malo
Cuando miro el fondo de tus ojos claros

Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado la risa y me ha dado el llanto
Así yo distingo dicha de quebranto
Los dos materiales que forman mi canto
Y el canto de ustedes que es el mismo canto
Y el canto de todos que es mi propio canto

Gracias a la vida, gracias a la vida

(Mercedes Sosa)



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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009 0 comentários

Fique em paz



Quando eu lembrar de você. Vou lembrar do tempo que tomávamos banho de piscina juntos. Vou lembrar de você subindo na árvore para amarrar a corda do balanço.
Da gente correndo atrás de manga. Dos super saltos que você dava na cachoeira.
Dos passeios de carroça. Do dia que o cavalo empinou e nos quase caímos.
Dos abraços, dos carinhos. Da coca-cola com pipoca doce. De roubar doce da barraca da tia Leda. Das festinha de rua. Do baile de carnaval que você pagou para que eu podesse entrar, mesmo você ficando do lado de fora. Das conversas até a madrugada.
De me levar ao ponto de ônibus...
Quero lembrar de você do tempo em que eramos crianças e que todos os problemas podiam ser resolvidos. Quero lembra apenas disso e nada mais.

Boa viagem e até...

Obrigada pela pichação. Dei uma bronca em você mas a verdade é que gostei.
Te amo!


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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 0 comentários

Quero ganhar moedas de ouro!

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domingo, 18 de janeiro de 2009 0 comentários

A ALMA DOS DIFERENTES




... Ah, o diferente, esse ser especial!

Diferente não é quem pretenda ser.

Esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente.

Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros.

Que riem de inveja de não serem assim.

E de medo de não aguentar, caso um dia venham, a ser.

O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.

O diferente nunca é um chato.

Mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas.

Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, adiadas; esperanças, mortas. Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato.

Chato é um diferente que não vingou.

Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem.

Os diferentes raivosos acabam tendo razão, sozinhos, contra o mundo inteiro.

Diferente que se preza entende o porquê de quem o agride.

Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.

O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer – alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores.

O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual: a inveja do comum; o ódio do mediano.

O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.

O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura.

O que é percepção aguçada em: "Puxa, fulano, como você é complicado".

O que é o embrião de um estilo próprio em: "Você não está vendo como todo mundo faz?

O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações os quais acaba incorporando.

Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram (e se transformam) nos seus grandes modificadores.

Diferente é o que vê mais longe do que o consenso.

O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber.

Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno agridem e gargalham.

É o que engorda mais um pouco; chora onde outros xingam; estuda onde outros burram.

Quer onde outros cansam. Espera de onde já não vem. Sonha entre realistas.

Concretiza entre sonhadores.

Fala de leite em reunião de bêbados.

Cria onde o hábito rotiniza.

Sofre onde os outros ganham.

Diferente é o que fica doendo onde a alegria impera.

Aceita empregos que ninguém supõe.

Perde horas em coisas que só ele sabe importantes.

Engorda onde não deve.

Diz sempre na hora de calar.

Cala nas horas erradas.

Não desiste de lutar pela harmonia.

Fala de amor no meio da guerra.

Deixa o adversário fazer o gol, porque gosta mais de jogar do que de ganhar.

Ele aprendeu a superar riso, deboche, escárnio e consciência dolorosa de que a média é má porque é igual.

Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, engordados, magros demais, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais, narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas erradas, cheios de espinhas, de mumunha, de malícia ou de baba. Aí estão, doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo ser, sendo muito mais.

A alma dos diferentes é feita de uma luz além.

Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os pouco capazes de os sentir e entender. Nessas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes.

Não mexa com o amor de um diferente. A menos que você seja suficientemente forte para suportá-lo depois.


(Artur da Távola)


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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 0 comentários

PODER, SEXO E VIOLÊNCIA




A história mostra muitos personagens que aliaram estes três elementos; poder, sexo e violência (ou morte). Lembro de Cleópatra que ,seduzindo Cesar, almejava o poder decorrente dessa união e quanto derramamento de sangue se sucedeu. Messalina, esposa do imperador romano Claudius, tão famosa por suas conquistas que virou até sinônimo de mulher insaciável por homens e sobre quem pesam muitas suspeitas de assassinatos. Lucrecia Borgia, a envenenadora (não confirmado) do século XV que celebrizou suas orgias dentro do Vaticano, além de incesto com os irmãos.

No lado masculino temos o famoso imperador romano (supremo poder) Calígula que levou uma vida promíscua e que adorava ver suas vítimas sendo torturadas. Henrique VIII que ficou célebre por suas conquistas e decapitar suas esposas.
Lembro também as sociedades secretas que reúnem orgias ou práticas sexuais com rituais de sangue, numa busca doentia pelo poder sobre o oculto. Hitler, o grande genocida, pertencia a uma delas.

Um dos mais significativos exemplos desta tríade é o estupro. Por que, desde a antiguidade, exércitos invasores estupram as mulheres do lado inimigo? Certamente porque é a suprema demonstração de poder do vencedor e aí está bem caracterizada a união dos três elementos. O estupro rotineiro que hoje ocupa as manchetes da mídia já foi bastante estudado por especialistas e verificado que o estuprador não quer sexo, embora se utilize dele, o que ele quer realmente é exercer poder sobre a vítima.

A humanidade sempre se sentiu tão indefesa e impotente por causa de sua separação da Divindade e pela existência da morte que desde o início voltou-se para a busca do poder. Foi a forma de compensação que encontrou. Seja o poder sobre o vizinho, a esposa, seus seguidores religiosos, os funcionários, a cidade, o país e até tentou, e continua tentando, sobre a natureza.

O poder é almejado e perseguido nas suas mais distintas formas, desde os pais, que mesmo na pura intenção de educar, não deixam de sentir prazer, inconsciente ou não, no poder que eles têm sobre os filhos até a recompensa do exercício ditatorial sobre uma nação.
Bom, mas por que cargas d’água abordei este assunto hoje? O que tem a ver com expandir a consciência?
Eis a razão: a energia sexual tem sido muito mal qualificada pelo ser humano e com essa ligação atávica ao poder e violência o recado aqui é levar o leitor a ter consciência disto para evitar cair em armadilhas, que existem sim, nas relações com seus parceiros sexuais – fixos ou eventuais.

Muitas das relações são calcadas na necessidade de poder que um dos dois ou ambos têm. Pode ser exercido das mais diversas formas, incluindo violência psicológica ou emocional culminando na violência física que hoje vemos nos noticiários.

As mulheres costumam se utilizar da manipulação (exercício do poder) do companheiro por intermédio da sedução e os homens, ainda, se arvorando em provedores tanto financeiramente quanto de protetores (segurança física. Eles são mais fortes fisicamente) de suas parceiras. Hehehe, alguém já viu este filme?
A erotização exagerada da mulher nos meios de divulgação não deixa de ser uma violência à sua dignidade e que aumenta o poder do anunciante ou dos donos de emissoras de TV ou de outras mídias.
Durma-se com um barulho desses! Está faltando conscientização e muito!

fonte: Expansão da consciência


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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 0 comentários

Movimento feminista


Movimento feminista brasileiro conquistou, nas últimas décadas, a ampliação dos direitos da mulher. As ações do movimento feminista foram decisivas para articular o caminho da igualdade entre os gêneros, que, apesar de todos os avanços, ainda não é plenamente garantida.

Assim, ao entrar na segunda década do século 21, as feministas têm em sua pauta de reivindicações pontos como:

•    Reconhecimento dos direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais das mulheres;

•    Necessidade do reconhecimento do direito universal à educação, saúde e previdenciária;

•    Defesa dos direitos sexuais e reprodutivos;

•    Reconhecimento do direito das mulheres sobre a gestação, com acesso de qualidade à concepção e/ou contracepção;

•    Descriminalização do aborto como um direito de cidadania e questão de saúde pública.

Além desses temas, um em especial tem ganhado por suas estatísticas: a violência contra a mulher.  A cada dois minutos, cinco mulheres são espancadas no País, de acordo com pesquisa da Fundação Perseu Abramo (Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado), realizada em 25 estados, em 2010. No levantamento, constatou-se que 11,5 milhões de mulheres já sofreram tapas e empurrões e 9,3 milhões sofreram ameaças de surra.

No entanto, as agressões diminuíram entre 2001 e 2010. Anteriormente, oito mulheres eram agredidas a cada dois minutos. Um dos motivos para essa diminuição foi a elaboração da Lei Maria da Penha, que garante proteção legal e policial às vitimas de agressão doméstica. Qualquer pessoa pode comunicar a agressão sofrida por uma mulher à polícia, a despeito da vontade da mulher em fazê-lo.

O movimento feminista brasileiro pode contar com os esforços da Secretaria de Políticas das Mulheres, que atua não apenas pela redução da desigualdade dos gêneros, mas também para ajudar na redução da miséria e de pobreza para, assim, garantir a autonomia econômica das brasileiras.

Histórico de lutas e conquistas

A história do movimento feminista possui três grandes momentos. O primeiro foi motivado pelas reivindicações por direitos democráticos como o direito ao voto, divórcio, educação e trabalho no fim do século 19. O segundo, no fim da década de 1960, foi marcado pela liberação sexual (impulsionada pelo aumento dos contraceptivos).  Já o terceiro começou a ser construído no fim dos anos 70, com a luta de caráter sindical.

No Brasil, o movimento tomou forma entre o fim do século 18 e início do 19, quando as mulheres brasileiras começaram a se organizar e conquistar espaço na área da educação e do trabalho. Nísia Floresta (criadora da primeira escola para mulheres), Bertha Lutz e Jerônima Mesquita (ambas ativistas do voto feminino) são as expoentes do período.

As brasileiras obtiveram importantes conquistas nas primeiras décadas do século 19. Em 1907, eclode em São Paulo a greve das costureiras, ponto inicial para o movimento por uma jornada de trabalho de 8 horas.

 Em 1917, o serviço público passa a admitir mulheres no quadro de funcionários. Dois anos depois, a Conferência do Conselho Feminino da Organização Internacional do Trabalho aprova a resolução de salário igual para trabalho igual.

Já a década de 30 foi marcada por avanços no campo político. Em 1932, as mulheres conquistam legalmente o direito ao voto, com o Código Eleitoral. Apesar da importância simbólica dessa conquista, à época, foram determinadas restrições para o exercício desse direito.Foi só com a Constituição de 1946 que o direito pleno ao voto foi concedido.

Mesmo assim, um ano após de conquistado o direito ao voto, em 1934, Carlota Pereira Queiróz torna-se a primeira deputada brasileira. Naquele mesmo ano, a Assembleia Constituinte assegurava o princípio de igualdade entre os sexos, o direito ao voto, a regulamentação do trabalho feminino e a equiparação salarial entre os gêneros.

Com a ditadura do Estado Novo, em 1937, o movimento feminista perde força. Só no fim da década seguinte volta a ganhar intensidade com a criação da Federação das Mulheres do Brasil e a consolidação da presença feminina nos movimentos políticos. Mas logo vem outro período ditatorial, a partir de 1964, e as ações do movimento arrefecem, só retornando na década de 70.

Um dos fatos mais emblemáticos daquela década foi a criação, em 1975 (Ano Internacional da Mulher), do Movimento Feminino pela Anistia. No mesmo ano a ONU, com apoio da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), realiza uma semana de debates sobre a condição feminina. Ainda nos anos 70 é aprovada a lei do divórcio, uma antiga reivindicação do movimento.

Nos anos 80, as feministas embarcam na luta contra a violência às mulheres e pelo princípio de que os gêneros são diferentes, mas não desiguais. Em 1985 é criado o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), subordinada ao Ministério da Justiça, com objetivo de eliminar a discriminação e aumentar a participação feminina nas atividades políticas, econômicas e culturais.

O CNDM foi absorvido pela Secretaria de Estado dos Direitos da Mulher, criada em 2002 e ainda ligada à Pasta da Justiça. No ano seguinte, a secretaria passa a ser vinculada à Presidência da República, com status ministerial, rebatizada de Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Fontes:
Secretaria de Políticas para as Mulheres
Acervo – Revista do Arquivo Nacional
Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (Cedim) - Rio de Janeiro
Conselho Nacional dos Direitos da Mulher – Legislação


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